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Comedor virando comida

📅 Publicado em: 28/11/2024 13:29

👤 Autor: corno-humilhado

Sempre fui um safado e mesmo depois de casar continuei aprontando, até o dia em que a minha esposa se vingou. Estava casado há alguns anos, minha esposa desconfiava de minhas traições, mas sempre conseguia contornar a situação.

Recentemente mudou-se um casal de vizinhos a nossa residência, ambos simpáticos e rapidamente fizemos amizade. Eles tinham aproximadamente a mesma idade e não tinham filhos. Minha esposa é uma morena gostosa de um metro e setenta e bunda farta, sou cara normal de um metro e oitenta, corpo em dia e um pau na média. O novo casal era uma loira de um metro e sessenta e um negão de dois metros colossal; mas simpático e educado. Entre idas e vindas, me engracei com a vizinha e passei o pau na loirinha.

Era só minha esposa sair para trabalhar e o vizinho não estar em casa, que eu e a loirinha nos divertíamos fodendo muito, até mesmo na cama do corno ou da corna. Não tínhamos limites para nossa devassidão.

Contudo minha esposa descobriu a traição e se vingou, eu não sabia de nada até o dia da armação. Era um sábado normal, havíamos marcado um churrasco em casa, somente nos quatro, como de costume, estávamos todos bebendo e dando risadas, quando minha esposa e o tal vizinho pedem licença para falar algumas palavras, minha esposa iniciou o discurso e sem rodeios disse:

- Recentemente descobri que minha vizinha e amiga compartilha muito mais que minha casa e minha intimidade, partilhando do meu marido e me fazendo de corna, na televisão que havia no local ela passou a rodar um video, com imagens minhas e da vizinha em nossas farras.

O ar já me faltava, eu olhava para a loira que estava pálida.

O vizinho continuou:

- Resolvemos colocar camera espiã em nossas casas e descobrimos que nossas desconfianças eram verdadeiras. Já que ambos gostam de enganar e fazer sua festinha particular, nada melhor que aprenderem uma lição. Primeiro irei comer bem gostoso a sua mulher aqui na sua frente e na frente da minha esposa, devolver os chifres e vocês iram assistir quietos; do contrário as coisas podem tomar um rumo indesejado.

Minha esposa já havia se despido e se ajoelhou na frente do negão e nos olhando disse:

- Seu corno, gostou de comer a esposa dele? Agora serei toda dele e você iram assistir.

Ela abaixou o shorts dele e abocanhou o pau, passando a mamar com vontade.

Assistia impávido; a vizinha estava incrédula.

- Seus putos tirem a roupa, quero que vocês pelados assistindo nossa foda, ordenou o vizinho:

Permanecemos paralisados, estávamos sem reação.

O negão veio com aquele pau duro em nossa direção e sem pestanejar esbofeteou minha face e novamente disse:

- Tira sua roupa seu puto, não gostou de comer minha mulher? Agora faz o que estou mandado, senão as coisas iram piorar.

Sem opção me despi, a mulher dele temendo uma reação do marido rapidamente pôs-se a tirar a roupa.

Agora estávamos os quatro pelados. Minha esposa se levantou pegando o vizinho pela mão, indo em direção ao quarto do casal, sem alternativas eu e a vizinha estávamos os seguimos.

Eles haviam deixado par de cadeiras em frente a cama do casal e o negão nos mandou sentar.

Fizemos o que nos era ordenado, e minha esposa e o vizinho foram para a cama e passaram a foder feito dois animais. Minha esposa parecia uma puta, gemia e berrava, nunca havia feito sexo assim comigo.

O negão impiedoso colocou minha esposinha de quatro e sorrindo disse:

- Vou comer o cu de sua mulher, seu frouxo.

- Vai seu puto, fode meu cu com força e ensina para esse corno uma lição, minha esposa pediu entre gemidos.

O bruta montes não se fez de rogado e atolou a cobra negra no rabo da minha morena, macetando o cu dela com força.

- Vou gozar, mete mais forte, arrebenta meu cu seu safado, berrou minha esposa.

- Que cu delicioso, vou encher seu rabo de porra sua puta, retrucou o negão.

Minha esposa se tremeu em uma convulsão involuntária, havia gozado loucamente.

O negão tirou o pau duro do cu da minha esposa, o ânus dela estava largo e escorria porra, ela se deitou, e novamente o vizinho ordenou:

- Venham aqui, quero o comedor de quatro ao lado da esposa e quero minha linda esposinha chupando a buceta e o cu fodido de sua amiga.

