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Curioso, entrei no mato com o Valdir...sai com o cuzinho melado

📅 Publicado em: 11/04/2025 15:59

👤 Autor: pingo

🏷️ Tags: #Gay #Tween #Virgem
Minha mãe fazia bicos, lavava, passava, fazia faxinas, mulher trabalhadora, mas aos finais de semana, gostava de uma cervejinha.

Criado sem pai, e sempre pela rua, era um menino danado, curioso.

Mulato, magrinho, pequeno, meu tio me apelidou de "Pingo", ele dizia que eu era um pingo de gente.

Tinha dez anos na época, mas pela estatura, sempre achavam que eu tinha menos.

Gostava de brincar com os meninos um pouco mais velho, me sentia mais "malandro", mas tinha que aguentar as brincadeiras. Eles me zoavam bastante, principalmente porque eu era magrinho, com a bundinha arrebitada, sempre me davam tapas na bunda.

Um dia, Valdir se aproveitou da minha curiosidade, e abusou de mim....o pior, é que acabei gostando. Ele era um dos mais velhos do grupo, tinha 13 anos, branco, um pouco mais alto que eu.

A brincadeira tinha acabado e ficamos conversando no campinho.

Valdir me cutucou, e falou baixinho:

_Vamos sair...tenho um negócio legal para te mostrar...

Nos distanciamos dos outros meninos, e Valdir entrou no mato. Na vila tinham vários terrenos cheios de mato. Assim que passamos por uns pés de mamonas, ele parou. Percebi que não dava para ver quem passava na rua.

_Nossa....o que você vai me mostrar que tem que ser tão escondido assim? Perguntei.

_Tó. Disse ele, me dando uma caixinha de baralho.

_Tudo isso para me dar uma caixinha de baralho?

_Abre...achei isso numa caixa velha do meu avô.

A caixinha era de baralho comum, mas dentro, as cartas eram pornográficas, cada carta tinha uma posição com cena de sexo.

_Nossa....é tudo de sexo. Falei, com os olhos brilhando.

Sem piscar, olhava as cartas, uma a uma. Acabei ficando excitado, meu pinto ficou duro.

Nisso, Valdir se encosta atrás de mim, e olhando por cima dos meus ombros, fala quase que ao meu ouvido:

_É da hora né?

_Nossa...é bem legal....

Valdir falou, e não saiu de trás de mim, ficou olhando por cima dos meus ombros, eu passando as cartas. Acabei sentindo um negócio durinho encostando na minha bundinha.

Imaginei que ele também estivesse excitado, mas até então, não sentí maldade. O problema é que ele começou a se mexer bem devagarinho atrás de mim.

Fiquei sem ação, sem saber o que fazer. Achando que fosse coisa da minha cabeça, resolvi me voltar para o baralho.

Valdir percebeu que eu não reagi negativamente, e avançou. Ele se encaixou bem atrás de mim, e colocou suas mãos dentro do meu calção, pegando meu pinto.

_O quê que você está fazendo? Perguntei assustado.

_Shhhhh...fica quietinho, aposto que você vai gostar...

Suas mãos seguem acariciando meu pinto, minhas bolinhas. Em compensação, seu pinto roça meu reguinho.

Cada vez mais ousado, Valdir abaixa meu calção.

_Não...não...assim não. Falei.

Novamente ele pediu para eu ficar quietinho. Pegou meu pintinho duro, e passou a masturbá-lo.

Não conseguia reagir, estava muito gostoso. Tão gostoso, que demorei para me dar conta que ele também tinha abaixado o seu calcão. Seu pau quentinho, estava atravessado na minha bunda.

_Você abaixou seu calção. Falei assustado.

Só ouvi um:

_Shhhhhh.....

Eu já batia punheta, e nunca tinha sentido nada parecido, era gostoso, dava uma certa moleza no corpo, parecia relaxar, dava vontade de continuar. E esse foi o problema, eu fui deixando, e ele foi avançando.

Quando a cabeça do pinto dele deslizou pelo meu reguinho, soltei um gemido.

