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O Dinheiro cap 4

📅 Publicado em: 12/03/2025 01:04

👤 Autor: timberlake

🏷️ Tags: #Gay #Teen
Alex abriu a porta de repente, já que estava destrancada. Do lado de dentro, Dudu ainda estava com o pau dentro de Júnior, segurando-o pela cintura. Alex achou graça da cena, entrou na casa e ficou surpreso com a situação.

— Caraca, seus doidos! Por que não foram foder no quarto? Bando de bicha apressada.

— E você, por que não tocou a campainha? — rebateu Júnior.

— Pra quê? se já estava aberta!

— Questão de educação, Alex!

Alex olhou de lado e, pela primeira vez, reparou no corpo magro e branquinho de Júnior, na sua bundinha com a rola de Dudu ainda dentro. Eles estavam transando em pé. A cena o deixou excitado, despertando nele um desejo inesperado. Quando Dudu tirou o pênis de dentro de Júnior, Alex ficou surpreso.

— Porra, moleque, você aguenta essa piroca toda? É quase do tamanho da minha!

— E por que ficou excitado, primo? Quer que eu meta em você? — provocou Dudu.

— Sai fora, jacaré! Meu cu ninguém come.

— Então por que ficou excitado, Alex? — perguntou Júnior, entrando na conversa.

— Mano, é porque... sei lá, sexo é sexo. Seja como for, me dá tesão.

— Pensei que você fosse hétero...

— E sou, porra! Macho pra caralho. – diz Alex nervoso.

Júnior virou de costas e abraçou Dudu. Alex, mais uma vez, reparou na bunda dele e se imaginou metendo nela.

Eles se vestiram ali mesmo, na sala, um pouco frustrados por não terem terminado a transa.

— Pronto, agora fala... o que te trouxe aqui sem avisar, Alex?

— Primeiro, eu nem sabia que meu primo era quem te comia.

— Primo, não viaja. Sou solteiro, faço o que eu quiser e como quem eu quiser.

— Mas você nunca me contou nada...

— E eu sou obrigado a sair comentando minha vida sexual com alguém? O que eu faço entre quatro paredes não é da conta de ninguém.

— Credo! Agora deu pra ver que você é um cavalo completo.

Alex riu e mudou de assunto:

— Mas enfim, vim te convidar pra ir na casa do seu amigo.

— Na casa do Henrique?

— Sim. Achei ele um cara legal.

— Não vai rolar. Ele anda meio ocupado e combinamos de nos ver só amanhã.

— Na hora. Posso ir com você?

— Não sei... não combinei nada disso com ele.

— Então vou ligar pra ele e perguntar eu mesmo.

Alex pegou o celular.

— Dudu, quer ir junto comigo? — perguntou Júnior.

— Pode ser.

— Beleza, então vou ligar pra ele.

— Se ele permitir, você me avisa, Ale.

— Fechado.

Alex olhou para os dois e riu.

— E aí, vamos jantar? — pergunta Junior.

— Vocês são esquisitos.

— Por quê, primo?

— Ora, vão jantar depois de começar pela sobremesa! — disse Alex, caindo na risada.

— Seu palhaço!

Eles jantaram e, logo em seguida, Alex voltou para casa junto com Dudu. Enquanto isso, Júnior ficou pensativo, começando a enxergar sentido na conversa que tivera com Dudu mais cedo. A preocupação com seu amigo crescia dentro dele.

Na manhã seguinte...

Pontualmente às 8h da manhã, Henrique chegou à sede da Redphone e foi surpreendido por uma cena inesperada: um segurança arrastava um jovem para fora da empresa de maneira agressiva. Sem hesitar, Henrique interveio.

— O que está acontecendo aqui? — perguntou, com firmeza.

— Isso não é da sua conta — respondeu o segurança, de forma ríspida.

— Tudo o que acontece nesta empresa é da minha conta.

— E quem você pensa que é pra se meter onde não foi chamado?

— Eu sou Henrique Red, dono dessa empresa e quem paga a porra do seu salário. E estou mandando você soltar esse rapaz, agora.

O segurança imediatamente afrouxou a pegada e recuou, visivelmente nervoso.

