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A história de um pai que deixou o amigo brincar com sua filha de 10 anos

📅 Publicado em: 09/11/2023 10:03

👤 Autor: papis

🏷️ Tags: #Assédio #Incesto #Tween
Sou casado com Vera há 23 anos. Eu e ela formamos um casal liberal e tenho muito tesão em vê-la transando com outros caras ou de recebê-la em casa, depois que ela sai com algum outro macho. Nessas ocasiões, recebo-a cheio de tesão e, como um combinado nosso, ela nunca toma banho ao sair do motel. Chegando em casa, ela me conta tudo e, enquanto me relata, eu a limpo inteira, com a língua para, logo em seguida, gozar fartamente com ela. E assim somos felizes.

Desse casamento, nasceu Nina, uma linda menina que hoje está com 10 anos. Ela é uma graça de garota, muito bonita de rosto, com um corpinho ainda juvenil, mas um bumbum bem pronunciado, coxas grossas e, além de tudo, muito inteligente, muito esperta e perspicaz. Ela pega tudo no ar e entende as coisas rapidamente.

Sempre a vi como filha, mesmo. Confesso que, por vezes, fiquei de pau duro, vendo-a em casa, andando com poucas roupas e, até mesmo, só de calcinha. Mas nunca me imaginei transando com ela.

Eu tenho um amigo na empresa em que trabalho. O nome dele é Mário, tem 30 anos, boa pinta e muito bem dotado, o que eu posso constatar nos banhos que tomamos após a academia que fazíamos juntos.

Era normal o Mário frequentar nossa casa, almoçando, participando de um churrasco ou só para bebericar. Minha mulher tinha interesse nele, mas achamos melhor não o envolvermos nas nossas fantasias, por conta do emprego que eu tinha, muito bom por sinal.

Numa dessas vezes que Mário veio em casa, à noite, pedimos uma pizza, abrimos uma garrafa de vinho e nos colocamos a conversar. Nina ainda estava à mesa. Quando acabou de comer, ela pediu licença e foi para o sofá, enquanto mexia no seu celular. Abrimos uma segunda garrafa de vinho e parece que minha esposa ultrapassou a cota dela, pois ficou sonolenta demais, com a voz meio pastosa e pediu licença para se recolher.

Fiquei com o Mário e Nina na sala. No sofá de onde ela estava, estava proporcionando uma visão generosa de sua calcinha. O pacotinho formado chamava atenção, mas nem me dei conta de nada com que pudesse me preocupar, até que flagrei o Mário olhando direto para a bucetinha da minha filha. Em princípio pensei ser coisa da minha cabeça, mas, depois, notei que ele estava com uma visível ereção por debaixo da bermuda.

Já com mil coisas se passando pela minha cabeça, notei que eu também fiquei com tesão em imaginar prováveis cenas. Fui à cozinha, pegar uma água e aproveitei para deixa-los a sós. Discretamente fiquei observando a movimentação e vi Mário indo até o sofá em que a Nina estava, puxando conversa com ela. Logo os dois estavam em altos papos, até que voltei.

Mário voltou ao lugar onde estava e elogiou a esperteza de Nina. Eu chamei a atenção dele para o fato de que Nina era também muito bonitinha, com o que ele concordou imediatamente. Eu fui além e disse que ela estava ficando um tesãozinho, ao que ele me corrigiu, dizendo que ela já era um tesãozinho. Eu perguntei se ele achava aquilo mesmo e ele confirmou. Daí eu abri o jogo e falei: eu notei que você ficou de pau duro vendo a minha filha. Ele ficou todo envergonhado, mas não negou. Apenas disse que foi inevitável. Eu disse que compreendia e disse que era uma pena ela ser ainda tão nova porque do contrário eu permitiria que ele brincasse com ela.

