Pode Chorar, Seu Puto! Mas Guenta A Minha Rola!
Eu já nem disfarçava mais que era chegado. Desde meus quinze anos, aos pouquinhos eu fui me soltando e deixando as pessoas perceberem que eu está gay. Mas na verdade só tinha vontade. A dificuldade maior foi em casa, com meu pai. Um dia me chamou na conversa e veio aquele sermão, dizendo que botou filho homem no mundo e blá blá blá. Eu ainda era. Mas tudo mundo achava que eu já tinha dado. Eu deixava essa impressão. Minhas colegas até perguntavam como era e eu dizia que era como dançar nas nuvens. Mas a verdade é que meu rabinho só conhecia o frasco de desodorante. E ele adorava aquilo. E foi somente aos dezenove anos que eu tomei a tal coragem. Todas as investidas que recebia até então, eu me fazia de difícil e de exigente. Inclusive teve uma vez, na festa de quinze anos da minha prima, que um coroa até queria me dar dinheiro pra eu deixar ele me comer. Era um coroa casado e até bem apessoado. Mas esnobei ele, apesar de quase ceder e entrar no carro dele. Então, era um Domingo e eu decidi que daquele dia eu não passaria sem dar meu rabinho. Mas não tinha ninguém em mente que me fazia a cabeça. Então decidi ir no shopping e esperar uma oportunidade. E ela nem demorou muito. Pois eu me vesti igual uma fruta, com aquele perfume doce e provocante. Mas eu sempre fui discreto. Era afeminado,mas nada forçado. E me vestir como homem, só que nesse dia estreei uma calça apertada que fazia a minha bunda ficar empinada e bem marcada. Eu estava olhando os filmes em cartaz, quando um cara, magro e alto, com cara de bandido até, começou a me filmar disfarçadamente. Eu olhei pra ele discretamente e o jeito dele fez a minha cabeça. Então comecei a andar esperando ele me seguir. E ele estava me seguindo com certa distância. Entrei numa loja de perfume pra poder ver ele passando e olhar bem para o que eu queria. Só que ao invés dele passar direto, ele também entrou na loja e nem perdeu muito tempo. Fingindo também estar olhando os perfumes, assim que a menina se afastou um pouco, ele colou bem do meu lado e me deu uma encarada, que até senti um certo temor. Então saí da loja e fui até a praça de alimentação. Quando olhei pra trás, ele estava me seguindo, encarando feito um lobo. Eu fiquei meio inseguro e até pensei em desistir do propósito. Mas ele fez sinal com a cabeça, como que me pedindo pra seguir ele. E depois de vencer a insegurança, eu resolvi seguir. Ele foi para o estacionamento e eu o segui até ele entrar no seu carro. Assim que cheguei perto, ele abriu a porta e eu entrei. Aí, meu coração! Como eu tremia. Era incontrolável. Parecia que estava morrendo de frio e não conseguia parar de tremer. Vou pular direto para quando a gente já estava no motel. Eu ainda tremia muito e ele não era de falar. Parecia sério, mas de um jeito atraente. Ele percebeu que era a minha primeira vez e me abraçou, dizendo que ia cuidar direitinho de mim, e que era pra eu não parar de tremer, que isso dava até mais tesão. Foi quando ele sacou aquilo pra fora. Caralho! Aquilo era enorme roçando na minha barriga. Ele foi me fazendo descer, até ficar na direção do meu rosto, e ficou exibindo aquilo pra mim, esfregando na minha cara, no meu pescoço e nos meus lábios. Estava meio mole. Mas era super grande e grosso. Parecia uma linguiça calabresa, só que maior. Ele com aquela cara intimidadora, como se estivesse medindo até aonde seu caralho entraria. Eu segurei e depois fui me soltando até ficar a vontade com aquilo na minha mão e bem na minha cara. Então comecei a apreciar e imaginar aquilo tudo na minha boca, rompendo a minha garganta e chegando