— Me desculpe, senhor. Foi uma ordem da chefia lá de cima.

— Pois saiba que o chefe aqui sou eu. E não importa quem deu essa ordem, isso não justifica tratar um ser humano como um animal.

— Mil desculpas, senhor.

Henrique se voltou para o rapaz, que ajeitava a camisa amassada e ainda parecia assustado.

— E você, me diga, por que estavam te tratando assim?

— Puxa, senhor... — o jovem hesitou, envergonhado. — Faltei três dias porque minha mãe teve um derrame. Apresentei um atestado, mas o chefe do TI se recusou a aceitar, me demitiu e mandou o segurança me pôr pra fora.

Henrique fechou o rosto, visivelmente irritado.

— Que absurdo! Isso é desumano. Me desculpe por você ter passado por essa humilhação, mas te prometo que isso acaba agora. Volte ao seu trabalho.

— Sério? Obrigado, senhor Henrique!

Henrique esboçou um pequeno sorriso.

— "Senhor" não, cara. Temos praticamente a mesma idade. Só vá para o seu setor e aguarde.

O jovem assentiu, emocionado. Henrique então se voltou para o segurança.

— E você, volte pra sua função e faça seu trabalho direito.

No setor de TI...

Antes de ir até o setor de Tecnologia da Informação, Henrique deixou um aviso claro: ninguém deveria comentar sua chegada à empresa. Qualquer deslize e ele mesmo demitiria todo mundo.

Quando Zeca entrou na sala do TI, seu antigo chefe nem esperou para começar a esbravejar:

— Eu já disse que não queria ver você aqui, Zeca! Ou quer que eu te ponha pra fora eu mesmo?

Uma voz fria e autoritária ecoou atrás dele.

— Nem pense em encostar um dedo nele.

O chefe do TI se virou, irritado.

— Ah é? E você vai fazer o quê?

Henrique cruzou os braços, mantendo o olhar impassível.

— Zeca, chame a segurança.

— Sim, senhor.

O chefe riu, debochado.

— E você pensa que é quem pra dar ordem aqui?

Henrique deu um passo à frente.

— Henrique Red. Dono desta empresa. E você está demitido.

O rosto do chefe ficou pálido.

— Mas você não pode me demitir!

— Claro que posso. Sou o dono. E acabei de ver você abusando do seu poder, constrangendo e humilhando um funcionário. Além disso, se recusou a aceitar um atestado médico, o que configura assédio moral.

O homem tentou argumentar.

— Esse rapaz nunca me entregou nada!

Henrique arqueou a sobrancelha, pegou uma pasta da mesa e jogou dois papéis sobre ela.

— Engraçado... e o que são esses dois atestados médicos na sua lixeira? Ambos no nome de José Alexandre Araújo.

O chefe engoliu em seco.

— Eu... eu posso explicar, senhor...

Antes que terminasse, Zeca entrou novamente na sala.

— Senhor Henrique, a segurança chegou.

Um dos seguranças se aproximou.

— No que podemos servi-lo, senhor?

— Acompanhem esse senhor até a porta da empresa. Sem violência. Caso ele se recuse, chamem a polícia.

O chefe do TI abriu a boca para protestar, mas percebeu que não tinha escolha.

— Sim, senhor. Por favor, Almir, nos acompanhe — disse um dos seguranças.

Quando o homem finalmente foi escoltado para fora, Henrique voltou-se para Zeca.

— Por enquanto, você é o novo chefe do setor de TI.

— Sério? Obrigado pela oportunidade, senhor Henrique!

— Me acompanhe até a sala da presidência.

Zeca assentiu, animado.

— Claro, vamos!

A ligação de Mel

No meio do caminho, o celular de Henrique tocou. Ele atendeu ao ver que era Mel.

— Já saiu de casa? — perguntou ela.

— Sim, já estou na empresa. Te aguardo na sala da presidência.

— Ok, estou finalizando um assunto e já estou indo pra aí.

Henrique desligou e, ao chegar à recepção da presidência, ele e Zeca pediram para entrar. No entanto, a secretária os impediu.

— Desculpe, mas não posso deixá-lo passar.

Henrique franziu o cenho.

— E por que não?

