Eterno abuso: quando o trauma se converte em delícia
Não sabia o que a vida ia trazer de volta, das profundezas do meu passado esquecido na infância, os cheiros, os gemidos e choros, vindo aos poucos na minha memória.
Sempre fui uma mulher um tanto tímida, diria sensível, e muitos homens que conheci tinham tara pela minha voz suave de menina, meu olhar de prazer quando gozo, de me encolher com o corpo quando me molho... O meu marido ama esse jeito menina de eu ser, mas sou assim só na cama.
Meu trabalho é cuidar de crianças numa creche no extremo sul. Adoro brincar e cuidar dos pequenos. A correria é grande, bastante choro e pedidos pra todo o lado. São levados demais!
A minha vida era estável, sem problemas no casamento, adorava meu trabalho, até que eu vi... o papai de uma das crianças estava com a sua filha maior de 7 anos dentro do banheiro, brincando com a bucetinha dela! Ele veio buscar a de 3 aninhos e aproveitou que estava "vazio" o banheiro infantil pra masturbar a filha.
Aquilo me fez me sentir mal, olhando aquela cena da pequena de vestido da Minney, cabelos compridos se contorcendo nos dedos do pai, segurando seu braço contra sua bucetinha, a face pervertida do pai e eu com vontade de gritar...mas não conseguia! Tentava e não conseguia! Algo me paralisou como se sufocasse a minha garganta, um gelo e ao mesmo tempo um calor subiam pelo estômago. Sentia terror, mas sentia algo mais...algo que não sabia dizer, que era impossível falar! Fiquei na minha posição encolhida, ouvindo os gemidos de criança dela e do pai, ele acelerando e tapando a boca da filha, agora toda mole com as pernas soltas, gozada.
O pai levantou a criança depois de limpar e carregou no colo mesmo com a cara dela de cansada...fiquei parada, sem saber o porquê. Deveria denunciar e iria assim que tivesse forças. Mas não conseguia parar de sentir um calor que passava pelo meu corpo. Aquilo era muito errado e eu estava confusa. Esperei um pouco mais e resolvi sair mais cedo do trabalho. Esse pai me viu saindo do banheiro e isso me intimidou.
Voltei pra casa sem parar de lembrar da cena. Resolvi não falar com Gabriel sobre o assunto. Mas aquilo ficou na minha mente por muito tempo.
Passaram 2 meses do incidente e eu não havia denunciado o pai, mas não parava de pensar naquilo. Vinha em meus sonhos, como se eu fosse ela sendo abusada pelo meu pai, acordando com a buceta inchada e dolorida de estar contraída, como se quisesse ser abusada e apertasse o pau do pai no sonho. Meu marido me comia e eu sem notar pedia pra me chamar de "menininha do papai", sem perceber o meu tesão próprio com isso. Era como se fosse outra pessoa no meu corpo! Não me reconhecia assim no dia a dia, no meu trabalho.
O pai da menina conversava comigo na creche pra saber da filha, me deixava ansiosa e nervosa, uma cúmplice do abuso dele. Ele sabia o que eu vi e parecia cada vez mais interessado. Era solteiro, a mulher havia morrido no parto. Um dia, no final do trabalho, foi ele o último a buscar a filha, que estava chorando.
- Vem pro papai, desculpa minha bebezinha. Eu prometo que não vai acontecer mais.
- Quase que chamamos o conselho tutelar kkk - disse a chefe.
- Obrigado por cuidarem dela e desculpa o horário, mas pai solteiro sofre com trabalho e tudo mais - com um ar sério.
- Tudo bem ter ficado mais, chefe, só vou chegar um pouco atrasada em casa - eu disse.
- Posso te dar uma carona? Fui eu que te deixei atrasar, é o mínimo.
- Olha... precisa não. Tá tudo bem.
- Eu incisto em te levar...ou você tem algum outro motivo pra não aceitar? - me olhando no fundo dos olhos.
- Acho que não. Então vamos, mas moro longe.
- Tudo bem. Vamos minha bebezinha? - olhando pra filha no colo.
Entrei no carro de Pedro. Um HB20 preto, só eu e ele na frente, a menina na cadeirinha atrás. Fomos em direção ao meu bairro, conversando, eu tentando esconder o meu receio de estar ali...mas a minha buceta estava inchada e contraída demais.
- Que bom saber que vc gosta de trabalhar com crianças, Brenda. E tem bastante experiência nisso.
