Flagrei meu amigo chupando a buceta da minha filha de 7 anos
Olá, me chamo Pedro e tenho 33 anos. 10 anos atrás me casei com Laura, minha namorada desde os 20 e meu maior amor, apesar de ter me traído várias vezes.
Eu particularmente não ligava, muito pelo contrário, aquilo me excitava de alguma forma, mas eu procurava esconder.
Porém, no dia do nascimento da nossa filha Gabriela, 7 anos atrás, ela morreu em trabalho de parto.
Após isso, me tornei um homem fechado que apenas ia do trabalho pra casa e de casa pro trabalho, dando toda atenção e cuidados pra minha filha.
No dia de seu aniversário de 7 anos, Rafaela ao invés de me pedir uma boneca ou qualquer outra coisa que uma menina normalmente pediria, me pediu um boneco do Max Steel, e eu disse que compraria pra ela.
Pedi a opinião de uma amiga do trabalho sobre como fazer uma festinha e fiz um bolinho pra Gabriela, que chamou algumas amigas, e logo após fim da festa, quando todas foram embora, Gabriela veio me perguntar do boneco.
– Boneco não é coisa de menina. – Disse Rafael, meu melhor amigo desde a infância, que sempre esteve ao meu lado.
Pude ver Gabriela franzindo as sobrancelhas e olhando pra baixo, num sinal de tristeza.
– Deixa de idiotice, cacete. O brinquedo tá na sua cama, filha! – Gabriela logo feliz de novo e correu pro quarto.
– Desse jeito essa menina vai terminar virando sapatão, hehe!
– Vai se fuder, seu babaca! Isso não tem nada a ver, haha. – Apesar do comentário ser infeliz, eu sabia que ele não tava falando sério e relevei.
Eu fui mijar pra deitar e Rafael foi logo em seguida, ele dormia no mesmo colchão que eu quando vinha pra cá e não víamos problema nenhum nisso, pois era desde a infância assim.
Tirei um breve cochilo e acordei acreditando ter se passado ao menos 1 ou 2 horas, mas ao olhar pro celular ví que só se passaram 30 minutos. Percebi que Rafael não tava do meu lado, mas pensei que ele poderia ter ido na cozinha ou no banheiro e me virei pra voltar a dormir.
Porém, uns burburinhos vindo do quarto da minha filha que ficava do lado do meu despertaram minha atenção e levantei pra olhar.
Fui devagarzinho, não sabia o que esperar, a porta estava entreaberta e o que eu vi me deixou em choque.
Rafael esfregava o rosto do boneco na buceta da minha filha, que ria de forma manhosa e revirava os olhos.
Gaby segurava com força no lençol da cama onde estava deitada de pernas abertas, as vezes afastava novamente a calcinha pro lado, pois ela escorregava quase tapando sua pepekinha.
Ele chupou a cabeça do boneco, enchendo ela baba grosa e voltou a esfregar de novo de forma frenética, por todo o comprimento da bucetinha, desde o clitóris até a portinha do cabaço.
– O Max Steel tá chupando a bucetinha da Gaby… – Rafael começou a cantorolar quando foi interrompido por um gemido forte vindo de Gaby, e tapou sua boca com a mão.
Gaby usou as duas mãos pra tentar tirar a de Rafa da sua boca, e ele aproveitou pra afastar novamente sua calcinha pro lado pois escorregava frenquentemente e tampava a buceta.
Rafael mostrou a língua pra Gaby, e era enorme. Ele vivia se gabando de ter uma língua monstruosa pra mim e dizia que chupava muita buceta por causa disso, desde que a gente era moleque.
Agora aquela língua tava chupando a da minha filha.
Ele começou lambendo o grelinho e ao redor, e depois introduziu dentro da buceta. Gaby ficou fraca e parece que se desmanchou naquela língua.
Ele usava as mãos pra alisar a barriguinha dela e ela fazia carinho na cabeça dele enquanto apertava o rosto entre suas duas coxas.
Eu sempre pedia pra ela fazer cafuné em mim e ela negava por que tinha “preguiça”, mas não pensou duas vezes antes de fazer no meu amigo só porque ele tava chupando a buceta dela.
Gaby deu uma tremidinha, provavelmente tinha atingido o auge, e Rafael desenterrou o rosto enorme do meio de suas pernas.
Eu corri pro quarto e me deitei, fingindo que tava dormindo. Eu não sentia ódio. Eu não sentia nada. Eu era mesmo um banana do caralho.
Segundos depois eu ouvi Rafael entrando no quarto devagarzinho, em passos desconfiados, e se deitando ao meu lado.
– Comia a buceta da mãe. E agora brinquei com a buceta da filha, não pensei que ia ser tão cedo.
Rafael era sádico. No fundo ele queria que eu escutasse e com certeza se eu acordasse e perguntasse o motivo daquele comentário, ele desconversaria.
No fim, aquele “nada” que eu tava sentindo virou tesão. Eu desconfiava que ele comia a minha mulher, mas nunca pensei que ele seria capaz. Agora, ele planeja fazer o mesmo com a minha filhinha de sete anos. Tão novinha, caindo nas garras de um brutamontes daqueles.
Ouvi ele abrindo o zíper, provavelmente colocando a rola pra fora. Ouvi barulho de punheta e uns gemidos baixos por alguns minutos, logo em seguida ele deu um gemido mais alto e a cama balançou, provavelmente ele gozou.
O filha da puta puxou o lençol que eu me cobria e limpou a gala alí, jogando o lençol de novo em mim, que com nojo, empurrei com o braço pro meio da cama. Mas esse fdp era perverso pra caralho.
Qualquer outro pai na minha situação teria matado esse filha da puta, mas eu não. Ele era meu amigo, e a minha filha… ela gostou.
A partir desse dia decidi que eu iria armar qualquer situação pra ele comer ela igual comia minha mulher.
E a nossa amizade ia continuar a mesma.
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