A descoberta de um amor entre pai e filha – Parte 2
Oi.
Meu nome é Augusto (não direi o sobrenome por segurança) e nesse conto irei relatar como comecei a ter algo além de um amor paternal com a minha filha. Espero que gostem.
Esse conto é continuação do conto “A descoberta de um amor entre pau e filha”, link:
/2022/01/a-descoberta-de-um-amor-entre-pai-e-filha/
–Baseados em fatos reais–
Depois dos acontecimentos anteriores, comecei a olhar minha filha de uma forma bem mais diferente, una foram não mais como um pai olha pra sua filha. Agora eu olhava pra Gi, com outros olhos, olhos esses que eu recusava, achava errado, mesmo sendo atraído pelo inocência, pelo corpo, pelos jeitos, não conseguia imaginar tendo algo além de uma relação de família.
Até que um dia pesquisei sobre o que esta a acontecendo comigo, queria saber se era normal essa sensação, esse fogo que me consumia pedindo minha filha nos meu braços. Foi aí que achei esse site. E entre contos e contos, ia refletindo, e pensando que mesmo que seja visto como um tabu, relações como essa, existiam; fossem elas, pais e filhas, tio e sobrinhas, avôs e netas, e até quando não tinha sangue entre os membros, como padrastos e entiadas.
Foi lendo e pesquisando esse tipo de assunto, que criei minha conta no telegram e fui conversando com muitas dessas pessoas, que iam me mostrando, que esse tipo de relacionamento não é errado, pelo contrário, é até saudável. Como muitos diziam “É melhor você iniciar sua filha, do que outro cara”. E foi assim que fui conversando e descobrindo coisas que eu não sabia. Sei que parece meio estranho, e até como muitas pessoas dizem “fictício”, mas vocês sabiam que os hormônios femininos, a conhecida progesterona, que regula e inicia o ciclo menstrual, começa e a ser liberada a partir dos 8 anos, em alguns casos aos 7; não quer dizer que as garotas começam a menstruar nessa idade, mas por conta da liberação desse hormônio, meninas dessa idade podem sentir um certo tipo de prazer quando tocadas. Confirmei essa conclusão com um primo meu, pediatra, que até cuidava da minha filha.
Então, voltando ao assunto principal.
Ao ler e estudar sobre o assunto, essas relações, e o corpo feminino nessa idade, decidi conversar mais com Gi sobre o assunto.
Em um final de semana, ao acordar, vi minha mulher dormindo ao meu lado e decidi ir até a cozinha, começar a preparar algo pra comer. No caminho encontrei Gi, sentada na sala assistindo TV, então comecei a conversar com a menina:
-Oi filha, bom dia. Tudo bem? – perguntei ainda meio zonzo de sono.
-Bom dia papai. Tudo sim e você?
-Tô bem. – respondi. – Quer comer alguma coisa?
-Sim. – ela respondeu vindo até mim na cozinha, pra ver o que queria.
-O que você quer pro café?
-Não sei.
-Cereal com leite?
-Não! – exclamou.
-Quer um pão com nescau?
-Querooo! – disse animada.
-Entao vai ter que esperar o papai ir comprar pão. – falei rindo.
-Posso ir com você? – ela perguntou me olhando com aqueles olhos grandes.
-Tá. Mas tira esse pijama e põe uma roupa, rápidinho, que o papai quer ir antes da sua mãe acordar, se não, nem vamos.
Ela acenou com a cabeça e foi correndo pro quarto. Eu fui até o meu, tirei minha samba-canção (aquelas bermudas leves pra dormir), coloquei uma bermuda e uma camisa. Voltei pra sala e peguei um dinheiro pra comprar uns pães. Esperei pela Gi, mas nada de ela aparecer. Então fui até seu quarto. Qusndo cheguei encontrei ela peladinha, olhando para dentro do guarda roupa com uma cara de dúvida, se quem não sabia o que vestir. Olhei aquela cena e já senti eu ficar excitado. Tentei pensar outra coisa é falei:
-Vamos filha! Você nem se vestiu ainda.