Ele, já meio que descontrolado, perguntou qual era a diferença, se ele fizesse agora, mas só brincadeiras e com muito carinho, sem machucar, sem magoar, enfim, se a coisa acontecesse com carinho. Eu hesitei, argumentei com a idade dela, mas disse que talvez fosse interessante. Liberei para que ele desse início ao processo, mas sob promessa de que ele pararia imediatamente ao meu comando, seu eu achasse que a coisa estava indo longe demais.

Mário, nesse momento, pediu para que ela tirasse a calcinha, mas fui eu que a despiu. Ela ficou deitada, de pernas abertas e o Mário caiu de boca naquela bucetinha que estava muito molhadinha. Não demorou muito para que ela tivesse o seu primeiro orgasmo da noite, Mário não parava de chupar sua buceta e seu cuzinho lindo. Eu continuava perto deles e era um expectador privilegiado. Ver o amigo fazer aquilo com minha filha estava me matando de tesão. Mário fez menção de tirar o pênis para fora da bermuda e me olhou. Eu disse vai em frente e aproveitei para tirar o meu também. O Mário, então, pediu para que ela o chupasse e ela não hesitou. Colocou aquele mastro na boquinha e o Mário se encarregou de fazer o vai-e-vem cadenciado.

Era lindo demais ver minha própria filha chupando um pau. Parece que ela tinha cansado e falou: - “Pai, estou com sono. Acho que vou dormir.” O Mário fez questão de insistir e eu disse para ele parar e mandei-a para o quarto. Ela deu “boa noite” e foi para o quarto dela. Quando ela saiu, o Mário falou: - “Puxa vida, mas eu estava quase gozando!” E eu argumentei que a coisa tinha de ser aos poucos e que ele tivesse paciência, pois haveria outra oportunidade. Ele concordou e abrimos mais uma garrafa de vinho.

Conversamos sobre o ocorrido e partilhei com ele o meu receio, mas ele me tranquilizou dizendo que iria ser bem delicado com ela, desde que eu não interrompesse o processo que se iniciara. Ele me perguntou se eu tinha gostado do que tinha visto e eu, claro, disse que adorei. Ele só lamentou o fato de não ter gozado e, então, eu lhe disse para tomarmos mais um pouco de vinho e deixasse a Nina pegar no sono, pois ela tinha sono muito pesado. Quando ela estivesse dormindo pra valer, eu o levaria ao quarto dela e ele, então, gozaria se masturbando vendo a bucetinha dela.

E assim ficamos por mais uma meia hora conversamos, até que ele me perguntou se já dava para ir, pois o saco dele estava doendo de tanta vontade de gozar.

Eu o levei até lá e a Nina estava largada na cama, ainda sem calcinha, com aquela bucetinha exposta. Falei para o Mário para ele ir em frente. Ele, então, tirou a bermuda e se ajoelhou na cama, em frente a ela, quase encostando o pau na buceta da minha filha. Na verdade, chegou a encostar e ficar alisando com o pau, mas não aguentou fazer isso por muito tempo, pois gozou fartamente em cima da bucetinha e da barriga da minha filha.

Imediatamente, ele saiu da cama, limpou o pau com a cueca e vestiu a bermuda. Descemos para a sala e ele disse que jamais tinha gozado de forma tão intensa e tão gostosa. Ele me fez prometer que o assunto teria sequência e eu falei que iria sentir o clima, ver o que rolaria nos dias seguintes. Ele se despediu e foi embora.

Sentei no sofá e pus-me a refletir. Bateu um sentimento de culpa, mas, ao mesmo tempo, um tesão danado tomou conta de mim. Lembrei-me de que a Nina estava na cama, sem calcinha e todo suja de porra do Mário. Quando cheguei ao quarto dela e vi a cena, fiquei morrendo de tesão e não tive dúvida, caí de boca e limpei toda aquela porra, exatamente como faço com a minha mulher, quando ela trepa fora de casa com os machos.

Darei sequência a este relato. Eu disse relato e não conto, pois é caso verídico.
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