Sobrinha e amante
Sou a Teresa me chamam de Tati, tenho 27 anos, solteira, nasci e moro em Goiás, com 13 anos, tive um relacionamento com meu tio Josué , irmão caçula de meu pai, na altura com 20 anos, vivia em nossa casa e estava cursando engenharia, era um gato lindo de morrer, o mulherio o comia com os olhos e comecei tendo ciúme.
Aos 13 anos eu aparentava mais idade, peito cheio, coxa roliça e bunda grande, quem nos conhecia falava que era uma cópia de minha mãe.
Eu adorava quando aos fins de semana íamos todos tomar banho e brincar dentro do rio ele me apertava contra ele, virava segurava no colo e me lançava na água, mergulhando de seguida como se estivesse fugindo eu o perseguia nadando e me atirava para suas costas prendendo minhas pernas em sua cintura, lhe chamando de cavalinho me levava até à margem e se deixava cair fingindo estar cansado, meus pais riam com nossas brincadeiras.
Meus pais sempre adoram festa, conviver com amigos com muita bebida churrasco, musica, minha paixão é dançar forró, Bruninho filho de um casal amigo de meus pais que eram de Pernambuco, dançava bem, me apertava gostoso e numa dessas festas que reparei em teu tio nos observava com uma cara séria, ai eu me apertei mais a Bruninho e olhei meu tio sorrindo com ar provocador.
Depois que acabei de dançar, meu tio se aproximou e falou para dançarmos os dois eu achei estranho pois ele não usava dançar e perguntei se sabia dançar forro.
Ele riu e falou que eu ia ver como se dançava, logo que a musica começou se colou a mim e na verdade ela sabia dançar me fez sentir nas nuvens quando senti o volume de sua rola encostada na xaninha, um calor delicioso subiu no meu corpo e me arrepiava cada vez que ele de forma dissimulada me fazia sentir que estava com tesão, mordi o lábio, soltei um gemidinho baixo que ele percebeu bem como eu estava gostando.
Logo que acabou a música eu falei que ia no banheiro, ele sorriu e disse que também estava precisando
Entramos na casa, quando ia entrar no banheiro meu tio me abraçou puxando-me para ele, deixei-me ir e fiquei encostada nele, estremeci quando suas mãos desceram e seguraram minha bundinha.
Está assanhadinha sobrinha, sabe beijar? Perguntou ele .
Nem me deu tempo de responder e sua boca estava sobre a minha, senti sua língua querer entrar e abri, tremia de tesão beijando de língua meu tio, sentindo sua rola entesada roçar em meu corpo.
Ele me fez entrar no banheiro beijando e passando a mão no meu corpo, com o pé fechou a porta.
Durante alguns minutos estivemos nos maiores amassos, me deixando descontrolada de tesão, eu gemia, esfregava meu corpo nele, me beijava com sofreguidão metendo a língua dentro de minha boca e sugava minha saliva, não resisti e fui com minha mão até ao volume de sua rola e apertei, soltando um gemidinho ao senti o quanto estava dura.
Ele parou, me dizendo que podiam estar dando por nossa falta.
Ai titio…eu quero mais, supliquei eu doida de tesão sentindo minha xaninha molhada e pulsando.
Temos tempo querida, agora vamos voltar, se componha e refresque sua cara que está bem vermelha.
Me deixou sozinha no banheiro, me olhei no espelho e quase não me reconheci, respiração forte, olhos brilhantes e cara estava afogueada, passei água nela me deixei estar por mais um tempinho até restabelecer e fui na festa, titio já estava bebendo junto a papai, me olhou e sorriu me chamando, senti um aperto no coração e minha cara avermelhou.
Está corada o que se passou? Perguntou papai.
Nada não acho que é do calor, falei eu meia engasgada e pelo canto do olho vi que meu tio sorria divertido.
Seu tio vai no próximo fim-de-semana visitar vóvo, nós não podemos ir, vai com ele, faz tempo que não visita sua avó.
Vou sim papai, falei eu não conseguindo esconder meu contentamento.
Aquela semana parecia estar a demorar mais que as outras tamanha era a minha ansiedade, mas sábado chegou e saímos logo pela manhã e meu tio previa chegar perto do almoço.
