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Contos Avulsos: Meu filho de sunguinha. Não resisti

📅 Publicado em: 25/03/2022 23:17

👤 Autor: storyteller

🏷️ Tags: #Gay #Incesto #Teen
Eu não resisti. Essa é a verdade. Meti a pica mesmo. Eu vejo meu mlk duas vezes por mês só toda vez que eu pego ele parece que está maior, e a bundinha então?! Aquela porra cresce fora de controle na moral msm. Já tinha falado com a mulher para deixar ele sem cueca porque eu acho que macho tem que ficar solto msm, mas usei a desculpa de que as cuecas estavam perdendo muito rápido. Ele tinha 7 aninhos só mas o corpo estava de uns 9, só que estava foda de achar roupa, as bermudinhas ou ficavam curtas mostrando a parte de baixo da bunda, ou ficavam largas e ficavam caindo mostrando o rabinho, eu ficava olhando as vezes ele brincando na minha frente a cabeça ia longe...

Era uma sexta eu já acordei com a pica em ponto de bala, durmo peladão vi que até tinha sujado o lençol de baba, fui para academia para abaixar a adrenalina, mas tem uma putinha lá que tem mania de ir malhar com um short branco sem calcinha, safada ficou fazendo agachamento na minha frente, pau até babava, resultado aumentou o tesão.

Eu tinha combinado com o Arthur de levar ele na praia aproveitando que tinha uma folga na casa, como não posso deixar ficar muito tarde porque a praia enche pra caralho, eu fui direto da academia pegar o pivete, nem deu tempo de socar uma. Nesse dia mano, na moral eu tava num tesão de adolescente, achei que ia conseguir me controlar tlg, isso foi até ver a sunguinha do Arthur na praia.

Cara que porra era aquela? Tava tão pequena quer ter colocado ele peladinho era mais jogo. Se o short ou mostrava a parte de baixo da bundinha ou mostrava o início do reguinho a sunga mostrava tudo de uma vez só, até o pau dele ficava marcado na frente dava pra ver a cabeça e as bolas marcadas, pra piorar aquela porra era branca. Eu fiquei transtornado achei que o meu cacete ia furar a bermuda, ficar de sunga então tava fora de cogitação, sentei numa toalha mais perto do mar pro mlk fazer a festa pedi uma cerveja e deixei o mlk fazer a festa na água. Brow tava foda. Quando a sunguinha molhou ainda parecia que ficava meio transparente, não lembro dele ter usado comigo antes e nem de ter comprado devia ser coisa da mãe, eu não colocaria uma parada dessa no mlk porque afinal de contas sou homem né, eu sei que qualquer macho que se preze ver uma bundinha daquela, num paninho que praticamente mostra o que devia esconder, é um convite pra meter a piroca, um lekinho gostoso daquele dando mole daquele jeito, se tomar pica no cu até ficar arrombado não tem como reclamar.

A praia estava vazia então fiquei mais de boa, tanto por ele quanto por mim, irmão meu pau não abaixava nem fudendo. Quando foi dando por volta de umas 11:00 da manhã dois camaradas começaram a correr de uma ponta da praia a outra, na segunda vez que eles passaram um deles viu o Arthur que estava catando uma concha com o rabo virado pra ele, de boa se você forçasse a visão dava até pra ver o cuzinho. Eu reparei que ele demorou um pouco o olhar continuou correndo, reparei que ele comentou alguma coisa com o cara que estava correndo do lado, logo em seguida ao invés de correr até o final da praia eles deram meia volta quando passaram nem disfarçaram secaram na tora. Os dois com um sorriso safado no rosto. Fiquei pensando, os dois caras grandes, dava pra ver que malhavam para caralho, altos pra porra, sou um cara forte mas perto dois porra... Resolvi chamar o Arthur pra ir embora, afinal não dava pra culpar os caras por estarem olhando, mas como sou pai to no meu direito de querer a visão só pra mim.

Minha ideia de chamar o Arthur deu merda, acho que os caras ouviram porque passaram correndo mais uma vez e vieram tomar sol parados bem perto, bem nessa hora o lek tava saindo do mar, molhadinho, sunguinha marcando, os camaradas nem disfarçaram comeram o mlk com o olhar, eles ficaram em pé, olhando pra baixo como se fossem colocar o pivete 4 lá mesmo, e socar até o saco, eu resolvi deixar o Arthur secar no sol, sei lá tava curtindo aquela sensação de saber que aqueles dois marmanjos tava babando no mlk que tinha saído do meu saco, me deu mais tesão ainda exibir ele. Arthur também era meio putinha as vezes, na hora que ele ficou de 4 pra brincar com a areia os caras quase babaram, nessa hora os dois tiraram o short, a sunga com as rolas marcadas pra cacete, os dois deram uma patolada e olharam pra mim que dei uma pegada no saco pra mostrar que olhar estava suave. Eles ficaram só na olhada mesmo, de vez em quando um deles apertava a rola com força e olhava fixo pra bunda do Arhur que ficava arrebitada e depois pra mim, algumas vezes o mlk olhou pra eles que sorriam piscavam o mlk correspondia mal sabendo o que aqueles dois machos tavam afim de fazer com ele, em uma dessas vezes que o pivete olhou um dos dois deu uma coçada na parte de cima do pau abaixou a sunga um pouco até chegou a mostar os pelos, tudo isso olhando fixamente pro Arthur que nem piscava, se alguém passa-se ia achar que era um descuido de macho, mas quem é firmeza mesmo sabe o que rola nesses, momentos, parecia que o mlk tinha gostado da visão já que toda hora fiava olhando. Não estava aguentando mais de tesão, precisava tirar leite então resolvi pegar o lek e vazar, mas antes tinha que salvar a punha dos parças, então antes de irmos virei o Arthur de bundinha pra eles e desci a sunga de uma vez, ele era tão vagabunda que até rasgou um pouco quando eu puxei, na hora que os caros viram aquele rabinho empinadinho, molhadinho eles nem acreditaram, ficaram lá com cara de bobos, vesti a bermuda no mlk e vazei, antes mesmo deles se tocarem.

