Férias Na Minha Avó 2 – Fudendo o cuzinho do Gui
Estávamos os 3 na mesa jogando cartas, eu, Juliana e Gabriel.
– Ganhei mais uma vez! – disse Gabriel mostrando o seu jogo.
– Não vale, você está roubando.
– Não estou roubando, Juliana. Vocês é que são azarados. Hahaha
Parecia que aquela noite duraria a eternidade, as horas demoravam para passar. Eu já estava ansioso para o que estava por vir.
– Eu cansei de ganhar de vocês, já estou com sono.
– Você é muito convencido, Gab – eu disse.
Juliana se levantou e bocejou.
– Tá, então vamos dormir. Math você vai dormir no quarto ao lado do quarto da vó, eu e o Gabriel vamos dormir no outro quarto com o Gui.
DROGA! Essa menina é mesmo um problema para a minha noite, tenho que despistá-la de qualquer jeito.
Aproveitando que Juliana foi ao banheiro, chamei Gabriel para armarmos o plano.
– Você se certifica de que ela não estará acordada e só então você me chama. Não vai fazer nenhuma besteira.
– Tá. Pode deixar comigo, primo.
Olhamos para a porta e lá estava ela observando.
– O que vocês dois estão cochicando aí?
– Estamos armando um esquema… – Disse Gabriel.
Eu fiquei mais branco do que já sou.
– ESQUEMA? Que esquema?
– O esquema de como vamos te roubar no próximo jogo. Hahahahahha
Caímos na gargalhada, uffa! Esse moleque além de ser uma delícia, soube como livrar nossa pele. Foi a melhor coisa que ele fez naquele dia, depois do boquete no galinheiro, é lógico.
Fui para o meu quarto queimando em ódio. Juliana ainda estava na cozinha mexendo na geladeira, dava para ouvir. Gab já tinha ido para o quarto.
Ah sim, importante! Ele iria dormir ao lado do Gui, e Juliana na cama do outro lado do quarto. Não eram quartos grandes, deveria ter uma distância de 1 metro e meio de uma cama para a outra. Enfim silêncio. Saí do quarto e fiquei esperando na sala, sentado no sofá. Eu estava com um short fino e sem cueca, então comecei ali mesmo a minha brincadeira. O tesão era muito, comecei uma punheta por cima do short. Já estava começando a ficar melado, aah! Que tesão.
Passou-se uns 15 minutos e nada, eu já estava ansioso. Resolvi dar uma espiada pela porta e ver se Gabriel ainda estava acordado. Ele me viu na porta e mandou o dedo do meio. Hahaha. Retribuí.
Depois de mais 5 minutos ele falou sussurrando:
– Juliaaana. Juliaaana. Juuuu!
E nada…
– Julianaa.
Sinal de que estava dormindo. Ele então levantou da cama e foi até ela. Realmente parecia estar em um sono profundo.
– Entra Math. Ela está dormindo.
– Tá. Olha como eu tô – apontei pro meu pau duro. Kkkk
Caímos na risada aos sussurros.
– Guiii. Ei, acorda. Quero te mostrar uma coisa. Guilherme.
Juliana se mexeu. Caralho, que susto! Não foi nada.
– Guilherme. Acorda, Gui.
– Quié? Math? O que tá fazendo aqui?
– Shiiiiiiiu. Faz silêncio. Vem cá, quero te mostrar uma coisa.
Levei ele até o meu quarto, Gabriel veio acompanhando. O quarto da vó era ao lado, mas o quarto era tão fechado que não dá para ouvir nada. Ainda tem o barulho do ar condisionado.
Sentei ele na cama e mostrei um carrinho da minha coleção.
– Olha Gui, você quer?
Os olhos dele brilharam. Nossa, ele é ainda mais lindo sem óculos.
– Queero. Você vai me dar?
– Vou. Mas antes quero que você responda uma coisa pra mim e pro Gabriel.
– O que?
– O que você sente quando o Gabriel fica pegando em você de noite?
– Cosquinha. Hahaha
Noooossa, é tão lindo ver aquelas covinhas nas bochechas.
– Cosquinha é? Mas você gosta?
– Gosto. Não é cosquinha. Mas faz cócega. – ele disse levantando os ombros e fazendo biquinho.
– Ah, eu posso fazer em você também? Juro que não vou fazer muita cosquinha. Haha. Se quiser eu paro.
– Tá bom.
Então tirei o pijaminha de bichinho dele e o deixei só de shorts. Deitei ao lado dele e comecei alisando a barriguinha. Encoxei meu pau na bundinha dele (eu ainda estava de shorts). Ele parecia estar gostando.
– Tá fazendo cosquinha Gui?
– Tá não. Math, faz mais embaixo. O Gabriel faz no meu pintinho. Eu acho legal haha.
Aquela voz dengosa me matava.
– Tá bom, você que pediu. Mas vou deixar o Gabriel fazer. Vem Gab.
Gabriel tirou o short dele e deixou o irmão só de cuequinha. Começou a masturbá-lo por cima mesmo e percebi que ele já estava de pauzinho duro.
Incrível que naquele momento eu não pensava em fuder o Gabriel, aquela bunda dele me deixa louco, mas o foco naquela noite era aproveitarmos do irmãozinho dele.
Ouvimos um barulho do lado de fora… Passos… Se aproximava do quarto.
– Puta que pariu. É a Juliana. – eu disse.
