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Meu filho meteu atrás de mim e eu gozei demais!

📅 Publicado em: 30/03/2025 05:16

👤 Autor: professora-helena

🏷️ Tags: #Incesto #Teen #Tween #Virgem
Ola meus amores, eu sou a professora Helena ( nao a da novela do carrossel do SBT) sou mãe, tenho meu filho Nicolas de 12 anos de idade (quase 13 anos), estou noiva do Paulo (Enfermeiro) e tenho agora uma enteada deliciosa de 15 anos morando comigo, o nome dela é Marcela ❤️

Sou professora aqui no Rio Grande do Sul para alunos da 4 série até a 8 série. Geralmente alunos entre 9 a 17 anos, adoro novinhos e novinhas, eu amo todos eles e tenho muitas experiências legais que irei contar ao longo das semanas.

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Depois de tanto brincar com meu filho Nicolas, deixei ele comer meu rabo e eu gostei demais.

Quem ler minhas historias anteriores ira perceber que sou louca pelo meu filho, ele tem seus 12 anos e sempre que posso fico brincando com seu cacetinho e sentindo seu pau nas minhas maos ou na minha bucetinha, mas nunca deixei ele comer meu rabo.

As vezes me pergunto, Arrependida? Às vezes. Foi loucura, porém, me deixou alegre, feliz, me sentindo viva, mais mulher. Com novas descobertas, fantasias e sensações. Talvez libertina até demais.

Nicolas, meu filhinho, com 12 anos, cheio de desejos, me procurando a toda hora, enchendo o coração de amor e a bocetinha de gala. Seu ardor foi como fertilizante na minha buceta, revitalizando-a. Nunca fiquei assim, toda molhada, no cio.

Desculpe o linguajar, mas aqui, posso narrar à vontade, protegida pelo anonimato. Se por dentro mudei, por fora muito mais. Estou malhando, me arrumo, sempre vestida sensualmente, atraindo bem mais a atenção do meu filho, do meu noivo e da Marcela também.

Só tive três homens em minha vida. Meu ex marido, o Nicolas e agora meu noivo que é o padastro dele. Muitos podem dizer: ¨Com tantos homens no mundo, logo o filho?¨. Sim, meu filho, para mim a pessoa mais linda e importante no mundo. Que eu conheço tão bem e sempre viveu comigo, desde que nasceu!

De vez em quando transamos de forma aleatória ou faço algumas boquetes na sua piroca novinha, punhetas todos os dias. Sexo gostoso, feito com tesão, entre uma mulher madura e um jovem menino entrando na puberdade. Mas depois do clímax, aflora o carinho, o amor fraternal que temos um pelo outro.

Há algum tempo, Nicolas anda querendo fazer anal. Vive me agarrando por trás, encoxando com seu pauzinho duro, a minha retaguarda redonda e generosa, alvo dos olhares cobiçosos dos homens e alunos da escola.

Desde que comecei a estimular o Nicolas aos 11 anos comecamos dormimos juntos, isso ocorreu depois que meu ex saiu de casa abandonando a gente. Na ultima sexta a noite, acordei assustada com a calcinha abaixada e a vara ereta do meu filho, cutucando as maçãs das minhas nádegas, tentando colocar no loló. Seu pau durinho, suas bolinhas lisas deliciosas balançando na minha frente. Eram 9 cm de pau duro tentando entrar no meu cuzinho

- Para, Nicolas! Que que é isso?

- Ai, mãe, sua bundona me deixa louco! Deixa eu brincar um pouco, só um pouquinho, deixa... Por favor, mãe...

- Não Nicolas! Para com isso, vá dormir!

E ele insistindo, estocando meu traseiro sem parar. Parecia um cachorro tentando montar numa cadela:

- Por favor, só um pouquinho...Eu gozo rapidinho, mãe... Vai, deixa, vai... Por favor, mãe... Só a cabecinha, mãe, eu juro... Vai, deixa, só um pouquinho...

Com pena das súplicas, meio sonolenta e indecisa, concordei:

- Só um pouquinho, hein Nicolas, bem devagar, só um pouquinho! Disse, enquanto tirava a minha calcinha.

Mais do que depressa, ele se encaixou e ficou cutucando como podia, tentando enfiar. Eu imóvel na espera, indo para o sacrifício e não entrava. Ele não achava o botãozinho e quando acertava o local, deslizava para fora. Ele era inexperiente naquilo mas ele suava e estava doido para me enrabar.

Resolvi ajudar, passando a mão para trás, pegando o pau duro. Por um momento hesitei, pois sua rola parecia mais grossa do que o normal, sua cabecinha estava para fora inchada e soltando um líquido transparente, seu pau pequeno era desproporcional ao buraquinho. Mesmo assim, preparei-me para a invasão, direcionei, sentindo a cabeçorra encostar na entradinha, causando uma sensação estranha.

