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Abusado no banheiro da escola

📅 Publicado em: 24/12/2024 19:43

👤 Autor: frenetico

🏷️ Tags: #Assédio #Gay #Teen
Tenho 1,72 de altura, magro, branco com cabelos curtos castanhos, e tenho 17 anos atualmente. Na época, eu tinha só 14 anos, e estudava em uma escola estadual. Meu turno era pela tarde, e a escola tinha tipo um grupo de estudos com muita gente, por volta de umas quarenta pessoas. Quando dava 17 horas, a gente ficava uma hora e meia a mais pra estudar, e o grupo se dividia em 2, ficavam 25 em uma sala, e 25 em outra.

Em uma terça-feira, as aulas tinham acabado, e fomos para a sala estudar, mas com uns 10 minutos, fiquei com vontade de ir ao banheiro urinar, e fui. O banheiro tinha acabado de ser reformado, então tava tudo muito novo, inclusive, tinha umas 3 cabines com portas, com as trancas novinhas. Então, eu entrei no último, tranquei a porta e mijei. Até aí tudo bem, quando de repente, eu abro a porta do que eu estava, e um cara pouco mais alto que eu, forte e branco na frente, ele me empurrou pra dentro, e eu tentei me segurar nas paredes para não bater no vaso sanitário. Lembrando, que a minha escola era do 8° ao 3° ano do ensino médio, acho que ele já estava no ensino médio. Enquanto eu me segurava, ele trancou a porta e socou o meu rosto. Me sentei no vaso, e fiquei meio zonzo por causa da pancada. Ele começou a tirar a camisa dele, e folgou o cinto, e baixou as calças. O pênis dele subiu ereto, longo, com uns 16 cm. Eu me levantei, mas ele agarrou meu pescoço, e me fez sentar de novo.

Ele: tira a camisa, agora!

Eu ia gritar, mas ele percebeu antes e arrochou meu pescoço ainda mais, estava sem ar.

Ele: se você gritar, vou te arrebentar, muleque. Entendeu?

Eu tentei afirmar com a cabeça, e ele folgou mais, mas não tirou as mãos do meu pescoço. Eu tirei minha camisa, e ele foi puxando a minha calça e minha cueca pra baixo, olhando para mim, pra ver se não gritaria. Estava com muito medo, por isso fiquei calado, ele tinha braços muito musculosos. Ele me empurrou do vaso, me colocou de pé e se sentou. Começou a bater uma, pra o pau dele ficar duro, porque tinha ficado mole.

Quando o pau dele subiu, ele ficou olhando para o meu corpo.

Ele: vem cá, gatinho.

Eu: por favor, deixa eu ir...

Ele: venha cá agora, porra!

Ele não gritava tão alto porque acho que tinha medo de ouvirem. Eu cheguei perto dele, e ele me fez sentar no colo dele(mas não no pau), nessa hora eu tremi, mas ele começou a me masturbar. Eu estava começando a ficar excitado, e ele começou a falar algumas putarias, então não resisti por muito tempo.

Ele: nunca fez isso né? Seu gostoso, putinho. Vou te fazer gozar, muleque.

Eu gozei muito na mão dele, nunca tinha feito sexo, só batia uma sozinho. Gemi muito, e já estava começando a ficar suado. Ele pegou a porra, e mandou eu me levantar.

Ele: vira, e fica de costas pra mim.

Eu virei e ele começou a massagear minha bunda magrinha.

Ele: nossa, vai acabar sangrando.

Nessa hora eu me assustei, e tentei abrir a porta, ele puxou meu braço com as mãos cheias de gozo, e começou a esfregar na minha bunda, e colocou dois dedos no meu buraco, nisso eu já gemi e me encolhi.

Ele: deixa disso, seu viadinho, aguenta tua porra.

Ele me fez sentar no pau dele e encaixou com tudo, fazendo meu cu arder e doer. Eu gritei baixo, mas ele colocou uma mão na minha boca, e falou no meu ouvido pra não gritar, que eu era a puta dele. Começou a meter em mim com força, e eu só sabia gemer e chorar de dor, e dizia coisas do tipo:

Eu: ai, vai devagar, por favor, tá doendo.

Mas quanto mais eu falava, mais ele metia com força, então tentei me calar. Ele ficou me bombando por uns cinco minutos nessa mesma posição, depois me ajoelhou, ficou em pé e disse:

Ele: vou gozar na sua boca, porque tô com pena de você.

Ele começou a meter na minha boca, bem profundo, até o fundo da garganta, e quando via que eu ia vomitar, parava. Ficou assim por uns cinco minutos, e encheu minha boca de porra, gemendo muito. Depois disso ele se limpou com papel, e saiu do banheiro. Nunca contei para ninguém, me limpei, fui na minha sala, peguei minha mochila e simplesmente fui embora da escola.
Nenhuma reação ainda.

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