Morro e não vejo tudo
MORRO E NÃO VEJO TUDO.
Para que possam dar uma imagem ao que vou contar , e que foi real, dou a minha descrição. Tenho 1.88, 90k pelos, pau grande, nunca medi, mas sei que é, macho divorciado, e só...
Claro, não vou mentir, algumas vezes transei caras na minha vida, sempre fui vidrado numa bundinha, num cuzinho de macho, se fosse doidinho então nem se fala...
Mas sabemos, que para alguns essas situações são completamente sazonais, na verdade, nunca procurei caras , as transas que ocorreram foram fortuitas e aconteceram em momentos de muito tesão, desses que cegam a auto censura, vocês sabem...
Madrugada, dia de semana, eu passeando pela Net, vi num site gls, um setor de anúncios e comecei a lê-los, mas para ser sincero, por pura sobra de tempo, jamais escreveria a qualquer um deles, não por preconceito, mas simplesmente porque não acredito muito nesses tipos de encontros.
Bem, ocorre, que resolvi deixar meu anuncio no site, no enunciado, eu dizia que não conseguia me classificar como passivo ou ativo, já que minha experiência nesse campo, era absolutamente limitada, e já com meus 39 anos via a dificuldade em dedicar-me à auto classificação, ainda mais com caras.
Claro que recebi os mais variados e-mails, alguns até bem interessantes, mas um deles chamou-me a atenção, era de uma cara que se auto intitulava, Hteenquerh@.... O cara mandou 3 fotos , uma do rosto no banho, e duas da vara dele, dura, moçada deixem que eu descreva, é preciso!
O garoto tinha 19 anos, dizia ter 1.84, 79k, Br. Na foto podia ver-se que não tinha pelos, um corpo, desses que a gente passa a vida querendo ter, corpo perfeito que nunca viu academia, definido pela natureza, um rosto que beirava a perfeição, olhos ávidos e inocentes cheios de viço, boca , outra vez, perfeita, um nariz que parecia ter sido retirado de uma raposa, de tão delicado e redondinho, uma coisa..
A outra foto mostrava o corpo do rapaz do peito para baixo, com a vara dura, que além de grande era segura por uma de suas mãos, e seguramente, outra mão caberia e ainda sobraria um pedaço antes da cabeça, que era grande e em formato de ogiva, na última foto ele colocara a máquina entre sua pernas, e batera a foto, de seu pau também duro, e deixava entrever um cuzinho que me fez lembrar uma visão religiosa, de tão lindo.
Em sua mensagem ele dizia que tinha ficado doido de tesão, pois além de curtir caras mais velhos, e peludos, ele realmente tinha tesão em gente que nunca se classificava, pois além de até aquele dia nunca ter dado, ele só transara com caras com a idade dele, ou se mais velhos, pouco mais.
Mandei a resposta a ele, e nela, dizia que , claro, ele era lindo demais, e que eu particularmente, embora me achando muito bem apessoado e bonito também, não acreditava que um garoto tão lindo se interessaria, e mandei uma foto de rosto.
Para a minha surpresa, o garoto me passava um sabão, dizendo que eu era um tesão...e o caramba..
Ocorre que eu namoro com uma garota que já foi casada, e sempre eu podemos tiramos o final de semana para ficarmos aqui em casa, e em matéria de cama , sexo e sacanagem posso dizer que a gente se completa, em nível de quase sintonia plena, mas aquele cuzinho, aquela pele, aquele rosto não me saíam da cabeça, nem sei quantas punhetas eu toquei pensando em mim comendo aquele carinha, fazendo ele chupar o meu cacete, via ele de quatro, de lado, se oferecendo para mim, doido para dar aquele rabinho lindo para mim, com certeza, o fato da impossibilidade, e da estranheza deste encontro me fazia desejar aquele corpo ainda mais.
Trocamos umas três ou quatro mensagens, e finalmente ele me perguntou se a gente podia se ver.
Lendo a mensagem, quase caí da cadeira, pois além de ser uma quinta feira, minha namorada estava em Salto numa visita à família, e eu deveria ir para lá no domingo apenas, e idéias começaram a passar pela minha cabeça.
Disse a ele, que eu não estava acostumado a ir a encontros públicos e que se ele quisesse poderia vir aqui em casa, naquela quinta ou sexta...e deixei em aberto, antes mesmo de desligar o PC recebi nova mensagem com o número de Cel. dele, e liguei, nossa conversa foi rápida , direta e objetiva, ele, não podia falar naquele momento, e ouvi a seguinte frase:
Olha seria bom se a gente sentasse e batesse um papo, você pode? posso respondi, então se não se incomodar me dê teu endereço, que eu passo aí às 20:00 hoje ainda, amanhã não tenho escola então posso marcar hoje, pode ser?, Claro que pode , e nem sei porque, dei meu endereço, imaginem, só de estar dando meu endereço para o carinha, coisa que nunca havia feito, meu pau foi ficando duro, e comecei a imaginar aquilo tudo na minha cama....pintou medo, pintou indecisão, pintou arrependimento, e num assomo de tesão, a cabeça do meu pau falou mais alto: Foda-se, vou trepar hoje até cansar!
