Após anos de uma vida heterossexual, resolvi sair do armário após me torna independente, 1ª parte
Sou um gay que estava no armário até os dias de hoje, digo: sexta-feira, 3 de março de 2023; tenho 27 anos já tive algumas relações heterossexuais, cheguei a casar para satisfazer aos meus familiares e sociedade machista de um população do interior do estado do Rio de Janeiro. Que após entrar em uma universidade partícula no curso de psicologia, resolvi deixar de lutar contra o meu ‘eu’ e sentir prazer pelo qual eu nasci, que é para sentir prazer e dá ao um macho, que nos meus imaginários, seria: dotado, safado e carinhoso.
Foi quando após conquistar uma vida financeiramente independente, por trabalhar por alguns anos em assessoria política de alguns políticos mais influentes do nosso país em Brasília, e ter me divorciado, voltei para o Rio de Janeiro, Baixada Fluminense de onde eu sou oriundo; comprei uma casa no município de Mesquita, bairro Chatuba local até então desconhecido por mim; minha residência se destacava entre as demais da localidade.
Como eu estava decidir expor para o mundo a minha homossexualidade oculta até então, passei a a usar doses generosas de hormônios femininos, (que eu sabia que devido a minha idade avançada pouco mudaria o meu corpo) passei a usar shortinhos minúsculos que na maioria das vezes ficava enterradas em minha bunda deixando visível minha pernas grossa e roliças; pequenas camisetas que deixava amostra meu umbigo e minha cinturinha afinada; Que em cada desfile pelas ruas do bairro era motivo de olhares críticos da religiosas e de elogios dos machos que me comiam com os olhares.
Até que eu fiz amizade com uma funcionária que trabalhava de caixa do mercado, que iremos chama-la de ‘Maria’ que fazia parte da família que foi uma das primeiras a residir no bairro, sendo assim uma das mais respeitada e considerada na localidade; só que até então nos conversávamos sobre assuntos corriqueiros, até que ela olhando as minhas veste, disse: suas roupas são muito audaciosas para o bairro, toma cuidado você pode ter problemas com a comunidade.
Foi quando surpreso eu indaguei: você acha?
Ela com o conhecimento que tinha do bairro, disse: tenho certeza!
Eu decepcionado respondi: eu só quero viver a minha vida sem incomodar ninguém e ser feliz, continuei: que horas você sai do trabalho?
Como ela trabalhava no primeiro turno, disse: eu saio às 14 horas;
Então perguntei: você sabe onde eu moro?
Ela sorrindo disse: todos conhecem a sua casa!
Eu: que tal você tomar um café comigo ao sair dos seu trabalho!
Ela sorrindo respondeu: tudo bem: estarei as 15 hora na sua casa.
As 15 horas em ponto, ela estava tocando o interfone do meu portão; eu liberei o portão automática para sua entrada, conduzindo ela até a sala e servindo um suco de laranja com algumas guloseimas; iniciando o diálogo abaixo:
Eu: Maria, você me deixou preocupado com suas palavras sobre as minhas roupas, eu não quero ter problemas com ninguém; escolhi esse lugar para passar uma boa temporada.
Ela: qual o seu nome?
Eu: pode me chamar de Lucas!
Ela: esse bairro é um local que tem muita violência, dominado por religiosos que são contrários a homossexualidade; sendo assim as veste são agressivas a suas tradições.
Eu: o que você sugere?
Ela: com relação a religião é mais complicado, mais com relação a violência e bem mais fácil!
Eu: como assim!
Ela: o dono da boca de fumo é meu primo, ele foi quem pediu para conversar com você para amenizar a situação; mas, tem algo que eu quero que saiba, “ele perdeu a sua ficante na última troca de tiro com a facção rival, (uma bela travesti que satisfazia seu desejos nos últimos três anos) olha amigo se ele está preocupado com você é porque você o agradou.
Eu; como ele é?
Ela: como você pode imaginar é negro como eu, magro, auto, segundo dizem com uma pica que é a razão de disputas de muitas mulheres, gay da nossa comunidade.
Eu: como você acha que ele pode resolver esse blogleo com relação a mim e a comunidade?
Ela: horas Lucas, é só você ser atencioso e carinhoso com ele e ele vai seu porto seguro no bairro e ninguém vai destratar você.
Eu: tudo bem, mais tem uma coisa que eu quero que saiba! Eu saiu do armário a pouco tempo, e meu cu é virgem, ele será o meu primeiro macho, espero que ele seja carinhoso, entendeu!
Ela; caramba Pedrão se deu bem, vai comer cu virgem?
Eu: é isso mesmo explica tudo pra ele!
Ela; claro Lucas, ele vai adorar tirar as suas pregas com aquela pica grande, grosso, de chapeleta arredondada; se prepara porque o homem é um cavalo.
Agendamos para que o Pedrão estaria em minha casa naquele mesma noite por volta das 22 horas, para que padecemos nos conhecer e solucionar o meu problema com a comunidade.
Após fazendo a minha chuca, depilar o meu corpo, untando de óleo aromático, o interfone tocou no horário agendado, indaguei: quem é?
