Traí meu noivo com o moreno fortão
( história verídica)
Meu nome é Leonice, sou loura, descendente de alemães, e sou casada com o filho de um fazendeiro. Esta história é verídica, e aconteceu há vários anos, quando eu ainda era noiva deste que é meu atual marido. Eu trabalhava no setor de atendimento de uma firma. Como eu era ( e ainda sou) bonita e gostosa, com uma bunda deliciosa que chamava a atenção onde quer que eu fosse, eu era muito cantada. Mas nunca dei bola, pois amava meu noivo. Todo final de ano havia a brincadeira do amigo secreto, onde os funcionários confraternizavam e enviavam bilhetes uns aos outros, ora engraçados, ora eróticos, por aí afora.
Num desses natais, recebi diversos bilhetes que davam a entender que uma mulher estaria apaixonada por mim, recebia flores junto com os bilhetes, declarações apaixonadas... eu estava para prestar vestibular, e pouco encontrava com meu noivo Geraldo, pois trabalhava o dia todo e ainda estudava. Volta e meia eu estava no atraso em relação ao sexo. Então, esses bilhetes às vezes me deixavam excitada. Qual não foi minha surpresa quando, ao revelar o amigo secreto, descobri que o autor dos bilhetes era o Paulo, um homem moreno, alto, de bigode, fortão. Ele havia escrito os bilhetes daquela maneira porque sabia que jamais desconfiaria. Até então, ele, respeitoso, nunca havia tentado me cantar. A partir daí, pasamos a conversar com mais frequência, especialmente quando havia trabalho no fim de semana.
Em um dia desses, no sábado, Jair, o meu supervisor, estava tentando me passar uma cantada, me convidando para dar uma volta no carro dele, e sugerindo que poderíamos transar no banco de trás, coisa que eu considerava de um mau gosto incrível para alguém que estava querendo sair com uma mulher pela primeira vez. Paulo apareceu e disse: -O que é isso, cara? Uma mulher linda destas merece ser tratada muito melhor. Se fosse eu, e ela não fosse noiva, eu a levaria para o melhor motel da cidade, aquele com piscina, cascata, tudo de melhor... acho que Jair ficou meio sem jeito e foi embora perturbar outra. Ficamos batendo papo, eu e Paulo, como de costume. Mas comecei a reparar melhor nele. Será que estava interessado? Eu andava meio estressada, com trabalho, estudo, e Geraldo nem sempre estava disposto a me aguentar, e nossa vida sexual andava meio parada. Mas fiquei curiosa com aquela história do motel.
Era um final de semana de novembro, acho, quando me deu na telha e perguntei ao Paulo: Aquela história do motel é verdade? E ele: - Como assim?
- Existe mesmo esse motel com cascata? -É sim, é o Le Piège, se você quiser, um dia desses eu te mostro, falou com um sorriso maroto. Pronto, ali estava eu, noiva, e me oferecendo para o cara. Ele viu que fiquei toda vermelha de vergonha, e desconversou.
Chegou o final do ano, e eu tinha que viajar para a casa de meus pais, no interior do Paraná. Tivemos uma reunião de fim de ano, e em seguida eu tinha que ir para a Rodoviária pegar meu ônibus. O Jair se ofereceu para me levar, mas Paulo resolveu me convidar também, e preferi ir com ele. Chegando lá, ele me ajudou a carregar as malas, e na hora de embarcar, eu já com as duas mãos ocupadas com as malas, ele me pegou desprevenida e me deu um beijo na boca. Fiquei surpresa, mas eu já estava esperando por aquilo. Quando voltei da viagem, ele me propôs sairmos juntos, e eu aceitei, pois meu noivo ficaria na casa do pai dele algumas semanas ainda. Fomos ao tal motel: era lindo: três andares, piano, cachoeira, e ele me tratou como uma princesa. Foi chegando de mansinho, conversando, um verdadeiro cavalheiro ( até demais, tanto que tomei a iniciativa). Transamos, e talvez pela ansiedade, não me senti muito à vontade. Mas vinha a surpresa: quando sugeri que podíamos voltar para casa, ele disse: por quê? Ainda mal começamos! E lá estava o membro dele, duro e grosso novamente, pronto para a ação. Ele me penetrou com força, e começou a se movimentar novamente. Tive um orgasmo intenso desta vez. Mais relaxada, notei que ele queria mais. E mais. E mais. O homem era fenomenal, foram sete ou oito naquela noite. Fiquei apaixonada de imediato. Chupei seu caralho, fui enrabada , fizemos de tudo.
