Memórias da infância - II
“… vamos lá atrás dos vestiários, quero te mostrar uma coisa (Miguel segurava seu pau marcado pelo abrigo). Na hora, senti um “friozinho” na barriga que percorreu meu corpo inteiro! Confesso que, não gostava dessa zoeira toda da banda e com certeza ficar sozinho com meu colega Miguel era muito mais atraente e, a curiosidade do que ele queria me mostrar, mesmo sem eu perceber, era nossa libido aflorando!”
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Corremos para os vestiários que eram bem afastados das arquibancadas, entramos e paramos ofegantes frente a frente, olhares e sorrisos cúmplices de quem estava fazendo algo proibido(?), porém, muito gostoso! Esperamos um pouco para ter certeza de que ninguém veio atrás de nós, o som da banda chegava abafado e não ouvíamos mais a gritaria dos alunos, sinal de que todos estavam compenetrados e não dariam por nossa falta!
Miguel, doze anos, corpo moreno mais avantajado que o meu que, branquinho, oito anos, gordinho, bundinha carnuda, tetinhas fofas e pontudinhas, sempre marcadas pela camiseta mesmo larga que eu usava, não perdeu tempo, puxou-me pela mão e fomos para a parte mais funda do vestiário que notadamente há muito tempo não era usado, havia pouca luz que entrava por uma janela alta, no chão, colchonetes amontoados e algum material de esportes espalhados! Os bancos eram fixos junto à parede, Miguel baixou seu abrigo até os joelhos, sentou, apoiou as costas contra a parede, abriu as pernas e apontou para seu pau que já estava duro, coloquei minhas mãos sobre meu rosto, envergonhado, mas olhando entre os dedos, puxou-me pelos cotovelos para junto do banco e falou roucamente: ajoelha! Olha aqui… (antes de eu olhar já senti o cheiro de suor com uma mistura de algo que ainda não conhecia), vi pela primeira vez um pau de outro menino em todo seu esplendor: duro, bem reto apontando para cima, compridinho (11 cm), grossinho como uma salsicha (talvez), cabeça toda exposta, rosada e no formato de um pequeno cone, ralos cabelinhos sobre a base! Miguel tinha experiência, com certeza, eu, na falta desta fiz como acreditava ser feito: coloquei minhas mãos sobre seus joelhos, afastei mais suas pernas, aproximei minha boca da cabeça do pau, comecei a depositar pequenos beijos, fui passando os lábios ao redor envolvendo a cabeça, Miguel instintivamente empurrou o pau para dentro de minha boca, envolvi-o com minha língua, por vezes direcionava para o lado da boca, sentia suas estocadas, o roçar contra os dentes, um gostinho salgado e, literalmente comecei a mamar seu pau com muita vontade sentindo um prazer que me era desconhecido!
Ato contínuo, Miguel segurou minha cabeça com suas mãos puxando-a contra seu pau, acompanhei o ritmo, deu uma empurrada mais funda atingindo minha garganta, tossi, Miguel aliviou a pressão, retomei a mamada cadenciada, Miguel contorcia-se, olhos fechados, um sorriso na boca, perdi a noção do tempo, gemidos altos até eu ouvir: vou gozar!!!
Pareceu-me que seu pau “cresceu’ preenchendo mais a minha boca, pequenos tremores no seu ventre anunciava o gozo chegando... e, gozou!!!
Senti o primeiro jato de leite quentinho, no fundo da garganta, tossi, uma ânsia, veio o segundo jato, sorvi com mais gosto, Miguel segurou firme minha cabeça contra seu pau e ventre, quase levantando-se do banco, agora com as pernas juntas, me faltou o ar mas mantive a boca fechada ao redor do pau, não queria que saísse de minha boca, parecia mais gostoso ainda!
Tentei engulir toda minha saliva misturada com seu gozo, não consegui, pelos lados da boca escorria indo ao encontro do seu saco escrotal, bolinhas pequenas e duras, ato contínuo tirei o pau da boca e comecei a chupá-las alternadamente, lambia, colocava uma de cada vez inteira na boca, Miguel estremeceu, largou minha cabeça, relaxou apoiando-se contra a parede e falou: que chupada, Luizinho!