_Pára Valdir....pára...tá na hora de parar.

_Só mais um pouquinho, eu sei que você está gostando...deixa...

Fiquei quieto, e ele forçou, fazendo a cabeça do pinto abrir meu reguinho. Soltei um gemido mais forte, meu corpinho estremeceu, e algumas cartas do baralho caíram da minha mão.

Numa atitude sem pensar, agindo só por instinto, eu fui me abaixar para pegar as cartas que caíram, só que eu não dobrei os joelhos. A cabeça do pau do Valdir foi direto para o meu anelzinho, que piscou e travou rapidinho. Muito assustado com o que sentí, me ergui rapidamente.

_Deixa vai. Pediu.

_Não...não...tá doido?

_Ah vai....deixa...

_Não...não...vai me machucar...

_Só a cabecinha então...eu juro...se doer eu paro...

_Não Valdir...vamos embora, já está escurecendo...

Ele ainda estava agarrado à minha cintura, e a cabecinha do seu pau, ainda estava colada no meu buraquinho. Valdir começou a fazer um vai e vem, pressionando a cabecinha do seu pau, no meu buraquinho. Fiquei todo arrepiado, e meu corpo estremeceu mais uma vez.

_Tá vendo Pingo? Você está gostando...deixa vai...só a cabecinha, se doer eu paro, eu juro...

Já não sabia mais o que era certo ou errado, agi novamente por instinto, e acabei me entregando.

_Você jura que também não vai contar nada.

_Eu juro...eu juro...prometo!

Inseguro com minha decisão, mas com vontade de experimentar, me ajoelhei no mato, como ele pediu. Bastou a cabecinha encostar no meu cuzinho para eu esquecer os medos. Com as perninhas mais abertas, a cabecinha ficou bem encaixada. Já lambuzada de saliva, sinto a pressão, e a cabecinha rompe meu cabacinho.

_Ahhhhhh. Gemi gostoso.

_Tá doendo? Me perguntou.

_Não...não...

Valdir tirou o pinto, passou mais saliva, e enfiou novamente. Agora, ele fica fazendo vai e vem, só com a pontinha do pau.

Eu estava todo arrepiado, gostando do que estava sentindo. Valdir gemia bastante.

_Tá doendo Pingo?

_Não...tá é gostoso para caramba. Falei.

_Posso enfiar mais um pouquinho?

_Só mais um pouquinho...

Ele enfiou, e aumentou o vai e vem. Nossos gemidos eram abafados, baixinho, não poderíamos ser ouvidos.

Em questão de minutos, Valdir já estava batendo as suas bolinhas na minha bunda, ele estava enfiando tudo, não questionei, eu adorei, a sensação era maravilhosa.

Foram poucos minutos de um prazer, até então, inimaginável.

Eu estava adorando o entra e sai.

_Caralho Pingo...seu cuzinho é bem gostoso, vou gozar....

_Vai o quê?

_Gozaaaaaaaaarrrhhhhh.....ahhhhh...

Senti um negócio quente entrando em mim.

_Você está mijando dentro de mim!

Falei tentando escapar, mas ele me segurou firme.

_Calma....eu não tô mijando...ahhhh....tô gozando...ahhhh....

Mesmo sem entender, fiquei quieto, sentindo seu pinto pulsando dentro de mim, até que se aquietou, e ele tirou de dentro.

Quando fui subir meu calção, sentí que o negócio dentro de mim ia vazar.

_Acho que seu mijo vai sair. Falei.

_Não é mijo...é porra.

_Porra?

_É....é o nosso leitinho, sabia? Menino também tem leitinho. Falou.

Valdir pegou uma folha de mamoneira, passou na minha bunda, e me mostrou uma gosma branca.

_Tá vendo...isso é porra...é o nosso leitinho, sai do nosso pinto.

_Eu acho que não tenho isso.

_É que você ainda é pequeno...mais para frente você vai ter também...

Nos arrumamos, saímos do mato, e já escurecendo, fomos para casa...
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