-Calma pai. Tô escolhendo o que vestir.
-Mas a gente só vai na padaria. – falei abismado.
Olhei no seu guarda roupa, peguei um vestido, daqueles que vai até metade da coxa, joguei pra ela e disse:
-Toma, põe isso e vamos.
Sai do quarto e ela saiu em seguida.
Na rua, em direção a padaria, estávamos caminhando normalmente, sempre de mãos dadas. Até que ela parou e disse:
-Pai, pode me carregar no colo? – pediu.
-Mas você tá grande, tem que andar que nem mocinha.
-Mas tô cansada, acordei agora.
Eu rindo um pouco da fala dela, aceitei e coloquei ela sentada em um dos meu braços.
Andamos mais um pouco, até que sinto algo quente e meio úmido no meu braço, bem no que ela estava sentada. Então notei que estava sem calcinha. Queria perguntar o propósito dela não ter posto uma, mas naquela situação, esqueci tudo que deveria pensar, e apenas foquei na sensação da bucetinha dela no meu braço. Quando chegamos na padaria, peguei o pão, paguei, sempre com a ela sentada no meu braço.
Quem ali poderia ver e imaginar que aquela cena de um pai carregando sua filha nos braços, poderia ser algo tão erótico?
Chegando em casa, coloquei Gi no chão, o pão na mesa e fui para o banheiro. Chegando no cômodo, chorei meu braço como alguém chega uma flor, o cheiro parecia ser o mesmo, não era algo doce e muito menos forte, mas era suave, e delicado, um cheiro viciante. Ali mesmo sentei na privada e bati uma rápida punheta, sempre cherando meu braço. Não sabia o que imaginar, mas aquele cheiro me excitava muito.
Ao sair do banheiro, vi minha mulher acordada, sentada no sofá com Gi. Nada mais aconteceu naquele dia.
Na segunda feira. No começo da semana, quando tudo estava voltando a sua rotina. Decidi começar a tentar fazer algo com minha filha, depois de ver ela tantas vezes com as pernas abertas, e até mesmo se tocando. Então depois do trabalho, e de pega-la na escola, decidi que ia sim, tentar algo; e foi algo que fiz.
Como dito, depois de passar a rotina do dia, peguei Gi na escola e dentro do carro mesmo já fui puxando um assunto sobre:
-E aí filha, como foi o dia hoje?
Não lembro muito bem da resposta, apenas concordei e perguntei:
-Você não se tocou na sala ou fez algo do tipo, fez?
-Não papai, aprendi que só pode fazer isso em casa.
-Isso mesmo. – respondi, mas fiz outra pergunta – Mas você já sabe fazer isso?
-Não muito bem.
-E quer que eu te ensine?
-Quero sim! – respondeu animada.
Chegando em casa, mandei ela ir para o banho que iria atrás. Ela foi indo, quando entrei no banheiro, vi novamente aquela criança linda, de pele lisa e perfeita. Me aprossimei e comecei a dar banho nela, sempre reparando em cada curva suave daquele corpinho. Até que ela me pergunta:
-Você vai me ensinar agora?
-Aqui não princesa, vamos fazer isso depois do banho.
-Ok! – falou animada novamente
Tirei ela do banho, sequei, e mandei ela pro quarto. Enquanto ela ia, fiquei no banheiro dessa vez eu tomar meu banho. Tomei e fui de encontro a Gi. Quando cheguei, ela tava olhando atentamente sua “menina”.
-Está tudo bem? – perguntei vendo a cena.
-Tudo sim. – respondeu -Só estou olhando um pouco.
-Entendi. – disse rindo.
Sentei ao sei lado e comecei a explicar pra ela cada parte da sua pequena vagina. Até que comecei a esfregar levemente sua menina.
-É assim que se faz filha. – disse sem parar de passar meus dedos entre os lábios de sua bucetinha – Sempre de maneira leve e devagar.
