O menino queria ser menina
– Bom dia seu Paulo!
– Bom dia William! Entre.
– O senhor tá sozinho em casa?
– Tô sim, do que você precisa?
– Eu queria… É… Eu queria…
– Sente-se aqui e fale com calma.
William tem 14 anos, é loirinho, cabelo chanel, falso magro e baixinho. Ele aparenta menos idade, olhos verdes, pele muito branca e lábios carnudos. William é amigo do meu filho, por essa razão deu em frequentar muito minha casa.
Ele estava notavelmente nervoso, esfregava uma mão na outra e mantinha um olhar baixo. Ele sentou-se no sofá e eu permaneci em pé à sua frente esperando que dissesse o que veio para dizer. Percebi pelo seu olhar à altura de minha cintura que ele me desejava, pois Hipnotizado que estava sequer olhava-me ao rosto.
Há muito venho notando seus olhares na piscina, na academia ou na cantina do condomínio, às vezes ele olha descaradamente até. Então resolvi facilitar o processo, com a mão retratei o tamanho da rola sob a calça. O menino engoliu grosso sem afastar o olhar. Cheguei mais perto e puxei sua cabeça até encostar na minha vara já endurecendo, o mantive assim por alguns minutos enquanto acariciava seus cabelos.
– Então meu lindo, vai me dizer agora? – Soltei-o e afastei-me alguns passos.
– É… Que… Não consigo dizer…
– Tente.
– Eu tenho vergonha – falou todo dengoso ainda sem erguer o olhar.
– Pra que vergonha? Somos amigos, estamos sozinhos e ninguém saberá de nada.
– O senhor promete que não contará a ninguém?
– Prometo e juro. Pode dizer.
– O senhor deixa… Deixa eu pegar só um pouquinho?
– No que você quer pegar?
– Nele – falou apontando para o meu pau.
Então resolvi tirar proveito da situação dizendo:
– Pode sim! Ajoelhe-se aqui de frente pra mim.
Em silêncio ele obedeceu, olhou em meus olhos como que buscando aprovação e seguiu em seu transe hipnótico.
– Dê-me sua mão. Passe assim sobre a calça para sentir o tamanho e a dureza – o que ele obedeceu sem pestanejar.
William se derretia acompanhando o formato cilíndrico da minha rola, apertava, pegava com as duas mãos. Fiz com que passasse o rosto no meu cacete ainda sob a calça e ele quieto só cumpria.
– Fale agora o que você quer mais.
– Eu… Quero pegar nele.
Fi-lo abrir o zíper, desafivelar o cinto e baixar só minha calça.
– Chega. Namore ele primeiro. Morda devagar sobre a cueca. Solte-se! Faz carinha de desejo, faz.
– Assim?
– Mostre que você quer muito. Ou você não quer?
– É tudo o que eu quero, tô até passando mal.
– Vai namorando ele e vai contando daonde saiu esse desejo.
– Daonde saiu?
– Sim, como e quando começou, você não amanheceu hoje e disse: “Vou pegar no pau do seu Paulo hoje”, não foi?
– Faz tempo já que eu olho pro seu pinto, amo quando o senhor vai pra piscina. Às vezes fico bravo porque algumas mulheres atrapalham e ficam ali lhe rodeando.
– Então tira minha cueca e pega nele – ordenei.
Os olhinhos do menino faiscavam de tanto desejo.Tomei suas mãos nas minhas e ensinei-lhe punhetar minha rola babada.
– Nossa seu paulooooo!!!
– O que foi?
– Eu imaginava e também já tinha ouvido falar, mas é ainda muito maior. Que monstro de pau. Olha, pego com as duas mãos e ainda daria pra mais uma! Olha que grossura, minha mão não abraça ele!…
– Você gosta?
– Hum hum… É por isso que as mulheres gritam… E com menino o senhor já fez?
– Sim, algumas vezes.
– E eles aguentaram tudo isso?
– Sim. Com jeitinho todos guentam…
– Eu tenho medo… Acho que gritaria… – Ele segurava a rola em pé e dizia: – Imagina isso tudo… Mas o que eu queria falar é… Queria pedir..
– Fale então.
– O senhor me ensina a ser menina? – Enrubesceu ao falar.
– Como assim “ser menina”?
– Eu sempre quis sentir o que uma mulher sente na hora… Sabe né?
– Entendi. Mas isso demora um pouco, terei que preparar você.
– Não seu Paulo, não dá, tenho que voltar logo. Não dá pra ser mais rápido?
– Dá mas você irá sentir muita dor.
– Com um cacete desse quem não sente dor? – Falou e riu-se. Que dentes brancos! Que sorriso lindo!