A esposa dele foi a primeira a responder:

- Nem fodendo que irei chupar uma mulher, faça o que você quiser, já estou sendo muito humilhada, mas isso não farei de modo algum.

Minha esposa que estava deitada, levantou-se, transmudada, em direção a vizinha, e lhe deu um tapa na face e lhe puxou pelos cabelos e disse:

- Sua puta, não está em condições de negociar; irá me chupar assim como mamou meu marido.

A vizinha tentou reagir, mas minha mulher estava possessa e de forma impiedosa insistiu nos tapas arrastando a vizinha até a cama com força, a jogando-a no colhão deitada e sentou com força no seu rosto, esfregando a buceta na boca da vizinha.

- Vai sua puta, me chupa, vou gozar na sua boca igual meu marido faz sempre com você.

A vizinha se debatia e fazia ânsia e minha esposa a sufocava com a buceta; sem alternativas desistiu e aceitou sua sina e já não resistia.

- A putinha está gostando de chupar uma buceta, que delícia, continua assim sua infiel.

Assistia tudo em pânico imaginando meu castigo, minha esposa gemia sentada na cara da vizinha recebendo oral; fora a selvageria dos atos inicias a cena era linda e proporcionava tesão.

- Você seu puto, vem aqui do lado das duas e fica de quatro, ordenou o negão me tirando do transe.

Me atrevi a perguntar entre gaguejos.

- O que você pretende fazer comigo?

O negão começou a rir com sarcasmo, risada cruel, segurando sua rola dura olhou para mim e disse:

- Vou foder teu cu igual você fez com minha mulher, não gosta de comer casadas ? Hoje o comedor vai virar comida, disse ele rindo.

- Você pode me matar, mas nunca irei ceder a isso, respondi em um rompante de coragem partindo para cima do negão.

Entramos em uma luta corporal; a vizinha já havia aceitado sua punição e chupava minha esposa com volúpia, não interviram na aglomeração; a minha investida foi insuficiente, o cara era um armário e rapidamente me imobilizou de bruços no chão e montou em cima de mim e disse:

- Falei para você ficar de quatro na cama, mas se prefere no chão com violência, seja feita sua vontade.

O filho da puta empalou meu cu, em uma estocada enfiou a tora, arrombou minhas pregas; tamanha dor perdi a consciência por um instante; e o negão estava impávido montado em mim, comigo de bruços, fodendo meu cu. Já não sentia mais nada a não ser vergonha e humilhação.

- Gostoso comer cu da minha esposa seu puto?

Não tinha resposta, mas meu pau começava a endurecer. O negão percebeu e disse sarcástico.

- O putinho está ficando de pau duro? Olha seu maridinho está gostando de dar o cu, o macho comedor está gostando de levar rola.

Desfez a pressão sobre mim e me colocou de quatro no chão e passou a macetar meu cu.

A dor cedeu lugar ao prazer e tentei evitar gemido, mas era uma sensação nova e sem esperar o negão me encheu de porra e no mesmo instante gozei sem tocar no meu pau. Ele tirou o pau do meu cu e colocou na boca da sua esposa e ordenou:

- Sua puta infiel limpa o pau do seu macho que acabou de foder seu amante.

Estava envergonhado, tanto por ter gozado dando o cu e por toda a humilhação.

Peguei minhas coisas do chão me vesti e sai correndo para minha casa.

Naquele dia minha esposa não dormiu em casa. No outro dia cedo ela chegou radiante e disse:

- Perdeu um delicioso ménage, a esposa dele aceitou seu lado papel de corna submissa e fizemos festa deliciosa; e para você saber não irei mais aceitar suas traições e farras, agora eu irei me divertir e ontem foi só o começo. Nosso vizinho e sua esposa serão meus amantes fixos daqui para frente.

Em sentença final ela arruinou meu mundo:

- Você seu corno, se revelou um veado que gosta de rola, tem duas opções aceita seu papel de corno e satisfaça a mim e a meus machos ou vá embora dessa casa.

Fiquei sem palavras; havia perdido minha dignidade e havia desperto a puta adormecida em minha esposa.

Isso foi recente e não sei o que fazer, temporariamente me mudei para hotel e estou pensando na vida; não sei se devo aceitar as condições da minha esposa e me tornar um corno passivo ou sumir de vez e tentar achar novo caminho.
Nenhuma reação ainda.

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