O valdir me castigou comendo o meu cuzinho
Na volta da escola, quase meio-dia, não sei por que mais já vim com aquela coceirinha gostosa no meu cuzinho e lembrando que já fazia uns 3 dias que o Aldair não me comia fiquei com mais tesão ainda. Ao dobrar a esquina da minha rua eu encontrei o Zé João que ficou perguntando baixinho quando eu ia dar a bundinha pra ele de novo. Aquela pergunta dele me fez lembrar da noite que eles três me comeram e me fez lembrar de quem? Do Zezeca e aí o meu cuzinho piscou mais forte, pois eu já sabia que o pau dele entrava gostoso no meu rabinho (leia o meu conto: Eu Descobrindo Que Um Pau Pode Ser Melhor Que Outro). Já pensando nele passei na casa dele e vi que os pais dele não estavam em casa. Perguntei pelo tio Dico e a tia Isabel e ele falou que estavam para o roçado e então eu só falei para ele, daqui a pouco eu volto aí e ele já entendeu o meu recado. Já fui correndo, entrei em casa tirei a farda, pus um calção e saí com a mesma pressa que cheguei. Voltando na casa do Zezeca eu entrei pelos fundos e ele já foi me levando para o quarto da mãe dele. Lá ele já abaixou a bermuda, sentou-se na cama deixou o pau durão apontando para cima e eu me ajoelhei e entrando no meio das pernas dele caí de boca. Chupei a cabeça que estava com aquele cheirinho de mijo, mas eu não estava nem aí, desci lambendo o pau todinho até as bolas dele e ele gemeu gostoso dizendo: você chupa mais gostoso que o Carlinhos! (ele se referia a um gay que morava na outra rua) e enquanto falava isso ele botou a mão na minha cabeça e foi forçando até eu me engasgar com o pau dele que foi parar na minha garganta. Quando ele soltou minha cabeça eu estava lacrimejando, mas aquilo foi gostoso e eu ia pedir pra ele fazer de novo. Continuei chupando o pau dele por alguns minutos e aí ele mandou eu ficar segurando na cama, tirou o meu calção, cuspiu na mão lambuzou o meu cu e o pau dele e meteu. Deu aquela dorzinha quando passou a cabeça, mas aí eu empinei mais a minha bundinha para ir saboreando cada centímetro do pau dele entrando no meu rabo. Quando entrou tudo, ele veio me abraçou forte por trás, desceu a sua mão direita até o meu pintinho que estava super duro, deu um cheiro e um beijo na minha nuca e falou bem no meu ouvido que eu era a sua mulherzinha. Eu me arrepiei todo e empurrei mais ainda a minha bunda no seu pau e aí ele começou a bombar dentro de mim. Que delícia era sentir aquele pau matando a coceirinha do meu rabo e as mãos deles nos meus quadris, como se com aquilo ele mostrasse que eu e o meu cuzinho éramos propriedade dele. Eu estava amando aquilo! Fechei os olhos e comecei a me deixar levar pela sensação gostosa de que o pau dele me proporcionava e passei a gemer gostoso a cada estocada, mas eu gemia de prazer e não de dor. As estocadas foram ficando mais fortes e eu estava entre a terra e o céu com ele metendo em mim e batendo uma punheta no meu pintinho ao mesmo tempo e quando a gente estava para alcançar o ponto mais gostoso daquele momento alguém começou a bater na porta e chamar pelo meu nome. Pronto quebrou toda a magia do momento. O Zezeca tirou rapidinho o pau do meu cu, eu me vesti e tentamos ficar caladinhos, mas as batidas ficaram mais fortes e eu reconheci logo a voz do Valdir. Eu nem sabia que ele estava em casa, pois entrei tão apressado eu nem prestei atenção nisso. Ele bateu mais vezes, chamou o Zezeca, ameaçando contar o que estávamos fazendo para os nossos pais e aí ele abriu e eu saí com aquela cara de quem é pego no flagrante e me mandei pra casa, enquanto o Valdi ficou lá falando um monte de coisas para o Zezeca. Chegando em casa já botei minha comida no prato e me sentei na mesa para comer, pois se ele chegasse e me encontrasse almoçando pelo menos não iria me bater naquela hora. O Valdir veio de lá e parou perto de mim e falou: quando tu terminar de comer a gente vai pescar! Só fiz que sim com a cabeça e nem olhei nos olhos