Matando a curiosidade
A noite, depois que a Darica levou a Sandrinha pra casa, eu entrei na internet e procurei sites de pedofilia. Encontrei um monte deles, todos com fotos e vídeo clipes de meninas fazendo sexo com homens adultos, de todas as formas e maneiras. Tinha meninas de todas as idades, tamanhos e cores, magrinhas, gordinhas, baixinhas e taludinhas. Todas nuas, chupando cacetes enormes e levando esporradas pelo corpo todo. Fiquei maluco e imaginei logo fazer tudo aquilo com a Sandrinha, aproveitando a curiosidade dela e sua disposição de aprender coisas novas. Dois dias depois, quando a Sandrinha voltou a ficar lá em casa, ela veio toda curiosa me cobrar sobre o assunto do leitinho. “Vô, o senhor já sabe se eu posso tomar o leitinho que o papai dá pra mamãe?”. Tomei um susto, mas respondi que sim: “Pode, meu amor, você vai ficar ainda mais bonita quando tomar o leitinho”. “Ebaaaa, vou pedir pro papai me dar também”, e saiu pulando e rodopiando pela sala, na maior alegria. Chamei-a pra sentar ao meu lado e expliquei: “Meu amor, você não pode pedir leitinho pro seu pai, porque o leitinho dele é só da sua mãe, e ela vai ficar brava se você tomar o leitinho do papai”. “Mas vô, como eu vou ficar mais bonita se eu não poço tomar o leitinho do papai?”. “Quem sabe se o seu namoradinho não te dá?”. “Não, vô, o papai e a mamãe não deixam eu namorar. Eles dizem que eu sou muito pequena pra essas coisas”. “Então lascou”, falei fazendo cara de desconsolado. “O senhor tem leitinho no seu pinto, vô?”. Eu olhei pra ela e vi que ela estava ansiosa pra saber. “Tenho”, falei olhando pro volume que o meu pau fazia na calça. Ela também olhou e disse: “Então, vô, o senhor dá leitinho pra mim pra eu ficar bonita e fortinha?”. “Não sei, Sandrinha, não sei se vai dar certo”. “Por que, vô?”. “Sabe, Sandrinha, seus pais não iam gostar de saber que eu estou te dando meu leitinho. Você ainda é muito novinha pra tomar leitinho de adulto, entende?”. “Não, vô. O senhor não quer que eu fique mais bonita?”. “Não é isso, meu amor. Eu vou te dar leitinho, mas tem de ser um segredinho só entre nós. Ninguém deve saber disso, entendeu?”. Ela explodiu de alegria e saiu pulando e dizendo: “O vovô vai me dar leitinho, leitinho, leitinho, ebaaaaa”. Ela voltou e se meteu entre as minhas pernas tentando pegar no meu pau, que já estava estufando a calça. Eu deixei ela explorar bem a vontade. Ela apertou, puxou de um lado pro outro e quis abrir o zíper da calça. Como ela estava muito excitada, não conseguia abaixar o zíper. Eu a ajudei e tirei o meu pau pra fora. Ela ficou olhando de todos os ângulos. Depois colocou a ponta do dedinho bem em cima da cabeça e perguntou: “Vô, vovô, é daqui desse buraquinho que sai o leitinho?”. “É, meu amor, é daqui sim”. “Então dá pra mim, dá”. Fiz clima de suspense: “Mas tem de fazer uma coisa antes”. “O que é, vô?”. Tem de pegar e fazer assim, olha”, e comecei a punhetar bem de vagar pra ela aprender. Ela ficava se remexendo toda e olhando. Peguei sua mãozinha e coloquei em cima da rola e mandei ela repetir os movimento. Foi a coisa mais linda ver a minha netinha batendo uma linda punheta pro vô. “Agora você vai mamar, coloca a boquinha aqui”, e apontei pra cabeça da rola. Ela foi se abaixando e encostou os lábios na glande. Senti um arrepio que percorreu todo o meu corpo. A sensação as saliva e o calor da boquinha me deixou louco. Quando eu comecei a gemer, ela tirou a boca e perguntou: “Tá dodói, vô?”. “Não, continua mamando, vai”. Ela recolocou a rola na boca e continuou mamando deliciosamente. Eu peguei em sua nuca e fui dando a cadência certa. Seu cabelos loirinhos balançavam a medida que eu empurrava sua cabeça de encontro a rola. Afastei um pouco seus cabeços pra poder ver melhor ela abocanhando a rola. “Que tal, tá gostando?”. Ela tirou a rola da boca, olhou pra cima e me encarou: “ Tá gostoso, vô, quer que eu continue?”. “Isso, continua mamando mais, tá uma delícia. Sabe, meu amor, que você mama pinto muito bem?”. Ela só respondeu com um resmungo “Hum, hum. Aí, eu relaxei no sofá e deixei ela explorar a rola e fiquei olhando. Ela lambeu em volta da cabeça, lambeu pelos lados, chegou nos pentelhos do saco, esfregou o narizinho com a mão e disse rindo que estava sentindo cócegas. Ela ficou mamando mais de meia hora, e eu me deliciando com a visão daquela netinha chupando a pica do vovô. Eu ia orientando: “Chupa alí, mais pra baixo, agora chupa a cabeça, issooo, linda. Ela obedecia e olhava pra mim pra saber se estava fazendo tudo certo. E eu elogiando, incentivando. De repente, ela tirou a rola da boca e perguntou: “Vô, cadê o leitinho?”. “Calma, meu amorzinho, continua chupando que o vô avisa quando estiver na hora”. Ela voltou a chupar com mais dedicação. Quando senti o gozo chegando, avisei: “Agora vai sair leitinho. Abre bem a boquinha pra não deixar cair nada. Vai, chupa mais forte, issooo, vai, vai, vai, mais, mais, agora vai sair, agora, agora, agoooora, vai, vai, vai, vai, vai, vai, AAAAAAAAAAAAA, HUUUUUUMMMM”. Quando ela sentiu o primeiro jato de porra, tirou a boca e os outros espirros atingiram seu rostinho. Ela se afastou e saiu cuspindo e dizendo “Eeecaaa, salgaaadoooo”. Nessa hora, eu estava quase desmaiando de tanto prazer e nem reparei nas reclamações. Eu nunca havia sentido tanto prazer, mesmo quando a minha mulher chupava meu pau quando era viva. Para quem nunca experimentou gozar na boca de uma criança, não sabe que é uma verdadeira mágica do prazer infinito. Depois de me recuperar, levei a Sandrinha pro banheiro e dei um banho nela pra tirar qualquer vestígio de gala. Aproveitei pra dedilhar sua cocotinha e sentir seu grelinho despontando pela fenda da xerequinha. Ela abriu as perninhas, me deixando mais a vontade pra explorar suas carninhas. Essa foi a primeira vez que a gente fez sexo. Na próximo vez conto o resto da história.
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