Comendo Minha Filha Putinha
Foi num sábado, 21 de abril. Estávamos preparando tudo pra minha festa. Eu tava batendo uma massa de bolo quando o Beto entrou em casa, todo suado depois de terminar de colocar todas as mesas e instalar as lâmpadas extras no quintal já que a festa seria a noite. Ele passou por mim me dando um tapa na bunda e foi sentar no sofá. A Shaira estava brincando sentada no chão, mas foi só o pai dela sentar que ela deitou com a bundinha levemente empinada pra ele. Só consegui sorrir pensando em quão bem criamos a nossa putinha, formada na arte de provocar ainda aparentando toda inocência de criança.
– Que delícia de bundinha. – Beto disse e a Shaira sorriu pra ele. – Empina mais pro papai, amorzinho.
– Quer que rebola, paizinho? – Ela perguntou com voz doce, já erguendo aquela bunda linda pro meu marido.
– Quero, princesa. Rebola.
Só de observar a cena comecei a ficar molhada. Uma criancinha linda com carinha de safada e de inocente ao mesmo tempo, rebolando devagar a bunda gordinha e meu marido acariciava o pau por cima da bermuda fina. Não demorou muito pra endurecer e o Beto tirou pra fora da bermuda, tocando uma punheta de leve. A Shaira olhou pra aquela rola grande e grossa com os olhinhos brilhando.
– Bebê que tomar leitinho? – Beto perguntou.
– Quero sim. Deixa? – Ela perguntou já toda animada.
– Claro, princesa, vem mamar no papai, vem.
Não foi preciso dizer duas vezes, logo ela subiu no sofá (agora a bundinha tesuda dela tava virada pra mim), segurou a base do pau do Beto e começou a lamber a cabeça como se fosse o mais gostoso pirulito do mundo, depois abriu bem a boquinha e enfiou o máximo de rola que aguentava pra dentro. Só cabia um pouco mais que a cabeça, mas ela forçava o máximo possível, babando muito, e ao mesmo tempo ela punhetava devagar. O Beto me olhava e gemia, segurando o cabelo dela com uma mão, sabendo que eu já devia estar completamente encharcada aquela altura. Quando peguei a forma do bolo pra passar manteiga, ele melou um dedo com cuspe e foi metendo devagarzinho no cuzinho da Shaira. Eu já começava a ficar com a respiração difícil só de observar a cena. Literalmente porque com as mãos ocupadas eu não podia nem me masturbar, e meu marido ainda era deliciosamente malvado, me provocando de longe.
Desviei o olhar muito relutante para poder despejar a massa na forma e levar ao forno. Quando levantei, senti o Beto me puxando e encaixando deliciosamente o pau muito duro na minha bunda (senti ainda melhor por estar usando um short curto e bem enterrado, deixando metade da bunda de fora).
– Nossa bebezinha te excita, né amor? – Ele perguntou no meu ouvido, me deixando arrepiada.
– Muito. Minha xota tá toda melada. – Respondi rebolando gostoso no pau.
– Vem brincar com a gente. – Ele disse, mordendo de leve a minha orelha e desceu com beijos o meu pescoço.
– Não posso, tenho que cozinhar. – Sussurrei nada convincente, na verdade tava me derretendo toda com os carinhos. – E vocês tem que brincar rápido. O rapaz vai já chegar pra montar o pula-pula que a gente alugou.
– Ah, que pena. – Ele disse enfiando a mão no meu short e acariciando meu grelo rijo de tesão. – Mas não tem problema. Guarda esse tesão pra mais tarde quando eu te der o meu presente.
Mordi o lábio, controlando um gemido e olhei pra ele curiosa com o que ele tinha acabado de dizer, mas ele só deu um sorriso safado, piscou pra mim, tirou a mão do meu short e voltou pro sofá.
– A mamãe não pode brincar agora, mas pra você, amorzinho. – O Beto disse, dando os dedos dele melados com meu mel pra ela chupar.
A Shaira olhou pra mim, pegou a mão do pai dela e lambeu com gosto, gemendo alto só pra me provocar.
– Hmmmm. Delícia. – Ela disse, me fazendo morrer de vontade de deixar a comida pra lá e foder com eles, mas tinha que começar logo ou ainda estaria cozinhando quando os convidados chegassem.
Pelo menos, entre cortar uma coisa e botar outra no fogo, conseguia dar uma olhadinha pros meus amores e consegui pegar o momento em que o Beto ofegou mais forte e forçou a pau na boquinha da nossa bebê e logo começou a escorrer porra pelos cantos daquela boquinha gostosa.
A festa foi bem legal e uma parte da minha família ajudou a arrumar tudo antes de irem embora, ainda bem, porque eu sabia que o Beto tinha planejado alguma coisa e eu não queria estar cansada demais da arrumação pra receber meu presente.
Quando saí do banho, toda cheirosinha, entrei no quarto e o Beto chamou a Shaira, que tinha tirado um cochilo enquanto arrumávamos tudo, então não estava sonolenta.
– Pronta pra surpresa que preparamos pra você, amor? – Beto perguntou todo animado.
