Faço sexo com meu filho e preciso desabafar
Olá, antes de tudo gostaria de deixar bem claro que isso não é um conto erótico, vcs podem acreditar ou não, eu realmente não dou a mínima, com certeza deve ter muitos relatos mentirosos aqui nesse site, mas como esse é um assunto que eu não posso desabafar com ninguém e eu realmente preciso tirar isso do meu peito, vou contar aqui mesmo, espero não ser julgada, essa é a minha história e é 100% real, mas acredita quem quiser.
Como meu foco não é sexualizar meu relato até pq não é esse meu objetivo vou contar de uma forma direto e tentar ao máximo não usar termos eróticos, eu realmente quero passar credibilidade e ver se alguém me ajuda.
Como diz o título eu sinto muita atração pelo meu filho, isso desde sempre mas ficou muito maior esse desejo depois que ele entrou na puberdade.
Eu tive meu filho muito jovem, com apenas 16 anos com um cara péssimo, graças a deus ele não é presente nas nossas vidas, faz visitas bem raras ao nosso filho.
Eu sempre fui sozinha só eu e ele, e realmente sempre tive atração por ele e não entendo por que, é uma coisa que eu não sei explicar, eu realmente sinto desejo por ele q nunca senti por ninguém, fiquei muito tempo sem saber lidar até os acontecimentos de agora.
Sempre tivemos o abto de dar selinhos, sempre dormimos juntos mesmo ele tendo seu quarto, tomamos banho junto em fim.
Eu sempre senti desejo por ele desde pequeno mas por medo de ele crescer traumatizado me contive o máximo que eu pude, mas chegou um ponto q eu não aguentei mais.
Eu comecei a sentir maldade nas minhas próprias ações com ele, os beijos que eu costumava dar nele, que antes aram só selinhos de mãe e filho começaram a ficar mais longos e eu genuinamente sentia excitação.
Talvez por inocência e um desejo instintivo ele começou e corresponder e assim fomos levando, sem passar do limite pq eu ainda tinha muito medo, mas cada banho que eu tava nele passou a ser mais demorado, q gente passou a dar beijinhos com mais frequência, ele começou a pedir, oq me deu mais excitação ainda, e quando deitavamos a tarde no meu querto pra ver filme de vez em quando eu passava a mão nele, gostava de sentir ele perto de mim, sinceramente isso foi se acumulando dentro de mim, essa vontade, até o estopim.
Quando meu filho fez 14 anos eu chamei ele pra uma conversa, sentamos eu eu falei, apenas falei oq sentia por ele.
Falei que sempre amei ele, ele era meu menino, mas que eu amava ele de um jeito diferente q uma mãe ama seu filho, que eu amava ele como uma mulher ama um homem, q amava ele como namorados se amam.
Ele pareceu muito confuso, eu estava nervosa mas consegui explicar pra ele tudo e ele pareceu entender.
Depois de eu ter falado tudo permiti que ele falasse tudo que estava sentindo na hora, a cabecinha dele provavelmente estava processando tudo, acho q foi uma informação pra alguém da idade dele, então ele começou a fazer perguntas.
-mamae quer dizer que agora a gente é namorado?
-achei fofo a pergunta dele, respondi que sim, e expliquei que ninguém podia saber e tudo o pq as pessoas acharem isso errado e de novo ele pareceu entender.
-mamae então a gente pode se beijar na boca igual namorado?
-ele fez essa pergunta com muita vergonha kk esse foi um momento engraçado mas respondi que sim, na hora q ele quisesse beijar q mamãe ele poderia, e até mais, se ele quisesse dormir pelado com a mamãe e tudo mais ele poderia sem problema, expliquei sobre sexo ( coisa que ele obviamente já sabia ou pelo menos tinha noção do que era) e que quando ele quisesse fazer ele poderia, q agora além de mãe e filho nos estávamos namorando, foi uma conversa difícil mas eu me senti liberta de ter posto tudo isso pra fora e mais feliz ainda do meu filho se sentir do mesmo jeito.
Nesse mesmo dia algumas horas depois ele me pediu um beijo ( eu esperei ele vir até mim, não queria parecer invasiva e assutar ele) e a gente se beijou pela primeira vez, dormimos juntos a noite mais foi só.
No outro dia pelo horário da tarde estávamos no meu quarto vendo filme na cessão da tarde, ele parecia bastante enquieto enquanto o filme passava, no momento do comercial do filme ele veio pra me beijar de novo, eu dei total liberdade pra ele se sentir confortável e sem pressão, começou com beijinhos, foi ficando mais quente até que finalmente aconteceu, não vou ser explícita aqui pq como falei no início isso não é um conto erótico mas aí eu tive a primeira relação com meu filho, não chegou a ter penetração, basicamente ficamos nos beijando sem roupa e eu fiz um oral nele.
Eu realmente me senti a mulher mais feliz do mundo naquele momento, senti q realizei o meu desejo, meu filho sempre foi tudo pra mim, eu nunca senti por ninguém oq eu sinto por ele e finalmente fazer sexo com ele me tirou um certo peso, a aflição q antes eu sentia eu não senti mais.
Ele pareceu feliz, acabou de na maioria das tardes vendo filme acontecia de termos relação, ele sempre gostou mais de beijar na boca então era basicamente isso, ficarmos nus, se esfregar, se beijar muito pós ele gostava e no final um oral.
A penetração foi acontecer um tempinho depois, 6 depois de tudo isso.
