Todos os dias minha esposa tinha sexo com nosso viizinho!
Foi na sexta feira ao final da tarde, que fui chamado para uma reunião, com os chefões do local onde trabalho e aí fui apanhado de surpresa!
No decorrer dessa reunião, começarram por dizer que precisavam de alguém para ir organizar e orientar certos serviços numa sucursal que estavam criando e que eu seria a única pessoa em quem eles depositavam mais confiança!
Falaram também na rica promoção que eu iria ter, se aceitasse deslocar-me para lá e onde já tinham um apartamento preparado para habitar!
Eu não tinha como dizer não e aceitei a oferta, mesmo antes de falar com a Ana, minha esposa!
Quando chego a casa, falei do acontecido à Ana e que devia pedir uma licença sem vencimento no seu local de trabalho!
Ela vacilou um pouco, mas acabou por aceitar, na condição de virmos à nossa terra em alguns fins de semana, para visitar a Rita, sua amiga e amante.
Apenas tínhamos uma semana para tudo preparar e logo começamos a tratar de nos mudarmos, para a nossa nova habitação e cidade!
A licença foi-lhe concedida e também falou com a sua querida amiga que de imediato lhe disse, que tinham de organizar uma doce despedida, para o próximo fim de semana!
Na sexta feira deram-me as chaves do apartamento e um cartão de crédito para eu e minha esposa frequentar o ou os restaurantes à nossa escolha, ou seja a minha esposa nem sequer tinha que cozinhar, para ela seria umas belas férias e todos os dias poderia ir à praia lá bem perto!
No sábado e como prometido, fomos até à casa da Rita e o seu marido António, nos aguardavam, para jantar e para também muito sexo, para a despedida!
Como sempre as duas começam a festa, muitos beijinhos, abraços, sexo oral e com loucos orgasmos gemeram!
Eu com o António, também nos beijámos enquanto olhávamos para as nossas doçuras, e um belo 69 também fizemos até antes dos orgasmos, que aguardamos para dar às meninas!
A Rita chama-me para a elas me juntar e a Ana também quer o António e a sua grossa piça.
Freneticamente a Rita já mama o meu pénis e a Ana para não ficar atrás, procede da mesma forma com o nosso amigo António!
Se já estávamos bem acesos, aquelas mamadas fizeram salientar as veias nos nossos pénis e como elas já estavam bem lubrificadas, foi apenas nos enterrarmos bem dentro delas!
A Ana parece uma doida ao levar com o cacetão do António, mas enquanto não o sente todo dentro dela, não dá tréguas ao homem!
Depois de toda aquela acção de prazeres somados, por mais que eu tentasse não me vir de imediato, liberto todo o meu prazer em sintonia com a Rita, mas não saio de dento dela, enquanto a vou beijando e murchando dentro dela, o que também é muito prazerozo!
A Ana muito prazer está a ter, finca suas unhas no lençol e fala palavras sem jeito, enquanto está-se a vir com o António, que já a enche de leite!
Sempre que vejo a minha esposa a ser usada por outro homem, fico de coração mole e só lhe quero dar muito carinho!
Beijo seus lábios, pescoço e maminhas e por todas as partes erogenas do seu corpo passo também a lingua!
Saboreio o sémen do António, junto às secreções da Ana à minha esposa dou a provar, o sémen que o nosso amigo, libertou dentro dela e bem abraçadinhos ficámos por algum tempo, com os nossos corações a bater forte!
A noite já ia longa e como no domingo teríamos que nos fazer à estrada, despedimo-nos com elas a choramingar e muitos beijinhos até à próxima!
A Ana também levou o seu carro, para ter a sua autonomia e fielmente me segue até ao nosso destino!
Chegámos a um prédio novo, ainda não vivia lá alguém, até que uns dias depois, ouvimos o arrastar de móveis, no apartamento contíguo ao nosso.
Era novamente sábado, vestimo-nos para sairmos, até um swing clube, bem próximo de nós.