Nicolas empurrou e a ponta entrou, fazendo eu ver estrelas! ¨-AAAAIIIIII !!!¨ Foi o berro que dei.

A dor foi tanta que desvencilhei na hora, empurrando o quadril para frente. Seu pinto duro estourou algumas preguinhas do orifício. Nicolas me agarrou e tentou enfiar de novo, sem sucesso no botãozinho contraído.

- Para por favor Nicolas! Chega! Não quero mais! Doeu, viu? Dói demais!

Vesti a calcinha e virei de frente para ele, fingindo dormir. Meu filho foi para o banheiro, com certeza para bater uma punheta. A dor da experiência tinha me despertado. Sem sono, fiquei a refletir.

O sexo anal deve ter algo de bom, pois, os gays adoram. E nos relatos que li, várias mulheres dizem gozar pelo cu, empaladas por cacetões de 23, 25 centímetros! Seria verdade ou só fantasias? E as atrizes pornôs?

Eu sei quanto mede o pênis do meu filho. Para mim parece grande o suficiente. A cabeça está inchada e grosso no meio. Para mim, é enorme, bem mais avantajado que a idade dele permite, a maioria dos garotos na idade dele tem seus pintos menores e mais finos. Eu já vi vários.

Nicolas parou de insistir. Nem tocou mais no assunto. Eu é que fiquei preocupada. Se eu não desse o rabo, meu filho iria ficar triste. E eu tinha curiosidade de saber como é ser abusada pelo filho, seria uma experiência nova porque nunca deixei ele me pegar por trás. Fomos dormir, como sempre o Nicolas deitou comigo na cama de camiseta e cueca apenas, eu coloquei minha mão dentro da sua cuequinha e comecei a punhetar o Nicolas devagar, aos poucos sentido sua piroca ficando dura enquanto eu acariciava seu saquinho e a cabecinha do seu pênis.

Alguns minutos tocando no meu filho senti ele gozando na minha mão, seu leitinho quente espirrando nos meus dedos que estavam dentro da sua cueca preta. Ele mesmo gozando percebo que ficou chateado. Eu fiquei mexendo no seu cabelo até ele dormir.

No dia seguinte o Nicolas foi para a escola e eu nao tinha aula neste dia, fui fazer compras no supermercado. Na seção de verduras, na banca de pepinos. Não sei o que me deu na cabeça, mas peguei um, imaginando ele dentro do meu ânus. Enrubesci, sentindo como se todos soubessem dos meus pensamentos pervertidos.

Tentei achar um bem fino, sem sucesso. Com o coração palpitando, vi as cenouras ao lado. Peguei uma, pequena e fininha de diâmetro igual ao pinto do meu filho. Pensar no pauzinho do Nicolas e no que iria fazer, me deixava corada! Assim que cheguei em casa fiquei simulando como seria dar o rabo para meu filho.

Essa experiência me ensinou várias coisas: que com o loló relaxado, o invasor bem lubrificado, eu controlando, não dói e entra fácil. Imaginei um catatau de verdade, macio e quente!

Não tinha volta. Eu ia fazer anal! Agora era eu quem queria ser enrabada! Se era coisa de puta, de piranha, eu seria vadia! E comprei um tubo de gel lubrificante, o K-MedGel.

Passei a provocar meu filho a noite. Já no café da noite, com uma camisola de cetim azul dark e com calcinha. Me abaixava apanhando coisas na parte de baixo da geladeira, expondo a padaria branca, lisinha e que sempre deixou muito alino de pênis duro. Numa dessas, Nicolas não resistiu, me encoxou com o instrumento em ponto bala. Mas não pediu para comer meu rabo.

E à noite, no banho do Nicolas eu entrei sem ele esperar, ele estava debaixo do chuveiro, seu corpo molhado, a água quente caia sobre todo seu lindo corpinho que ainda estava entrando na puberdade, um corpo liso sem pelos nenhum, como me excita garotos e garotas sem pelos.

Entrei debaixo do chuveiro, me ajoelhei na sua frente, segurei seu pauzinho na minha mão e com a boca comecei a chupar suas bolas, eu chupava elas lentamente para não machuca lo. Aos poucos seu pinto foi ficando duro até ficar em pé quase encostando na sua barriga. Eu chupava sua cabecinha dura até ela ficar exposta, chupava como uma puta enquanto meu filho gemia e segurava meus cabelos tentando controlar a velocidade da minha boca em seu pau duro.

