Flagrei meu melhor amigo metendo na minha filhilha pequena - e agora?
Mas a situação é a seguinte. Eu sou separado e tenho duas filhas, de 9 e 7 anos. Eu separei tem 5 anos pq minha ex me traiu com um amigo meu. Eles tavam tendo um caso debaixo do meu nariz e eu não saquei, só percebi mesmo qdo peguei os dois no flagra. Eu por mim perdoaria, sou um cara pacífico, mas cometi o erro de contar pro meu irmão, que falou pra minha mãe, e aí ficaram me cobrando separar. E eu separei.
Agora eu tenho guarda compartilhada das minhas duas filhas, mas passo a maior parte do tempo com elas pq eu trabalho de casa e minha ex além de trabalhar fora costuma sair muito e troca de namorado com frequência. Pra não expor as meninas, prefiro deixar mais elas aqui mesmo.
Só que a mais velha começou a ter problemas no colégio depois da separação. Dificuldades de aprendizado, de concentração. Eu tento ensinar mas não sou bom em todas as matérias.
Tenho um grande amigo de muitos anos, o Afonso, que é casado. Eu tenho 36 e o Afonso tem 41. Ele se ofereceu pra ensinar as meninas nas matérias que eu tenho mais dificuldade. Eu sou bom em exatas. Ele é bom em humanas. É um cara muito gente boa, cheio de lábia. Entende de política, economia, psicologia, tudo. O tipo de cara bom de conversar quando você não tá legal e quer ficar pra cima pq ele sempre sabe o que dizer. Eu tenho mta consideração por ele pq ele ficou do meu lado qdo separei. Deu mta força, saía comigo. Era quem tava do meu lado nas horas mais difíceis.
Então, eu confiava assim... 200% nele.
Tanto que nem pensei duas vezes em deixar ele com as meninas ensinando enquanto eu trabalhava. Ele preferia ir lá em casa pq na casa dele tinha a mulher e os dois filhos adolescentes e barulhentos dele. Lá em casa, tinha o quarto delas, com uma escrivaninha grande e uma estrutura toda bacana que eu montei pra elas brincarem e estudarem.
Aí, nos primeiros dias, ficou combinado que ele ia ensinar elas dois dias por semana: terça e quinta. Eu ficava no escritório trabalhando. Sou desenvolvedor de TI e trabalho por projeto, então tinha que me concentrar e tinha prazo pra entregar programas prontos ou atualizações.
Deu certo, elas tavam melhorando no aprendizado, e logo depois do primeiro mês, ele se ofereceu pra ensinar todas as disciplinas pq tava desempregado e viu que eu tava mt ocupado. Achei bacana. Então, ele passou a ir toda tarde lá pra casa. As meninas adoram ele e a Maria Flor, que é a mais velha, tava mt apegada a ele. Só queria saber de ficar agarrada no colo dele.
A Maria Letícia tinha certo ciúme e vinha agarrar comigo, mas eu notava que competia a atenção. Pra mim, era normal.
Depois da aula, era a hora que eu largava, depois das 18h, e a gente sempre ficava lá em casa tomando cerveja, vendo jogo e papeando.
A gente tava na primeira semana com o Afonso indo lá todo dia e eu notei uma coisa estranha. Fui na cozinha buscar cerveja, mas como tinha duas marcas, voltei pra perguntar qual que ele queria. Quando voltei, ela tava abraçada no pescoço dele, que tinha o braço por trás das costas dela, entrando por baixo do vestido. Ela ria e empinava a bundinha.
Eu fui falando...
- Ei, Af..
Ele levou um susto e tirou a mão rápido. Ela também se assustou.
Perguntei da cerveja. Ele riu e respondeu, eu voltei pra pegar as cervejas e sentei... Fiquei sem jeito, mas perguntei.
- O que vc e a Maria Flor tavam fazendo?
- Eu tava fazendo cosquinha na barriga dela. Ela adora brincar disso.
Aquilo me aliviou. Não era nada demais. Fiquei envergonhado de desconfiar dele, afinal era meu grande amigo e se ofereceu pra ajudar minhas meninas. Eu não queria ser sem consideração e perder a amizade dele.
Então, mesmo vendo outras vezes ele metendo a mão embaixo do vestidinho dela, eu não ligava, pq sabia que não tinha nada demais. Por mais que parecesse que a mão não alcançava a barriguinha, eu não podia ficar maldando dele.
Uns três dias depois, eu tava trabalhando e entreguei um projeto mais cedo. Dei uma pausa na programação. Resolvi ser um pai e amigo bacana e fui lá preparar uns lanches pra eles. Preparei misto quente e suco e levei no quarto.
Quando fui lá, a porta tava trancada. Eu estranhei. Bati...
- Meninas? Afonso? Abram aqui..
Ouvi uma barulheira, como se tivesse uma breve confusão.
- Um minuto, Leo!
- Peraí, pai!
A Maria Flor aparece esbaforida, toda descabelada e suadinha, abrindo a porta.
- Por que vocês tavam trancados?
- Ah, pra elas não quererem ficar saindo, por isso eu sempre tranco.
- Ah, de boa. Trouxe um lanche pra vocês.
- Cara, bacana. Não precisava se preocupar.
Pus o lanche na escrivaninha. O Afonso tava sentado e não pude deixar de notar que ele meio que encolhia as pernas, como se tivesse com vontade de urinar. Além disso, a boca dele brilhava, como se tivesse melada.