Como sempre a Ana veste-se bem provocante e quando já nos preparavamos para sair, alguém bateu à nossa porta.
A Ana como estava mais perto da porta, prontificou-se a abri-la, e era o nosso novo vizinho a pedir um pouco de açúcar.
Por momentos a Ana ficou como que paralizada e meio a gaguejar, convidou-o a entrar
Afinal o nosso vizinho era um solteirão, enorme, preto e antes de a Ana lhe dar o açúcar, eu convidei-o a tomar um café connosco!
Seus olhos não conseguiam afastar a Ana e todos os seus olhares ela ia retribuindo!
A Ana estava muito sexy, muito provocadora e seus olhos também caíam, para o grande enchumaço dentro dos calções, que o Daniel vestia.
Senti-me ali a mais, ninguém me dava mais alguma atenção, eles pareciam estar hipnotizados cada um pelo outro e não era de admirar!
Ela sentada no sofá, mostrava quase as pernas todas e seus peitinhos mal cobria!
Ele sentado à sua frente, com o enchumaço sempre crescendo mais um pouco e mais e mais...
Tive que os acordar daquele transe insano que os possuía, falando à minha esposa, para onde tínhamos combinado sair!
O Daniel agradeceu o café, o açúcar e nossa simpatia e saiu dali para logo entrar no seu apartamento!
Nada comentei com a Ana, apenas bem a beijei, antes de casa sair!
Caminhámos até ao clube lado a lado e pouco ela falou, durante a caminhada!
Dentro do clube procurámos uma mesa, fui ao bar apanhar duas bebidas e logo ela bebe o seu vodka com laranja, de quase uma vez!
Eu sentia que a Ana estava apática, ignorando tudo o que estava à sua volta, bebemos mais dois ou três copos e sem a companhia alegre da Ana, saímos de lá para fora!
Na quarta feira seguinte, a Ana saiu à rua, para se abastecer de algumas frutas, e umas poucas coisitas mais e quando ouço o elevador a subir, abro a porta para ela entrar!
Junto à Ana, vinha também o Daniel nosso vizinho e senti que ela vinha meio atabalhoada, comprometida e não dizia coisa com coisa!
Nada falei do que senti, pois sabia que se houvesse alguma coisa entre eles, ela me falaria!
Por vezes eu ia trabalhar durante a noite, pois assim à empresa convinha, mas a maior parte das vezes, trabalhava durante as horas de expediente!
Nessa noite de quarta feira, eu teria que ir de noite, desço de elevador e logo após abrir a porta da rua, algumas folhas de projetos, caiem da pasta e me apresso a apanhá-las!
Enquanto isto, ouço uma porta lá em cima, a abrir e fechar, para de seguida ouvir aquele barulho novamente!
Fiquei com a pulga atrás da orelha, que me dizia ser a minha esposa a sair do apartamento e a entrar no outro logo ao lado, mas fosse como fosse, eu tinha que seguir para o trabalho!
No outro dia eu disse à Ana que também iria trabalhar à noite e à hora do costume saio, desço no elevador, abro a porta da rua e a deixei fechar sem eu sair e novamente ouço duas portas a bater!
Evitando fazer barulho, subo pelas escadas, pé ante pé e dentro do apartamento do vizinho, parece-me ouvir a voz da minha esposa!
Entre no apartamento ao lado que ainda andava em obras e da varanda, passo para a do nosso vizinho e vejo luz na sala pelos estores mal fechados, espreito lá para dentro, vejo a Ana perdida nos braços do Daniel, e sofregamente se beijavam!
Afinal eu estava certo, só me admirava era a Ana nada me dizer, pois sempre estivemos à vontade para tudo e mais alguma coisa falar!
Aquelas cenas logo me deram muito tesão e continuei a olhar!
A Ana tira a camisa ao Daniel e seu corpo bem mosculado, ela o toca, acaricia, beija e lambe o suor que de seu corpo já escorria, enquanto a sua mão, já procura seu brinquedo e o pucha para fora dos seus calções que o cobriam!
