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Abusando da Amiga com Down

📅 Publicado em: 26/05/2022 15:19

👤 Autor: contos_anonimo

🏷️ Tags: #Estupro #Sado #Teen
Raffaela é uma linda garota. Tem cachos compridos e negros, um sorriso branco, um corpo bem cheio de formoso, uma pele lisinha e morena. Isso com seus 17 anos. A sua bunda e os seus peitos são grandes, e muito gostosos. Ela mora com seus pais e estuda na mesma escola que eu. Entretanto, ela tem Sindrome de Down.

Eu sou um amigo da família desde sempre. Meus pais conheceram os dela antes mesmo de eu nascer. E nos dias atuais, eu tenho quebrado um galho para eles: fico com Raffaela nos momentos em que eles tem que sair, por causa do trabalho. Bem, para mim, é muito bom quebrar esse galho.

No começo, eu tive um pouco de medo. Mas me acostumei com o tempo. Virei até amigo de Raffaela, na medida do possível, e então, comecei a reparar mais no corpo dela. Bem, eu não tenho muito o hábito de falar com ela, porque duvido da eficácia disso, então simplesmente comecei a apalpar ela, para ver como ela reagia. Felizmente, ela ria.

Meu primeiro alvo foi a bunda. Toquei nela de diversos jeitos, e até botei Raffaela em posições melhores para fazer isso. Depois, foram os peitos, e, no fim, a xoxota.

Mas isso ainda não bastava. Queria conhecer o corpo dela melhor.

Houve um dia em que eu decidi que iria tirar totalmente a roupa dela. Deitei ela na cama do seu quarto e o fiz. Foi delicioso ver ela peladinha e indefesa, que tive que tirar meu pau pra fora e bater uma. Ela não conseguia se defender, e eu tocava aonde eu queria. Vi o cuzinho dela, escurinho, tão delicioso que tive que chupar. Chupei a bucetinha também. E a partir desse momento, decidi que ela seria meu brinquedinho para me aliviar. Eu iria estuprar ela a partir daquele momento.

Agarrei ela pelos cabelos e disse:

-- Escuta, sua retardada mental, a partir de hoje, eu vou te estuprar a vontade, vou te usar do jeito que eu quiser.

Ela se assustou e gritou, e eu comecei a abusar da boca dela.

Eu metia sem dó nem piedade, como nunca havia feito antes.

-- Cala a boca, caralho, para de gritar...! Aceite seu mestre te estuprando sem reclamar, aceite que você é uma idiota que nunca vai prestar pra nada... Aceite que você é só um monte de buracos, para serem usados!

No momento do orgasmo, gemi alto agarrei os seus cabelos, forçando a entrada até o fundo de sua garganta e gozando lá. Foi uma deliciosa sensação, indescritível. Depois, saí de cima daquela vagabunda. Ela fez alguns movimentos rápidos e gritou um pouco, mas eu mandei que calasse a boca e bati na sua cara.

-- Vou beber uma água, e depois vou abusar mais do seu corpo.

Fiz o que disse. Depois, voltei ao quarto e ela estava parada. Nessa hora, peguei minha cinta, a dobrei e comecei a a bater em seus peitos. Eram tão grandes, que praticamente pediam para apanhar; para serem surrados e violentados. Mas não bati muito, para não deixar ematomas.

Depois, botei ela de quatro. Aquela buceta gorda e morena pedia para ser descabaçada. Peguei meu pau, que já estava duro, e penetrei. Ela sangrou um pouco nele, bem pouco. Eu não teria nenhuma preocupação em gozar dentro, como e de fato fiz, e foi alucinante de bom.

-- Você é um depósito de porra! Aposto que vai ser estuprada até o fim da vida...

Aquela desgraçada satisfazia meu pau perfeitamente, e logo enchi seu utero com meu sêmen.

-- Sinta-se bem por alguém normal estar transando com você, sua aberração, -- eu dizia, enquanto ela chorava.

Decidi humilhar dela. Como eu poderia fazê-lo? Tive uma ideia curiosa.

-- Vem.

Agarrai ela a força, e a levei para o banheiro. Lá, botei ela de joelhos em frente ao vaso, e empurrei sua cabeça para dentro. Fiquei segurando seus cabelos, puxando eles, tanto para machucar ela quanto para que não molhassem na água.

Quando ela tentava tirar o rosto, eu pisava atrás de sua cabeça, fazendo-a descer. Ela engoliu um pouco de água, e eu me diverti com isso. Depois, fui para trás de sua bunda e comecei a comer sua buceta de novo.

Enfim, essas foi uma das diversões que tive com Raffaela.
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