Nosso pequeno Gustavinho
Venho contar um relato do que tem acontecido comigo nos últimos meses. Pra resumir o início da história, eu me chamo Carlos, tenho 27 anos e tenho um amigo chamado Paulo, de 29.
Somos amigos desde pequenos e sempre compartilhamos toda nossa vida um com o outro. Desde pequeno aprontavamos juntos, festas, baladas, viagens e tudo mais. O Paulo é como se fosse meu irmão. Ele era casado com uma mulher chamada Joice que faleceu em decorrência da covid. Juntos eles tiveram um filho chamado Gustavo, que hoje tem 7 anos.
Com a morte da mãe, o Paulo passou a se dedicar 24 horas ao filho e nisso, começou a vir a tona desejos que tanto ele quanto eu sempre tivemos em comum mas que mantinhamos em segredo.
Por conta da pandemia, como eu disse, a esposa dele acabou vindo a falecer. Obviamente ficamos muito triste porém ao mesmo tempo isso nos deu a oportunidade de poder colocar pra fora todos os nossos desejos e vontades que desde sempre procuramos esconder da sociedade por motivos óbvios.
Nos últimos meses, nossas perversoes começaram a falar mais alto e infelizmente ou não, o Gustavo é quem tem se tornado a nossa maior surpresa
Cerca de um mês depois que a mãe dele partiu, a escola do gus fechou e nisso ele passou a ficar mais tempo em casa com o pai. O trabalho dele deixou ele ficar em home office então praticamente eles passávam todos os dias juntos.
Um dia conversando, Paulo me disse que precisava ir dar banho no filho. Aquilo na hora me deu um gatilho do passado quando eu e ele falávamos assuntos proibidos e tal.
Então decidi perguntar, como ele se sentia em relação ao dar banho no filho. Na hora eu acredito que ele tenha intendido a pergunta mas demorou um pouco pra se abrir.
Depois de insistir um pouco mais ele acabou entregando que hora em outra vinha pensamentos mais intensos com o Gustavo. E acabou confirmando que sempre que " dava banho nele todos os dias e sempre que via aquele corpinho pequeno e infantil na frente dele automaticamente ficava excitado".
O Gustavo é realmente lindo. Ele é pequenininho, magrinho, pele branquinha e cabelos lisos. Todo dengoso e manhoso já que a esposa do Paulo acostumou a cuidar dele assim. Protegendo e tudo mais.
- "Cara, eu vejo a bundinha dele todos os dias no banho, e é como se um anjo estivesse na minha tente. Ele todo molhado, rindo e se divertindo no banho, comecei a criar um amor incondicional por ele kkk. Não apenas de um pai por um filho, mas de um homem por uma criança".
- Eu entendo. Você agora é tudo que ele tem e ele é tudo que você tem.
Eu disse.
Papo vai, papo vem, questionei o Paulo se ele já tinha feito algo com o filhinho dele. Ele disse que não. Perguntei se ele tinha vontade e ele me confessou que sim, mas que não tinha coragem.
Eu que sempre fui mais sacana comecei a colocar em prática um plano de tentar convencer o Paulo de que ele é o Pai do Gustavo. E por estar sem a esposa, ele tem todo o direito de ter prazer novamente. E que se fosse com o próprio filho, não haveria problema. Uma vez que é alguém do seu próprio sangue e também de sua ex esposa.
Isso foi deixando ele cada vez mais receptivo a ideia. Até que finalmente fiz uma proposta pra ele
- Amigo, se você quiser, eu posso ir junto com você. Nós dois podemos ensinar o seu Gustavinho a brincar conosco. Você é como um irmão pra mim e eu tenho um carinho enorme por ele assim como ele tem por mim. Ele vai aprender a gostar, a se divertir e nós dois juntos podemos garantir que ele não venha a se machucar.
Nesse momento, Paulo me revelou que nuitas vezes na hora de dormir, o Gustavo acabava vindo pra cama dele e dormia com o pai
- "Cara, minha vontade era de ficar dando beijinhos nele a noite todo. O cheiro infantil dele, sua inocência me torturam de uma forma que não sei explicar".
- Paulo, isso que você sente é normal. Se chama amor. Você como pai tem todo o direito de se sentir e dar amor pro seu filho. Você está há meses sem ninguem, não é justo que você não tenha prazer. Você precisa seguir em frente. E o Gustavo está aí, a sua disposição pra isso. Se vc der carinho pra ele, muito amor e prazer, ele vai se sentir feliz e agradecido.
- "Eh, acho que faz sentido" ele disse.
Eu sei que depois de dias conversando, o Paulo finalmente concordou com a ideia e eu iria participar também. Nós dois, que somos amigos de longa data, quase irmãos, iríamos iniciar o pequeno Gustavo. Seríamos os primeiros homens na vida daquele garotinho de apenas 7 aninhos. Os primeiros a dar prazer. Os primeiros a penetra-lo.
Eu mal via hora de pode sentir aquela criança no meu colo. Se poder penetrar e sentir aquele corpinho infantil por dentro. Quente e delicado. Há muito tempo não tinha essa oportunidade e agora, após anos, voltaria a ter. E o melhor, com o apoio e supervisão de seu próprio pai.
