Abusando da Amiga com Down
Raffaela é uma linda garota. Tem cachos compridos e negros, um sorriso branco, um corpo bem cheio de formoso, uma pele lisinha e morena. Isso com seus 17 anos. A sua bunda e os seus peitos são grandes, e muito gostosos. Ela mora com seus pais e estuda na mesma escola que eu. Entretanto, ela tem Sindrome de Down.
Eu sou um amigo da família desde sempre. Meus pais conheceram os dela antes mesmo de eu nascer. E nos dias atuais, eu tenho quebrado um galho para eles: fico com Raffaela nos momentos em que eles tem que sair, por causa do trabalho. Bem, para mim, é muito bom quebrar esse galho.
No começo, eu tive um pouco de medo. Mas me acostumei com o tempo. Virei até amigo de Raffaela, na medida do possível, e então, comecei a reparar mais no corpo dela. Bem, eu não tenho muito o hábito de falar com ela, porque duvido da eficácia disso, então simplesmente comecei a apalpar ela, para ver como ela reagia. Felizmente, ela ria.
Meu primeiro alvo foi a bunda. Toquei nela de diversos jeitos, e até botei Raffaela em posições melhores para fazer isso. Depois, foram os peitos, e, no fim, a xoxota.
Mas isso ainda não bastava. Queria conhecer o corpo dela melhor.
Houve um dia em que eu decidi que iria tirar totalmente a roupa dela. Deitei ela na cama do seu quarto e o fiz. Foi delicioso ver ela peladinha e indefesa, que tive que tirar meu pau pra fora e bater uma. Ela não conseguia se defender, e eu tocava aonde eu queria. Vi o cuzinho dela, escurinho, tão delicioso que tive que chupar. Chupei a bucetinha também. E a partir desse momento, decidi que ela seria meu brinquedinho para me aliviar. Eu iria estuprar ela a partir daquele momento.
Agarrei ela pelos cabelos e disse:
-- Escuta, sua retardada mental, a partir de hoje, eu vou te estuprar a vontade, vou te usar do jeito que eu quiser.
Ela se assustou e gritou, e eu comecei a abusar da boca dela.
Eu metia sem dó nem piedade, como nunca havia feito antes.
-- Cala a boca, caralho, para de gritar...! Aceite seu mestre te estuprando sem reclamar, aceite que você é uma idiota que nunca vai prestar pra nada... Aceite que você é só um monte de buracos, para serem usados!
No momento do orgasmo, gemi alto agarrei os seus cabelos, forçando a entrada até o fundo de sua garganta e gozando lá. Foi uma deliciosa sensação, indescritível. Depois, saí de cima daquela vagabunda. Ela fez alguns movimentos rápidos e gritou um pouco, mas eu mandei que calasse a boca e bati na sua cara.
-- Vou beber uma água, e depois vou abusar mais do seu corpo.
Fiz o que disse. Depois, voltei ao quarto e ela estava parada. Nessa hora, peguei minha cinta, a dobrei e comecei a a bater em seus peitos. Eram tão grandes, que praticamente pediam para apanhar; para serem surrados e violentados. Mas não bati muito, para não deixar ematomas.
Depois, botei ela de quatro. Aquela buceta gorda e morena pedia para ser descabaçada. Peguei meu pau, que já estava duro, e penetrei. Ela sangrou um pouco nele, bem pouco. Eu não teria nenhuma preocupação em gozar dentro, como e de fato fiz, e foi alucinante de bom.
-- Você é um depósito de porra! Aposto que vai ser estuprada até o fim da vida...
Aquela desgraçada satisfazia meu pau perfeitamente, e logo enchi seu utero com meu sêmen.
-- Sinta-se bem por alguém normal estar transando com você, sua aberração, -- eu dizia, enquanto ela chorava.
Decidi humilhar dela. Como eu poderia fazê-lo? Tive uma ideia curiosa.
-- Vem.
Agarrai ela a força, e a levei para o banheiro. Lá, botei ela de joelhos em frente ao vaso, e empurrei sua cabeça para dentro. Fiquei segurando seus cabelos, puxando eles, tanto para machucar ela quanto para que não molhassem na água.
