Abusei do meu sobrinho de 7 anos! (Parte 2: Febre)
No dia seguinte acordei contente em saber que a noite passada não foi um sonho, meu sobrinho Pedro de 7 anos dormia do meu lado, ainda pelado e sujo de porra.
Passei minha mão pelo seu corpo pequeno e indefeso, e senti que estava quente, talvez ele estivesse com febre. Fiquei preocupado, apesar do que aconteceu noite passada, eu amo meu sobrinho e não deixaria ninguém fazer mal a ele.
Mas não me arrependo do que fiz! Foder um cuzinho tão apertado e juvenil de menino é a melhor sensação do mundo, e só de lembrar que minha rola entrou por completo dentro do rabo dele, eu fico puto de tesão.
Senti meu pau edurecer, e decidi que iria foder ele de novo. Queria poder ouvir a voz dengosa dele gemendo, e seu cuzinho apertando meu pau até extrair todo o leite novamente.
Deixei o tesão tomar conta de mim e sem pensar apenas virei ele de costas e notei seu cuzinho vermelho, meu pau pulsou mais duro e dei várias cuspidas na minha rola até ficar bem molhado, abrir sua bunda e comecei a enfiar. Quando a cabeça entrou, vi Pedrinho se acordando, então sem dó meti minha rola com força no seu rabo quente e ele gritou
“AAAAHHAA!” um grito fraco e assustado
Eu enfiei todo o meu pau dentro dele e urrei de prazer
“OOOHO PORRA QUE APERTADO, DELÍCIA DE CU INFANTIL” eu gritei o mais alto e levantei seu quadril. O corpo dele estava fervendo e seu cu parecia pegar fogo de tão quente. Eu tirava meu pau quase todo e enfiava até as bolas, então ele deu um grito alto que tive que tapar sua boca.
Com meu pau inteiro no seu cuzinho, me aproximei do seu ouvido e disse baixinho:
“Xiiiii Pedrinho! Você não quer acordar nossos vizinhos né? Então deixa titio foder seu cuzinho bem rápido, prometo ser gentil” dei um beijo no seu pescoço e senti minha boca queimar com a temperatura quente dele.
Na tentativa de deixar mais quente, cobrir nossos corpos com os lençóis e me deitei por cima dele, comecei a suar quente por causa do calor e seu corpo febril.
Voltei a movimentar minha rola dentro dele, tirei minha mão da sua boca e enfiei minha língua antes que ele pudesse dizer algo. Comecei a foder igual cão no cio, a cama tremia assim como ele, e minhas bolas batiam contra sua pele fazendo um barulho gostoso. Tudo que eu queria era beijar aquela boquinha macia e comer seu cu apertado. Eu estava ficando louco!
E caralho, estava muito quente, parecia que nossos corpos iriam derreter. Meu pau queimava dentro de seu cu molhado, meu corpo grande contra seu corpinho quente
“PUTA MERDA PEDRINHO! VAI FAZER TITIO GOZAR NO SEU CU! VOU DEIXAR BEM MOLHADO, MEU GAROTINHO LINDO” larguei sua boca e ele tentava falar, a cada estocada de rola ele soluçava fraco. Estava ficando mais quente, se é que era possível, e me vi prestes a gozar. Eu precisava gozar dentro do seu cu, queria engravidar ele e fazer meu pra sempre!
“aaahha… aaahaa…” Pedrinho gemia baixo enquanto eu bombava forte no seu cu, ele parecia exausto e fraco então eu enfiei o máximo de pau dentro do seu rabo, e gozei igual um cavalo!
“AAAAAHHHHAAA! CARALHOOO! ENGOLE MINHA PORRA PEDRINHO! OOHO……….” eu gozei tudo dentro do seu cuzinho e desabei tremendo sobre seu corpo fervente.
Tirei as cobertas pra respirar melhor e puxei ele pra um abraço, ele estava ofegante e chorando. Nossos corpos molhados de suor e porra, tudo estava quente, tão quente que acho que queimava.
Fiquei abraçado com ele até recompor minhas forças. Ele não olhava pra mim, também estava fraco pra tentar sair.
– // –
Alguns minutos passaram e ouvir baterem na porta do meu apartamento, pensei quem poderia ser, ninguém vem me visitar sem avisar antes e meu irmão não poderia ter voltado tão cedo da viagem, então pensei se alguém poderia ter ouvido minha transa com meu sobrinho, não bastava nossos gemidos mas a cama fazia barulho também.
Esperei pararem de bater e ir embora, mas a pessoa continuou batendo, então tive que ir atender. Vestir um short e camisa, e deixei meu sobrinho na cama pra ir atender o infeliz que estava batendo no meu apartamento numa manhã de sábado.
Abrir a porta e era o vizinho do lado, um homem bonito, veio perguntar sobre um barulho.
“As paredes são finas e acabei ouvindo uns gritos sem querer, está tudo bem?” ele falou num tom preocupado e relaxei mais.
“Opa, é que meu sobrinho veio passar uns dias aqui e estamos assistindo um filme de terror, eu disse a ele que não, mas sabe como são as crianças” mesmo estando nervoso eu parecia ser convincente.
“Sei como é, meu filho também me dá muito trabalho” ele falou e eu olhei meio desorientado, e vi um garoto pequeno do lado dele segurando sua mão. Ele parecia menor que Pedrinho, talvez fosse mais jovem.
Me perdi olhando pro filho dele e ele voltou a falar:
“Bem, vou voltar pra terminar o almoço, precisando de alguma coisa tô aqui do lado” ele levantou a mão pra um comprimento e apertamos as mãos. Senti um choque pela mão dele está fria.
Voltei pro Pedrinho para cuidar dessa febre, antes de foder ele de novo!
.
.
.
👁️ 0 visualizações