Minha férias com o filho do caseiro
Meu nome é César, a estória que conto aconteceu no começo dos anos 2000 em Ilhéus na Bahia, minha família viajava quase todos os anos para uma casa de praia simples porém muito grande na orla de Ilhéus, tinha também uma casa de fundos que morava o caseiro e a família.
Nesse ano eu tinha 15 anos ainda virgem e com mais ou menos 1.65m branquinho de olhos verdes, eu era tímido e batia punheta quando conseguia uma oportunidade de ficar sozinho. Mas a família ia quase toda em peso, tios, tias, primos e ninguém da minha idade.
Até que conheci Cleber o filho do caseiro poucos meses mais novo do que eu. Naquela vida pacata sem tecnologia, Cleber subia nas árvores, pescava, pegava onda, soltava pipa e começou a me chamar para fazer essas coisas com ele.
Um belo dia de manhã fui na casa dos fundos e a mãe dele disse que ele tinha saído pra ir no rio que tinha perto, eu caminhei até lá e vi as pernas dele por de trás de uma vegetação mas ele não conseguia me ver aproximando, pensei em dar um susto nele, fui caminhando sem fazer barulho e quando estava a um metro dele, dei um pulo e gritei. Cleber estava tocando uma punheta deitado com a mão esquerda socada no cú e a direita segurando um mastro de uns 17cm preto e grosso. Ele se cobriu com uma toalha que estava sentado e com os olhos arregalados de susto.
Segundos que pareciam minutos com a sensação de vergonha e surpresa de ver um rolao imenso pra quem tinha a mesma idade que eu e outra porque ele estava com os dedos no cú.
- Tu é veado? Com os dedos no cú.
- É gostoso, nunca experimentou? Ele levantava o short cobrindo a bunda e deixava a metade da rola de fora.
- Claro que não.
- Então experimenta e me diz. Dá pra gozar longe assim, vai lá naquela latinha.
- Vai nada.
- Vou te mostrar
-O meu não voa longe assim não.
Cleber baixa o short outra vez e continua a punheta, pensei em falar pra ele guardar por tabu mas a curiosidade foi maior, também meu pau começou a crescer dentro do meu shorts. Eu não sabia o que fazer se só observa, se sentava do lado dele ou saia correndo.
- Vê se não tá vindo ninguém.
- Não tá não, seu pai tá limpando o quintal e sua mãe cozinhando.
- Já sei, vem cá.
Cleber me conduzia até uma mata mais fechada, que daria pra saber se alguém estava chegando de longe.
- Meu pau é grande né? O seu é desse tamanho?
- É grande, o meu é menor. Tirei o meu pra fora já durão
- O seu é rosa. Mas é grosso.
Cleber nem perguntou e pegou no meu pau, a excitação era maior que qualquer tabu.
- Se eu te chupar você me chupa?
- Chupo.
Então ele se ajoelhou e começou a me chupar. Que gostoso, eu em pé encostado em uma árvore e sentindo a sensação maravilhosa de ser chupado pela primeira vez. Até gozar.
- Agora é sua vez.
Era minha vez de sentir aquela piroca preta pela primeira vez na boca, e Cleber ia me ensinando como chupar.
- Aí que gostoso, assim eu vou gozar.
E ele gozou bastante na minha cara.
Fomos tomar banho no rio para se lavar.
Nesse ano eu tinha 15 anos ainda virgem e com mais ou menos 1.65m branquinho de olhos verdes, eu era tímido e batia punheta quando conseguia uma oportunidade de ficar sozinho. Mas a família ia quase toda em peso, tios, tias, primos e ninguém da minha idade.
Até que conheci Cleber o filho do caseiro poucos meses mais novo do que eu. Naquela vida pacata sem tecnologia, Cleber subia nas árvores, pescava, pegava onda, soltava pipa e começou a me chamar para fazer essas coisas com ele.
Um belo dia de manhã fui na casa dos fundos e a mãe dele disse que ele tinha saído pra ir no rio que tinha perto, eu caminhei até lá e vi as pernas dele por de trás de uma vegetação mas ele não conseguia me ver aproximando, pensei em dar um susto nele, fui caminhando sem fazer barulho e quando estava a um metro dele, dei um pulo e gritei. Cleber estava tocando uma punheta deitado com a mão esquerda socada no cú e a direita segurando um mastro de uns 17cm preto e grosso. Ele se cobriu com uma toalha que estava sentado e com os olhos arregalados de susto.
Segundos que pareciam minutos com a sensação de vergonha e surpresa de ver um rolao imenso pra quem tinha a mesma idade que eu e outra porque ele estava com os dedos no cú.
- Tu é veado? Com os dedos no cú.
- É gostoso, nunca experimentou? Ele levantava o short cobrindo a bunda e deixava a metade da rola de fora.
- Claro que não.
- Então experimenta e me diz. Dá pra gozar longe assim, vai lá naquela latinha.
- Vai nada.
- Vou te mostrar
-O meu não voa longe assim não.
Cleber baixa o short outra vez e continua a punheta, pensei em falar pra ele guardar por tabu mas a curiosidade foi maior, também meu pau começou a crescer dentro do meu shorts. Eu não sabia o que fazer se só observa, se sentava do lado dele ou saia correndo.
- Vê se não tá vindo ninguém.
- Não tá não, seu pai tá limpando o quintal e sua mãe cozinhando.
- Já sei, vem cá.
Cleber me conduzia até uma mata mais fechada, que daria pra saber se alguém estava chegando de longe.
- Meu pau é grande né? O seu é desse tamanho?
- É grande, o meu é menor. Tirei o meu pra fora já durão
- O seu é rosa. Mas é grosso.
Cleber nem perguntou e pegou no meu pau, a excitação era maior que qualquer tabu.
- Se eu te chupar você me chupa?
- Chupo.
Então ele se ajoelhou e começou a me chupar. Que gostoso, eu em pé encostado em uma árvore e sentindo a sensação maravilhosa de ser chupado pela primeira vez. Até gozar.
- Agora é sua vez.
Era minha vez de sentir aquela piroca preta pela primeira vez na boca, e Cleber ia me ensinando como chupar.
- Aí que gostoso, assim eu vou gozar.
E ele gozou bastante na minha cara.
Fomos tomar banho no rio para se lavar.
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