Eu e minha irmã na cama com papai.
O combinado era que ninguém podia saber que ficávamos nós três pelados dentro do banheiro. Em nossas conversas, eu e Cácia já sabíamos o que era certo e errado em nossos banhos com nosso pai… Mas concordávamos que era muito gostoso quando ele ficava passando a mão nas nossas xaninhas e beijava os biquinhos já salientes de nossos peitinhos em desenvolvimento. O que me chamava a atenção naquela época era seu pênis que sempre ficava muito duro perto da gente e dava exatos dois palmos da minha mão; achava enorme. Fomos crescendo, mudamos de colégio e passamos a ter uma empregada que dormia em nossa casa de segunda a sábado… Foi durante os anos em que nosso pai se ausentava muito de casa e até muitas vezes nem aparecia pra dormir. Ele já nem tinha mais tempo e nem parecia querer tomar mais banho com suas duas filhinhas. Eu e Cácia desconfiávamos que ele devia ter alguma namorada em algum lugar; e que, mesmo ainda demostrando gostar muito de nós duas, tínhamos receio dele ir morar definitivamente com alguma mulher e nos deixar sozinhas com uma empregada… Eu e Cácia continuamos a ser bastante unidas, e quando eu já estava com 18 anos e Cácia com 19 (já namorávamos nuuuuiiiiiito) começamos a perceber que nosso pai estava voltando a ficar mais em casa e que andava muito tristonho… Combinamos que tínhamos que fazer ele voltar a gostar da época em que éramos somente nós três. Não foi difícil pra mim e nem pra Cácia passar a andar dentro de casa só de calcinha e sutiã, na frente do nosso pai que ficava o tempo todo nos acompanhando com o olhar. Eu e minha irmã tínhamos praticamente o mesmo manequim: +- 1,63/1,65 mts; +- 55 kgs; peitinho e bundinha médios e durinhos; eu só um pouquinho mais morena do que ela. Ele chegou do serviço, e como fazia muito calor tirou a camisa e sentou no sofá ligando a TV. Resolvi ser mais ousada; ficando só de calcinha fui até a sala e sentei no seu colo lhe dando um beijo:
– Você deve estar muito cansado; né paizinho?
Ele me abraçou e ficou olhando pros meus peitinhos:
– Um pouco filha. Mas logo que tomar um banho; melhoro!
– Quer que eu e a Cácia ajude você a tomar banho?
Ele arregalou os olhos e sorriu:
– Não filha; não é preciso!…
Fiquei fazendo carinho nos cabelos do seu peito e tornei a lhe dar um beijo:
– Poxa; até parece que você não gosta mais da gente!
Ele alisando minhas pernas e já com o pau bem duro cutucando minha bunda:
– Você sabe que amo demais vocês duas; mas só que cresceram e já estão bem grandinhas pra tomar banho com o papai!
Eu o abracei mais forte encostando meus peitinhos nos seus peitos cabeludos:
– Mas eu e Cácia sentimos falta de quando você gostava de ficar com a gente!
– Ah é? Sua irmã também?
– É pai… Deixa nós duas te dar um banho; deixa?
Quando ele começou a apalpar meu peitinho, senti seu pau até querendo pular debaixo da minha bunda:
– Tá bom sua diabinha… Seja o que Deus quiser!
Ele foi pro banheiro e eu fui correndo pro quarto chamar a Cácia que deu até pulinhos de alegria. Já saímos peladas do quarto e quando entramos no banheiro já fomos vendo aquele homão pelado com seu pau enorme e duro… Cácia demostrando toda sua safadeza já foi entrando no box segurando a piroca:
– Caramba pai; seu pinto parece que ficou maior do que antes??!!
Ele puxando eu e Cácia num só abraço que seu pau ficou entre nós duas:
– Minha nossa Senhora; vocês já estão duas lindas mulheres!
Ele muito alto, deve que reclinar pra começar a mamar alternadamente nos nossos peitinhos:
– Hummmm que delíiiiiicia… Que delíiiicia!!!!
Ele voltando a ficar ereto foi passando a mão na minha bunda e a outra na xoxota da Cácia:
– Façam carinho no meu pau; vai!!!
Voltamos aos velhos tempos movimentando nossas mãos naquele enorme pau duro fazendo ele gemer:
– Ooooh minhas filhinhas! Iiiissssooooo! Vai! Vai!…
Mas Cácia, sem nenhum pudor foi colocando a boca e começando a chupar a pica do nosso pai que por alguns segundos ficou assustado:
– Caaaaaaralhooo!!!! Isso é muito booommmmm! Chupa! Chupa!
Eu que nunca tinha chupado antes; estava ainda com o meu primeiro e único namorado fiquei só olhando; e Cácia tirando da boca:
– Chupa um pouco também Flávia!…
Eu na dúvida, meu pai:
– Pode chupar Flávia; faça igual sua irmã!
Muito sem jeito, consegui colocar a cabeça e alguns centímetros dentro da minha boca e suguei e lambi. Logo na minha primeira vez adorei chupar aquela coisa dura, quente e com um gosto salgadinho. Só levei um susto quando recebi uma golfada de porra bater no fundo da minha garganta… Tirei rapidamente minha boca e Cácia sem perder tempo voltou a abocanhar engolindo uma grande quantidade de esperma do meu pai. Voltamos a nos preocupar com nosso banho, e foi nosso pai quem esfregou todo nosso corpo… Eu sentia minha xoxota muito lubrificada de tesão e novamente foi Cácia quem tomou a iniciativa de pedir nosso pai de deixar irmos com ele pra cama. Ele pela primeira vez passando o dedo na minha bucetinha:
– Você também quer deitar comigo?