no meu esôfago. E isso deu muito tesão. Foi quando peguei coragem de começar a dar beijinhos, primeiro em torno do caralho e por fim na cabecinha, quando fui dominado pelo tesão e comecei a chupar. E aquilo foi ficando duro, embora não parecesse mudar o tamanho. Era realmente um monstro. Doía o maxilar de tão grossa que era, mas eu forcei até sentir bater no céu da boca. Só que parecia que ia quebrar a minha boca. Então eu tinha que tirar. Fiquei só chupando a cabecinha e masturbando aquele monstro. Medi com as mãos e dava três punhos. Eu olhava pra ele e ele continuava com aquela cara de nem aí, com as mãos na cintura e as pernas abertas. E isso deu muito tesão. Eu resolvi tentar novamente meter a boca, disposto a fazer chegar na garganta. Como doía o maxilar! Mas eu insisti. Senti bater no céu da boca e fui abocanhando mais. Só que não deu mesmo. Oi eu tirava o os deslocar meu maxilar. Eu tive que me recuperar. Fiquei sem ar. Foi quando ele disse que já tinha dado e me puxou pra cima, me pondo de costas. Ele arriou a minha calça e a minha cueca, mas sem tirar totalmente, e me forçou a colocar as mãos na cama, com a bunda virada pra ele. Então começou a lamber meu cu e até introduzia a língua, lambuzando meu cu com sua saliva. Eu até dava pulinhos. Dava cócegas. Mas também dava muito tesão, saber que tinha um cara totalmente desconhecido atrás de mim, lambendo o meu cu. Eu me ajeitei e fui terminando de tirar a calça e a cueca, ficando apenas com a camiseta. Então me debrucei na cama, com meus joelhos apoiados na beirada do colchão. Ele parecia gostar de fazer aquilo. Estava chupando o meu cu, de me arrancar arrepios. Então, ele veio montando em mim e ajeitando aquilo, aquela cobra, no meu rabinho virgem. Só que meu cu não estava pronto para aquilo. Não tinha como! Mas ele foi forçando e eu fugindo. Eu já estava totalmente deitado de bruços, e ele ainda tentando botar, empurrando com a mão. Eu dizia que estava doendo, que era melhor não. Mas ele dizia pra eu aguentar, que era só o começo. Foi quando se mostrou dominador e implacável. Sério. Sem muito papo. Com cara de mau. Foi empurrando, de me fazer ver estrelas. Eu comecei a me segurar pra não gritar. Só que as lágrimas começaram a escorrer. E inesperadamente eu comecei a chorar. De dor mesmo! Sei lá! Estava mesmo sensibilizado e chorando. Mas ao mesmo tempo que estava sentindo aquela dor descomunal, também sentia uma vontade quase que desesperada de sentir aquilo tudo dentro de mim. E foi quando eu pedi, chorando e segurando o grito, pra ele tirar só um pouco. Mas ele disse exatamente aquilo que coloquei como título. Pra eu chorar a vontade, mas que teria que aguentar a rola dele. Que ia me ensinar a ser puto de verdade. E aquilo me rasgando. Foi quando eu senti uma dor terrível seguida de uma coisa estranha e simplesmente apaguei. Não vi mais nada. Não senti mais nada. De repente, um forte cheiro de cachaça e uma ardência nas fossas nasais. Eu acordei meio atordoado com ele me encarando, mas com um ar de alívio. Estava sentindo meu cu pegando fogo e ardendo muito. Ele riu, balançando a cabeça, dizendo que era uma pena que eu não pude sentir ele me comendo. Eu ainda não estava entendendo direito o que havia acontecido. Mas ele continuou me comendo, mesmo comigo desmaiado. Ele fez questão de contar. Eu fui no banheiro, ainda meio zonzo, e me dei conta de que meu cu estava literalmente arrombado. Mesmo eu contraindo, estava um buraco enorme, além de estar sangrando e aquela vontade enorme de cagar. Eu obviamente fiquei assustado. O tesão virou pavor. Ele entrou no banheiro e disse pra eu não me preocupar, que