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Michele novinha no vestiário masculino

📅 Publicado em: 25/02/2022 12:39

👤 Autor: identidade-bourne

🏷️ Tags: #Estupro #Grupal #Teen
*** Identidade Bourne ***

Eu sempre tive desejo sexual acima do normal e já muito nova aprontava muito, eu tinha a vantagem de ter uma bunda desenvolvida pra minha idade. Hoje estou com quase 29, mas com oito aninhos já estava sendo comida pelo meu tio de 30 anos e meu pai de 29. Meu tio Edu foi o primeiro a dilatar meu ânus e meu pai o primeiro a rasgar minha bucetinha. Eles continuaram me comendo mas eu ainda queria mais, foi quando criei desejo pelo meu avô, que me fez coisas bizarras comigo, como contei no conto anterior.

Na escola eu sempre chamava atenção dos meninos, eu tinha vontade de enrolar meu shorts pra ficar mais curto e dar nó na camiseta de uniforme da escola pra mostrar minha barriga. O inspetor do período da tarde, um senhor, que me pegou no flagra uma vez quando eu pegava no pinto do menino atrás dos banheiros. Ele deu uma bronca naquele dia e depois sempre me olhava estranho, talvez ele contou pra alguém e acabei criando fama.

Num sábado a tarde eu tive que repor aula, fui com a camiseta do uniforme e já que era sábado eu coloquei uma mini-saia. Na hora de embora eu vi duas das minhas coleguinhas correram na frente, foram pras árvores depois da quadra. Havia uns alunos do segundo grau que estudavam a noite treinando vôlei, eram rapazes grandes e bonitos, pensei que elas iam pra verem eles, fiquei com ciúmes e fui atrás delas.

As meninas subiram numa árvore e me chamaram pra subir também, pareciam empolgadas vendo algo lá de cima. Deixei minha mochila no chão e Com muito custo eu subi até onde elas estavam e ficamos vendo dois homens que limpavam um terreno atrás do muro, estavam sem camisa e mostravam seus pintos pra gente, fiquei fascinada e quando notei as duas já estavam descendo rapidamente dizendo que o portão ia fechar, pedi pra me esperarem mas elas saíram correndo.

Eu não consegui descer da árvore, a escola foi ficando em silêncio, o pessoal da quadra havia sumido e comecei a chorar desesperada pra descer, não via ninguém. De repente ouvi vozes e risadas, olhei pra baixo e havia três rapazes que treinavam na quadra, todos suados com camiseta na mão, conversando entre eles, pareciam procurar uma sombra, um deles era aquele irmão da minha amiguinha que dedilhou minha precheca, chamado Kleber, eles comentaram sobre a minha mochila que estava no pé da árvore.

⁃ Socorro! Por favor me ajudem! - falei chorando, como se fosse uma novela mexicana.

Eles olharam pra cima até que me viram entre os galhos.

⁃ O que tu tá fazendo aí guria? - perguntou Kleber.

⁃ Eu não consigo descer!!!

Kleber comentou com os dois que eu ia na casa dele brincar com sua irmã e cochichou algo entre eles, e todos queriam me ajudar. Kleber subiu até me pegar, se agarrou com sua mão na minha bunda com seu dedo na minha pepeka que começou a molhar. Depois me passou pro seu amigo; um cara moreno escuro, que esperava no chão, ele me segurou na cintura e me fez descer esfregando nele, minha sainha enrolou toda pra pra cima e minha calcinha estava toda torta. O terceiro rapaz, branco de cabelo preto, colocou minha mochila na minhas costas e arrumou meu cabelo. Fiquei diante de três rapazes suados que pareciam excitados, Kleber me pegou pela mão pra eu acompanhá-los.

⁃ Tu tem que tomar água, Tu ta toda suja! Vamo no vestiário pra tu te lavar!

Fiquei derretida pelo carinho dele, Kleber era popular na rua, furinho no queixo, pernas torneadas, ombros largos, mãos grandes. Os três eram altos e por isso treinavam vôlei.

Entramos no vestiário masculino, ele trancou a porta e disse que tudo estava fechado e que depois deveriam entregar na chave pro zelador. Ele me sentou no banco uma perna pra cada lado como se montasse cavalo e me pois sentada assim também de frente a ele. Abriu sua mochila e me deu uma garrafa d’água pra eu tomar. Os outros dois, chamados Duca e Viní, foram pra trás de uma parede e logo ouvi barulho de ducha. Não havia muita luz de fora, das poucas lâmpadas fluorescentes só uma funcionava e ficava piscando como flashes.

⁃ Tu tá com as pernas sujas, pescoço cheio de poeira! Tua mãe vai brigar! Por que tu não se limpa antes? Eu tenho toalha!

⁃ Mas aqui não sei como me limpar Kleber!

⁃ Eu te ajudo. Vem cá!