Eu nunca tinha visto coisa tão grossa e grande e por momentos ela o larga para despir suas roupas de uma só vez!
Volta a pegar nele, com a sua mão não fechava e o abraçava pela metade!
Ainda de pé a minha esposa se ajoelha e mama aquela enorme cabeça, sem mais na sua boca o conseguir meter e mais o engrossa e faz crescer e logo volta a beijar o Daniel!
Ele pega a Ana ao colo, deita-a no sofá e muito a faz gemer com a sua língua concerteza, pois aí eu já não avistava mais!
Durante algum tempo assim estiveram e os gritinhos da Ana de prazer, eu ouvia, saídos da sala!
Algum tempo após, ele se ergue com a Ana à cintura, e já com o seu barrote nos lábios vaginais da minha esposa, seguem para o quarto! Apaga a luz da sala e acende a do quarto, que tinha a janela meio aberta, e os estores também um pouco subidos para o ar fresco da noite, arrefecer o quarto.
Nesse momento minhas calças desci e comecei-me a acariciar, com uma enorme vontade de me vir perdido de tesão!
Ele deita a minha esposa esposa na cama, lambe-a mais um pouco, cospe no seu monstrão, começa a meter e aí logo me venho, pois mais não deu para controlar!
Do local onde eu estava, dava para ver a cabeça entrando dentro dela e seus gemidos continuádos chegavam à rua e mais tesão me eu sentia! Depois do meu primeiro orgasmo, eu nunca fiquei flácido por assistir a minha esposa, ser duramente penetrada!
Entre gemidos e gritos, lentamente ia sendo empalada e pouco faltou, para levar com todo ele dentro, nunca a tinha visto, com as carnes tão esticadas
Com movimentos suaves, aquele monstro vinha quase todo fora, para logo se enterrar dentro dela, com fortes gemidos que a Ana, não mais conseguia controlar!
Com as pernas cruzadas nas costas do Daniel e seus braços em torno do pescoço, toda ela se entrega, aos devaneios do Daniel, que vai acelerando um pouco mais e mais gemidos a minha Ana, liberta!
Aquela visão do entra e sai novo orgasmo me provoca, para meu sémen parede abaixo, escorrer!
Nos entretantos, sai fora da Ana, deixando-a bem aberta, pega nela como se fosse uma pena e a posiciona de quatro à sua frente, para de imediato fazer-beijo grego!
Primeiro com um dedo, depois dois, acaricia o ânus da Ana e a prepara para lá meter o seu monstruoso pénis, já bem salivado também!
Ela grita que nem uma doida, diz não, por favor, mas ele não liga nada às súplicas dela, tapa-lhe a boca e continua a forçar a entrada, até a cabeça desaparecer dentro dela!
Pára pára aí um pouco e só continuas quando eu disser.
Agora com as suas carnes mais adaptadas à sua carne, a Ana pede mais e com gemido estonteante, o seu caralho entra de vez nela! Muito suplicava ela para ele ficar ali parado por algum tempo, até que ela pediu para o enterrar até ao fundo, sobre gemidos extenuantes!
Para mim foi uma enorme surpresa, pois ela sempre evitou ser penetrada por trás, desculpando-se com a dor!
Para finalizar ele sai de dentro dela, limpa o mangalho mete-o na boca da minha esposa, para aí ter o seu enorme orgasmo!
Algum sémen, goteja do canto da boca, ! engole tudo de uma só vez!
Lado a lado e bem abraçadinhos ficaram deitados na cama e eu dali saí, e fui descansar no carro, até à hora que geralmente chego a casa!
Nunca entendi muito bem porque a Ana não me contou dessas suas aventuras, provavelmente para ser um segredo bem guardado só para ela e assim sentir-se mais excitada, por me ter encornado sem eu saber, ou para sentir-se uma puta de verdade!