dele. Ele me deu uns 20 minutos e aí vi ele passando com a tarrafa, pegou os dois remos e se dirigiu para o rio. Eu segui atrás dele, entramos na canoa e ele não falou nada do acontecido. Ele ia controlando a canoa e atravessou o rio. Seguimos por quase 1 quilometro subindo o rio e aí ele resolveu entrar em um igarapé bem pequeno que tinha perto do sítio do seu Matias e somente quando ele parou a canoa, foi que me perguntou: tu tava dando o cu para o Zezeca, não tava? Eu neguei, mas ele falou: não adiante mentir que ele me contou! Diante disso eu não falei mais nada. Ele mandou eu amarrar a canoa subiu na barreira do igarapé e me chamou; quando chegamos lá em cima dentro do mato ele me disse: já que tu gosta de dar o cu eu vou te comer também... tira o calção e fica de quatro. Naquela hora o medo que eu estava sentindo já virou tesão e o meu cu piscou e coçou já imaginando a pica grossa e grande do Valdir me invadindo. Não pensei duas vezes, tirei o meu calção e joguei de lado e já fiquei de quatro como uma boa puta só esperando o pau. Ele tirou a roupa dele, veio por trás senti a mão dele abrindo minha bundinha, dei aquele piscada quando ele passou a mão cheia de cuspe e esperei a cabeça do pau entrar. Ele roçou o pau, se ajeitou e foi metendo devagar, mas de um jeito forte. Eu comecei a chorar, porque estava doendo, mas ele falou: não chora que tu gosta disso, não é pra chorar. Eu engoli o choro e percebi que ele estava comendo o meu rabinho, para me punir pelo flagrante que ele tinha me dado, então eu trinquei os dentes e encostando a cabeça no chão deixei ele meter o pauzão dele todinho no meu rabo. Quando entrou tudinho ele esperou um pouco e começou a meter com força no meu cuzinho que acusava cada metida forte. Acho que demorou só uns 6 a 8 minutos e ele gozou dentro do meu rabo e tirando o pau desceu para se lavar. Dessa vez nem vi se o pau dele estava sujo ou não, mas quando passei a mão no meu cu, percebi que havia sangrado de novo. Esperei aliviar um pouco a dor e desci, me lavei me vesti, entramos na canoa e fomos pescar. Quando a gente vicia em dar o cu a dor após ser enrabado é como uma espécie de troféu, por isso cada vez que eu me mexia no banco da canoa eu sentia aquela dor e me lembrava do pau do Valdir entrando e saindo do meu rabo e o meu pintinho ficava duro na hora. Pescamos até uma 5 da tarde e na volta eu vinha no comando da canoa e quando estávamos chegando próximo ao igarapezinho ele me mandou entrar lá novamente e eu pensei: será que ele vai querer me comer de novo? Ele amarrou a canoa, e subiu e me chamou e eu fui. Lá em cima ele me mandou tirar o calção e falou: deixa eu comer o teu cu de novo e já falou isso tirando a bermuda e com o pau duro para o meu lado. Eu falei: tá doendo muito... eu não vou aguentar! Ele falou: aguenta sim! Mas eu insisti que não aguentaria e então ele só me falou: tá bom, então chupa o meu pau! Aí eu me ajoelhei, peguei aquele sorvete delicioso e fiz o meu nome. Chupei com vontade e enfiei ele até a garganta quase me engasgando com ele, igual o Zezeca havia feito comigo e depois me concentrei só na cabeçona gostosa, até que ele gozou um rio de gala quentinha na minha boca. Quando senti o pau dele ficando mais duro e pulsando mais forte eu forcei bem fundo e o primeiro jato já foi lá dentro de minha goela e não teve como não engolir. Esperei ele derramar tudo na minha boca e só então eu soltei o pau dele. Não engoli a gala dele toda, as uma boa parte eu ainda consegui. Ele se vestiu eu desci e lavei minha boca e aí entramos na canoa e fomos embora. Quando já estávamos no meio do rio ele me falou: você não pode sair dando o cu pra esses moleques da rua, porque eles vão começar falar de ti por aí e se eu ver eles fazendo isso vou ter eu bater neles. Só que enquanto ele me falava isso eu juro que já estava arrependido de não ter deixado ele ter me comido.
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