A mãe do meu amigo me pegou no flagra batendo punheta
Eu tinha um amigo, o Lico que tinha 15, e estudávamos na mesma escola, a dona Sônia, a mãe do Lico, tinha 33 anos, e era uma coroa, pra mim na época, muito gostosa.
Ela tinha lá seus defeitinhos no corpo mas nada que não a deixá-se deliciosa. Ela gostav de vestir umas bermudas de Lycra, que ficavam bem ajustada em seu corpo, e parece que ela não usava calcinha, pois ficava bem a mostra o tamanho da sua buceta, e pra instigar, quando eu estava lá, ela dava um jeito de levantar a camiseta que cobria sua cintura, e a prendia em sua bermuda, deixando bem a amostra aquele bucetão.
Por isso, eu não saía da casa dela, eu e alguns amigos da escola, íamos sempre com o Lico lá pra jogar algum jogo.
Certo dia, nós íamos ao shoping, saimos da escola, e fomos direto a casa dele para ele se trocar, chegando lá, a dona Sônia, já me recebeu com aquela receptividade de sempre, e quando o Lico se preparou para ir tomar banho para se trocar, ela já levantou sua camiseta, a prendeu em sua cintura e deixou a marca da sua buceta exposta, eu sentei no sofá, e ela se posicionou de uma maneira, que ficou mais aparente ainda, e enquanto ela conversava comigo, ela remexia o corpo, mexendo sua buceta pra lá e pra cá, a buceta dela era tão gostosa, que desbeiçava de lado para o outro.
Eu vendo aquilo, não aguentei, e fiquei de pinto duro, e por mais que eu tentasse disfarçar, ela precebeu.
Depois de um tempo, dela ficar me instigando, mostrando o tamanho da sua buceta, ela foi pra cozinha fazer um café. Eu aproveitei, sai e fui pro quintal, onde tinha um tanque de roupas, e me poiscionado perto do tanque, eu tava com tanto tesão, que não aguentei, tirei meu pinto pra fora e comecei a bater uma punheta.
Eu ali imaginando aquela buceta, olhei pro chão enquanto estava batendo punheta, e quando levantei meus olhos, a dona Sônia estava em pé perto de mim me vendo.
Com vergonha, imediatamente eu guardei, quando ela chegou bem perto de mim e falou:
– Batendo punheta, hein?
Ela vendo que seu filho havia acabado de entrar para tomar banho, e geralmente ele levava mais de uma hora no banho, ela chegou bem perto e falou.
– Deixa eu ver isso.
Ela com a mão, já puxou a minha bermuda, tirou meu pinto pra fora, e começou a bater aquela punheta pra mim, e quanto mais ela batia, mais eu me deliciava.
Que mão, ela apertava a cabeça do meu pinto, ela puxava a mão esfregando meu pinto de ponta a ponta, e cada vez mais ela ficava apertando a cabeça do meu pinto, ela começou a me dizer.
– Nossa Zé, o seu pinto é maior e mais grosso que o do meu marido.
Enquanto ela falava em meu ouvido, eu me segurava pra não gozar de uma vez.
– Zé, você já viu uma buceta de perto?
Eu olhei pra ela e disse:
– Não, só na revista.
Nessa hora, a gente estando atrás do tanque de roupas, ela abaixou sua bermuda até seu joelho, e como eu suspeitava, ela não usava calcinha. Ela mostrando aquela bucetona me falou.
– Vai pega pra você sentir.
Meio acanhadamente eu coloquei a minha mão na buceta dela, ela raspava a buceta, ela então, pegou a minha mão e a esfregando na sua buceta me disse:
– Vamos Zé, sem essa de vergonha, passa a mão com vontade.
Eu passei a mão com vontade, que gostoso, aquela bucetona na minha mão, eu esfregava meus dedos com vontade, e enfiava minha mão lá dentro. Eu descia minha mão por baixo e trazia com tudo, que meus dedos entravam com tudo na sua buceta, ela vibrava com isso. Não aguentando, eu lhe disse:
– Deixa eu comer sua buceta?
– Não, comer não, só quem pode comer minha buceta é meu marido, mas eu deixo você esfregar seu pinto nela, enfiar não, só esfregar por cima.
E eu fiquei esfregando meu pinto naquela bucetona, até que acabei gozando em suas coxas.
Aí meu amigo se trocou, e depois fomos ao shoping, e nunca mais consegui mais nada com a dona Sônia.
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