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Dessa Vez Não Deu Pra Resistir. E Não Vejo A Hora De Fazer De Novo.

📅 Publicado em: 26/01/2024 23:34

👤 Autor: deron

🏷️ Tags: #Coroa #Gay
No relato anterior eu recebi um monte de comentários me incentivando a me liberar de uma vez. E eu percebi que meu caso é mais comum do que eu achava. Então eu comecei a considerar.

Na terça-feira, ainda nas minhas primeiras corridas. Sou taxista. Um rapaz entrou no meu carro pra ir pra academia. E eu logo percebi aquela volume na calça, que parece ter sido de propósito. Tava bem volumoso. E ele tinha um corpo que não dava pra não admirar. Mas eu disfarcei. Mas, lembrando dos comentários, eu pensei e decidi me atrever. Então eu me fiz de ousado experiente. E me virei pra ele e olhei bem para entre as pernas dele e iniciei a conversa.

- Você não tem vergonha de andar assim não?

Imediatamente me deu tremedeira e perdi aquela coragem que estava. Mas continuei fingindo. Estava difícil fazer aquele sorriso. Meus lábios tremiam. E a resposta dele me fez pensar que talvez eu não devesse me atrever. Mas a coisa foi tomando um rumo que eu até queria na imaginação. Mas não esperava que fosse acontecer daquele jeito, nem que eu fosse ter aquela coragem.

- Você não tem vergonha de olhar não? Que foi? O senhor é chegado?

- Não sei! Nunca provei!

- Ah, não mete essa, pow! Nunca provou! A minha, né? O Senhor quer dizer!?

Nesse momento eu não conseguia respirar. O tesão tomou conta do meu corpo só pela conversa que a gente estava tendo. Então engoli seco. Estava tremendo igual aquele dia. Mas a coragem voltou e eu até perdi a vergonha. Voltei a olhar para entre as pernas dele e pra ele e voltei a olhar pra frente, mas ajustei o retrovisor para mostrar as partes dele. E fiz isso pra ele perceber. Então falei o que estava na mente.

- É! Ainda não!

- O Senhor quer? Provar?

- Quero.

- Então vem, ué! Para num canto e vem pra pica!

Eu voltei a sentir medo do depois. Como eu ficaria comigo mesmo depois. Mas a vontade né consumiu. E eu parei o carro numa vaga 90, de frente para um muro e olhei em volta. Pra ver se poderia passar alguém na calçada. O parabrisa é filmado, mas dá pra ver de fora. Então voltei a olhar pra ele, que foi se arreganhando, me olhando com cara de "fodão". Não tinha mais volta. Eu estava pegando fogo por dentro de tanta vontade. Então cheguei meu banco todo pra trás e ele foi se esticando, já puxando pra fora. E foi só eu ver, que não consegui pensar mais direito. Então me curvei e quando dei por mim, já estava segurando e chupando. Senti as mãos dele na minha cabeça, forçando movimento e isso me acendeu. Deu tanto tesão, que eu fui deixando ele conduzir o meu movimento. A sensação daquilo na minha boca era prazeroso demais. Além de todas as minhas fantasias. E então ele ficou com uma mão na minha cabeça e a outra na minha cara. Seus dedos em meus lábios, entrando na minha boca e roçando nos meus dentes, me fez sentir tão violado, tão pequeno. Como se ele fosse superior a mim. Ele ia conduzindo a minha cabeça e também remexendo, sussurrando que ia gozar na minha boca, me chamando de viado velho, igualzinho eu tinha lido em um conto e imaginava em minhas fantasias. O pau dele estava muito duro. E eu não sabia que ele realmente já ia gozar. Foi muito rápido. Parecia um tiro no meu sininho. Eu tomei aquele susto. Prendi a respiração e fui sentindo ele lançando esperma na minha boca. Eu juro que pirei. Enlouqueci. Como foi tudo tão rápido. Então eu engoli. E no momento que senti o esquema daquele garoto chegando no meu estômago, eu me senti diferente. Sinceramente não me peçam pra explicar. Não sei o que foi aquilo. Mas eu comecei a chorar. Eu tentei segurar o choro. Mas era incontrolável. Eu me levantei e ele ficou sem entender nada. Eu não conseguia mais falar, nem pensar. Ajeitei o banco, corrigi o retrovisor e voltei a dirigir. Ele ficava perguntando o que era aquilo. Até meio que rindo. Mas eu não disse mais uma palavra até ele descer do carro e me pagar. Depois parei o carro no posto de gasolina e e ia tentar provocar vômito no banheiro. Eu estava me sentindo muito estranho. Uma crise, sei lá. Mas ao mesmo tempo, eu me sentia como se não soubesse mais para onde ir. Quando me olhei no espelho, que olhei dentro da minha boca, aquela sensação de choro foi passando e eu voltei a sentir tesão, quando a lembrança do pau dele na minha boca, gozando invadiu a minha mente. Abri bem a boca e depois fiquei me encarando. Lavei o rosto e de repente me deu crise de riso. Meu coração estava disparado. A lembrança do que aconteceu, como que me vendo naquela posição no lugar dele, fez meu pau voltar a endurecer e eu bati uma punheta, gozando muito gostoso no mictório, imaginando aquele mesmo rapaz, socando na minha boca. Voltei pra casa. Não quis mais trabalhar. Até fiz comida e lavei o banheiro. Estava me sentindo mulher. Queria vestir a calcinha da minha esposa. Mas não. Agora eu acho que não tenho mais vergonha. Acho que se tiver como, dou fácil a bunda pro primeiro cara que aparecer. E eu quero muito isso.

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