Escrevi esse relato por 2 motivos, o primeiro era realmente ser ouvida, e o segundo era saber se mais gente passa pelo mesmo caso, eu tenho certeza que muitos relatos aqui são mentirosos mas como eu ACHO q aqui é um ambiente sem julgamentos e com anonimato estou escrevendo por aqui mesmo, obrigada a quem ler.
Como meu foco não é sexualizar meu relato até pq não é esse meu objetivo vou contar de uma forma direto e tentar ao máximo não usar termos eróticos, eu realmente quero passar credibilidade e ver se alguém me ajuda.
Como diz o título eu sinto muita atração pelo meu filho, isso desde sempre mas ficou muito maior esse desejo depois que ele entrou na puberdade.
Eu tive meu filho muito jovem, com apenas 16 anos com um cara péssimo, graças a deus ele não é presente nas nossas vidas, faz visitas bem raras ao nosso filho.
Eu sempre fui sozinha só eu e ele, e realmente sempre tive atração por ele e não entendo por que, é uma coisa que eu não sei explicar, eu realmente sinto desejo por ele q nunca senti por ninguém, fiquei muito tempo sem saber lidar até os acontecimentos de agora.
Sempre tivemos o abto de dar selinhos, sempre dormimos juntos mesmo ele tendo seu quarto, tomamos banho junto em fim.
Eu sempre senti desejo por ele desde pequeno mas por medo de ele crescer traumatizado me contive o máximo que eu pude, mas chegou um ponto q eu não aguentei mais.
Eu comecei a sentir maldade nas minhas próprias ações com ele, os beijos que eu costumava dar nele, que antes aram só selinhos de mãe e filho começaram a ficar mais longos e eu genuinamente sentia excitação.
Talvez por inocência e um desejo instintivo ele começou e corresponder e assim fomos levando, sem passar do limite pq eu ainda tinha muito medo, mas cada banho que eu tava nele passou a ser mais demorado, q gente passou a dar beijinhos com mais frequência, ele começou a pedir, oq me deu mais excitação ainda, e quando deitavamos a tarde no meu querto pra ver filme de vez em quando eu passava a mão nele, gostava de sentir ele perto de mim, sinceramente isso foi se acumulando dentro de mim, essa vontade, até o estopim.
Quando meu filho fez 14 anos eu chamei ele pra uma conversa, sentamos eu eu falei, apenas falei oq sentia por ele.
Falei que sempre amei ele, ele era meu menino, mas que eu amava ele de um jeito diferente q uma mãe ama seu filho, que eu amava ele como uma mulher ama um homem, q amava ele como namorados se amam.
Ele pareceu muito confuso, eu estava nervosa mas consegui explicar pra ele tudo e ele pareceu entender.
Depois de eu ter falado tudo permiti que ele falasse tudo que estava sentindo na hora, a cabecinha dele provavelmente estava processando tudo, acho q foi uma informação pra alguém da idade dele, então ele começou a fazer perguntas.
-mamae quer dizer que agora a gente é namorado?
-achei fofo a pergunta dele, respondi que sim, e expliquei que ninguém podia saber e tudo o pq as pessoas acharem isso errado e de novo ele pareceu entender.
-mamae então a gente pode se beijar na boca igual namorado?
-ele fez essa pergunta com muita vergonha kk esse foi um momento engraçado mas respondi que sim, na hora q ele quisesse beijar q mamãe ele poderia, e até mais, se ele quisesse dormir pelado com a mamãe e tudo mais ele poderia sem problema, expliquei sobre sexo ( coisa que ele obviamente já sabia ou pelo menos tinha noção do que era) e que quando ele quisesse fazer ele poderia, q agora além de mãe e filho nos estávamos namorando, foi uma conversa difícil mas eu me senti liberta de ter posto tudo isso pra fora e mais feliz ainda do meu filho se sentir do mesmo jeito.
Nesse mesmo dia algumas horas depois ele me pediu um beijo ( eu esperei ele vir até mim, não queria parecer invasiva e assutar ele) e a gente se beijou pela primeira vez, dormimos juntos a noite mais foi só.
No outro dia pelo horário da tarde estávamos no meu quarto vendo filme na cessão da tarde, ele parecia bastante enquieto enquanto o filme passava, no momento do comercial do filme ele veio pra me beijar de novo, eu dei total liberdade pra ele se sentir confortável e sem pressão, começou com beijinhos, foi ficando mais quente até que finalmente aconteceu, não vou ser explícita aqui pq como falei no início isso não é um conto erótico mas aí eu tive a primeira relação com meu filho, não chegou a ter penetração, basicamente ficamos nos beijando sem roupa e eu fiz um oral nele.
Eu realmente me senti a mulher mais feliz do mundo naquele momento, senti q realizei o meu desejo, meu filho sempre foi tudo pra mim, eu nunca senti por ninguém oq eu sinto por ele e finalmente fazer sexo com ele me tirou um certo peso, a aflição q antes eu sentia eu não senti mais.
Ele pareceu feliz, acabou de na maioria das tardes vendo filme acontecia de termos relação, ele sempre gostou mais de beijar na boca então era basicamente isso, ficarmos nus, se esfregar, se beijar muito pós ele gostava e no final um oral.
A penetração foi acontecer um tempinho depois, 6 depois de tudo isso.
Escrevi esse relato por 2 motivos, o primeiro era realmente ser ouvida, e o segundo era saber se mais gente passa pelo mesmo caso, eu tenho certeza que muitos relatos aqui são mentirosos mas como eu ACHO q aqui é um ambiente sem julgamentos e com anonimato estou escrevendo por aqui mesmo, obrigada a quem ler.
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