Enquanto conduzia eu o olhava, esperando que ele falasse do que acontecera no banheiro mas não dizia nada e me aventurei colocando minha mão sobre sua perna e a acariciando, ele olhou e de seguida me falou que estava dirigindo.
Não gosta titio? Perguntei eu fazendo voz de safadinha.
Está ficando safadinha logo de manhã por isso falei que estou dirigindo, disse ele rindo.
Continuei passando a mão até tocar no volume que começara surgindo em sua calça
Ele continuou dirigindo com uma mão apenas e com a outra foi abrindo o ziper da calça.
Meti a mão e tirei seu pinto para fora, estava ficando duro e comecei acariciando.
Quer brincar com ele? Perguntou ele olhando e rindo para mim com cara de safado.
Quero mais que brincar, falei eu fazendo vozinha melosa de quem está precisando de carinho.
Comecei a a manipular a rola, sentindo ela engrossar em minha mão.
Faz com calma queridinha que vou ver onde parar.
Não precisa, faço aqui mesmo, respondi sem nem pensar, eu queria realizar meu desejo e não ia perder aquela chance.
Nada disso, falou ele continuando a dirigir até que encontrou uma estrada rural e entrou nela seguindo por um tempo até que o sítio era um pouco isolado, aí parou, se virou para mim e falou que ali estávamos bem.
Tirou o cinto e me beijou, o imitei tirei o cinto e quase me lancei sobre ele o beijando de língua, me abraçou e puxou até eu ficar de joelhos no banco, segurei seu pau e comecei o punhetando, aí ele colocou uma mão sobre minha cabeça e fez uma delicada pressão, meio endoidada de desejo abaixei lentamente minha cabeça até meus lábios encontrarem a cabeça da rola, , passei a língua em volta e logo em seguida comecei a mamar lentamente, parava e chupava, como se fosse um pirulito delicioso, conseguia escutar meu tio gemendo, passando a mão em cabelos, comecei a fazer um vai e vem gostoso como se ele estivesse metendo em minha boca, lambia toda a extensão rola e voltava a mamar. Ele meteu a mão por dentro de minha calcinha e começou a passar a mão na minha bundinha colocou o seu dedo na portinha do meu cuzinho e ficou alisando sem tentar enfia-lo apenas fazendo movimentos circulares.
Uma nova sensação que me deixava doidinha de desejo, chupava o seu pau com mais gosto, com mais tesão, enquanto ele cucutava meu cuzinho, quando enfiou seu dedo em meu cu, eu gemi alto e estremeci.
Calma queridinha relaxa, falou ele e sua respiração começava a ser forte.
Começou fazendo movimentos de vai e vem, o tesão era tanto que comecei a chupa-lo como um louca, chupando forte a cabeça da rola sendo correspondida pelo seu dedo no meu cuzinho.
Quanto mais rápido o movimento de seu dedo em meu cuzinho mais forte eu chupava.
Até que ele segurou minha cabeça, gemeu alto e com voz rouca de tesão quae gritou vou gozar…vou gozar….
Encheu minha boca de porra, decidida a mostrar que sabia mamar eu engoli sem engasgar, chupei até não sair mais leite enquanto ele estremecia e esticava as pernas.
Enfiou o dedo bem fundo no meu cú, me fazendo estremecer e deixou ficar até relaxar.
Safadinha…me deixou seco, falou ele e sua respiração ainda mostrava como tinha gozado.
Levantei minha cabeça e o olhei, passou o dedo em meu queixo e me fez lamber o resto de porra que tinha escorrido.
Mamou tão bem minha queridinha que me deixou de rastos, falou ele passando a mão em minha cara.
Descansámos um pouco ou melhor ele descansou que eu estava doidinha de desejo e sem vergonha lhe pedi :
Me coma titio…vá me coma…
Ele sorriu depois me beijou e falou que ali não era sitio para me inagurar.
Você merece melhor que uma trepada no carro, vou te comer sim…toda…todinha repetiu ele.
Nos fizemos ao caminho para não atrasar muito nossa viagem.
Um primeiro conto um pouco longo, mas os próximos serão mais curtos e bem apimentados.
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