Durante toda essa época, pouco sexo tínhamos, mas eu também não a forçava, pois sabia que decerto, ela estaria toda arrombada!
No decorrer dessa reunião, começarram por dizer que precisavam de alguém para ir organizar e orientar certos serviços numa sucursal que estavam criando e que eu seria a única pessoa em quem eles depositavam mais confiança!
Falaram também na rica promoção que eu iria ter, se aceitasse deslocar-me para lá e onde já tinham um apartamento preparado para habitar!
Eu não tinha como dizer não e aceitei a oferta, mesmo antes de falar com a Ana, minha esposa!
Quando chego a casa, falei do acontecido à Ana e que devia pedir uma licença sem vencimento no seu local de trabalho!
Ela vacilou um pouco, mas acabou por aceitar, na condição de virmos à nossa terra em alguns fins de semana, para visitar a Rita, sua amiga e amante.
Apenas tínhamos uma semana para tudo preparar e logo começamos a tratar de nos mudarmos, para a nossa nova habitação e cidade!
A licença foi-lhe concedida e também falou com a sua querida amiga que de imediato lhe disse, que tinham de organizar uma doce despedida, para o próximo fim de semana!
Na sexta feira deram-me as chaves do apartamento e um cartão de crédito para eu e minha esposa frequentar o ou os restaurantes à nossa escolha, ou seja a minha esposa nem sequer tinha que cozinhar, para ela seria umas belas férias e todos os dias poderia ir à praia lá bem perto!
No sábado e como prometido, fomos até à casa da Rita e o seu marido António, nos aguardavam, para jantar e para também muito sexo, para a despedida!
Como sempre as duas começam a festa, muitos beijinhos, abraços, sexo oral e com loucos orgasmos gemeram!
Eu com o António, também nos beijámos enquanto olhávamos para as nossas doçuras, e um belo 69 também fizemos até antes dos orgasmos, que aguardamos para dar às meninas!
A Rita chama-me para a elas me juntar e a Ana também quer o António e a sua grossa piça.
Freneticamente a Rita já mama o meu pénis e a Ana para não ficar atrás, procede da mesma forma com o nosso amigo António!
Se já estávamos bem acesos, aquelas mamadas fizeram salientar as veias nos nossos pénis e como elas já estavam bem lubrificadas, foi apenas nos enterrarmos bem dentro delas!
A Ana parece uma doida ao levar com o cacetão do António, mas enquanto não o sente todo dentro dela, não dá tréguas ao homem!
Depois de toda aquela acção de prazeres somados, por mais que eu tentasse não me vir de imediato, liberto todo o meu prazer em sintonia com a Rita, mas não saio de dento dela, enquanto a vou beijando e murchando dentro dela, o que também é muito prazerozo!
A Ana muito prazer está a ter, finca suas unhas no lençol e fala palavras sem jeito, enquanto está-se a vir com o António, que já a enche de leite!
Sempre que vejo a minha esposa a ser usada por outro homem, fico de coração mole e só lhe quero dar muito carinho!
Beijo seus lábios, pescoço e maminhas e por todas as partes erogenas do seu corpo passo também a lingua!
Saboreio o sémen do António, junto às secreções da Ana à minha esposa dou a provar, o sémen que o nosso amigo, libertou dentro dela e bem abraçadinhos ficámos por algum tempo, com os nossos corações a bater forte!
A noite já ia longa e como no domingo teríamos que nos fazer à estrada, despedimo-nos com elas a choramingar e muitos beijinhos até à próxima!
A Ana também levou o seu carro, para ter a sua autonomia e fielmente me segue até ao nosso destino!
Chegámos a um prédio novo, ainda não vivia lá alguém, até que uns dias depois, ouvimos o arrastar de móveis, no apartamento contíguo ao nosso.
Era novamente sábado, vestimo-nos para sairmos, até um swing clube, bem próximo de nós.
Como sempre a Ana veste-se bem provocante e quando já nos preparavamos para sair, alguém bateu à nossa porta.