— Porque eu não estou a fim — disse ela, com desdém. — Além disso, o senhor Flávio pediu para não ser incomodado.

Zeca arregalou os olhos com a petulância da mulher.

— Bete, esse é o dono da empresa. Se comporte!

A mulher arregalou os olhos, finalmente percebendo quem estava à sua frente.

— Sério?! Me desculpe, senhor!

Henrique suspirou, cruzando os braços.

— Você é extremamente mal-educada.

Ele se virou para Zeca.

— Volte pro seu setor.

— Tudo bem, estou indo.

Bete pigarreou e se ajeitou na cadeira.

— Deixa eu anunciar o senhor...

Henrique a encarou, sério.

— Não precisa. Você mesma disse que "não estava a fim".

Ele passou direto, sem esperar mais um segundo.

Henrique entrou de uma vez na sala da presidência e se deparou com o atual presidente, Flávio, se agarrando com uma funcionária.

— O que porra é essa aqui? — disse Henrique, com uma voz firme e irritada.

Flávio, visivelmente constrangido, tentou se recompor rapidamente.

— Eu disse para Bete que não receberia ninguém, nem o papa.

Henrique, com uma expressão séria e decidida, respondeu:

— Não se preocupe. A partir de hoje, você não precisará mais se incomodar em receber ninguém.

Flávio ficou perplexo.

— Como assim? Quem é você para fazer isso?

Henrique olhou para ele, sem pressa de explicar, e soltou, com calma e autoridade:

— Sou Henrique Red.

A reação de Flávio foi imediata.

— Senhor Red! Como assim? Não fui informado de que você viria!

Henrique não se deixou abalar.

— Eu não preciso avisar a ninguém quando decido visitar minha própria empresa.

Flávio, nervoso, tentou mudar de assunto.

— Mas que bons ventos o trazem até aqui?

Henrique, mantendo a compostura.

A secretária entra e diz:

— Com licença, a senhora Mel está lá fora.

Flávio tentou impedir.

— Diga a ela que estamos ocupados.

Henrique, com uma voz mais firme, respondeu:

— Ao contrário. Mande-a entrar imediatamente.

— Sim, senhor.

Mel entrou na sala com um sorriso profissional.

— Bom dia, Henrique. Bom dia, Flávio.

Flávio, sem muita empolgação, cumprimentou-a.

— Bom dia melissa

Mel se aproximou e olhou para Henrique.

— Oi Mel bom dia. Diz Henrique com um sorriso de canto de boca.

Ela se virou para Flávio, um tanto desconfortável.

— Sim, o senhor deseja alguma coisa? Diz Flávio desconfortável.

Henrique olhou diretamente para Flávio, com uma calma que contrastava com a tensão no ar.

— Sim. Para começar, estou te demitindo. Por abuso de poder e por usar a sala da presidência como se fosse um bordel.

Flávio se levantou, incrédulo.

— Você não pode fazer isso! A empresa vai muito bem nas minhas mãos!

Henrique não se deixou impressionar.

— Vai tão bem, que eu nem sequer confio nos serviços oferecidos pela minha própria empresa.

Flávio estava cada vez mais agitado.

— Mas isso é um absurdo, senhor Henrique!

Henrique olhou firmemente para ele, sem qualquer sinal de hesitação.

— Já tomei minha decisão e ponto final. Mel, faça um comunicado à imprensa informando sobre a demissão de Flávio. Demita também todo o time de marketing e a secretária lá fora. Quero que você providencie uma nova empresa de segurança.

Mel, já acostumada com a firmeza de Henrique, anotou rapidamente.

— Ok, mais alguma coisa?

Henrique fez uma pausa antes de responder.

— Sim. Avise ao jurídico que quero que eles negociem os acordos e reduzam a dívida da empresa em pelo menos alguns milhões. E que paguem a Anatel ainda hoje.

— Claro, vou liberar o financeiro imediatamente.

Henrique se virou para Flávio, mantendo a voz firme e impessoal.

— Flávio, muito obrigado por tudo. Porém, seus serviços estão dispensados.

Flávio ficou mudo, sem saber como reagir. Henrique se dirigiu à porta, deixando claro que não haveria mais conversas.

Continua.....
Nenhuma reação ainda.

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