O desejo era enorme em imaginar me entregando pro meu próprio pai. Mas minha preocupação era que o pau do meu namorado parecia uma linguicinha em relação ao do meu pai que parecia um salsichão:
– Quero sim pai!…
Procuramos nos secar o mais rápido possível e fomos os três pelados pro quarto do meu pai. Deitamos, e ele no meio foi mamando ora nos peitinhos de Cácia e ora nos meus; quando ele ficou de joelhos e foi abrindo minhas pernas olhando pra minha xoxota:
– Você também já transa com seu namorado?
Fiquei com vergonha, mas tive que responder:
– Transo sim pai!
Ele vindo deitando entre minhas pernas e olhando pra Cácia:
– Espere que daqui a pouco vai ser você!
Meu Deus!!!! Quando aquele pau começou a entrar e alargar minha buceta, percebi que meu namorado não estava com nada em relação a sexo:
– Uuuuaaaaiiiiii! Uuuuuaaaiiiii! Oooooohhhhhhh! Ai!Ai! Ai!…
Bastou ele dar umas cinco socadas pra sentir meu orgasmo vindo como um furacão:
– Aaaaahhhhh! Aaaaahhhhh! Aaaaahhhhh!…
Ele deu um beijo na minha boca e tirando seu pau da minha buceta foi pro meio das pernas de Cácia… Enfiou em uma só socada e foi metendo com muito mais força do que em mim. Cácia urrava, sorria e se debatia debaixo do meu pai que ia bombando sem parar:
– Goza filha; goza!! Eu preciso tirar pra gozar fora!
Cácia:
– Mais pai; mais!!!! Já estou quase… Oh! Oh! Oooooh! Aaaaaaaahhhhhhhhhhhhh!!!!
Eu ali do lado, vi meu pai tirando rapidamente seu pau da buceta da minha irmã e gozando muito sobre seus peitinhos e barriga. Enquanto Cácia foi correndo pro banheiro, meu pai debruçando sobre meu corpo beijou novamente meus lábios:
– Adorei meter na sua bucetinha; até parece que você ainda é virgem de tão apertadinha!
Não tive um pingo de vergonha de dizer que também tinha gostado muito e ainda fazer uma observação:
– Noooosssa! Mas o seu pinto é muito grande!
– Não é não Flávia; é normal… Você é que não deve estar acostumada!
Cácia voltou e ainda ficamos por um bom tempo deitadas com nosso pai. No dia seguinte, ele chegou do serviço e novamente tomamos banho juntos… Ele passava as mãos em todo nosso corpo, beijava nossos peitinhos e na boca era só na minha. Após o banho ele sugeriu que fosse só uma pro quarto com ele, e, que depois iria a outra. Cácia sempre muito mais audaciosa do que eu, se escolheu pra ser a primeira. Fiquei zanzando pelo corredor passando ao lado da porta do quarto do meu pai ouvindo os gritinhos de Cácia. Somente depois de meia hora é que eles saíram do quarto e com ele só de cueca fomos pra cozinha fazer um lanche. Depois, fomos pra sala ver um pouco de TV… Já estava muito chateada, quando ele levantando:
– Agora é a sua vez Flávia!
Ele me deixou peladinha e depois de me dar alguns beijos na boca, me fez sentir na cama e chegando seu corpo:
– Abaixa minha cueca; vai!!!
Tirei, e ele chegou seu corpo mais ainda pra perto do meu rosto… Seu pau estava, como dizem; a meia bomba:
– Chupa um pouquinho filha!
Foi muito gostoso colocar o pau do meu pai na boca e chupando fui sentindo ele crescendo e ficando cada vez mais duro. Ele pediu pra que eu parasse, e pagando um pequeno envelope, tirou uma camisinha e foi vestindo seu lindo, duro e saboroso bilau. Deitei e fiquei aguardando ele colocar na minha buceta e ir enfiando gostoso:
– Que delicia de bucetinha filha… Oh! Oh! Hummmmm!!!!!
– Ai pai! Ai! Ai! Nooooosssaaaa; como isso é gostoso! Mete! Mais! Mais!
Meu pai aos poucos foi aumentando a força das estocadas que eu sentia seu saco batendo forte na minha bundinha… Depois de alguns maravilhosos minutos, adorando aquele pau roçando dentro da minha bucetinha, comecei a gritar:
– Vou gozar pai! Vou gozar!!!! Mais rápido! Mais rápido!
Gozei, e ele vindo deitando mais sobre mim procurou minha boca… Ele beijando fui sentindo seu pau pulsando e gozando na camisinha dentro da minha buceta. Foram vários dias; todos dos dias, meu pai fodendo a buceta da minha irmã e a minha. Meu pai chegou até a colocar nós duas ajoelhadas sobre o sofá pra ficar enfiando, socando na buceta de uma e tirando indo enfiar e socar na buceta da outra. Não demorou muito pra terminar meu namoro e passar a só transar com meu pai. Cácia, que se dizia apaixonada pelo namorado, continuou a sair constantemente pra namorar e me deixar sozinha com meu pai… Era quando eu mais gostava. Peladinha na cama com ele, ele me beijava muito, mamava muito nos meus peitinhos e também gostava de ficar chupando minha bucetinha… Gozava muito na sua boca e ele dizia que gostava muito do meu caldinho.
Cácia está noiva e pretende se casar até o final do ano… Mas, continua gostando de trepar com meu pai e principalmente a chupar seu pau engolindo toda sua porra. Eu já penso em continuar sem namorado e ser só do meu paizinho.
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