A Ana como estava mais perto da porta, prontificou-se a abri-la, e era o nosso novo vizinho a pedir um pouco de açúcar.
Por momentos a Ana ficou como que paralizada e meio a gaguejar, convidou-o a entrar
Afinal o nosso vizinho era um solteirão, enorme, preto e antes de a Ana lhe dar o açúcar, eu convidei-o a tomar um café connosco!
Seus olhos não conseguiam afastar a Ana e todos os seus olhares ela ia retribuindo!
A Ana estava muito sexy, muito provocadora e seus olhos também caíam, para o grande enchumaço dentro dos calções, que o Daniel vestia.
Senti-me ali a mais, ninguém me dava mais alguma atenção, eles pareciam estar hipnotizados cada um pelo outro e não era de admirar!
Ela sentada no sofá, mostrava quase as pernas todas e seus peitinhos mal cobria!
Ele sentado à sua frente, com o enchumaço sempre crescendo mais um pouco e mais e mais...
Tive que os acordar daquele transe insano que os possuía, falando à minha esposa, para onde tínhamos combinado sair!
O Daniel agradeceu o café, o açúcar e nossa simpatia e saiu dali para logo entrar no seu apartamento!
Nada comentei com a Ana, apenas bem a beijei, antes de casa sair!
Caminhámos até ao clube lado a lado e pouco ela falou, durante a caminhada!
Dentro do clube procurámos uma mesa, fui ao bar apanhar duas bebidas e logo ela bebe o seu vodka com laranja, de quase uma vez!
Eu sentia que a Ana estava apática, ignorando tudo o que estava à sua volta, bebemos mais dois ou três copos e sem a companhia alegre da Ana, saímos de lá para fora!
Na quarta feira seguinte, a Ana saiu à rua, para se abastecer de algumas frutas, e umas poucas coisitas mais e quando ouço o elevador a subir, abro a porta para ela entrar!
Junto à Ana, vinha também o Daniel nosso vizinho e senti que ela vinha meio atabalhoada, comprometida e não dizia coisa com coisa!
Nada falei do que senti, pois sabia que se houvesse alguma coisa entre eles, ela me falaria!
Por vezes eu ia trabalhar durante a noite, pois assim à empresa convinha, mas a maior parte das vezes, trabalhava durante as horas de expediente!
Nessa noite de quarta feira, eu teria que ir de noite, desço de elevador e logo após abrir a porta da rua, algumas folhas de projetos, caiem da pasta e me apresso a apanhá-las!
Enquanto isto, ouço uma porta lá em cima, a abrir e fechar, para de seguida ouvir aquele barulho novamente!
Fiquei com a pulga atrás da orelha, que me dizia ser a minha esposa a sair do apartamento e a entrar no outro logo ao lado, mas fosse como fosse, eu tinha que seguir para o trabalho!
No outro dia eu disse à Ana que também iria trabalhar à noite e à hora do costume saio, desço no elevador, abro a porta da rua e a deixei fechar sem eu sair e novamente ouço duas portas a bater!
Evitando fazer barulho, subo pelas escadas, pé ante pé e dentro do apartamento do vizinho, parece-me ouvir a voz da minha esposa!
Entre no apartamento ao lado que ainda andava em obras e da varanda, passo para a do nosso vizinho e vejo luz na sala pelos estores mal fechados, espreito lá para dentro, vejo a Ana perdida nos braços do Daniel, e sofregamente se beijavam!
Afinal eu estava certo, só me admirava era a Ana nada me dizer, pois sempre estivemos à vontade para tudo e mais alguma coisa falar!
Aquelas cenas logo me deram muito tesão e continuei a olhar!
A Ana tira a camisa ao Daniel e seu corpo bem mosculado, ela o toca, acaricia, beija e lambe o suor que de seu corpo já escorria, enquanto a sua mão, já procura seu brinquedo e o pucha para fora dos seus calções que o cobriam!