Quando Geraldo voltou da fazenda de seu pai, ficou desconfiado por me ver tão alegre e relaxada. Mais ainda quando fomos transar, achou que eu estava meio larga ( o pau de Paulo era muito mais grosso) . Mas eu não liguei, continuei vendo o meu fortão. Ele ia regularmente na minha casa, quando o Geraldo estava tendo aula. E sempre eram muitos orgasmos, chegamos a dar doze num final de semana. Eu estava desnorteada, chegava a fazer marcas na cama para ver se batíamos o recorde. Ele chegava e eu já ia abaixando suas calças e caindo de boca no seu cacete. Fui ficando mais descuidada e ousada, cheguei a convidar o Paulo para ir lá em casa quando o Geraldo estava lá, com a desculpa de que ele ia me ajudar com uma matéria para o vestibular, e quando meu noivo foi ao banheiro, ergui meu vestido , estava sem calcinha, e fiz com que ele me penetrasse ali na sala mesmo, com o risco de que ele aparecesse a qualquer instante.
Fiquei perdidamente apaixonada pelo Paulo, mas ele me dizia que eu deveria casar com o Geraldo, pois seu pai era um fazendeiro rico, e ele , apesar de profissional liberal, não iria me dar o mesmo padrão de vida. Insisti, pensei em largar meu noivo, mas Paulo me fez ver que o casamento não deveria ser só sexo, apesar de que entre nós era perfeito o entrosamento entre os corpos.
Enfim, casei com o Geraldo e fomos morar em uma das fazendas de meu sogro. Fiquei alguns anos sem ver o Paulo, mas um dia, ao visitar minha mãe no interior, quase não acreditei no que vi. Era ele, andando calmamente naquela rua do interior. Parei o carro, e ele ficou surpreso ao me ver. Fomos até a sua casa, e lembramos dos bons tempos. Várias vezes, como antigamente. Infelizmente, meu marido é daqueles que, depois de transar, cai dormindo de lado. O Paulo, não. Eu, após vários orgasmos, desfaleci, mas ele ficou me acariciando e sussurrando coisas doces no meu ouvido. Ao ir embora, deixei um bilhete escondido na sua gaveta, dizendo que eu podia estar casada, mas sempre que nos encontrássemos, eu o consideraria como meu namorado. Soube que ele casou, descasou , não sei por onde anda agora. Mas eu sempre vou lembrar do meu moreno fortão.
Meu nome é Leonice, sou loura, descendente de alemães, e sou casada com o filho de um fazendeiro. Esta história é verídica, e aconteceu há vários anos, quando eu ainda era noiva deste que é meu atual marido. Eu trabalhava no setor de atendimento de uma firma. Como eu era ( e ainda sou) bonita e gostosa, com uma bunda deliciosa que chamava a atenção onde quer que eu fosse, eu era muito cantada. Mas nunca dei bola, pois amava meu noivo. Todo final de ano havia a brincadeira do amigo secreto, onde os funcionários confraternizavam e enviavam bilhetes uns aos outros, ora engraçados, ora eróticos, por aí afora.
Num desses natais, recebi diversos bilhetes que davam a entender que uma mulher estaria apaixonada por mim, recebia flores junto com os bilhetes, declarações apaixonadas... eu estava para prestar vestibular, e pouco encontrava com meu noivo Geraldo, pois trabalhava o dia todo e ainda estudava. Volta e meia eu estava no atraso em relação ao sexo. Então, esses bilhetes às vezes me deixavam excitada. Qual não foi minha surpresa quando, ao revelar o amigo secreto, descobri que o autor dos bilhetes era o Paulo, um homem moreno, alto, de bigode, fortão. Ele havia escrito os bilhetes daquela maneira porque sabia que jamais desconfiaria. Até então, ele, respeitoso, nunca havia tentado me cantar. A partir daí, pasamos a conversar com mais frequência, especialmente quando havia trabalho no fim de semana.
Em um dia desses, no sábado, Jair, o meu supervisor, estava tentando me passar uma cantada, me convidando para dar uma volta no carro dele, e sugerindo que poderíamos transar no banco de trás, coisa que eu considerava de um mau gosto incrível para alguém que estava querendo sair com uma mulher pela primeira vez. Paulo apareceu e disse: -O que é isso, cara? Uma mulher linda destas merece ser tratada muito melhor. Se fosse eu, e ela não fosse noiva, eu a levaria para o melhor motel da cidade, aquele com piscina, cascata, tudo de melhor... acho que Jair ficou meio sem jeito e foi embora perturbar outra. Ficamos batendo papo, eu e Paulo, como de costume. Mas comecei a reparar melhor nele. Será que estava interessado? Eu andava meio estressada, com trabalho, estudo, e Geraldo nem sempre estava disposto a me aguentar, e nossa vida sexual andava meio parada. Mas fiquei curiosa com aquela história do motel.
