Eu e minhas filhas 2 - o Papai entrou na brincadeira
Confesso que quando descobri minha terceira gestação, meu desejo inicial era que viesse um menininho só pra eu poder ter uma rolinha nova pra brincar. Me masturbava pensando nisso e gemia dizendo "nasce logo bebê da mamãe pra gente brincar bastante". Mas quis o destino que fosse outra mulher na família. Mas calma... ainda não chegamos nela. Mesmo porque se no tempo normal eu já vivia com um tesão do caralho imagine grávida. Meu marido nunca falou nada, mas acho que as vezes ele queria pedir arrego, pois sua mangueira não apagava meu fogo... Por sorte eu tinha duas gatinhas pra brincar comigo, e a memória que me veio agora foi durante essa terceira gravidez: eu já estava com uma barrigona linda, de sete meses. E já tinha descoberto o sexo do bebê. Minhas outras filhas me paparicavam. Jaqueline era a mais carinhosa. Adorava deitar com a cabeça na minha barriga. Aline também gostava de ficar fazendo carinhos, mas Jaque me dava beijinhos, dizia que estava ansiosa pra outra irmã chegar logo pra brincar, mas lógico que ela era bem safadinha também, porque da barriga ela sempre descia pra minha buceta e lambia com gosto. Até me fazer gozar. Grávida, quando eu tinha orgasmo sentia contrair tudo. E isso era o que eu mais gostava. Meus peitos tavam enchendo de leite então passei a botar minhas duas filhas pra mamar, uma em cada peito. E elas gostavam muito, às vezes apertava meus peitos só pra espirrar o leite nas carinhas delas. Aline mamava e sua mão já procurava a minha buceta. E assim ela ficava, estimulando meu clitóris e mamando de um lado, e a Jaque do outro. Até que tive a ideia de chamar o pai delas pra participar. Eu não contei no conto anterior mas elas já brincavam com ele. Incentivei as duas a chuparem o pau dele até ele gozar e engolir toda a porra que saía dele. E como as duas perderam os cabaços nos meus dedos, foi fácil convencê-las a aguentar serem fodidas pelo pai, tudo sempre com muito amor. Mas voltando à minha lembrança. Eu tava com tanto tesão que chamei o pai delas pra entrar na nossa brincadeira, e já arreganhei as pernas e abri bem os grandes lábios pra ele me comer. E enquanto ele me comia Aline não perdeu tempo e sentou na minha cara, tentando beijar a boca do pai. Não perdi tempo e meti a língua na minha filha mais velha. Jaque estava só olhando aquela cena, esfregando a bucetinha. Eu lambia até o cu da Aline, enquanto a safada rebolava na minha cara vendo de camarote o pai dela me comer. Até que ela sentiu que ia gozar e começou a apertar meus peitos, que esguicharam leite, mas eu não parava de chupar sua rachinha. Logo Jaque chegou perto e falou que também queria a língua da mamãe. Aline saiu pra dar lugar a irmã que sentou na minha cara, enquanto seu pai alternava entre a minha buceta e a boquinha da filha mais velha. Não resisti com a visão dos buraquinhos da Jaque e comecei a enfiar dois dedos na bucetinha dela. Até que mudamos de posição e coloquei a Jaqueline deitada e fiquei de quatro em cima dela, ela logo abocanhou meu seio enquanto eu mamava o pau do pai delas. Aline veio por trás e se divertia, ora me chupando, ora chupando a irmã, lambendo até os nossos cuzinhos. Me aceitei na cama e encaixei minha buceta na boca da Jaque, enquanto meu marido a segurou pelas pernas e encaixou seu pau na bucetinha dela. Lógico que ela ainda era muito pequena, entrava só a cabeça do pau dele, mas minha filha gostava muito, e me chupava como se fosse uma mulher adulta. Aline veio pros meus peitos de novo, disposta a me fazer gozar de qualquer forma. Comecei a urrar de tanto tesão. Até que gozei na boca da minha filhinha. Meu marido ejaculou na bucetinha dela e logo comecei a lamber aquela porra até deixar ela bem limpinha. E fomos nós quatro pro chuveiro tomar um gostoso banho...
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