Estuprado pelo negão
Estava eu de férias escolares, a minha casa estava em obra, a obra não era grande por isso só havia um pedreiro, filho de uma senhora amiga de minha mãe, ele era um negão de pele bem negra, alto, corpo definido, deveria ter na época uns 30 anos e não era tão bonito, era considerado feio pelas mulheres, assim dizia ele, mas acima de tudo tinha herdado um grande conhecimento de seu falecido pai
Minha mãe saía para trabalhar todos os dias de manhã, quando ela estava quase saindo Jorge chegava e a cumprimentava, falava sobre o trabalho e ela logo falava para ele ir tomar café, então ela saía para o trabalho sem antes ordenar que eu colocasse a mesa
Ele sempre tomava café da manhã comigo, batíamos papo, ele falava sobre a sua vida, sobre mulheres, futebol e tentava puxar assunto comigo, e eu sempre conversava
Durante o dia eu levava suco, água, sem ele pedir, eu gostava de observá-lo sem camisa, seu corpo negro suado brilhava como um diamante, e ele sempre me zoava, dizendo que eu não tinha namoradinha, me zoava chamando de boiolinha, sempre rindo e depois dizendo que era brincadeira
Ele tinha certeza que eu era viadinho, e desconfiava que eu era menininha do meu primo, e assim seguiu-se os dias, e a cada dia eu mostrava-me mais afeminado para ele, eu só esperava a minha mãe sair para ativar o modo florzinha e as brincadeiras dele aumentavam ainda mais e as minhas respostas também
Jorge dizia que as minhas cuecas eram calcinhas, e eu dizia rindo que eram fio dental, ele ria ainda mais, e assim seguia as brincadeiras e piadinhas
Às escondidas eu saía com o meu primo, eu sempre dava pra ele, porém o seu pau era pequeno e sempre escapulia do meu cuzinho, eu empinava para sentir tudo e saía de dentro de mim, meu primo tinha 14 anos, branco e magro, seu pau não me satisfazia, mas eu gostava das nossas brincadeiras, por essas minhas saídas o Jorge desconfiava bastante e tinha certeza que o meu primo me comia
Jorge sempre falava que minha bunda parecia de menininha, eu sempre ria e xingava ele, às vezes eu também o provocava, eu gostava quando ele dizia algo da minha bunda, então eu usava um short que ficava apertado em mim a qual dava para aparecer a polpinha da minha bunda
Logo o Jorge ficou ainda mais abusado nas piadinhas e brincadeiras, me chamava de viadinho, menininha, branquinha e às vezes dava tapas na minha bunda fingindo ser brincadeira
Enfim o dia chegou, após minha mãe sair para trabalhar, servir o café como fazia sempre, logo ele pegou no trabalho e eu coloquei o meu shortinho apertado, depois de servir um copo de suco ele passou a mão na minha bunda e apontou para o short a qual mostrava o volume do pau, eu me retirei em silêncio e fui para a cozinha
Ele veio atrás de mim, enquanto eu levava o copo ele me abraçou por trás me chamando de viadinho, menininha, branquinha e nomes que nunca havia me chamado, e foi logo me arrastando para o quarto, lá ele trancou a porta e começou a me beijar o pescoço, dava para sentir o seu suor sobre minha pele
Comecei a chorar dizendo para ele parar, ele deu um tapa na minha cara e disse
Jorge - Eu sei que você quer putinha, tá me provocando há dias, agora vai levar rola
Implorei para ele parar, chorei e ele continuava usando ainda mais da força, tentei abrir a porta e fugir, ele pulou a minha frente e disse
Jorge - Se você contar a alguém o que eu vou fazer contigo, vou dar um fim na sua vida, ouviu moleque
- Por favor Jorge, para, eu não quero, não vou aguentar, não me mate, não quero morrer
Jorge - Se você guardar segredo não vou te matar viadinho, e eu sei que você aguenta ou acha que não sei que você dá esse rabo branco para o teu primo hein
Jorge colocou o colchão da minha cama no chão, ordenou que eu tirasse a roupa e disse
Jorge - Caralho maluco, que bundinha linda, branquinha, porra moleque, você é uma delícia
Rapidamente ele me jogou no colchão, mandou eu deitar de bruços, então ele tirou o short e montou em mim, senti o seu pau bater na minha bunda e pude sentir que era grande