-Nossa papai, tô sentindo algo. – disse com os olhos apertados.
-É bom?
-É sim.
-Como é a sensação, me explica?
-É uma cosquinha, mas boa.
Então parei.
-Por que você parou? – ela perguntou.
-Porque agora é sua vez.
Peguei sua mãozinha, coloquei em cima de sua bucetinha, e fui guiando sua mão, sempre com movimento leves. Soltei sua mão e fiquei vendo ela fazer aquele ato sozinho.
Até que ela para e diz:
-Papai, quero você.
-Mas você tem que aprender a fazer sozinha.
-Mas você faz melhor.
Não me aguentei, coloquei minha mão na sua menininha e fui passando a mão.
Olhei pra ela e vi aquela imagem, ela de pernas abertas, deitada, com os olhos fechados e boca aberta. Até que ela começa respirar mais rápido, e mais agitada, cada vez mais e mais… até que parou. Ela se soltou inteira, suas pernas que estava abertas, caíram na cama e ela se abriu ainda mais, vi seu corpo se derretendo na cama, e ali notei, que garotas de apenas 7 anos, podem sim gozar.
Passou um tempo, eu ainda hipnotizado pela cena, ignorando todo o resto, vejo ela abrir os olhos, e se sentar encostada na cama rosa, devagar. Ela olha pra mim e ri, eu dou risada junto.
-Gostou filha? – perguntei feliz.
-Gostei, até parecia que ia fazer xixi..
Dei risada e respondi:
-Isso se chama gozar.
-Legal.
Ela direcionou seu olhar para o meio de suas pernas, olhou pra mim e perguntou:
-Papai, você goza?
-Sim, mas o meu gozo é diferente.
-Como assim? – ela perguntou com uma cara de curiosa.
-Lembra que sua mãe disse que uma semente é colocada dentro de vocês, para que assim, nasçam os bebês?
-Sim.
-Então, eu solto essas sementes como um líquido branco, que chamamos de sêmen – disse, mas com uma cara de safado conclui – ou leitinho.
-E como você coloca leitinho aqui dentro?
-Com meu pau, eu ponho ele aí dentro e solto o leitinho.
-Posso ver seu pau?
Quando ela disse isso, eu fiquei gelado, queria mostrar, era apenas soltar a toalha que estava enrolada na minha cintura. Mas tinha achado que tínhamos ido longe demais pra um dia. Desconversei, e mandei que colocasse uma roupa, que sua mãe já estava chegando, e expliquei que não era pra contar pra ninguém o que tínhamos feito:
-É o nosso segredinho – disse.
Ela prometeu não contar e foi colocar a roupa. Eu saí do quarto dela e fui ao meu colocar as minhas, sempre com o pau meia bomba por debaixo da toalha.
Bem amigos, obrigado por lerem, esse é meu primeiro conto, então desculpa se tiver erros de digitação/caligrafia. Espero que tenha agradado a todos. Vou parar por aqui porque estou escrevendo meio tarde.
Se quiserem parte dois, só deem umas estrelas e deixem seus comentários, podem ser com críticas construtivas, alguma experiência sua ou como poderei entrar em contato, responderei todos e entrarei em contato.
Publiquei essa minha história por dois motivos, o primeiro é que porque sei como é poder ler e imaginar os acontecimentos, e sei como é prazeroso poder fazer isso; e o segundo motivo é porque gostaria de conhecer pessoas que assim como eu, praticam, ou pode ser até mesmo as que praticaram isso com essas novinhas que deixam a gente louco kk.
Não deixarei meu telegram aqui porque tem uns idiotas que lêem o conto todo e depois ficam reclamando que “isso é algo que não se faz”, não quero idiotas assim me importunando, então pra quem quer que eu chame, deixe seu telegram, principalmente se você for uma pessoa que como já disse, pratica ou praticou esse ato.
Obrigado pela atenção novamente.
E até a próxima.
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