Sou ou não sou?
Noutro dia era sábado e ficamos o dia inteiro em casa a fazer churrasco e nos divertir. Apesar da casa pequena uma piscina existia. O sudeste do Estado da Califórnia é muito quente devido à aproximação com o Deserto de Mojave. E aquele sábado não deixava para menos. As mulheres de biquíni; os homens de sungas. Mal conseguia disfarçar e não reparar no alto relevo que o pinto de meu sobrinho desenhava na sunga molhada. O dia passou com todos se divertindo muito. Á noite, hora de dormir, fui para o quarto e me aprontei. Meu sobrinho chegou logo após, depois de um banho, enrolado numa toalha.
–Tio… se você não se importar… gosto de dormir pelado…
E eu não sabia?
–À vontade querido. Respondi.
Olhei ele retirar a toalha e andar pelo quarto ajeitando suas coisas. Seu pinto frouxo balançava entre as pernas numa deliciosa dança. E que pinto!
A excitação do dia talvez fosse a responsável para não conseguirmos dormir e também o calor que estava insuportável.
–Tio… Porque não tira este short? Pelado é mais suportável…
Era como voltar ao passado. De repente eu era o garotinho da turminha da rua que brincava de sexo uns com os outros. Como se tivesse recebido uma ordem retirei o short. Na pequena luminosidade meu sobrinho me enxergou e constatou: “Tio… Você está excitado”! Verdade. Meu pinto estava totalmente duro.
–É… Respondi gaguejando.
–Quer que eu o faça “dormir”?
Eu estava insano. Como a coisa mais natural do mundo respondi que sim. Meu sobrinho se levantou e veio se deita comigo. Nossos corpos nus se colaram. Levou a mão e agarrou firme meu pinto. Arrepiei-me todo. Alisava, em vaivéns, todo meu pinto. Fechei os olhos. Era delicioso. Minha mulher também fazia assim, mas era diferente. Depois de um tempo se inclinou e colocou a cabeça de meu pinto na boca chupando deliciosamente. Era um túnel do tempo. Voltei no tempo e me vi fazendo as brincadeiras com os coleguinhas.
Fiquei maluco dos malucos e também agarrei seu pinto que já agora se apresentava duro como madeira. Meu sobrinho se ajeitou e eu pude também chupar o seu pinto. Chupamos um ao outro por muitos minutos. Na sequencia me empurrou me virando fazendo com que eu ficasse de lado. Foi para trás de mim colando seu corpo no meu. Senti seu pinto tocar minha bunda. Quase gritei de prazer de sentir aqueles toques. E mais ainda quando começou a pincelar meu rego. Enquanto pincelava, me punhetava. Delícia das delícias. Quando a ponta de seu pinto passava e tocava meu cu, eu queria morrer… Em dado momento ele se levantou. Morrendo de Tsão me deitei de bruços. Meu sobrinho voltou e foi logo me acariciando a bunda. Abriu as bandas e depositou algo bem na entrada de meu rabo. Afastou-se um pouco. Desconfiei do que era e logo veio a confirmação. Subiu na cama e deitou-se em cima de mim. Senti seu pinto oleoso. Joguei os braços para cima e abracei o travesseiro. Meu sobrinho, carinhosamente, ajeitou a cabeça de seu pau na entrada de meu cu colocou pressão. Eu estava tão tesudo que relaxar foi muito fácil e então o pinto duro de meu sobrinho se deslocou para dentro lentamente me penetrando. Eu nunca tinha dado o cu, mas se era assim, era um prazer imenso, inexplicável. E ele então, em vaivéns compassados me comia gostoso. Me comeu até gozar e encher meu rabo com sua porra quente. A cada contração de ejaculação de seu pinto dentro de mim, era uma dose de grande prazer que eu sentia. Mentalmente eu anotava para dar mais vezes. Seu pinto amoleceu dentro de mim e foi sendo retirado devagarinho. Quando saiu tudo, meu sobrinho me convidou para um banho. No banho nos acariciamos mutuamente. Meu pinto se recusava a amolecer e meu sobrinho vibrava com isto. Chupou-o várias vezes durante nosso banho. Enquanto chupava acariciava minha bunda e meu Tsão aumentava. Virou-se de costas para mim e eu me pus a pincelar seu rego dando atenção a seu cuzinho, enquanto fazia vaivéns em seu pinto que tornara a ficar duro. Enxugamo-nos e voltamos para a cama. Meu sobrinho deitou primeiro, de bruços, me entregando uma bisnaga de lubrificante. Que bundinha! Não pude deixar de reparar… Que acariciei durante um tempo… Lubrifiquei-me e também àquele cuzinho a minha espera. Quando encostei a cabeça de meu pinto na entrada de seu cuzinho, ele suspirou alto de prazer. Não fui muito delicado com meu sobrinho. Coloquei a cabeça dentro e empurrei de uma vez entrando tudo. Ele soltou um “ai” baixinho. Dei alguns segundos e comecei a comê-lo em vaivéns que lhe arrancavam suspiros e gemido de prazer. Enfiei a mão por baixo de seu corpo meio arqueado e agarrei seu gostoso pinto. Comia e punhetava. Quando ele gozou, as beiradas de seu cu quase cortaram o meu pinto de tanto que se contraíram fortemente. Enchi-o com vontade, de muita porra. E a cada contração de meu pinto ejaculando dentro dele, ele gemia de prazer, muito prazer. Quando acabei, me desmoronei em cima de meu sobrinho. Ficamos assim até conseguirmos forças e voltar a outro banho. Dia seguinte, por ser domingo, dei uma desculpa de ter que levantar cedo e cedo fui para a cama. Meu sobrinho logo também deu um jeito de ir deitar-se. Eu o esperava. Tiramos nossas roupas. Nossos pintos eram duas varas locas. Deitamos num sessenta e nove, maluco e nos chupamos até conseguirmos tomar nossas próprias porras de gozo. Só aí fomos dormir. Durante a semana ainda metemos muito antes deu ter de ir embora. Chegando em casa minha mulher estava “seca” e então também metemos muito. Nestes meses tenho metido muito com ela, mas sinto falta de um pinto… muita falta.
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