Era um final de semana de novembro, acho, quando me deu na telha e perguntei ao Paulo: Aquela história do motel é verdade? E ele: - Como assim?
- Existe mesmo esse motel com cascata? -É sim, é o Le Piège, se você quiser, um dia desses eu te mostro, falou com um sorriso maroto. Pronto, ali estava eu, noiva, e me oferecendo para o cara. Ele viu que fiquei toda vermelha de vergonha, e desconversou.
Chegou o final do ano, e eu tinha que viajar para a casa de meus pais, no interior do Paraná. Tivemos uma reunião de fim de ano, e em seguida eu tinha que ir para a Rodoviária pegar meu ônibus. O Jair se ofereceu para me levar, mas Paulo resolveu me convidar também, e preferi ir com ele. Chegando lá, ele me ajudou a carregar as malas, e na hora de embarcar, eu já com as duas mãos ocupadas com as malas, ele me pegou desprevenida e me deu um beijo na boca. Fiquei surpresa, mas eu já estava esperando por aquilo. Quando voltei da viagem, ele me propôs sairmos juntos, e eu aceitei, pois meu noivo ficaria na casa do pai dele algumas semanas ainda. Fomos ao tal motel: era lindo: três andares, piano, cachoeira, e ele me tratou como uma princesa. Foi chegando de mansinho, conversando, um verdadeiro cavalheiro ( até demais, tanto que tomei a iniciativa). Transamos, e talvez pela ansiedade, não me senti muito à vontade. Mas vinha a surpresa: quando sugeri que podíamos voltar para casa, ele disse: por quê? Ainda mal começamos! E lá estava o membro dele, duro e grosso novamente, pronto para a ação. Ele me penetrou com força, e começou a se movimentar novamente. Tive um orgasmo intenso desta vez. Mais relaxada, notei que ele queria mais. E mais. E mais. O homem era fenomenal, foram sete ou oito naquela noite. Fiquei apaixonada de imediato. Chupei seu caralho, fui enrabada , fizemos de tudo.
Quando Geraldo voltou da fazenda de seu pai, ficou desconfiado por me ver tão alegre e relaxada. Mais ainda quando fomos transar, achou que eu estava meio larga ( o pau de Paulo era muito mais grosso) . Mas eu não liguei, continuei vendo o meu fortão. Ele ia regularmente na minha casa, quando o Geraldo estava tendo aula. E sempre eram muitos orgasmos, chegamos a dar doze num final de semana. Eu estava desnorteada, chegava a fazer marcas na cama para ver se batíamos o recorde. Ele chegava e eu já ia abaixando suas calças e caindo de boca no seu cacete. Fui ficando mais descuidada e ousada, cheguei a convidar o Paulo para ir lá em casa quando o Geraldo estava lá, com a desculpa de que ele ia me ajudar com uma matéria para o vestibular, e quando meu noivo foi ao banheiro, ergui meu vestido , estava sem calcinha, e fiz com que ele me penetrasse ali na sala mesmo, com o risco de que ele aparecesse a qualquer instante.
Fiquei perdidamente apaixonada pelo Paulo, mas ele me dizia que eu deveria casar com o Geraldo, pois seu pai era um fazendeiro rico, e ele , apesar de profissional liberal, não iria me dar o mesmo padrão de vida. Insisti, pensei em largar meu noivo, mas Paulo me fez ver que o casamento não deveria ser só sexo, apesar de que entre nós era perfeito o entrosamento entre os corpos.
Enfim, casei com o Geraldo e fomos morar em uma das fazendas de meu sogro. Fiquei alguns anos sem ver o Paulo, mas um dia, ao visitar minha mãe no interior, quase não acreditei no que vi. Era ele, andando calmamente naquela rua do interior. Parei o carro, e ele ficou surpreso ao me ver. Fomos até a sua casa, e lembramos dos bons tempos. Várias vezes, como antigamente. Infelizmente, meu marido é daqueles que, depois de transar, cai dormindo de lado. O Paulo, não. Eu, após vários orgasmos, desfaleci, mas ele ficou me acariciando e sussurrando coisas doces no meu ouvido. Ao ir embora, deixei um bilhete escondido na sua gaveta, dizendo que eu podia estar casada, mas sempre que nos encontrássemos, eu o consideraria como meu namorado. Soube que ele casou, descasou , não sei por onde anda agora. Mas eu sempre vou lembrar do meu moreno fortão.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 11 visualizações