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Tentaçãozinha

📅 Publicado em: 09/09/2023 13:56

👤 Autor: papis

🏷️ Tags: #Assédio #Tween #Virgem
Apesar do meu filho estudar relativamente longe da escola, descobrimos que tem uma colega que é nossa vizinha, morando a menos de 200 metros da nossa casa. Ela é mais nova que ele. Ela está com 12 anos recém completados, enquanto ele já tem cerca de 16 anos.

O fato é que eu e a mãe dela (moram só as duas, pois a mãe é divorciada) combinamos uma escala de carona, de sorte que um dia eu levo os dois, no outro leva ela. A volta cada um se vira, porque eles têm horários diferentes de saída, pois meu filho está no ensino médio que tem uma carga horária maior.

E foi assim que nos aproximamos e a menina, a quem chamarei de Clarisse, acabou se afeiçoando a mim, dado o carinho absolutamente desinteressado com que eu a tratava. Pareceu-me que a mãe dela, apesar de ser considerada uma boa mãe cuidadosa, não era de muito chamego, de muito carinho. Eu, ao contrário, sou extremamente exagerado e sou assim com todo mundo, até com meus amigos homens.

O tempo passava e mais nos aproximávamos. Jamais tive intenções proibidas com a Clarisse, mesmo ela sendo bem gostosinha, com aquelas características próprias de uma pré-adolescente, com bumbum arrebitado, sem seios etc. Mas teve um dia que a mãe dela me ligou e perguntou se eu podia trazer a Clarisse para casa, pois ela ficara até mais tarde na escola. Assim fiz! Fui busca-la no horário do meu filho, mas, para minha surpresa, quando eu estava a caminho, meu filho me ligou, dizendo que ia para a casa de um amigo e que, depois, ele voltaria para casa de Uber. Como eu já estava próximo da escola, peguei a Clarisse sozinha e viemos conversando.

Retomei a direção de casa e minha mão agora repousava na perninha dela, subindo cada vez mais. Eu perguntei se aqui a incomodava e ela, sem malícia alguma, disse que não. Até que, subindo aos poucos, toquei de leve naquela bucetinha tão bem delineada. Ela me olhou e eu perguntei se ela estava incomodada. Ela disse que não. – “posso tocar aqui?” Ela perguntou o porquê e eu respondi porque estava muito linda com aquela calça. Ela deu risada, mas eu toquei com mais vigor. Ela meio que deu um pulinho para trás. Pedi para que aquelas intimidades fossem um segredo nosso e que ela não contasse para ninguém, muito menos para a mãe dela. Prometeu.

Chegamos na casa dela e eu a deixei. Aquilo, então, passou a povoar minhas fantasias mais secretas. O tempo foi passando, até que, em certo dia, a mãe dela perguntou se dava para eu pegá-la na escola, mas pediu para eu ficar com ela até um pouco mais tarde, porque ela teria uma reunião no trabalho e não tinha nada para a menina comer em casa. Eu disse para ela não se preocupar, já pensando comigo mesmo que eu daria comida, mas depois...

Ela adorou minha comida e disse que a mãe dela cozinhava muito mal. Demos risada e, após o almoço, ficamos no sofá, vendo televisão. Tendo aquela visão eu cheguei à conclusão de que ela era maravilhosa. Eu perguntei se ela já se masturbava e ela sequer conhecia o termo, mas confirmei que sim, ela se tocava. E acabou confirmando que via alguns vídeos pornôs na internet, orientada por uma de suas amigas que era bem safadinha também. Perguntei se a amiga já tentara alguma coisa com ela e ela negou.

Nisso, levei a mão até a bucetinha linda dela, passando logo em seguida por dentro da calça e da calcinha. Bem molhadinha. Perguntei se ela já tinha visto um pau de verdade e ela disse que só nos filmes. Peguei a mão dela e coloquei sobre meu pau duríssimo a essa altura. – “Você quer ver?” e ela, mais uma vez calada, não respondeu. Saquei o meu pênis e ela olhou como que hipnotizada. Pedi para ela tocar, fazer o vai-e-vem da punheta e, por fim, pedi para ela colocar na boca. Ela fez cara de nojinho, mas eu garantia que era uma coisa lega. Ela colocou, totalmente sem jeito, mas chupou um pouco.

Levei-a para o meu quarto e tranquei a porta. Tirei a roupinha dela e abracei-a de frente, roçando meu pau na xoxotinha dela. Toquei uma verdadeira siririca nela com a cabeça do meu pau. Enquanto isso, dei-lhe vários beijos na boca. Ela estava adorando. Depois, peguei um dedinho, molhei bem e comecei a bolinar o cuzinho dela. Ela só rebolava. Acabou gozando e me abraçou bem apertado. Eu, com medo do meu filho voltar, mandei-a se vestir, levei-a de volta à sala e fui correndo para o banheiro, onde bati uma punheta que me rendeu um gozo fantástico.

Vai ter sequência, esperem!
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