em dias estaria prontinho pra outra pirocada. Eu pedi pra ele sair e tranquei a porta. Sentei no vaso e aquela vontade que estava sentindo era aquilo que todo viado sabe. Mas eu não sabia. Essa é a parte que dá vergonha. Muito ar. E como é barulhento. Como ardia! E de repente senti o que achei que fosse merda mole. Mas quando levantei pra ver, era porra misturada com sangue. Era muita porra. Foi quando senti uma mistura de tesão com preocupação e nojo. Tomei banho, meio atordoado e já voltei pro quarto me vestindo. Ele disse o que fez comigo enquanto eu dormia feito anjinho. Mostrou o caralho dele, medindo na própria perna, e disse que botou tudo dentro de mim. Tudinho. E que gozou muito lá no fundo, com seu saco coladinho no meu rego. Eu estava assustado e até puto com ele. Mas quando ouvi e imaginei a cena, inesperadamente meu pau endureceu e eu senti tesão. Ver aquele monstro atingindo menos de um palmo do joelho dele, e imaginar que aquilo tudo entrou em mim, me deu uma vontade muito grande de ver aquele monstro desaparecendo no meu cu. O tesão voltou e como eu já tinha sido empalado mesmo, então pensei que talvez não desmaiasse novamente. Foi quando me abaixei e fui chupar novamente aquilo. Só que dessa vez eu fiquei fora de controle. Estava igual um esfomeado querendo sentir o caralho dele na minha garganta. E como estava mais maleável, eu não pedi tempo e fui abocanhando. E chegou na minha garganta, entupindo a minha boca. Tentei fazer entrar mais, só que tive que parar, ou vomitaria. Tirei e recuperei o fôlego. E voltei a tentar. Ele até estava meio sorrindo, como quem sabia que eu estava desesperado na rola dele. Algumas tentativas depois, eu já conseguia tragar o caralho até atravessar a garganta. E eu adorei fazer aquilo. E quando o tesão e a satisfação de conseguir fazer garganta profunda naquilo chegou a ponto de quase me fazer gozar eu me ajeitei na cama, de quatro, mas numa posição que dava pra ver a gente e a penetração pelo espelho. Ele nem perdeu tempo e veio com ímpeto. O caralho estava lambuzado de escorrer. Não seria difícil dessa vez. Meu cu ainda ardia uma barbaridade. Mas o desenho de ter meu cu esfolado e destruído falou mais alto. E eu senti entrando, me rasgando. Estava ficando duro novamente. E cheguei a pensar em fugir. Mas ao invés disso, até forcei. Mesmo doendo muito. Mas estava gostoso, pelo menos. E o fato de eu ver aquilo penetrando a minha bunda pelo espelho, com ele montado em mim, amenizava a dor. Então ele começou a estocar, penetrando casa vez mais. Não demorou muito pra eu começar a sentir prazer. Estava sendo estourado. Mas estava até gemendo de prazer. Até que enquanto ele me estocava, eu comecei a gozar, indo ao delírio. E quando acabei de gozar, comecei a me sentir saciado e só queria que ele também gozasse. Chamei ele pra gozar no fundo, como da outra vez. Dizia pra ele gozar, meio que chorando, dessa vez fazendo charme, pra atiçar ele. E então ele empurrou tudo. Eu sentia aquilo empurrando meu intestino. Dava uns pressão insana lá embaixo. Então ele começou a urrar e dizer “toma porra, cu”. A pulsação do caralho dele no meu cu, me fez sentir algo tão agradável, que até me deu vontade de rir. Então eu senti a pressão da gozada dele. Meu pau voltou a ficar duro à medida em que meu cu recebia porra. Isso é tão bom! Só que conhece que sabe. E assim foi a minha primeira vez. E até hoje não faço ideia do nome daquele cara. Hoje, meu cu parece uma boca de lábios carnudos. Meus machos chamam de cuceta. E até DP eu já experimentei. E recomendo.
Beijinhos.
Fui!
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