Casa arrumada, e um tesão que eu já não controlava mais, era só parar e pensar que , pronto, já estava ele durão, ansioso para uma sacanagem...
Chegou 15 minutos adiantado, e mandei subir. Quando abri a porta, além de ficar mais tranqüilo, via que a foto não era de nada diferente do que eu via pessoalmente, lindo absolutamente lindo, mas uma coisa realmente me chamava a atenção: O aperto de mão, era forte, decidido, voz de homem que nada tinha a ver com a candura do rosto na foto, e um sorriso de fazer a gente ficar zonzo.
A conversa começou amena, coisas bobas que todos usam para iniciar um papo, mas a minha surpresa não parava de crescer, ao ver que mesmo tão jovem tinha opiniões abalizadas e francas, genuinamente formadas numa cabeça que só poderia te-las concluído, e não simplesmente repetido-as.
O papo, estava ótimo, confesso, que a cada momento me maravilhava mais ainda ao ver que há pessoas em tenra idade que realmente têem conteúdo, até porque eu sempre fora algo preconceituoso quanto aos mais jovens, coisa de gente burra, que sempre acha que sabe o que irá acontecer no momento seguinte, confesso, fui realmente burro ao achar que tinha razão. Ofereci uma bebida, drink que eu preparei, e o cara tomou uns três, idem eu. Eu estava tão abismado, que intimamente pensava se eu deveria pular em cima dele e arrancar a sua roupa, ou deveria esperar, mal acabo de pensar isto numa vã tentativa de planejamento, e ele sacou primeiro:
Cara fala sério, seja honesto, você não transa freqüentemente com caras , transa?
Eu : Te disse que não, mas já ocorreram uns 5 ou seis casos
Ele: Eu imaginava, você tem um jeito de falar que só homem tem, e eu tenho um puta tesão, em caras assim
Estava feito, era a minha deixa:
Eu E você gosta de um macho?
Ele Se eu gosto?, Olha como está o meu cacete, e levantando a camisa , segurou no pau duro por cima da calça e deu aquela balançada para me mostrar que aquele estado era sinal de voracidade, só que o que eu não imaginava, era que dentre os sacanas, e eu me colocava entre um dos mais, eu acabar de conhecer o maior.
Ele se levantou veio ate´onde eu estava sentado, e com um tom de voz que me fez ficar tonto, disse: Toma cara, pega nele e sente o tamanho desse caralho, mas pega por cima da calça. Não resisti, e peguei, enchi a mão, numa rola que por baixo da calça ia até a volta da cintura do safado. Na medida que eu ia apertando o pau dele, ele se aproximava, ate´que ficou com aquele cacete de frente para o meu rosto, abaixou as minhas mãos, e começou a esfregar aquele volume no meu rosto, segurando na minha nuca, e apertando minha cabeça, de encontro ao cacete dele. Minha cabeça, desmontou, o carinha não era só macho, era doido, e eu me via pela primeira vez numa situação que além de divertida , era acima de tudo nova para mim, intimamente eu achava graça, que aquele nenê tinha dentro de si, um macho puto e mandão e que ainda ele tinha a ilusão, de me ver, numa possível transa como um cara que seria passivo, me perguntava , cheio de tesão, será que ele, tem essa ilusão?
Me deixei embarcar na fantasia do garoto, estava bom demais, e sinceramente eu queria ver ate´onde ia a sacanagem dele.
Esfregando o pau duro no meu rosto, ele mandou que eu abrisse o zíper da calça:
abre o zíper e cheira o meu caralho, isso assim, cheira a minha cueca, passa a boca por cima da cueca , cheira o meu saco, cara, ordenava, e eu tonto de tesão e mais ainda com o cheiro de sacanagem que vinha dele obedecia.
Tira a roupa e fica só de cueca, cara, sai da poltrona e fica de joelho nessa almofada...
De joelhos sem emitir um som, vi que ele tirava a roupa e a jogava de lado sem cuidado. Ao tirar a cueca, saltou para fora uma rola grande grossa e dura, que ele acariciou com carinho de quase adoração, voltou o olhar para mim , dessa vez com uma ponta de gelo , caminhou para trás de mim, e sem emitir sequer um som, encostou o saco grande e quente nas minhas costas e ficou passando o pau em meu pescoço, tocando a ponta das orelhas, esfregando o cacete na minha nuca, e agarrando-me pelos cabelos, fazia com que eu me virasseum pouco, para que ele com o pau na mão, batesse em meu rosto, com uma decisão que só os donos possuem.
De joelhos, eu quase tinha vontade de atacar aquele garoto, mas era tão inusitado, que deixei que ele , ao menos até ali , me comandasse.