Ele me pegou pela mão me fez ficar em pé, ele se agachou e começou a tirar minha roupa. Fiquei arrepiada e ele percebeu meus mamilos durinhos.

⁃ Vem, vem aqui! - me pegou pela mão.

Fomos pra trás da parede onde estavam os outros dois na ducha peladões com pau na mão, daí eu me dei conta onde eu havia me metido, travei meus passos de nervosa.

⁃ Fica com medo não! - disse Kleber rindo. - Nós só vamos te dar banho!

⁃ Se Nunca viu agora sabe como é! - disse Duca rindo.

⁃ Mas se já viu já sabe o que fazer né! - completou Vini.

⁃ Pode te dar banho então? - perguntou Kleber tirando seu short e cueca.

⁃ Uh Hun! - respondi reparando em seu pênis peludo.

Eram seis mãos esfregando no meu corpinho, dedos entravam no meu cuzinho, boca e bucetinha. Quando vi havia uma pênis duro na minha boca, depois outro, depois dois. Eles me levantaram, abriram minhas pernas, eram línguas na minha precheca, tapas de dedos, um deles meteu seu pau grande no meu cuzinho e me mandou ficar quieta, Kleber me segurava de pernas pro alto com seus braços, enquanto Vini penetrava minha vagininha.

Já estávamos fora da ducha, so se ouvia o som da água. Duca, o morenão puxou um banco pra perto e me fez deitar sobre ele com seu cacete na minha buceta, senti outro pau querer entrar no meu cu, olhei pra trás era Kleber, Vini parou em pé do lado meteu seu membro na minha boca. Eu chorava e gemia me engasgando com um pênis duro na minha garganta. Meus orifícios estavam invadidos por pênis de homens adultos no auge da testosterona.

Meu anus ardia, eu sentia até cólicas no intestino, os dois conversavam sobre uma maneira para que quando um pau entrasse no meu cuzinho o outro pau não fosse empurrado pra fora da minha vagina. Então eles combinaram os movimentos e me senti sendo arrebentada, meu cu e buceta pareciam ter rasgado e virado um buraco só.

Minhas vistas ficaram turvas de tanto lacrimejar, meu nariz e boca expeliam saliva e mucos de tanto o Vini meter no fundo da minha garganta, seus pelos pubianos esfregavam na minha cara enquanto eu era empalada pelos ouellette dois. Tentei gritar mas minha voz era sufocada e virava bolhas e espumas em torno do órgão reprodutor masculino que enchia minha boca. Meu corpo já estava mole, eu havia me entregado e aceito que estava sendo devorada por três homens bonitos, não sabia porque, mas eu estava gostando disso, como se eu estivesse de fora assistindo a essa cena.

Fui surpreendida com uns movimentos mais brutos, eles meteram fundo gemendo e urrando, falando tudo que tipo de palavrões, estavam ejaculando ao mesmo tempo, recebi semen no cu, na buceta e na boca, um choque elétrico percorreu meu corpo, era um orgasmo de menina, eles ainda ejacularam seus últimos jatos sobre meu corpo e me melaram toda com as mãos , senti umas cócegas gostosas, cada um deles enfiaram o dedo no meu cuzinho melado ou na minha buceta que escorria um caldo, me deram na boca pra eu chupar, tinha um gosto esquisito meio salgado e amargo e com um cheiro forte.

De agressivos eles ficaram carinhosos e Riam brincando comigo, tiveram cuidado ao verem que eu estava muito dolorida, me deram banho rápido, falavam comigo como se eu fosse a irmãzinha protegidas deles. Depois eles me vestiram e me acompanharam até a saída da escola com maior cuidado e atenção, entregaram a chave pro zelador que me olhou desconfiado.

⁃ Essa guria estava chorando porque tu não tava por perto pra ajudá-la a descer de uma árvore! - falou Kleber. - Se não fosse eu ela poderia ter se machucado! Mas pode ficar tranquilo, não vamos falar nada a diretoria não! Ninguém aqui quer problemas, né seu Ramos?

⁃ Entendido rapaz! - disse o senhor com cara de preocupado.

Na saída eles compraram sorvete pra mim, apesar de dolorida entre as pernas, acabei indo embora com um sorriso no rosto. Eu não podia tossir nem piscar meu cuzinho que parecia ter um prego dentro. Fiquei com dor de barriga e chorava quietinha no banheiro de casa.

Mas hoje eu lembro e Aíii que delícia! Como eles me judiaram e me comeram gostoso! Na hora eu sofri muito mas depois fiquei pensando no que aconteceu, eu estava orgulhosa de mim, me senti uma mulher adulta, fui comida pelo Kleber e mais dois! Aff ! Ainda tem mais coisas pesadas que eu quero contar, mas escrevo depois! Agora tenho que trabalhar!

*** Identidade Bourne ***
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