- Sempre gostei, adoro ver a inocência nos olhinhos delas - mostrando no meu jeito a vontade de apertar eles - abraçar e beijar eles. Eles são tão carinhosos e fofinhos... - até tinha me esquecido com quem estava.
- Eu também adoro as minhas crianças, elas são fofas demais. Crianças são a coisa mais linda e gostosa de ter em casa - dizia Pedro, com olhar sereno mas sensual.
- Por isso que eu adoro meu trabalho, estar rodeada por elas, eles me enchem de beijos quando chegam rsrs, se eu deixar sobem em cima de mim - rindo de maneira boba, como uma menina.
- É a melhor coisa que há ser abraçado por crianças, beijar e apertar elas...são tão macios e pequenos, dá vontade de morder - e ele pega o pé da pequena que dorme - olha só esse pezinho!
- Eu sempre que vejo um pezinho assim já quero morder! - e olho pra trás do banco a pequena.
Sem saber porquê, simplesmente me aproximo e começo a morder o pesinho dela, brincando com ele. Quando olho pro lado vejo que a face de Pedro está diferente, próxima daquela quando encontrei ele tocando a bucetinha da filha de 7 aninhos. Uma cara de tarado que me lembrou alguém...uma cena...não sei...só sei que estava molhada com o canal da buceta inchada e escorrendo gozo.
Tentando me recompor, vendo que Pedro me dava liberdade, comecei a perguntar porquê ele estava solteiro.
- Ah Brenda, eu acho que é porque vivo pras minhas meninas. Trabalho direto e mal tenho como cuidar direito delas, imagina de uma mulher. Além disso, eu não quero uma família tradicional, conservadora, mas que as minhas filhas sejam livres pra explorar o que tiverem curiosidade, com a ajuda do pai sempre.
-Huummm. Acho que te entendo melhor, Pedro. Dá pra ver que não deixa nada faltar pra elas e você ganha bem, pode ter a mulher que quiser, mas prefere alguém que cuide delas assim como você...- e eu senti a mão dele passando na minha perna, apertando a coxa, me deixando escapar um gemido!
- Aiiinnn, papa...
Pedro olhou pra minha cara com tesão, o meu coração batia forte, o medo dava lugar ao tesão. Sentia que era isso...mas não sabia ainda o que eu queria com Pedro. Memórias vinham do meu passado, embaralhadas com cenas do meu pai e eu, no chuveiro...
- Hoje vou te levar para conhecer a minha casa, Brenda. Você quer vir?
- Huummm, eu quero sim! - com voz de menina, gemendo baixinho com ele apertando minha coxa e peitos.
Tava toda entregue pra ele! Não sabia o que ia acontecer, só o desejo e o tesão me guiaram pela entrada da casa afastada no mato até o sofá. Eu estava molhada, com vergonha, mas excitada como nunca tive.
- Espere um pouco Brenda que eu vou levar minha BB pra cama e ver como a outra minha sapeca está. Já volto - olhando com cara de safado - estava louco por esse momento com você!
- Eu nem sei o que dizer... tô adorando e se vc demorar vou atrás de você!
Deu uma risada safada e foi pros quartos. Esperei uns 10 min e fui atrás dele. A casa não era grande, mas os quartos eram. Quando cheguei onde ele tava, vi algo que me deixou com medo na hora...mas depois foi só tesão como nunca tinha sentido. A buceta só escorria mel, tocando devagar o clitóris pra não me mostrar que eu via...
- Isso minha putinha, chupa o papai! Você gosta de tirar leitinho quente né?
- Ahammm. Desde nova eu sei fazer...e eu tomo. Eu gosto.
- Ahhhh issssooo. E o que você mais gosta? - gemendo pra filha e eu me siriricando bem devagar com a mão na boca.
- Da cabeça do pau do papai. Parece 🍭 que nunca acaba. Posso ficar lambendo e chupando...sem parar - o pai gemendo sem parar - e eu adorooo ouvir você, papai.
- É que o papaiiiii te aaaaama demaisssss! - colocando mais o pau dentro da boca dela.
- Eje taa ghandao - falando com a pica abocanhada - heeitinh , "glub - glub".
O pai não aguenta a adrenalina de ter uma criança mamando com amor e prazer, querendo tirar todo o leite dele, tomar e agradecer ao papai por deixar ela mais forte, querendo mamar todo o dia...eu vendo o pau dele de uns 18 cm engrossando na boca daquela moreninha de 7 aninhos...