Ajoelhou-se atrás de mim, e sem soltar do meu cabelo, enfiou uma mão dentro de minha cueca e agarrou minha bunda com força, e com o dedo médio, começou a querer explorar , claro que eu fiz menção de resistir, era novo demais para mim, quando tentei me virar, para protestar, só senti que ele puxou me cabelo para trás e disse SHHH, quieto!
Senti o dedo, do garoto passar pelo meu cú dar voltas nele, pressiona-lo, com ares de grande entendedor, ele estava me examinando, o sacana.
Com a luz amarela que irradiava do abajur fraco, vi, que ele se sentou no sofá e segurando o cacete, olhou para mim, e mandou que eu me aproximasse:
Vem mamar esse caralho eu gelado, faz o que eu mando, chupa esse pau
Na vida chupei muita buceta, mas nunca tinha rolado, coloquei a boca em volta da cabeça, e comecei passando a língua nela, sentia que ela estava babando, chupei com delicadeza, e ele começou a comandar como queria que eu fizesse, falava com a certeza de que eu obedeceria: deixa o caralho bem molhado, enfia mais na boca, à medida que eu ia mamando a rola dele, via que a cintura dele começava a se movimentar para frente e para trás, como se estivesse no prenúncio de comer minha boca, com a mão em minha nuca, ele colocava mais e mais daquele caralho na minha boca, fazendo a cabeça dura encostar no fundo. Abrindo as pernas, mandou firmemente, lambe o meu saco , agora, nada de chupar , quero esse saco lambido, lambe como se vc fosse meu cachorrinho.
Guiou minha mão para o caralho babado, e me mostrou que enquanto eu lambia o saco dele, ele queria que eu punhetasse ele bem devagar.
Meu pau estava latejando de tanto tesão em escutar as sacanagens que o garoto gostava, quando comecei a lamber aquele saco, vi que ele começou a viajar de tal maneira que gemia, tirava a minha boca do saco dele e enfiava o cacete duro, por algum tempo, e depois me mandava lamber de novo.
Gemia e dava pequenos tapas em meu rosto, outrs vezes com o caralho babado, batia em meu rosto, passando a cabeça molhada em meus olhos, nariz e tornava a enfiar em minha boca com força.
Falava com uma voz rouca, doida de tesão, perdida em seu próprio devaneio.
Isso putão, mama essa rola, engole a minha vara, faz direito, senão eu não te dou mais rola, vem cá lambe o saco do teu macho, lambe mais rápido, que você vai mamar por muito tempo ainda, agora enfia tudo na boca, ainda falta um pedaço, põe tudo na garganta.
Chupei aquele cacete, por mais de vinte minutos, quando ele anunciou:
olha para mim, vou gozar na tua garganta, e quero que você engula a minha porra, entendeu?, Enfiando pau na minha boca, fundo, bombou forte, e o primeiro tiro, eu senti lá no fundo da garganta, propositadamente, tirou o cacete e gozou o resto, em meus lábios, e rosto, gemendo baixo, e me xingando, de puto, tesão de viado.
Com o caralho ainda duro e nem tinha terminado, levava a porra até a minha língua, e ordenava, mama meu puto sacana, deixa essa rola limpa, , depois de gozar seu pau, ficou meio mole, e me mandou chupar a rola e lamber o saco, enquanto ficava de cabeça jogada para trás num relaxamento, sacana demais.
Achei que tinha acabado ali, que eu iria ter que tocar uma para gozar, enquanto eu mamava aquela rola mole, comecei a bater uma para mim mesmo, nem imaginava que estávamos longe de terminar:
Não, não vai gozar não, vem comigo e segura o meu pau que eu quero dar um mijão. Eu achei, que o macho quisesse que segurasse o cacete dele enquanto ele mijava, ledo engano, no banheiro, me ordenou, que eu me sentasse no vaso: senta aí cara, que vou te marcar, daqui para frente você vai aprender quem manda aqui, senta!
Já era demais para mim, pensei, eu sento mas se esse viadinho, mijar em mim vai ter...
Sentei, e ele mandou que eu mamasse o cacete dele de novo, obedeci preparado, para sentar o braço no cara se ele aprontasse o que eu imaginava que pudesse aprontar, mamei um pouco a rola, eele me mandou ficar de 4 em cima do vaso, assim que postei na posição, senti novamente ele com o dedo acariciando meu cu, relaxei, quando senti o jato dele, em meu rabo, quente , forte, abundante, nem bem terminou, caiu de boca e lambendo meu cu , mordendo a minha bunda, levantou e me encoxando, disse,vou na cozinha beber água, e você agora vai me dar um banho.
Tenho certeza, que realmente eu nunca esperava , que aquele garoto, de rosto angelical, fosse tão sacana, fiquei de cara, simplesmente não acreditei, pois o que ocorreu em seguida foi de tal monta que tenho que relatar em outro conto. Te conto tudo em outra vez.
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