Se a namorada não dá, a Liza dá!
Então não tive duvidas, parti pra cima da minha namorada. Mandei mensagem pra ela, dizendo que estava com saudade e que precisava muito dela comigo, joguei aquele papo de quando o cara quer caçar. Pra minha infelicidade ela não estava em um bom humor, e ainda por cima menstruada, o que me desanimou fortemente.
Morava com meus pais na época e bater punheta não era uma opção, estava na seca a uns 10 dias e punheta a aquela altura não resolveria meus problemas.
...
Era uma quinta feira de tarde, meus pais trabalhavam fora o dia todo, mas eu ficava sozinho as tardes normalmente. Havia uns amigos que quase sempre estavam por lá e naquela tarde um amigo meu chamado Diogo, havia ido lá em casa pra gente ver um jogo da Champions League, que passava no canal a cabo.
Diogo chegou por volta das 14h e meus pais haviam saído pouco antes disso. Ou seja, mal tive tempo pra bater uma pelo menos e dar aquela aliviada na tensão que o cara fica quando foca muito tempo sem comer uma bucetinha ou arrombar um cuzinho.
Diogo chegou e ficamos na sala vendo TV, passava o programa pré-jogo, ficamos de papo, e eu toda hora passava a mão por cima do short, não sei porque, mas tinha e ainda tenho essa mania quando estou com tesão. Ficamos batendo papo sobre futebol faculdade e tudo mais, até que surge o assunto de putaria, mulheres e bucetas.
Diogo era o típico cara que comia todas. Corpo bacana, não malhado mas bem definido pelos jogos de futebol do grupo. Cabelos pretos lisos e sempre usando camiseta de time, dizia que camiseta de time ajudava a comer mulher. Apesar de que sempre duvidei desata tese dele kkk
Ficamos nesse assunto de mulher e putaria quando me pego segurando firme minha própria rola e já estava dura. Diogo me olha e diz: - Puta que pariu mano, tu tá de pau duro só de falar em buceta. Tá na seca é? kkkkk Caindo na risada.
- Porra Diogo, tu fica falando essas merda, eu tô a uns 10 dias em saber o que é uma buceta engolindo meu pau, Fer****a (minha namorada na época) não ta liberando pra mim.
- Não acredito mano. Pula fora desse namoro.
Amos caímos na risada e ficamos de papo até a hora do jogo.
Mas nada me tirava da cabeça a vontade de fuder. No intervalo do jogo, fui na cozinha pegar Coca Cola e uns salgadinhos, quando vejo minha cadelinha Liza brincando com uns potinhos de planta que minha mão tinha. Nao deu outra, pau pulou nas calças e logo pensei: - É hoje que vou comer essa putinha de novo...
...
Terminado o jogo, Diogo foi embora e eu ainda tinha 1h e 20min até meus velhos chegarem e poderia aproveitar esse tempo pra traçar a Liza. Fazia um tempo que eu não me ligava de comer ela. Mas naquela tarde, ela tinha que ser minha e eu não apenas queria, como necessitava atolar meu pau nela até leitar gostoso.
Saí lá fora, olhei pros lados, hão havia quase ninguém na rua, passei a chave no portão e retornei pra dentro chamando a Liza pro que meu quarto. Ela como sempre, veio festejando e pulando, e pulando também estava meu pau dentro da cueca. Tratei de tirar a roupa e fechei a porta do quarto, peguei um tudo de gel lubrificante que tinha no roupeiro e coloquei ela em cima da cama, já forrada com um lençol velho pra não ficar pêlos.
Liza sabia o que ia acontecer, saltitava e estava eufórica. Sabia que aquele que tinha tirado sua virgindade e por muitas vezes, havia lhe torado a buceta, agora seria de novo o invasor de suas carnes. Ela gostava da ideia.
Fiquei completamente pelado e coloquei ela de barriga pra cima no canto da cama, abrindo suas pernas, apreciando aquela visão maravilhosa de ver uma bucetinha de cadela fechada e se abrindo quando arregaça as pernas. Seus beicinhos coladinhos, pretos por fora e rosinhas por dentro, me lembrava das nossas transas no Kitnet da faculdade e óbvio, o pau pulsava que estalava na barriga.
Fiquei admirando por um tempo, e num ato rápido e sem muito pensar, caí de boca naquela buça, sentindo o gosto agridoce e me deliciando com seu sabor. Ela pouco esboçou alguma reação, permanecia estática, entregue ao seu macho.
Chupei com gosto, vontade e tesão. Com uma das mãos segurava suas pernas, e com a outra comecei a meter um dedo em sua buceta, agora já molhada pela minha saliva e seus beicinhos já não estavam mais próximos um do outro, já se percebia suas carnes róseas e bem molhadas por mim.