Então ele cuspiu no meu cuzinho e começou a me penetrar, gritei na hora, ele jogou o peso do corpo sobre mim, pegou o travesseiro e mandou que eu mordesse, mordi o travesseiro enquanto a dor tornava-se insuportável, senti o meu cuzinho se rasgar conforme aquela piroca entrava, chorei muito, gritei abafado enquanto mordia o travesseiro, me debati em desespero enquanto o peso do seu corpo me prendia
Nunca senti tanta dor no cu, eu chorava e me debatia tentando escapar
Ele penetrou tudo dentro de mim, quase desmaiei com a dor, meu cuzinho estava sendo dilacerado pelo negão, senti suas bolas inchadas encostar na minha bunda, então ele disse
Jorge - Eu disse que você iria aguentar, entrou tudo viadinho, agora aguenta aí que vou meter gostoso, minha branquinha
Ele começou um vai e vem que praticamente rasgava o meu cuzinho, tentei de todas as formas escapar, me debati muito, ele prendeu as minhas pernas na dele e aumentou a frequência da penetração
Chorei, me debati, gritei abafado no travesseiro, ele me xingava, falava várias coisas no meu ouvido
Meu corpo estava duro debaixo dele, eu continuava tentando escapar, Jorge começou a socar com mais força, então senti o meu corpo amolecer completamente, minhas carnes havia amolecido, meu corpo simplesmente havia desistido de lutar, por mais que a minha mente continuasse tentando fugir daquele estupro, o meu corpo se entregou completamente, sendo submisso, então o Jorge falou
Jorge - Caralho moleque, senti seu corpinho amolecer todinho embaixo de mim, você é mesmo um viadinho
Minha bunda havia amolecido completamente, eu sentia o pau dele todo dentro de mim, eu estava entregue a ele, o meu corpo havia compreendido o meu lugar de submissa e estava deixando o macho negro me devorar
Eu gemia baixinho, chorava bastante, ele me chamava de putinha, piranha, vadia, branquinha tudo ao pé do meu ouvido, me senti literalmente entregue àquele negão
Meu corpo estava todo embaixo dele, seu suor me ensopava, o cheiro de macho, cheiro de negão estava no ar, seu corpo negro suado montado em mim fazia um lindo contraste de cores, onde a minha pele branca era submissa àquele negro de pele tão escura e brilhante devido o suor
Após alguns minutos senti jatos de porra no meu cu, eram jatos fortes, Jorge urrou de tesão, então senti ele deitar-se completamente sobre mim e falando no meu ouvido
Jorge - Seu cuzinho é uma delícia, bem apertadinho, já vi que aquele branquelo do seu primo não te arrombou direitinho hein, agora você a minha menininha, você não queria sentir o negão te comendo, hoje você sentiu, vadia
Ele continuou deitado sobre mim, começou a me acariciar e a dar carinho, meu cu ardia muito, senti ele abertinho fazendo biquinho
Depois levantei, minhas pernas estavam bambas, ele mandou que eu tomasse banho, com dificuldade cheguei até o banheiro
Senti a sua porra escorrer do meu cu, passei a mão e vi o quanto o meu cu estava arrombado, vi sangue na minha mão, então fui me banhar
Jorge voltou para a obra como se nada tivesse acontecido, no final da tarde antes de minha mãe chegar ele me diz
Jorge - Eu sei que você não falará nada, pois se falar além de te matar, você ficará com fama de viadinho
- Não vou falar nada, prometo
Jorge - Assim que eu gosto viadinho
- Só não faça de novo, por favor, está doendo muito
Comecei a chorar, ele me abraçou e disse que não faria mais, e pediu novamente segredo, mas dessa vez sem me ameaçar
Dois dias haviam passado, tudo corria normalmente, porém, eu me sentia estranho, o meu psicológico estava fodido, porém, começou a se ajeitar
Eu ainda gostava de vê-lo sem camisa, ver a sua pele brilhar de suor, durante a noite eu me olhava no espelho, via a minha bunda, sentia que estava mais arredondada, quando eu sentia o meu cu doer eu me lembrava dele, na terceira noite sonhei com ele me comendo, meu pauzinho amanheceu duro, eu estava começando a gostar do que me aconteceu
Meu primo me procurava, eu dizia que não estava bem, que estava com diarréia e assim eu escapava dele, eu não queria que ele visse o meu cuzinho inchado, e também, depois que eu havia sentido um negão dentro de mim, eu já não sentia vontade nenhuma de estar com o meu primo
Aos poucos voltei como era antes com o Jorge, praticamente a amizade de antes do estupro, porém, uma semana depois do estupro eu já sentia uma vontade incontrolável de estar debaixo dele
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