Quando ela tentava tirar o rosto, eu pisava atrás de sua cabeça, fazendo-a descer. Ela engoliu um pouco de água, e eu me diverti com isso. Depois, fui para trás de sua bunda e comecei a comer sua buceta de novo.
Enfim, essas foi uma das diversões que tive com Raffaela.
Eu sou um amigo da família desde sempre. Meus pais conheceram os dela antes mesmo de eu nascer. E nos dias atuais, eu tenho quebrado um galho para eles: fico com Raffaela nos momentos em que eles tem que sair, por causa do trabalho. Bem, para mim, é muito bom quebrar esse galho.
No começo, eu tive um pouco de medo. Mas me acostumei com o tempo. Virei até amigo de Raffaela, na medida do possível, e então, comecei a reparar mais no corpo dela. Bem, eu não tenho muito o hábito de falar com ela, porque duvido da eficácia disso, então simplesmente comecei a apalpar ela, para ver como ela reagia. Felizmente, ela ria.
Meu primeiro alvo foi a bunda. Toquei nela de diversos jeitos, e até botei Raffaela em posições melhores para fazer isso. Depois, foram os peitos, e, no fim, a xoxota.
Mas isso ainda não bastava. Queria conhecer o corpo dela melhor.
Houve um dia em que eu decidi que iria tirar totalmente a roupa dela. Deitei ela na cama do seu quarto e o fiz. Foi delicioso ver ela peladinha e indefesa, que tive que tirar meu pau pra fora e bater uma. Ela não conseguia se defender, e eu tocava aonde eu queria. Vi o cuzinho dela, escurinho, tão delicioso que tive que chupar. Chupei a bucetinha também. E a partir desse momento, decidi que ela seria meu brinquedinho para me aliviar. Eu iria estuprar ela a partir daquele momento.
Agarrei ela pelos cabelos e disse:
-- Escuta, sua retardada mental, a partir de hoje, eu vou te estuprar a vontade, vou te usar do jeito que eu quiser.
Ela se assustou e gritou, e eu comecei a abusar da boca dela.
Eu metia sem dó nem piedade, como nunca havia feito antes.
-- Cala a boca, caralho, para de gritar...! Aceite seu mestre te estuprando sem reclamar, aceite que você é uma idiota que nunca vai prestar pra nada... Aceite que você é só um monte de buracos, para serem usados!
No momento do orgasmo, gemi alto agarrei os seus cabelos, forçando a entrada até o fundo de sua garganta e gozando lá. Foi uma deliciosa sensação, indescritível. Depois, saí de cima daquela vagabunda. Ela fez alguns movimentos rápidos e gritou um pouco, mas eu mandei que calasse a boca e bati na sua cara.
-- Vou beber uma água, e depois vou abusar mais do seu corpo.
Fiz o que disse. Depois, voltei ao quarto e ela estava parada. Nessa hora, peguei minha cinta, a dobrei e comecei a a bater em seus peitos. Eram tão grandes, que praticamente pediam para apanhar; para serem surrados e violentados. Mas não bati muito, para não deixar ematomas.
Depois, botei ela de quatro. Aquela buceta gorda e morena pedia para ser descabaçada. Peguei meu pau, que já estava duro, e penetrei. Ela sangrou um pouco nele, bem pouco. Eu não teria nenhuma preocupação em gozar dentro, como e de fato fiz, e foi alucinante de bom.
-- Você é um depósito de porra! Aposto que vai ser estuprada até o fim da vida...
Aquela desgraçada satisfazia meu pau perfeitamente, e logo enchi seu utero com meu sêmen.
-- Sinta-se bem por alguém normal estar transando com você, sua aberração, -- eu dizia, enquanto ela chorava.
Decidi humilhar dela. Como eu poderia fazê-lo? Tive uma ideia curiosa.
-- Vem.
Agarrai ela a força, e a levei para o banheiro. Lá, botei ela de joelhos em frente ao vaso, e empurrei sua cabeça para dentro. Fiquei segurando seus cabelos, puxando eles, tanto para machucar ela quanto para que não molhassem na água.
Quando ela tentava tirar o rosto, eu pisava atrás de sua cabeça, fazendo-a descer. Ela engoliu um pouco de água, e eu me diverti com isso. Depois, fui para trás de sua bunda e comecei a comer sua buceta de novo.
Enfim, essas foi uma das diversões que tive com Raffaela.
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