A última mamada foi fatal; gozou jatos na boquinha dela toda, esporrando a garganta no final e fazendo ela babar o pau do papai enquanto dava uma gozada sentida, profunda, latejando as bolas. E eu dizendo na minha mente pervertida: "Solta tudo na boquinha dela, não segura esse leiteee!"
- Tomaaaaa porraaaa, princesinhaaaa. Delícia demais a minha criança, só do papai. Toma leite todoooooo. Melhor coisa do mundoooo. Não paro de esporrar numa boca de criançaaa, e que toma a minha porraaaa.
O pai soca e deixa a pica na boca dela até ela limpar com a língua tateando a cabeça melecada.
- Uhuuuumm, saiu beeem forte rsrs. Adoro tomar leitinho quentinho papai ❤️
Nesse momento me retirei do corredor e voltei pro sofá. Foram os 5 min mais intensos que já vivi. Estava ensopada, nervosa, com tesão, querendo chupar aquela pica!
- Oi Brenda. Desculpa a demora. Tive que alimentar a minha maior, ela estava com fome - com uma cara de tesão, mas mais calmo.
- Huummm imagino a fome que ela sentiu. Você acha que encheu a barriguinha dela pra ela não precisar de mais por enquanto? - agora estava um pouco mais safada e solta.
- Acho que vai dormir de boca cheia depois de comer tanto kkk
- Com certeza hehe - já quase me oferecendo.
Ele veio com mais intensidade passando a mão nas coxas, vendo a marca da buceta molhada, beijando e me pegando pelo pescoço, totalmente submissa:
- E lá no carro, gemendo de tesão e...lebrando do papai??? Será que o papai gostava de te dar P-I-C-A?? Heim, minha Brenda, putinha do papai!!
- Hummmm eu não lembro! Será que ele abusou de mim? Por isso eu sinto tesão...assim?? Ahhhhhh - e Pedro começa a me masturbar e me provocar.
- Eh, você é uma putinha abusada pelo papai desde novinha não é? Eu sinto que você sentava na pica do papai desde beeem criança...me diz sem medo, Brendinha. Solta a tua criança interior.
- Ainnnn, Aiiinnn, o papai...sim...eu lembro, ele me fazia chupar o pau dele no chuveiro...
"E me vinha as imagens dele me colocando pra ensaboar, depois bater punheta pra ele, me chamando de "boa menina", dizendo que "amor de pai é assim que se mostra". Depois colocando pra lamber e mamar o pauzão de pedófilo que ele tinha. Mal cabia na minha boca e sempre me enchia de leite paterno. Metendo em mim, rasgando o meu cuzinho, com força e sem dó! Ele metia com força e dizia que me amava!"
Comecei a soltar a memória reprimida e fiquei alucinada de tesão! Agora eu sabia o que eu queria: o meu paizinho!!!
- Vem fuder sua filhinha seu pedófilo safado! Vem que essa bucetinha desde beeem novinha já levava picaaaaaaa - e ele meteu sem dó!
- Isso mesmo, mete mesmo! Quero ser abusada como eu era quando criança! - gemendo com tesão alucinante.
- Diz mais minha putinha do papai! - metendo feito cavalo, socando sem parar.
- Eh isso que eu sempre quis e não sabia! Minha bucetinha apertadinha é pervertida, fui feita pra pervertido, por isso adoro criança: queria conhecer um pedófilo pra mim! - beijando a boca de Pedro com tesão, gemendo fundo e choroso - Mete em mim como a tua filhinha!! Espero que ainda tenha leite pra me dar!!
- Ahhhh tenho sim minha putinha pervertida do papai! Tem bastante leite pra todas aqui em casa!!! Sempre teeeeemmm. Agora você vai levar todo o leite...e não adianta gritar que ninguém vai te salvar...de ser abusadaaaaaaa!
- A menininha que leitinhooo, papaiiiii!!!
Ele botou a mão no meu pescoço e meteu com tudo enchendo o meu útero de porra, uma porra grossa encheu tudo e eu sentia aqueles jatos me tremendo e gozando, alucinada em ser abusada de novo.
A sua pica estava dura e soltava leite, parecia o meu papai gozando no meu cuzinho. Eu tava toda manhosa pedindo abraço do meu papai. Pedro beijou a minha boca e me abraçou com o pau atolando buceta adentro:
- Agora...eu sou teu paizinho.
Continua....
Pra quem tem interesse em conversar, desabafar, ou simplesmente dar um 'oi' e me conhecer, não tenho tabus ou pudores, com respeito e, se for interessante manteremos contato:
tele: carroll_fan
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Lewis Carroll
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