meu amigo virou putinha do meu pai – parte 2
Mesmo sabendo o ocorrido da sua expulsão de casa dos pais, nunca me ficou claro e nem muito menos tive muitos detalhes da expulsão.
Com isso passei a notar algumas coisas estranhas.
Ao ir ao mercadinho próximo de casa, observei que Alberto andava a frente indo para o colégio estudar.
Nesse dia, o mesmo mesmo um motorista que o havia reconhecido no posto de gasolina lhe ofereceu carona novamente. Alberto hesitou novamente. Isso me causou estranhamento. Realizei as compras no mercadinho e voltei pra casa. Bruno brincava com o vídeo game até conseguir dormir.
Coloquei meu irmão mais novo pra dormir e aguardei um pouco.
Alberto e Mathias chegaram ao mesmo tempo, um abriu a porta pro outro entrar e ambos foram pro quarto, enquanto meu pai tomava banho o Alberto se despia. Fecharam a porta do quarto, não era comum isso acontecer. Mas diante do que eu presenciei não seria diferente.
No outro dia fui acompanhar, seguir o Alberto indo para a escola no período noturno. Discretamente. Percebi que novamente o cara que o encontrou dentro do carro.
Desta vez ele não descartou a carona, tentei seguir até onde dava. Era um carro preto, parecia um Corolla. Por coincidência era o condomínio onde Alberto morava. O carro entrou e não tive notícia.
Certo dia, criei coragem e perguntei ao Alberto a sós como e porque ele foi expulso de casa.
Me confidenciou, ” eu me masturbava, acessava vídeos pornôs gays em casa, meu pai me flagrou e me expulsou”.
Passei acreditar, mas também a desconfiar, achei raso e sem profundidade. Poderia ser algo mais incriminador, mas como existem pessoas que se comportam de diferentes formas, a reação pode ser mais explosiva para alguns do que para outros.
O mês passou e comecei a fazer uma atividade física no período da tarde, depois do almoço num clube municipal que fornecia atividades gratuitas, eu aproveitava e saia de casa na hora do almoço e do clube ia buscar o meu irmão no colégio. Portanto o período da tarde apenas o Alberto permanecia na casa.
Quiz curtir um dia em casa, pois estava cansando e não estava afim de ir no clube no período da tarde, meu irmão estava em passeio organizado pela escola dele e iria chegar às 18, então iria buscar ele mas tarde do que de costume. Fingi sair sem falar com ninguém, pois na rotina os hábitos se perpetuam. Fiquei uns 15 minutos foram e de longe olho para casa.
Um Corolla preto estacionou na frente de casa e um cara sai. Um homem alto, magro para o porte da altura aproximadamente 1,80, uns 80 kg, branco, cabelo escuro liso com alguns fios grisalhos,
Camisa social branca, calça social, sapato e uma gravata, sem paletó uns 50 anos.
Agora eu vou ver o que tá acontecendo, putaria na certa.
Sorrateiramente chego sem levantar dúvidas. Acerto em cheio, o viado já tinha macho anterior. Desta vez utilizei o celular pra filmar.
Eles entraram no quarto, eu comecei a filmar do vitro do banheiro, que dava direto pra cama.
O coroa peitudo, peito peludo,bem mesclado pelos negros com fios grisalhos. Cueca preta, sacudo, foi tirando a roupa sem cerimônia e pegou o pau e ficou balançando, agitando pra endurecer pois já estava meia bomba. Pentelhudo, pau bonito uns 20 centímetros, coroa avantajado, pau branco cabeça cogumelo, vermelho arroxeada, circuncidado.
Alberto que não é besta, fala” pau cheiroso, pele cheirosa, posso chupar esse picolé de carne’.
O macho fala ” todo seu, mama minha princesa”.
O moleque prova rola como se chupasse a eras rola de macho é inacreditável o jeito que ele passa a língua na cabeça do pau. O viado “come” o pau. Ele usa o pau do velho, chupando como se comesse uma espiga de milho.
O maduro exigiu ” vira tenho que te comer, não tenho tanto tempo”.
A bichinha encostou a cabeça no travesseiro, colocou as mãos uma em cada nádega e abriu com as mãos.
O coroa gostoso, “cara seu cu, tá virando uma cuceta, esse cara tá te virando do avesso” , “daqui uns dias vira uma flor de tanto você dar esse cu”, “não era assim esse cu” ” eu te comia com mais carinho, a cara tá agressivo com você”
Alberto viado criado ” não me importo” “tenho muito tesão” ” já sou puta de macho” ” meu macho me come e eu deixo feliz”.
O grisalho, comentou ” vou passar um lubrificante, tenho um pouco no bolso, deixa vou passar esse sabonete líquido aqui”
Começou a meter, entrou fácil com a ajuda do sabonete, e do cu bem inflamado de tanto dar pra negão.
Metendo e atritando pele com pele, só escuto as estocadas na bunda.
O moleque geme, o maduro roludo fala” esse cu tem fome” “vou judiar, não é mais uma princesinha”.
O afeminado enaltece, pode destruir, meu cu aguenta.
“Viado, não fala isso” o macho começa a meter com tanta força que segura nos ombros do menino.
O suor e o macho ofegante, tornando o macho preste a gozar. Só ouço o coroa peludo falar” vou gozar”. Alberto se expressa “não, no cu não, eu quero na boca” “goza na boca” . Rapidamente o peludo, tira o pau do cu do viado e tenta acertar a boca, mas o gozo sai antes de acertar a boca e acerta o rosto.
Um urro gostoso, o pau pingava leite, caindo no chão.
Mas viado que é viado não desperdiça, lambe até o chão pra saciar o tesão.
Finalizada a foda, o cinquentão, deita na cama e começa a se vestir e se despedir da puta gozada com um gostoso beijo melado de porra. Limpa a própria cara e vai embora, vestido como se não houvesse acontecido nada, fecha o portão e dirige o carro.
A filmagem acaba, nesse momento o Alberto inicia um banho.
Nesse momento eu entro em casa e espero o viadinho do meu pai prestar esclarecimentos.
Sentado no sofá pergunto ao meu querido amigo ” o que foi isso o que acabou de acontecer aqui, como foi a rolada do coroa Alberto me responda?”
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