– Claro que sim. – Falei ansiosa pra saber o que era.
Shaira nem esperou o Beto mandar, correu logo pra pegar uma caixa bonita debaixo da cama e entregou pra mim. Desfiz delicadamente o lacinho que amarrava e tirei a tampa. Lá tinha um pinto de borracha lilás preso em uma cinta. Não era grande, tinha só 12cm, mas era grosso, só não tão grosso quando o pau do meu marido.
– A senhora vai poder me foder quinem o papai hoje. – A Shaira disse toda empolgada. – Gostou, mamãe? Eu que escolhi na “tenete” (internet) e o papai comprou.
– Eu adorei! – Praticamente gritei e pulei nos braços do Bato, enchendo ele de beijos. – Muito obrigada.
– A Shaira escolheu a cor, mas eu escolhi o tamanho. – Ele falou, sorrindo. – Você vai ter hoje um prazer que nem eu nunca tive, enterrar o pau inteiro na nossa princesa. 12 ela vai aguentar direitinho.
– EBAAAAAAAAA! – A Shaira disse antes mesmo de eu ter tempo de responder, então começou a cantarolar. – Mamãe vai me come-er, comer comer comer, mamãe vai me come-er, comer comer comer…
– Veste logo, amor. – Beto me incentivou, seguindo a empolgação dela.
Experimentei a cinta e o Beto me ajudou a ajustar pra ficar bem firme em mim. Pegamos a Shaira e começamos os dois a beijar e lamber ela todinha, to jeito que ela adora. Mas dessa vez não fui tão demorada quanto de costume, estava muito ansiosa pra arregaçar o cuzinho ou a xoxotinha dela.
– Beto, pega o lubrificante pra mim. – Pedi, passando as mãos na bundinha dela.
– Eba. – A Shaira falou de novo, sabendo que ia levar rola da mamãe. – A senhora vai comer por de trás? – Ela perguntou.
– Quer dar o cuzinho é, princesa? – Perguntei apertando mais forte aquela bunda gordinha da minha criança.
– Eu dou. É gostoso. – Ela disse com um sorriso inocente que me encheu ainda mais de tesão e ali decidi de verdade que ia comer o cuzinho.
Beto me entregou o lubrificante. Despejei um monte no pau de borracha e mais no anelzinho da Shaira. Comecei forçando apenas um dedo naquele buraquinho ainda apertado mesma já tendo sido tão fodido, meti por um tempinho e depois enfiei mais um, e mais outro até que finalmente decidi meter o pau. Pincelei a cabeça um pouquinho, observando como o cuzinho piscava, doido pra ser arrombado.
– Pronta, bebe? – Perguntei.
– To. – Ela respondeu se empinando ainda mais.
Comecei a meter devagar e juro que foi a coisa mais excitante que já fiz na minha vida. Demorou um pouco pra entrar tudo, algumas vezes ela travou o cuzinho e disse “isss”, mas logo relaxada o cu de novo pra continuar tomando pau e não demorou até estar tudo, um pau inteiro, atolado naquele buraquinho tão pequeno.
– Beto, eu to comendo ela. – Falei extasiada admirando aquela imagem, minha criancinha empalada por uma rola bem ali na minha cintura.
– Se mexe, amor. Não é só pra entrar, é pra foder. – Meu marido incentivou.
Segurei ela pela cintura e comecei um movimento de vai e vem delicioso. Minha xota tava tão molhada que eu sentia escorrer pela minhas coxas e a Shaira gemia dizendo “Ai minha bunda, ai ai minha bundinha”.
– Não vai dizer pra mamãe te arregaçar, amorzinho? Como pede pro papai. – Beto falou.
– Ai, mamãe. Tá tão gostoso. Me fode, vai. Arregaça o meu cuzinho. – Shaira disse com sua vozinha manhosa de criança.
Aumentei a velocidade da estocadas e comecei a gemer, sentindo que ia gozar logo. E realmente gozei. Gozei forte segurando a cinturinha da Shaira com tanta força que até o outro dia tava com marcas vermelhas. Empurrei ela pra se deitar e joguei meu corpo por cima do dela, soquei o pau de borracha até o talo, atolei nela o máximo que conseguia.
– É muito bom meter nela, né? – Beto perguntou com um sorriso enorme.
– É a melhor coisa do mundo. Muito obrigada, amor. – Falei saindo de cima dela também sorrindo maior que a cara.
– A melhor coisa do mundo é foder. – A Shaira disse se levantando e dando pulinhos na cama. – Eu ainda quero mais.
– Será que agora é a vez do papai? Olha só como vocês me deixaram. – Beto disse apontando pro próprio pau que babava apontando pra cima, duro como uma barra de aço.
– Sim, amor. Mas mete na xaninha e goza. Goza muito. To louca pra chupar a tua porra na bucetinha dela. – Falei antes que a Shaira tivesse tempo de responder.
– Pode deixar, mamãe. – Beto disse com um sorriso sacana. – Vem princesa, vem quicar no pau do papai.
E assim eles foderam. Brincamos até estarmos os três esgotados e dormimos de conchinha.
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