Entregador e a menina do semáforo - Parte I
Quem quiser ler os demais contos, basta clica no nome "p2moto".
Em uma manhã recente, mais uma experiência aconteceu. Uma avenida aqui na Zona Oeste de SP, um semáforo fechado e uma garotinha vendendo trufas, tudo o que precisou para minha mente trabalhar. Vamos lá...
Como relatado no conto anterior, eu passei a trabalhar para uma pizzaria, além dos aplicativos. Em uma viagem de entrega de pizza, parei com a moto em um semáforo na avenida e uma menina se aproximou dos carros oferecendo trufas.
Ela tem cabelos e olhos castanhos-claro, pele clara, bundinha e perninhas em pleno crescimento, seios ainda apontando. Aparentava ter uns 10 anos.
A garota carregava um pote transparente cheio de trufas com embrulhos coloridos.
Ela foi oferecendo para os carros mais próximos da calçada e eu estava no corredor entre os carros. Só observei e, ao abrir o semáforo, fui embora.
Depois das entregas, voltei ao local e ela seguia lá. Ainda tinha muitas trufas no pote. Ainda que fosse manhã, cerca de 10h, passam muitos carros por ali. Sabemos a realidade dessas pessoas, muitas vezes os pais forçam as crianças a trabalhar e tudo mais, então fui ajudá-la... Com minha mente trabalhando.
Me aproximei dela e perguntei:
- Quando custa a trufa?
- 3 reais, respondeu ela.
Comprei uma com a única nota que eu tinha na carteira, 5 reais, e disse pra ela ficar com o troco.
Perguntei por que ela fazia aquilo.
- Minha mãe faz as trufas e me manda vir para o semáforo... - disse ela.
Perguntei nome, idade, onde morava...
Ela se chama Giovana e tem 11 anos (errei por 1 na minha análise inicial).
Ofereci a ela, descaradamente, 200 reais. Seria mais do que ela ganharia vendendo um pote inteiro daquele de trufas. Ela se interessou e eu impus a condição...
Disse a ela para descer para a próxima esquina de uma rua travessa da avenida e eu a pegaria ali, para ninguém ver.
Desci e aguardei, ela chegou, subiu na moto e eu a levei para a minha casa.
Eu cheguei em casa já com a rola lá em cima, muito excitado. Foi entrar e ja tirar a roupa, sem pudores, e observei aí reação dela. Olhando atentamente para o meu pau.
Coloquei os 200 reais em cima da mesa de jantar e mandei ela se ajoelhar, coloquei o pau na cara dela e mandei ela chupar. Ela chupou direitinho, aparentemente já tinha feito antes.
Aquela linguinha quente, a saliva escorrendo e esticando por baixo. Aquela cena toda, me deixou louco. Ela seguiu chupando meu pau até tirar a porra. As veias do meu pau saltavam, tenho humildes 15, 16cm, mas meu pau é grosso. Eu gozei dentro da boca dela, 4 jatos de gala quente, ela sentiu ânsia, mas eu a fiz engolir a maior parte.
Neste ponto já era 11h da manhã e eu dei água pra ela tomar. Ainda pelados e eu com um baita tesão, com a rola ainda dura após gozar, perguntei se ela topava sentir meu pau dentro dela, me dar a bucetinha e o cuzinho.
Ela disse que a bicetinha já tinha dado, mas o cuzinho não. Subi no meu guarda-roupa, peguei uma camisinha, coloquei no pau e começamos.
Se vocês gostarei, eu sigo com a parte 2...
Comentem!
Depois disso, coloquei uma camisinha (sempre tenho em casa) e comecei a sarrar a bucetinha dela.
Em uma manhã recente, mais uma experiência aconteceu. Uma avenida aqui na Zona Oeste de SP, um semáforo fechado e uma garotinha vendendo trufas, tudo o que precisou para minha mente trabalhar. Vamos lá...
Como relatado no conto anterior, eu passei a trabalhar para uma pizzaria, além dos aplicativos. Em uma viagem de entrega de pizza, parei com a moto em um semáforo na avenida e uma menina se aproximou dos carros oferecendo trufas.
Ela tem cabelos e olhos castanhos-claro, pele clara, bundinha e perninhas em pleno crescimento, seios ainda apontando. Aparentava ter uns 10 anos.
A garota carregava um pote transparente cheio de trufas com embrulhos coloridos.
Ela foi oferecendo para os carros mais próximos da calçada e eu estava no corredor entre os carros. Só observei e, ao abrir o semáforo, fui embora.
Depois das entregas, voltei ao local e ela seguia lá. Ainda tinha muitas trufas no pote. Ainda que fosse manhã, cerca de 10h, passam muitos carros por ali. Sabemos a realidade dessas pessoas, muitas vezes os pais forçam as crianças a trabalhar e tudo mais, então fui ajudá-la... Com minha mente trabalhando.
Me aproximei dela e perguntei:
- Quando custa a trufa?
- 3 reais, respondeu ela.
Comprei uma com a única nota que eu tinha na carteira, 5 reais, e disse pra ela ficar com o troco.
Perguntei por que ela fazia aquilo.
- Minha mãe faz as trufas e me manda vir para o semáforo... - disse ela.
Perguntei nome, idade, onde morava...
Ela se chama Giovana e tem 11 anos (errei por 1 na minha análise inicial).
Ofereci a ela, descaradamente, 200 reais. Seria mais do que ela ganharia vendendo um pote inteiro daquele de trufas. Ela se interessou e eu impus a condição...
Disse a ela para descer para a próxima esquina de uma rua travessa da avenida e eu a pegaria ali, para ninguém ver.
Desci e aguardei, ela chegou, subiu na moto e eu a levei para a minha casa.
Eu cheguei em casa já com a rola lá em cima, muito excitado. Foi entrar e ja tirar a roupa, sem pudores, e observei aí reação dela. Olhando atentamente para o meu pau.
Coloquei os 200 reais em cima da mesa de jantar e mandei ela se ajoelhar, coloquei o pau na cara dela e mandei ela chupar. Ela chupou direitinho, aparentemente já tinha feito antes.
Aquela linguinha quente, a saliva escorrendo e esticando por baixo. Aquela cena toda, me deixou louco. Ela seguiu chupando meu pau até tirar a porra. As veias do meu pau saltavam, tenho humildes 15, 16cm, mas meu pau é grosso. Eu gozei dentro da boca dela, 4 jatos de gala quente, ela sentiu ânsia, mas eu a fiz engolir a maior parte.
Neste ponto já era 11h da manhã e eu dei água pra ela tomar. Ainda pelados e eu com um baita tesão, com a rola ainda dura após gozar, perguntei se ela topava sentir meu pau dentro dela, me dar a bucetinha e o cuzinho.
Ela disse que a bicetinha já tinha dado, mas o cuzinho não. Subi no meu guarda-roupa, peguei uma camisinha, coloquei no pau e começamos.
Se vocês gostarei, eu sigo com a parte 2...
Comentem!
Depois disso, coloquei uma camisinha (sempre tenho em casa) e comecei a sarrar a bucetinha dela.
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