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Pais 2

📅 Publicado em: 17/09/2026 14:50

👤 Autor: maquik

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Virgem #Voyeur
Na manhã seguinte fui o primeiro a acordar.

A Paty dormia virada para mim. A Amanda ainda estava de costas, do outro lado da cama. Levantei devagar e fui para o banheiro tomar banho. Enquanto a água escorria pelo corpo, a mente não parava de reviver a loucura da madrugada anterior.

Saí do banheiro ainda pensando nisso. Olhei para a cama: as duas continuavam deitadas. A Paty estava de lado, a bunda descoberta, a buceta bem à mostra. Por um segundo pensei em ir até ela e comer ali mesmo, mas as duas começaram a se mexer. Em poucos minutos estavam se arrumando.

Quando a Amanda entrou no banheiro, não perdi tempo. Agarrei a Paty pela cintura. Ela riu baixinho.

— Tá com fogo ainda?

— Sim. E muito.

— Você é safado…

— E você é uma doida.

Ela riu de novo.

— Eu?

— Gostou?

— Sim.

— Vai querer de novo?

— Queria… mas acho que não vai rolar.

Ela só me olhou de lado, deu aquele sorrisinho safado e disse:

— Será?

Depois saiu rindo.

Quando todos estavam prontos, descemos para o café. A Amanda agia normalmente comigo, como se nada tivesse acontecido. Passamos o dia na piscina. À noite saímos para jantar, tomamos vinho. A Amanda bebeu uma taça.

Por volta das onze voltamos para o quarto. Os três deitamos na cama de casal e ficamos conversando. Em determinado momento, enquanto a Amanda estava concentrada no celular, a Paty deslizou a mão por dentro do meu short e começou a apertar meu pau devagar. Fiquei tenso no começo, mas depois relaxei.

Não demorou para a Amanda se levantar.

— Vou trocar de roupa… — disse, entrando no banheiro.

Assim que a porta fechou, a Paty tirou meu pau para fora e me engoliu. A sensação de poder ser pego a qualquer segundo só aumentava o tesão.

— Tira o short — sussurrou ela.

Olhei para a porta do banheiro e apontei. Ela riu e repetiu:

— Tira.

Com a ajuda dela, tirei e me cobri com o lençol.

A Amanda saiu do banheiro.

— Apaga a luz, filha — pediu a Paty.

A luz se apagou. A Paty se aconchegou em mim e me puxou para abraçá-la. Senti a cabeça do meu pau encostar na entrada da buceta dela.

A Amanda deitou logo atrás de mim e, em tom de brincadeira, disse:

— Ahhh, eu também quero um abraço…

Ouvi a Paty rindo.

— Daqui a pouco — respondi.

— Daqui a pouco ele te abraça — reforçou a Paty.

Nesse instante meu pau escorregou para dentro dela. A Paty respirou fundo e começou a mexer a bunda devagar. Apertei o peito dela.

— Tá… vou ficar esperando — murmurou a Amanda.

Fiquei ali, encaixado, enquanto a Paty se movia lentamente. Meu pau latejava dentro dela. Passaram-se alguns minutos. Então ela tirou meu pau, apertou-o com a mão e se virou de frente para mim. Olhou por cima do meu ombro e sussurrou no meu ouvido:

— Vai abraçar ela.

Balancei a cabeça, negando. Ela insistiu. Acabei cedendo.

Me virei e levantei o lençol. A Amanda não estava mais de babydoll. Usava um camisão. Não consegui ver se tinha calcinha ou não.

Abracei-a como na noite anterior, tentando manter o pau afastado. Não deu. Assim que a envolvi, ela se ajeitou, veio ao meu encontro e empinou levemente a bunda. Meu pau acabou encostando nela.

Ficamos quietos por um tempo. Depois ela apertou meu braço contra os peitos. Comecei a esfregar o pau devagar naquele corpo. Ela soltou meu braço. Aproveitei, segurei o pau e alinhei-o na fenda dela, esfregando.

O movimento foi lento. Em determinado momento a cabeça do meu pau ficou bem na entrada da bucetinha dela. Ela parou de se mexer. Soltei o pau, segurei a cintura dela e puxei-a com cuidado. A cabeça entrou. Não forcei mais do que isso.

Ela segurou minha mão que estava na cintura e voltou a mexer a bunda. A cada movimento eu entrava um pouco mais. Ela apertava minha mão com força.

Olhei rapidamente por cima do ombro. As pernas da Paty estavam abertas e a mão dela trabalhava entre elas. Ela se tocava sem nenhuma vergonha.

Voltei a atenção para a Amanda. A cada enfiada ela ficava mais molhada. Meu pau já ia bem fundo. Soltei a cintura, passei a mão por dentro do camisão e apertei o peito dela. A respiração ofegante dela só me deixava mais louco.

Desci a mão até a buceta. Senti os pelinhos. O clitóris estava duro, quase saltando. Massageei. Ela não se segurou. Gozou se contorcendo, ainda com meu pau dentro.

Foi incrível. Queria gozar junto, mas me contive. Assim que o orgasmo dela passou, tirei o pau e comecei a bater uma. Para minha surpresa, ela se virou, segurou meu pau e assumiu a punheta. Encostou a cabeça no meu peito e não parou até eu gozar.

Abracei-a com força. Quando terminei, ela olhou para mim e sorriu. Soltou meu pau e se virou de costas novamente.

Logo em seguida a Paty me abraçou por trás.

E ali eu dormi
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