Me aproximei um pouco da porta e vi por uma pequena brecha os cabelos brancos da minha avó. Estava escuro, mas a luz da varanda que entrava pelas brechas de madeira da parede me ajudou a descobrir.
– Uffa. É só a vó. Sei lá o que ela está fazendo agora.
– Será que ela escutou alguma coisa?
– Não Gab. De qualquer forma melhor esperar ela voltar para o quarto.
Demorou um pouco, meu pau faleceu com o susto kkkk. Mas estava pronto para levantar de novo.
– Vai Gab. Masturba o teu irmãozinho. Tira essa cueca dele, caralho.
Gui olhava meio que sem saber o que estava acontecendo mas deixou Gabriel tirar. Pronto. Agora ele estava peladinho na minha cama. Resolvi olhar, nossa! Tão lindo. Um garotinho lisinho de pernas abertas e com o pintinho duro foi a coisa mais linda que eu vi nessas férias. Eu só queria cair de boca ali e fazer ele sentir prazer.
– Gab, deixa comigo.
Tirei tudo, fiquei pelado. Percebi o susto dele quando viu ninha rola mas não me importei, aliás era o que ele veria a partir daquela noite. Gabriel também tirou tudo, e porra.
– Gab, fica de quatro aqui. Aqui, porra. Do lado do Gui.
Não resisti. Precisava lamber aquela bunda.
Comecei a chupar o pintinho do Gui enquanto passava minha mão pela bunda perfeita do Gabriel.
– Aiii. Tá muito legal Math. Hihi.
– Tá legal Gui? Diz pra mim que hoje você quer ser minha putinha.
– O que é isso?
– Nada. Só diz.
– Hoje eu quero ser a tua putinha.
Nooooossaaa. Vocês não tem noção, ou até tem, do que é ouvir uma criancinha dizer que quer ser sua puta. Tesão foi a mil! Saí do pauzinho dele e saboreei a bunda do Gab.
– Ah, porra. Tua bunda é a mais gostosa que eu já provei. Posso fuder hoje?
– Pode.
– Mas antes vou forçar no Gui. Hoje é o dia dele. Gui, fica igual o Gabriel aqui.
Ele ficou igual cachorrinho, meio desajeitado mas eu arrumei, de uma forma que desse pra eu enfiar a língua. A visão perfeita, meus amigos. Duas crianças extremamente gostosas na minha frente. O que vocês fariam? Respondam, rs.
Dei uma, duas, três linguadas e ele se contorcia. Ele ria gostosinho, parecia gostar. Fui para o Gab, depois voltei pro meu putinho da noite. Ficamos nisso, eu trocando as linguadas entre um e outro, até que meu pau não aguentava mais.
– É agora, Gab.
Deixei o Gui de frente pra mim, com o pauzinho duro e carinha de criança sapeca.
– Você falou que quer ser putinha. Então você vai virar uma.
Comecei enfiando devagar. Essa era a menor criança que eu já teria forçado o caralho até então, eu estava com medo de fazer um estrago grande, mas foda-se. Tava gostoso pra mim, ele não estava reclamando. Ele aguentou firme como uma verdadeira puta, até que dei uma estocada um pouco mais forte.
– A.. AI!
Sabe aquele gritinho fininho e gostoso de ouvir? Então, rs.
– Tá doendo?
– Tá. Tá doendo. Tira, tira.
– Não. Deixa ele aí. Já ja vai passar, prometo.
Continuei com meu pau cravado ali por mais ou menos uns 45 minutos, então continuei.
– Calma priminho. Falta pouco.
– Math? – disse Gabriel.
– Fala, caralho. Não tá vendo que eu tô ocupado?
– Kkkk. Você vai gozar nele?
– O que você acha?
– Te conhecendo então você vai mesmo. Kkkk
Continuei enfiando, e Guilherme abafava os gritinhos no travesseiro.
– Isso. Bom menino.
Pronto. Vi que era hora de começar o vai-vém. Primeiro beem devagar. Aquele cuzinho apertado no meu pau foi a melhor sensação. Poder segurar aquele corpinho com as palmas da mão enquanto enfiava… Nossa. Sem comentários. Comecei a ir mais rápido, Gabriel começava uma punheta.
Tirei o pau pra fora, dei uma cuspida e enfiei de novo. Tirei mais uma vez.
– Gab. Cospe aqui.
Gab deu uma cuspida e enfiei o pau de novo. Já estava ficando boa aquela puta. Bem maciazinha e apertadinha. Estava no ponto pra fazer qualquer macho gozar, e eu já estava perto. Comecei a ir mais forte e ele começou um choro abafado. Não era tão alto, mas ele pedia pra parar. Gabriel sabia que eu não ligo pra ninguém quando estou prestes a aliviar as bolas. Outra vez eu rasguei o cu dele quando tava gozando.
– Cala a boca puta! Tô gozando aaaaa
E despejei todo o meu leite dentro dele. Nossa. Foi uma das melhores gozadas da minha vida.
Gui estava com o rosto cheio de lágrimas.
– Desculpa priminho. Você deixou o primo muito feliz, sabia? Tá doendo? Eu derramei remedinho aí dentro. Logo passa, ta?
Ele me olhou com cara de ódio, eu olhei para Gabriel e ele sentiu o meu medo de Guilherme abrir a boca.
Agora eu tinha que limpar ele e deixar o Gabriel assumir o posto de proteger a minha barra com a irmã.
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