Ele com uma voz autoritária, disse Pedrão!
Liberei o portão dando acesso a negro de uns 2 metros de altura, careca, vestindo uma bermuda de linho branca deixando visível um volume de pica considerável , camisa polo junta ao tórax e uma sandalha de couro marrom de número 46.
Sem duvida é um lindo macho!
Continua ou não?
Foi quando após conquistar uma vida financeiramente independente, por trabalhar por alguns anos em assessoria política de alguns políticos mais influentes do nosso país em Brasília, e ter me divorciado, voltei para o Rio de Janeiro, Baixada Fluminense de onde eu sou oriundo; comprei uma casa no município de Mesquita, bairro Chatuba local até então desconhecido por mim; minha residência se destacava entre as demais da localidade.
Como eu estava decidir expor para o mundo a minha homossexualidade oculta até então, passei a a usar doses generosas de hormônios femininos, (que eu sabia que devido a minha idade avançada pouco mudaria o meu corpo) passei a usar shortinhos minúsculos que na maioria das vezes ficava enterradas em minha bunda deixando visível minha pernas grossa e roliças; pequenas camisetas que deixava amostra meu umbigo e minha cinturinha afinada; Que em cada desfile pelas ruas do bairro era motivo de olhares críticos da religiosas e de elogios dos machos que me comiam com os olhares.
Até que eu fiz amizade com uma funcionária que trabalhava de caixa do mercado, que iremos chama-la de ‘Maria’ que fazia parte da família que foi uma das primeiras a residir no bairro, sendo assim uma das mais respeitada e considerada na localidade; só que até então nos conversávamos sobre assuntos corriqueiros, até que ela olhando as minhas veste, disse: suas roupas são muito audaciosas para o bairro, toma cuidado você pode ter problemas com a comunidade.
Foi quando surpreso eu indaguei: você acha?
Ela com o conhecimento que tinha do bairro, disse: tenho certeza!
Eu decepcionado respondi: eu só quero viver a minha vida sem incomodar ninguém e ser feliz, continuei: que horas você sai do trabalho?
Como ela trabalhava no primeiro turno, disse: eu saio às 14 horas;
Então perguntei: você sabe onde eu moro?
Ela sorrindo disse: todos conhecem a sua casa!
Eu: que tal você tomar um café comigo ao sair dos seu trabalho!
Ela sorrindo respondeu: tudo bem: estarei as 15 hora na sua casa.
As 15 horas em ponto, ela estava tocando o interfone do meu portão; eu liberei o portão automática para sua entrada, conduzindo ela até a sala e servindo um suco de laranja com algumas guloseimas; iniciando o diálogo abaixo:
Eu: Maria, você me deixou preocupado com suas palavras sobre as minhas roupas, eu não quero ter problemas com ninguém; escolhi esse lugar para passar uma boa temporada.
Ela: qual o seu nome?
Eu: pode me chamar de Lucas!
Ela: esse bairro é um local que tem muita violência, dominado por religiosos que são contrários a homossexualidade; sendo assim as veste são agressivas a suas tradições.
Eu: o que você sugere?
Ela: com relação a religião é mais complicado, mais com relação a violência e bem mais fácil!
Eu: como assim!
Ela: o dono da boca de fumo é meu primo, ele foi quem pediu para conversar com você para amenizar a situação; mas, tem algo que eu quero que saiba, “ele perdeu a sua ficante na última troca de tiro com a facção rival, (uma bela travesti que satisfazia seu desejos nos últimos três anos) olha amigo se ele está preocupado com você é porque você o agradou.
Eu; como ele é?
Ela: como você pode imaginar é negro como eu, magro, auto, segundo dizem com uma pica que é a razão de disputas de muitas mulheres, gay da nossa comunidade.
Eu: como você acha que ele pode resolver esse blogleo com relação a mim e a comunidade?
Ela: horas Lucas, é só você ser atencioso e carinhoso com ele e ele vai seu porto seguro no bairro e ninguém vai destratar você.
Eu: tudo bem, mais tem uma coisa que eu quero que saiba! Eu saiu do armário a pouco tempo, e meu cu é virgem, ele será o meu primeiro macho, espero que ele seja carinhoso, entendeu!
Ela; caramba Pedrão se deu bem, vai comer cu virgem?
Eu: é isso mesmo explica tudo pra ele!
Ela; claro Lucas, ele vai adorar tirar as suas pregas com aquela pica grande, grosso, de chapeleta arredondada; se prepara porque o homem é um cavalo.
Agendamos para que o Pedrão estaria em minha casa naquele mesma noite por volta das 22 horas, para que padecemos nos conhecer e solucionar o meu problema com a comunidade.
Após fazendo a minha chuca, depilar o meu corpo, untando de óleo aromático, o interfone tocou no horário agendado, indaguei: quem é?
Ele com uma voz autoritária, disse Pedrão!
Liberei o portão dando acesso a negro de uns 2 metros de altura, careca, vestindo uma bermuda de linho branca deixando visível um volume de pica considerável , camisa polo junta ao tórax e uma sandalha de couro marrom de número 46.
Sem duvida é um lindo macho!
Continua ou não?
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 0 visualizações