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​O Dono da Casa: A Proposta ao Pai (Baseado em Fatos Reais)

📅 Publicado em: 25/10/2025 00:23

👤 Autor: daniel-santana

📂 Categoria: Gay

🏷️ Tags: #Corno #Coroa #Grupal
​A regra da noite era clara: eu, Daniel, só assisto. Pelo menos no começo.

​Eu estava sentado na poltrona do canto, nu, meu pau duro latejando na minha mão. Eu era o Dono da Casa, o arquiteto dessa porra toda. E esta noite, meu prazer era ser o voyeur.

​Na minha cama, Bianca estava de quatro. Nua, ofegante. Meu pai, Arnaldo, estava ajoelhado atrás dela. Aquele pau de 20cm, reto e branco, com a glande rosada, deslizava para dentro e para fora da buceta da minha esposa.

​O som era obsceno. Um "ploc, ploc" surdo e molhado.

​"Isso, Arnaldo...", ela gemeu, a voz abafada pelo travesseiro. "Me fode com força, sogrão... mostra pro seu filho como se fode uma mulher..."

​Aquele sacrilégio vulgar fez meu pau dar um pulo. Eu acelerei minha punheta, o cheiro do pré-gozo enchendo o ar.

​Arnaldo agarrou a cintura dela. A virilidade dele era brutal. Ele começou a socar fundo, sem piedade. O corpo de Bianca tremia.

​"Olha pra mim, Daniel!", ela gritou, virando o rosto. "Olha o que seu pai tá fazendo comigo! Olha essa rola me arrebentando!"

​Eu olhei. Vi o pauzão dele sumir nela até os ovos.

​"Eu vou gozar...", Arnaldo rosnou, o ritmo ficando frenético.

​"Não!", Bianca gritou. "Ainda não. Daniel... Agora! Quero os dois paus. Juntos. Na minha buceta!"

​Era minha deixa.

​Levantei-me, o pau pingando.

Meu pai recuou o suficiente, mas não saiu.

Eu me posicionei na frente.

Ela estava encharcada.

Eu forcei a entrada.

​Foi apertado.

Impossível.

Mas eu entrei.

​Senti meu caralho deslizar ao lado do caralho dele. Nossas duas rolas, a do pai e a do filho, espremidas juntas dentro da buceta quente dela. A cabeça do meu pau roçava na dele a cada estocada.

​Ela enlouqueceu.

​"ISSO... OS DOIS... ME ENCHAM! FODAM-ME JUNTOS!"

​Era uma sinfonia profana.

Eu sentia o pau dele batendo no fundo enquanto o meu entrava.

Bianca se contorcia, gritando, o clitóris roçando na minha barriga.

​"EU VOU GOZAR, PORRA!", Arnaldo berrou.

​"EU TAMBÉM!", eu gritei.

​Gozamos juntos, um gozo profundo, animal. Nossos leites se misturando dentro dela.

​Caímos na cama, suados, ofegantes. O cheiro de gozo e jasmim pairava no ar. Teria sido perfeito.

​Mas então...

​TOC, TOC, TOC.

​Uma batida forte na porta do quarto.

​Nossos corpos congelaram.

A buceta de Bianca pareceu se fechar, ainda pulsando, pingando nossa porra misturada.

​Uma voz feminina, inconfundível, atravessou a madeira:

​"Arnaldo? Você está aí? Arnaldo? Está tudo bem?"

​Era ELA. Minha mãe. A esposa dele. A sogra da minha mulher.

​Jesus. O que fazer?



​Este conto foi apenas uma noite da nossa rotina. O que aconteceu depois daquela batida?

​A história completa – como começamos, como convencemos meu pai, a noite de troca de casais com meu primo, e como gerenciamos essa vida dupla até o nascimento da nossa filha – está na saga "O Dono da Casa".

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