Iniciei aos 54 dando o cu para um garoto
Pensei, pensei e mesmo que alguém possa me reconhecer é porque faz ou faz parte da minha vida. Meu nome é Miguel, tenho 54 anos, professor aposentado, um pouco grisalho, 1,70m, pele clara e um corpo definido, mas não sarado, divorciado, sem filhos, fumante, beberrão e morando apenas com torresmo, meu cão vira latas. Minha orientação sexual hoje (porque até meu divorcio era puro hétero) é bem complicada, curto zoofilia, curto outros homens e se aparecer mulheres. Moro em Piracicaba - SP, num sobrado de 3 quartos (uma suíte), uma sala grande, uma cozinha pequena, um quintal mediano e uma garagem para 2 carros, o que poderia ser um problema, que é ser em frente a uma praça poliesportiva caindo aos pedaços, quando me mudei já na primeira noite, da janela do meu quarto eu via uma quantidade enorme de garotos, com idade variando de 12 a 20 anos. Porém o que podia me causar transtorno, se tornou um prazer imenso. Já na primeira semana, eu assistindo TV ouço alguém no portão, sai e vi 4 garotos de seus 15 anos e eles então pediram se podiam tomar água na torneira da garagem. Mesmo não os conhecendo, fui simpático, abri o portão e eles entraram, enquanto se revezavam bebendo, praticamente me entrevistaram sobre eu ter mudado ali e um deles, um garoto lindo de 15 anos (e pelo que observei, o maior de todos os garotos) se mostrava o mais desinibido e isso me chamou muito atenção. Daquele dia em diante, comecei a deixar o portão aberto e toda vez que eles apareciam eu só dizia para entrarem. Era um domingo a tarde, de muito calor e eu ouvi o garoto chamar, eu só de cueca, fumava esparramado em um pufe e como sempre disse para entrar. A porta da sala estava aberta e quando me dei conta o garoto estava parado olhando para mim, assim que o vi ele disse: - acho que acabou a água da rua, não sai uma gota. Eu me levantando disse: - perae que vou colocar uma roupa. E atrevido ele foi entrando e já na sala disse: - que nada, fica assim mesmo. E completou: - posso tomar água na cozinha. Confuso e intrigado com o atrevimento do garoto, concordei e ele foi a cozinha. Assim que ele voltou começou a me fazer um monte de perguntas e eu que já estava confuso, pedi para ele sentar no sofá e com calma disse: - tenha calma, o que você quer saber? Ele: - ah, tem uma galera ai que acha que você é bicha. Ri muito e respondi: - acha que sou bicha? Ai o silencio do garoto me deixou cabreiro. Devo confessar que já sentia um enorme prazer em assistir vídeos gays, mas aquela situação estava estranha demais. E sem clima nenhum mais, ele foi embora, porem aquela situação me deixou uma dúvida, deveria ou não tentar trepar com outro homem? Alguns dias depois, a situação se repete, quando vejo o garoto, estava na porta novamente, convidei ele a entra, ele se sentou no sofá, eu peguei um cinzeiro, coloquei ao lado do pufe, me esparramei e acendi um cigarro. Fiquei durante um tempo olhando aquele garoto sem camisa e suado ali no sofá e num sopro de coragem disse: - você ainda não me respondeu? Ele me olhava e só dava uns sorrisinhos, insisti e disse: - acha né, então porque veio aqui de novo, dessa vez não foi para tomar água. Ai ele resolveu falar: - ah de verdade eu não sei, mas acho que você é um coroa maneiro. Ai não foi mais um sopro, foi uma ventania que me bateu, eu me levantei já apagando o cigarro, fui até o sofá, me sentei ao seu lado e disse: - e se eu falar que sou bicha, ai a gente vai dar uma trepada é isso? Para minha surpresa ele me olhando fixamente responde: - se você for bicha e me der uma grana a gente trepa. Ai me surpreendi ainda mais e disse: - então fecha o portão lá da frente para mim. E enquanto o garoto foi pensei “puta que pariu, que que eu tô fazendo, ainda mais com um moleque” nisso ele entra de volta e começa a vir na minha direção até parar na minha frente, instintivamente comecei a baixar seu calção até tirar e ali com ele nu na minha frente peguei em seu pau e comecei a acariciar, enquanto crescia e endurecia na minha mão e eu observando todos os detalhes daquele pau, de quase 20 cm, com a cabeça exposta, bem vermelha, com algumas veias aparente e com os pelos parecendo que haviam sido aparados, em cima de uma saco relativamente pequeno e rosa. Ouço então o garoto, dizer: - chupa ele. Olhei e ele me olhava fixamente, senti medo, mas a vontade de experimentar era tanta que coloquei aquele pau na boca e sem noção ou experiência comecei a chupar ao mesmo tempo em que acariciava seu saco, meu medo começou a se transformar em tesão e comecei então a ficar de pau duro, então me levantei e me livrei da bermuda, nu olhei para ele e disse: - onde prefere, aqui ou no quarto. Ele: - aqui. Me levantei e me deitei de costas no pufe, levantei as pernas e me escancarei, quando ele veio em minha direção, eu com adrenalina a milhão, lambuzei o cu com cuspe e esperei. O Garoto então se ajoelhou entre minhas pernas, esfregou a cabeça do pau em meu cu e começou a enfiar, meio que ardia e ao mesmo tempo era bom, na verdade assim que ele encostou o saco em mim e começou e estocar, os estalos do seu corpo em mim, me deixavam ainda com mais tesão e com o pau prestes a explodir. Segurando com as duas mãos em seu corpo e vendo ele me comendo eu sentia que assim pegasse meu pinto na mão iria gozar, então retardei ao máximo, mas chegou uma hora que soltei de seu corpo e comecei a bater uma punheta sentindo seu pau entrando e saindo do meu cu, comecei a gozar em cima de mim mesmo, a porra veio até meu pescoço e quando eu só acariciava a meu pinto, o garoto tirou o pau de mim colocando em cima do meu pinto começou a gozar, me dando mais tesão ainda, notei que seu pau estava sujo e rápido peguei ele na mão e disfarçando esfreguei ele em mim, em meus pelos e na porra, ai disse: - sobre se lavar que eu também preciso. Enquanto ele se lavava na pia mesmo, eu me lavei no banho e ainda nus, descemos a sala novamente, peguei minha carteira enquanto ele se vestia, fui até ele entregando R$ 50,00 e disse: - tá bom isso. ele pegando rápido o dinheiro respondeu: - maravilha. E já se encaminhando para a porta, eu então o acompanhei até o portão, abri e enquanto saia ele disse: - toda vez que quiser é só dar um toque. Respondi que procuraria ele sim e entrei.
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Guel Piracicaba
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