Cara quando eu cheguei em ksa o plano era entrar no banheiro tocar uma e passar o fds com meu lek de boa, porque eu sei que a parada aqui é bruta e se eu pegasse ele do jeito que eu tava ele ficava sem andar. Mas ele já não tava colaborando no caminho veio da praia até o apto enchendo o saco falando que tava coçando de areia e queria tomar banho, na hora que chegamos ele foi correndo pro banho e eu tentei ficar de boa, mas foi só eu ficar de sunga no quarto que eu escutei ele me chamar, fui com a perna até bamba e a rola babando de tesão. Irmão quando eu cheguei no banheiro o putinho tava peladinho, com a marquinha da sunga e a bundinha branquinha virada pra mim, ele falou alguma coisa sobre querer mudar a temperatura do chuveiro, eu tirei a sunga, meu cacete bateu na minha barriga e eu entrei no box com ele.

Ele ficou olhando fixo pra minha rola, que tava até com a cabeça roxa de tanto ficar segurando porra o dia todo. Eu cheguei perto dele e começamos o banho, eu pedi pra esfregar as costas dele pra tirar o protetor, comecei no pescoço e fui descendo até chegar na bundinha, dei umas boas esfregadas em cada lado e virei ele de frente, o pinto dele duro igual pedra, perguntei pra ele porque estava daquele jeito e ele me disse que o meu estava, ele piscava olhando pra minha vara, eu dei um selinho nele, e ele sorriu, e catei o pau dele com uma mão, peguei a rola o saco, a porra toda, peguei firme pra ele sentir a pegada de macho, aconteceu o que eu esperava e ele veio com a mãozinha certeira na pica que fez ele, pegou firme, encheu a mão a única coisa mais macia que a mão dele era a bundinha, “È quente pai” “È sim campeão, quer sentir dentro de você” ele afirmou com a cabeça meia vez e eu já peguei ele no colo levei até o quarto e joguei na cama.

Filho da puta tinha me provocado o dia todo agora ia levar pau. Coloquei de 4 na pontinha da cama, cuzinho liso rosinha lacradinho, dei uma cuspida e meti o dedo do meio, ele deu um gemido e eu peguei no pau dele pra dar uma distraída, depois de um tempo acostumando eu comecei a tirar e colocar fazendo o vai e vem não demorou muito ele começou a gemer fui lá de surpresa e enfiei outro dedo na tora mesmo, senti o pau até pulsar nessa hora, ele gemia mais alto mas não pediu pra tirar horar nenhuma, fiquei fudendo ele com o dedo um tempo e quando senti que ele já tinha alargado um pouco resolvi tacar a rola. Peguei o creme e lambuzei a pica bem. Nessa hora um pouco do creme escorreu pro meu saco, aproveitei que o mlk tava deitado peladinho de barriga pra cima na minha cama só esperando o abate, subi na cama ajoelhei colando o saco na boca dele mandei ele lamber. Ele foi na moralzinha no início mas logo ele empolgou e lambeu tudo ate ficar limpinho se eu não tivesse parado o mlk ele teria continuado na pica mas eu queria era cu.

Coloquei ele de barriga pra cima, abri bem as pernas e fiquei segurando, encaixei a cabecinha, vi que ele fez uma careta mas não falou nada, fui empurrando a pica deixei chegar no meio até deixar o cuzinho dele descansar, a pausa acabou hora de levar pica. Fechei o olho e comecei a estocar, comecei devagar, mas era tão apertado, tão quente que fui perdendo a cabeça, cada vez que eu empurrava o pau sentia o cuzinho dele abrir mais e mais pra receber a pica que tinha feito, fui metendo cada vez mais e mais fundo, ele gemia igual puta mas nunca pedia pra parar nem falava que tava doendo, quando eu percebi só dava os gemidos do Arthur e o barulho do meu saco batendo na bundinha dele. Nessa hora pirei que queria deixar o mlk aleijado. Peguei ele no colo e levei até cozinha peguei uma cadeira mais alta que deixava ele na altura da minha rola, coloquei ele de quatro lá e soquei pica no mlk, metade e metade, até sentir o saco encostar nele, nessa hora eu meti com força mesmo, pra ele ver o que dá ficar usando uma sunguinha daquela na praia, não demorou muito e eu senti meu saco contrair e o leitei jorrou bonito no rabo do mlk, gozei pra caralho, lotei o cu e ainda pingou no chão.

Não deixei ele tomar banho queria que ele dormisse com a porra dentro dele, tava de tarde mas depois de praia e fuder nós dois estávamos cansados pra cacete. Só de sacanagem ainda sujei um dedo com a porra que tava no cu dele mandei ele chupar o dedo e disse “Você era assim quando sai do meu pau amigão”.

Deitamos eu fiquei olhando aquela bundinha virada pro meu lado com rabo arrombado, pensei em tudo que tinha rolado do dia, a culpa não era minha. Afinal de contas sou macho e não resisti.
Nenhuma reação ainda.

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