Eu nunca tinha visto coisa tão grossa e grande e por momentos ela o larga para despir suas roupas de uma só vez!
Volta a pegar nele, com a sua mão não fechava e o abraçava pela metade!
Ainda de pé a minha esposa se ajoelha e mama aquela enorme cabeça, sem mais na sua boca o conseguir meter e mais o engrossa e faz crescer e logo volta a beijar o Daniel!
Ele pega a Ana ao colo, deita-a no sofá e muito a faz gemer com a sua língua concerteza, pois aí eu já não avistava mais!
Durante algum tempo assim estiveram e os gritinhos da Ana de prazer, eu ouvia, saídos da sala!
Algum tempo após, ele se ergue com a Ana à cintura, e já com o seu barrote nos lábios vaginais da minha esposa, seguem para o quarto! Apaga a luz da sala e acende a do quarto, que tinha a janela meio aberta, e os estores também um pouco subidos para o ar fresco da noite, arrefecer o quarto.
Nesse momento minhas calças desci e comecei-me a acariciar, com uma enorme vontade de me vir perdido de tesão!
Ele deita a minha esposa esposa na cama, lambe-a mais um pouco, cospe no seu monstrão, começa a meter e aí logo me venho, pois mais não deu para controlar!
Do local onde eu estava, dava para ver a cabeça entrando dentro dela e seus gemidos continuádos chegavam à rua e mais tesão me eu sentia! Depois do meu primeiro orgasmo, eu nunca fiquei flácido por assistir a minha esposa, ser duramente penetrada!
Entre gemidos e gritos, lentamente ia sendo empalada e pouco faltou, para levar com todo ele dentro, nunca a tinha visto, com as carnes tão esticadas
Com movimentos suaves, aquele monstro vinha quase todo fora, para logo se enterrar dentro dela, com fortes gemidos que a Ana, não mais conseguia controlar!
Com as pernas cruzadas nas costas do Daniel e seus braços em torno do pescoço, toda ela se entrega, aos devaneios do Daniel, que vai acelerando um pouco mais e mais gemidos a minha Ana, liberta!
Aquela visão do entra e sai novo orgasmo me provoca, para meu sémen parede abaixo, escorrer!
Nos entretantos, sai fora da Ana, deixando-a bem aberta, pega nela como se fosse uma pena e a posiciona de quatro à sua frente, para de imediato fazer-beijo grego!
Primeiro com um dedo, depois dois, acaricia o ânus da Ana e a prepara para lá meter o seu monstruoso pénis, já bem salivado também!
Ela grita que nem uma doida, diz não, por favor, mas ele não liga nada às súplicas dela, tapa-lhe a boca e continua a forçar a entrada, até a cabeça desaparecer dentro dela!
Pára pára aí um pouco e só continuas quando eu disser.
Agora com as suas carnes mais adaptadas à sua carne, a Ana pede mais e com gemido estonteante, o seu caralho entra de vez nela! Muito suplicava ela para ele ficar ali parado por algum tempo, até que ela pediu para o enterrar até ao fundo, sobre gemidos extenuantes!
Para mim foi uma enorme surpresa, pois ela sempre evitou ser penetrada por trás, desculpando-se com a dor!
Para finalizar ele sai de dentro dela, limpa o mangalho mete-o na boca da minha esposa, para aí ter o seu enorme orgasmo!
Algum sémen, goteja do canto da boca, ! engole tudo de uma só vez!
Lado a lado e bem abraçadinhos ficaram deitados na cama e eu dali saí, e fui descansar no carro, até à hora que geralmente chego a casa!
Nunca entendi muito bem porque a Ana não me contou dessas suas aventuras, provavelmente para ser um segredo bem guardado só para ela e assim sentir-se mais excitada, por me ter encornado sem eu saber, ou para sentir-se uma puta de verdade!
Durante toda essa época, pouco sexo tínhamos, mas eu também não a forçava, pois sabia que decerto, ela estaria toda arrombada!
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