Eu não sabia exatamente como iria ser, mas uma coisa eu tinha certeza, eu e o Paulo íamos dar muito amor pra aquele garotinho...
Continua...
Somos amigos desde pequenos e sempre compartilhamos toda nossa vida um com o outro. Desde pequeno aprontavamos juntos, festas, baladas, viagens e tudo mais. O Paulo é como se fosse meu irmão. Ele era casado com uma mulher chamada Joice que faleceu em decorrência da covid. Juntos eles tiveram um filho chamado Gustavo, que hoje tem 7 anos.
Com a morte da mãe, o Paulo passou a se dedicar 24 horas ao filho e nisso, começou a vir a tona desejos que tanto ele quanto eu sempre tivemos em comum mas que mantinhamos em segredo.
Por conta da pandemia, como eu disse, a esposa dele acabou vindo a falecer. Obviamente ficamos muito triste porém ao mesmo tempo isso nos deu a oportunidade de poder colocar pra fora todos os nossos desejos e vontades que desde sempre procuramos esconder da sociedade por motivos óbvios.
Nos últimos meses, nossas perversoes começaram a falar mais alto e infelizmente ou não, o Gustavo é quem tem se tornado a nossa maior surpresa
Cerca de um mês depois que a mãe dele partiu, a escola do gus fechou e nisso ele passou a ficar mais tempo em casa com o pai. O trabalho dele deixou ele ficar em home office então praticamente eles passávam todos os dias juntos.
Um dia conversando, Paulo me disse que precisava ir dar banho no filho. Aquilo na hora me deu um gatilho do passado quando eu e ele falávamos assuntos proibidos e tal.
Então decidi perguntar, como ele se sentia em relação ao dar banho no filho. Na hora eu acredito que ele tenha intendido a pergunta mas demorou um pouco pra se abrir.
Depois de insistir um pouco mais ele acabou entregando que hora em outra vinha pensamentos mais intensos com o Gustavo. E acabou confirmando que sempre que " dava banho nele todos os dias e sempre que via aquele corpinho pequeno e infantil na frente dele automaticamente ficava excitado".
O Gustavo é realmente lindo. Ele é pequenininho, magrinho, pele branquinha e cabelos lisos. Todo dengoso e manhoso já que a esposa do Paulo acostumou a cuidar dele assim. Protegendo e tudo mais.
- "Cara, eu vejo a bundinha dele todos os dias no banho, e é como se um anjo estivesse na minha tente. Ele todo molhado, rindo e se divertindo no banho, comecei a criar um amor incondicional por ele kkk. Não apenas de um pai por um filho, mas de um homem por uma criança".
- Eu entendo. Você agora é tudo que ele tem e ele é tudo que você tem.
Eu disse.
Papo vai, papo vem, questionei o Paulo se ele já tinha feito algo com o filhinho dele. Ele disse que não. Perguntei se ele tinha vontade e ele me confessou que sim, mas que não tinha coragem.
Eu que sempre fui mais sacana comecei a colocar em prática um plano de tentar convencer o Paulo de que ele é o Pai do Gustavo. E por estar sem a esposa, ele tem todo o direito de ter prazer novamente. E que se fosse com o próprio filho, não haveria problema. Uma vez que é alguém do seu próprio sangue e também de sua ex esposa.
Isso foi deixando ele cada vez mais receptivo a ideia. Até que finalmente fiz uma proposta pra ele
- Amigo, se você quiser, eu posso ir junto com você. Nós dois podemos ensinar o seu Gustavinho a brincar conosco. Você é como um irmão pra mim e eu tenho um carinho enorme por ele assim como ele tem por mim. Ele vai aprender a gostar, a se divertir e nós dois juntos podemos garantir que ele não venha a se machucar.
Nesse momento, Paulo me revelou que nuitas vezes na hora de dormir, o Gustavo acabava vindo pra cama dele e dormia com o pai
- "Cara, minha vontade era de ficar dando beijinhos nele a noite todo. O cheiro infantil dele, sua inocência me torturam de uma forma que não sei explicar".
- Paulo, isso que você sente é normal. Se chama amor. Você como pai tem todo o direito de se sentir e dar amor pro seu filho. Você está há meses sem ninguem, não é justo que você não tenha prazer. Você precisa seguir em frente. E o Gustavo está aí, a sua disposição pra isso. Se vc der carinho pra ele, muito amor e prazer, ele vai se sentir feliz e agradecido.
- "Eh, acho que faz sentido" ele disse.
Eu sei que depois de dias conversando, o Paulo finalmente concordou com a ideia e eu iria participar também. Nós dois, que somos amigos de longa data, quase irmãos, iríamos iniciar o pequeno Gustavo. Seríamos os primeiros homens na vida daquele garotinho de apenas 7 aninhos. Os primeiros a dar prazer. Os primeiros a penetra-lo.
Eu mal via hora de pode sentir aquela criança no meu colo. Se poder penetrar e sentir aquele corpinho infantil por dentro. Quente e delicado. Há muito tempo não tinha essa oportunidade e agora, após anos, voltaria a ter. E o melhor, com o apoio e supervisão de seu próprio pai.
Eu não sabia exatamente como iria ser, mas uma coisa eu tinha certeza, eu e o Paulo íamos dar muito amor pra aquele garotinho...
Continua...
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 0 visualizações