- Chupada? Para mim, era uma primeira e simples mamada!
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Corremos para os vestiários que eram bem afastados das arquibancadas, entramos e paramos ofegantes frente a frente, olhares e sorrisos cúmplices de quem estava fazendo algo proibido(?), porém, muito gostoso! Esperamos um pouco para ter certeza de que ninguém veio atrás de nós, o som da banda chegava abafado e não ouvíamos mais a gritaria dos alunos, sinal de que todos estavam compenetrados e não dariam por nossa falta!
Miguel, doze anos, corpo moreno mais avantajado que o meu que, branquinho, oito anos, gordinho, bundinha carnuda, tetinhas fofas e pontudinhas, sempre marcadas pela camiseta mesmo larga que eu usava, não perdeu tempo, puxou-me pela mão e fomos para a parte mais funda do vestiário que notadamente há muito tempo não era usado, havia pouca luz que entrava por uma janela alta, no chão, colchonetes amontoados e algum material de esportes espalhados! Os bancos eram fixos junto à parede, Miguel baixou seu abrigo até os joelhos, sentou, apoiou as costas contra a parede, abriu as pernas e apontou para seu pau que já estava duro, coloquei minhas mãos sobre meu rosto, envergonhado, mas olhando entre os dedos, puxou-me pelos cotovelos para junto do banco e falou roucamente: ajoelha! Olha aqui… (antes de eu olhar já senti o cheiro de suor com uma mistura de algo que ainda não conhecia), vi pela primeira vez um pau de outro menino em todo seu esplendor: duro, bem reto apontando para cima, compridinho (11 cm), grossinho como uma salsicha (talvez), cabeça toda exposta, rosada e no formato de um pequeno cone, ralos cabelinhos sobre a base! Miguel tinha experiência, com certeza, eu, na falta desta fiz como acreditava ser feito: coloquei minhas mãos sobre seus joelhos, afastei mais suas pernas, aproximei minha boca da cabeça do pau, comecei a depositar pequenos beijos, fui passando os lábios ao redor envolvendo a cabeça, Miguel instintivamente empurrou o pau para dentro de minha boca, envolvi-o com minha língua, por vezes direcionava para o lado da boca, sentia suas estocadas, o roçar contra os dentes, um gostinho salgado e, literalmente comecei a mamar seu pau com muita vontade sentindo um prazer que me era desconhecido!
Ato contínuo, Miguel segurou minha cabeça com suas mãos puxando-a contra seu pau, acompanhei o ritmo, deu uma empurrada mais funda atingindo minha garganta, tossi, Miguel aliviou a pressão, retomei a mamada cadenciada, Miguel contorcia-se, olhos fechados, um sorriso na boca, perdi a noção do tempo, gemidos altos até eu ouvir: vou gozar!!!
Pareceu-me que seu pau “cresceu’ preenchendo mais a minha boca, pequenos tremores no seu ventre anunciava o gozo chegando... e, gozou!!!
Senti o primeiro jato de leite quentinho, no fundo da garganta, tossi, uma ânsia, veio o segundo jato, sorvi com mais gosto, Miguel segurou firme minha cabeça contra seu pau e ventre, quase levantando-se do banco, agora com as pernas juntas, me faltou o ar mas mantive a boca fechada ao redor do pau, não queria que saísse de minha boca, parecia mais gostoso ainda!
Tentei engulir toda minha saliva misturada com seu gozo, não consegui, pelos lados da boca escorria indo ao encontro do seu saco escrotal, bolinhas pequenas e duras, ato contínuo tirei o pau da boca e comecei a chupá-las alternadamente, lambia, colocava uma de cada vez inteira na boca, Miguel estremeceu, largou minha cabeça, relaxou apoiando-se contra a parede e falou: que chupada, Luizinho!
- Chupada? Para mim, era uma primeira e simples mamada!
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