Mamei o velho tarado do bairro
Um dia estava chegando em casa de pé no fim da tarde e ele estava na rua, estava bêbado e veio pro meu rumo falando embolado, ele disse
-eai jovem, vc já deu seu cu?
Eu fiquei todo envergonhado e nem dei moral pra ele
-to falando contigo menino, tô na seca a dias e tô caçando quanquer burado. Vamos, vou fazer você gostar.
Não falei nada, só segui andando, mas confesso que me deu até um tesão na hora.
Ele segurou meu braço e disse
-vamos, eu sei de um lugar que ninguém vai saber, vamos lá, me faz esse favor
Meu tesão só aumentava, e ao invés de dizer não eu disse
-nao posso, se alguém descobrir eu tô ferrado
-ai viu, eu sei que vc quer, vamos ninguém vai ficar sabendo, vem comigo que eu sei de um lugar
Pensei por alguns segundos e fiz que sim com a cabeça, ele foi na frente e eu fui seguindo ele, tinha um comércio abandonado em um lote quase no fim da rua, era cheio de mato no fundo e a rua pouco movimentada, ele entrou pro fundo e eu fiquei um pouco e logo entrei tbm, no fundo desse ponto o chão era de cerâmica, mas era aberto, não dava pra ver a rua e ficava bem no fundo do lote, vi alguns pacotes de camisinha no chão e já percebi que ali era um lugar pra sexo mesmo, esse velho encostou na parede e puxou o pau pra fora, eu estava nervoso, mas fui até ele, fiquei de joelhos e peguei no pau dele, não era nem um pouco grande mas era muito pentelhudo, mas mesmo assim comecei a mamar ele, aquele pau suado tava me dando tesão, só decepcionei pelo tamanho, mas mesmo assim mamei com vontade aquele velho, ele segurava minha cabeça e dava cada estocada até o talo, mamei muito aquele pau até ele me levantar e falar que queria comer meu cuzinho, mas não tive coragem de dar pra ele, principalmente sem camisinha, falei pra ele que não, ele insistiu muito, mas não cedi, estava com muito tesão e com muita vontade de dar, mas sei os limites, ele se conformou e me botou pra mamar de novo, ele fudeu minha boca com vontade, realmente ele não gozava fazia tempo, as bolas dele chega estavam duras, depois de um tempo ele segurou minha cabeça com força e socou o pau até o talo e começou a gozar, ele encheu minha boca de porra e eu deixei ele terminar de gozar, não ia engolir, mas era tanta porra grossa que acabei engolindo muito, ele limpou o pau e passou na minha cara eu me ajeitei e falei que ia embora, ele disse
-vou comer esse cuzinho ainda, vou encher ele de porra igual sua boca
Dei um sorriso e fui saindo dali, cheguei em casa com a cara gozada e a boca cheia de pentelho daquele velho, tomei um banho e bate uma pensando naquela cena, nem acredito que tive coragem de fazer isso, depois disso nunca mais tocamos no assunto e esse velho não me procurou mais. Direto vejo ele, mas nem converso com ele.
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