Sem muito me conter, metia um, depois dois dedos, fazia vai e vem e sem sentir mais resistência, resolvi que era hora de meter meu pau, que de tanto tesão a cabeça parecia explodir de tão rígida.
Tenho um pau normal, 16 cm, grossura normal, porém bem cabeçudo. Vermelhão.
Antes de tirar a boca, introduzi o que pude da minha língua pra dentro, chegava arder a ponta da língua de tão quente que era, cuspi bem, lambuzei meu pau, e me posicionei de frente a ela, tipo frango assado, e passei gel no meu pau pra facilitar o trabalho e principalmente pra não correr o risco de machucar ela.
...
Estava de frente pra ela, pau duro como pedra, segurava suas pernas comas mãos e com uma leve ajuda, encaixei a cabeça da minha pica na entrada de sua buceta, já molhada e pronta pra me receber. Liza estava parada, quieta, cabeça levemente vidara pro lado e com a língua pra fora, parecia esperar seu macho adentrar suas carnes.
Com um movimento pra frente, minha cabeça do pau abriu de leve um espaço entre seus lábios, que devido ao gel e as chupadas bem molhadas que dei, estava deslizando deliciosamente pra dentro sem nenhuma dificuldade apesar dos vários dias sem fude-la.
Mia um pouco pra frente e senti entrar mais, então fui mais, Liza soltou um gemidinho de leve que me deu um arrepio misturado com tesão e me deu coragem pra ir mais fundo, e assim eu fiz. Fui mais pra frente, e de novo ela gemeu, sentia a cabeça do meu pau e pouco mais entrar e sim, estava pegando fogo, ela estava muito quente e bem molhada, o que me deu ânimo que querer ainda mais. Segurei o pau com uma das mãos e auxiliei a entra ainda mais, no intuito de fazer aquela curvinha que toda cadela tem, mas que se colocar de frango assado a curva a inverte pra baixo, e quando a cabeça do pau chega nesse ponto, meu amigo... segura onde der, porque não há comparação de algo que seja tão gostoso.
Lembro que empurrei e ela gemeu, mas a esta altura não prestava atenção em mais nada a não ser no prazer que eu sentia.
Entrei inteiro, todo e complemente dentro dela. Senti encostar as bolas, e fiquei em êxtase por um tempo...sentindo cada aperto e cada centímetro daquela buceta dela.
Recuperado um pouco, comecei movimentos leves e ritmados de entrar e sair de dentro, puxava o pau deixando a cabeça dentro e empurrava de novo. Indo até o fundo dela. Fiquei nessa brincadeira por um tempo e logo veio a vontade de gozar, então tirei o pau, coloquei ela de ladinho, e soquei de novo. Socava mais forte agora, não mais me importava em nada, estava dominado pelo instinto animal de fuder uma fêmea.
Socava e gemia, queria fuder, e ali estava minha cadela, entregue a mim como uma fêmea deve estar ao seu macho. Gemia e falava palavrões.
-Ahhh, Liza gostosa! Bucetuda! Delícia! Delícia de buceta! Ahhh! Ahhh!
Liza com a língua pra fora, de ladinho, com minhas mãos por cima do seu corpo, aguentava as roladas, e por vezes me olhava com olhar triste, estranhando talvez toda aquela agressividade que eu estava tendo. Mas eu estava tomado pelo tesão. Estava possuído de desejo e só queria enterrar cada pedaço de mim dentro daquela buceta que agora sem resistência nenhuma recebia meu membro e com os movimentos, e a umidade fazia barulhos que me deixavam ainda com mais tesão...ploc..ploc...ploc..ploc.... - Ahhhhh, que delicia! Buceta Gostosa! Ahhhh! Uhhhh! Ahhhhh! Ahhh! Uhhhh! Ahhh! Ahhh! Ahhhhhhhhhhhhhhhh! ... Não me contive e gozei muito, gozei pra caralho, gozei litros dentro, fora e em volta, na hora ela dá um pulo e meu pau escapa da buceta e jorro porra por cima da cama, sujando lençóis e travesseiro e até na parede do quarto.
...
Atirado na cama, sujo de porra, escutava ela se lambendo toda, limpando o estrago e todo leite que seu macho acabara de fazer. Procuro me recompor, arrumar a bagunça e tomar um banho. Antes disso, solto ela pra fora no pátio, não sem antes visualizar sua buceta, que estava inchadinha, vermelha e muito mais suculenta. Como recompensa, coloco uma dose extra de ração, troco água e dou até salgadinho que antes eu e o Diogo comíamos na hora do jogo.
Quando meus pais chegaram, tudo estava como antes, exceto uma coisa: Eu estava muito mais relxado, pois havia comida uma bucetinha!
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