– Não sei não, acho que você não vai aguentar…
– Vamos tentar, o senhor põe só a cabecinha, faz um pouco e tira…
– Então tá.
-Mas tem uma coisa, eu quero sentir ele gozando em mim. Faz, faz… Amanhã se der um jeitinho eu venho chupo, engulo, faço tudo o que o senhor quiser. Faz… Faz…
Levei-o para o quarto e ordenei:
– Tire a roupa. Quero minha mulherzinha peladinha!
– Ui nem acredito que vou dar, ainda mais pra um homem adulto e pauzudo!
Apanhei a vaselina e lubrifiquei bem seu cuzinho enfiando um dedo lá dentro. Ele Deu um gritinho e gemeu. Dois dedos, gritou de novo. Três dedos ele gemeu já chorando tentando escapar. Deitei sobre aquele corpo sensível e pequeno passando o braço em volta do seu pescoço.
– Fica aqui. Você quer sentir o que é ser mulher? Vou te ensinar, vou te transformar na minha putinha.
– Ai por que tá falando assim comigo?
– Porque você foi longe demais…
– O que quer dizer?
Sem falar iniciei a penetração, ia ser dolorida, praticamente um estupro. Forcei a entrada daquele cuzinho fechadinho, totalmente virgem. Empurrei devagar mas com firmeza sentindo estourar-lhe as preguinhas.
– Pára. Pára. Páraaaaaaa. Tá doendo muito. Pára por favor. Aiiiiiiiiiii… ai ai… Ai que dor!!! Pelo amor de Deus pára… Eu não aguento maisssss…
William gritava literalmente, coloquei a mão em sua boca sempre tentando controlá-lo pra não escapar das minhas garras.
– Psiu. Quieto. Você não queria ser mulher? Estou te transformando, te descabaçando, sua cadela, vagabunda, vadia, safada. Eu falei que você foi longe demais, agora não tem volta, tu vai ter que aguentar minha rola inteirinha. Relaxa que dói menos. De um jeito ou de outro vou te enrabar todinho, melhor relaxar.
O menino chorava, esperneava,tentava em vão fugir mas sem sucesso. Minha vara a cada centímetro arrombava mais seu cuzinho rosado. Suas lágrimas molhavam o travesseiro, seus dedos amontoavam o lençol. Eu apertava suas costas lisinhas contra meu peito peludo. Ele grunhia com o grito sufocado em minha mão. E minha vara entrava, entrava, deslizava estourando o cuzinho de menino sensivel de classe média. Seus olhinhos verdes estavam vermelhos, sua bundinha branca também vermelha pelos meus tapas.
Em determinados momentos ele afrouxava, parecia num curto desmaio.
Já entrara a metade. A metade da minha rola enorme atolada no cuzinho adolescente. Mais um viadinho se fazia ali. Em alguns dias estará dando a bunda e chupando rola de todo o condomínio. Vou transformar esse putinho num viadinho passivo e submisso. Daqueles que vão amar gozar apanhando.
O guri perdia as forças e quase não oferecia resistência, e a vara ia entrando, dilacerando, alargando o cuzinho. Ele suspirava fundo, gemia e chorava. Até eu encostar as bolas no seu saco, estava atolado nele. Cu arrombado que entrariam quatro dedos folgados ali. Ele suspirava fundo e gemia.
Coloquei-o de quatro sobre a cama e meti numa só estocada fazendo-o cair com a cara no travesseiro. Segurei-o pelo quadril e ia acelerando as entradas e saídas, estava socando forte, tirava tudo e socava tudo em seguida.
– Mexe esse rabo vamos. Mexe a bunda sua puta. Rebola na rola do teu macho. Assim… Agora vai pra frente e vem pra trás, assim engulindo meu cacete inteiro.
William apesar da dor obedecia passivamente pra não ter que apanhar ainda mais na bunda. Quando de repente com voz sumida implorava:
– Come meu cuzinho come meu amor. Goza dentro pra tua putinha. Faz filhinho em mim faz.
– Não pude conter-me e gozei uma enxurrada enchendo o cuzinho do William, realizando seu desejo.
– Ahhhh! Que delícia de porra quente! Inunda teu viadinho, quero sentir escorrer. Ai que dorrrr… O senhor me descabaçou, me arrombou inteiro, era pra por só a cabecinha.
– Mas no final você bem que gostou!!!
– Mas que rolaaaaa…
Ele arruma-se e sai mancando para sua casa. Ficou uma semana sem sequer me procurar, quando sem mais ouço o toque da campainha… Era ele!
Isto eu conto depois…
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