Como estratégia já sabia quando meu filho iria gozar, então parei antes dele ter um orgasmo e saí do banheiro. Ele terminando de tomar banho saiu de toalha e foi para o nosso quarto. Eu estava deitada na cama completamente nua, então ele veio e ficou de frente para mim.

- Tira a tolha meu filho, fica peladinho pra mim.

Ele subiu na cama já com seu pau duro e fiz ele deitar na cama, começamos a transa pelo 69. E quando eu falei ¨- Filho, você quer fazer atrás?¨ , Nicolas ficou mais aceso, tarado, como nas primeiras vezes. Me beijou com ardor e não acreditando:

- O que? No cu, mãe? No cu?

- É, filho, você quer? Você não queria meter ali, filho?

Coloquei a camisinha no pingulin do Nicolas. Dei uma apertadinha e senti ele, pulsante, duríssimo, mais grosso que a cenoura, ereto, mas bem macio. Peguei o gel e deixei mais lubrificado ainda. Deitei de bruços, com um travesseiro na barriga, colei a cara na cama, empinei o quadril, abri as nádegas e chamei:

- Vem filho, mete...Ó, bem devagar, hein...Empurra com cuidado, filho...devagarzinho...

Nicolas se posicionou. A vara não acertou o buraco e escorregou pelo rego. Peguei no charutão dele e coloquei na entrada do buraquinho. Empinei mais ainda a bunda e...a cabeçorra entrou. Nicolas forçava a penetração, provocando dor nas preguinhas esticadas. Reclamei:

- Ai! Dói! Calma, filho! Devagar!

- Perdão, mãe, quer que eu tire?

- Não filho, só espere um pouco...Vai devagar, calma...Só empurre quando eu mandar!

Respirei fundo, contraí o esfincter e rebolando lentamente, fui pedindo mais, com o melzinho encharcando na frente. A sensação era nova. Desengatei e tirei a camisinha melada. E meu filho me penetrou de novo. Ardeu um pouco, mas a glande deslizou, dilatando o buraquinho, dando um friozinho na barriga.

Se as bombadas de Nicolas causavam alguma dor, por outro lado, o seu pedaço de carne rija, viva, me empalando, esfolando as paredes do cu, cutucando fundo, causava um tesão incrível!

- Ahhhh, delícia! Mete, filho, mete! Põe tudo, tudo! Vai, amor! Ahhh, mete mais, vai filho, come meu cu, come gostoso, mete tudo! Ahhhh, isso!

E o Nicolas taradão como nunca, socava com volúpia. Tão forte que seu ventre pressionava, achatava minha bunda redonda. As bolas do saco batiam na minha boceta. Parecia que ele queria entrar inteiro no meu cu. E se estava doendo, eu já quase não sentia.

A cada saída, aquela sensação gostosa do tarugo escorregando, levando minhas entranhas para fora e a cada enterrada, a ardência forçando a pressão que lutava para expulsar o intruso, preenchendo por inteiro meu cuzinho estreito e incendiado! Só ouvia a voz de Nicolas dizendo:

- Ahhf, Ahhf, gostoso, demais, mãe, demais! Ahhf, Ahhf, que cú apertado! Uuuh, Uuuh, mãe, bunda gostosa! Vou gozar! Vou encher esse cú gostoso de porra! Ahhf, mãe, ahhf, uuuuh, gostosa, mãe, gostosa! Uuuuuh!

E cheguei ao êxtase. Intenso e arrebatador. Provocando inúmeros espasmos. Um orgasmo igual ao primeiro da minha vida. Diferente, com tudo piscando de forma incontrolável. Gozei dando o cuzinho para meu filho! ¨-Aaaaaahhhh¨. Só percebia meus gritos sufocados, mais pelo barulho do ar passando pela garganta.

E Nicolas gozou, soltando um, dois, três jatos potentes de leitinho quente. Deu para sentir, meu filho estremecendo com a vara pulsando, enterrada até o talo, ejaculando sem parar. E eu piscando a arruela machucada, ¨ordenhando¨ a rola.

Enfraquecida, tive outro orgasmo, meio xoxo, enquanto a pistola deliciosa desinchava e saia, em toda sua extensão, deixando um buracão arrombado, minando porra, escorrendo sem parar e manchando o lençol. Um alivio e depois a dor, mais de saudade, acompanhada de um formigamento esquisito, um leve latejar no fundo do cu.

Ambos deitamos na cama, o Nicolas pelado exausto com sua respiração ofegante, parecia que seu coração sairia pela boca. Olhei seu piruzinho, tadinho estava mole e de ladinho ainda soltando um líquido transparente e vistoso. Em minutos estávamos os dois entregues ao cansaço e prazer.

Uma delicia de experiência que quero repetir mais vezes.

Bjs
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