Achei aquilo estranho, mas não fazia ideia do que podia ser.
Ficamos comendo juntos e brincando. As meninas tavam mt à vontade, então com certeza não tinha nada de errado acontecendo.
Quando terminamos o lanche, eu praticamente fui tocado de lá. Tanto as pequenas quanto o Afonso me pediram pra sair porque eles não tinham terminado os exercícios.
Eu ri e saí envergonhado. Mas fui recolher os copos e percebi uma calcinha embaixo da escrivaninha, emboladinha num canto.
Eu não quis falar nada na hora, mas achei que era a calcinha que eu tinha dado pra Maria Flor vestir depois do banho do almoço.
Fiquei encucado.
Quando deu 18h, eles saíram, tudo numa boa, exercícios terminados e fomos pra sala, como sempre, beber, conversar.
Numa desculpa, falei que ia ao banheiro e aproveitei pra passar no quarto. Dei uma olhada e a calcinha não tava no chão. Abri as gavetas, olhei no cesto e não tava em lugar nenhum.
Voltei pra sala, ela tava montada no Afonso, de frente pra ele, rindo muito.
- Filha, sai daí. Dá uma folga pro Afonso, ele já passou a tarde com vocês.
Ela levantou a perna pra sair e pude ver que tava com aquela calcinha que tava no chão mais cedo. Tudo tava muito estranho.
Eu não tinha como falar nada. O que eu ia dizer? Mas queria entender...
Ficamos lá até mais tarde. No dia seguinte, a rotina de aula continuou igual. Eu tava muito curioso. Separei uma camiseta e uma sainha pra Maria Flor vestir. Umas três da tarde, dei uma pausa nos trabalhos e tirei os sapatos. Só de meia, fui ao redor do quarto. Ouvi umas risadinhas, uns sussurros. Olhei pelo buraco da fechadura e levei um susto, quase caí pra trás.
A Maria Flor tava deitada em cima da mesa, só de camisetinha, de pernas abertas e o Afonso com a boca barbada na bucetinha dela. Ela ficava com as pernas no ar.
Ele sussurrava, mas dava pra ouvir.
- Tá gostosinho?
- Hum.. Ahn-ram...
- Que bucetinha deliciosaaaa!
E o pior, a Maria Letícia do lado desenhando, às vezes ficava olhando.
De onde eu tava dava pra ver a parte de cima e debaixo da escrivaninha, porque era de frente pra porta, e notei que ele se punhetava. O pau dele, que era bem maior que o meu, tava pra fora da bermuda, ali na frente das minhas filhas.
Ele se esbaldava mamando na buceta da minha mais velha, na frente da caçula, enquanto se punhetava. Pior que às vezes passava o dedo na cabeça da rola, pegando líquido e passava na buceta dela. Eu via ele passando os dedos, mas de onde eu tava não dava pra ver se enfiava o dedo, mas eu achava que sim pela forma como mexia o braço e ela gemia.
Eu tremia da cabeça aos pés. Minha primeira reação foi bater na porta, mas eu não aguentava de tremor. Saí e fui de volta pro meu escritório. Coloquei a mão no meu pau e, pra piorar, notei que eu tava com o pau duro vendo aquilo. Não sei se era efeito da seca prolongada, mas me deu tesão ver o Afonso chupando a minha filha.
Tirei a rola ali na cadeira e me punhetei forte, gozei como nunca.
Depois, bateu o arrependimento. Não era certo aquilo. Fiquei totalmente dividido. Ela parecia estar gostando e ele não tava machucando ela. Era diferente, ele não tava comendo ela. Não tava traumatizando.
Fiquei pensando e resolvi deixar rolar um pouco até decidir o que fazer.
À noite, fiquei observando o comportamento deles juntos. As duas adoravam ele. Com certeza não estavam traumatizadas. Era melhor eu pensar com calma sobre o que fazer. Ia perder meu único amigo. E se não fosse tão errado assim?
Só de lembrar da cena meu pau ficava duro. E cada vez que ele ralava a mão na bundinha dela também. Comecei a notar que ela arrumava desculpa pra subir no colo dele e tudo era uma esbarrada de mão.
Será que ela já tinha chupado o pau dele? Fiquei pensando nisso, imaginei a cena e o pau subia...
Nesse dia, o Afonso foi embora mais tarde. As meninas acabaram dormindo no sofá, e eu pus as duas na cama. Na hora de deitar, fiquei curioso. Muito curioso.
Afastei a calcinha da Maria Flor, vi que a bucetinha e o grelinho ela estavam bem inchados. Vermelhos até. Afastei os lábios e fui passando o dedo. Meu dedo é fino, pus na entradinha e fui empurrando devagar. Entrou com facilidade. Empurrei até o fim. O meu tesão subiu. Empurrei e tirei umas vezes. Dei umas dedadas na minha própria filha. Com certeza o Afonso já tinha dado umas boas socadas com aqueles dedos grossos nela.
Fiquei preocupado com a Maria Letícia. Fui nela, vi que a bucetinha ainda não tava inchadinha e volumosa. Abri as perninhas, pus o dedo, não entrou mais que a cabeça. Ufa! Ainda tava intacta.
Dei um beijinho na testa, não resisti e dei uma lambidinha, mas só.
Deixei as duas lá e fui pro meu quarto, me acabar na punheta pensando no Afonso fazendo tudo e um pouco mais com elas.
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