Como enrabei um moleque que ainda não sabia que era gay 2
Depois da noite que enrabei o Rodrigo na casa que estávamos cuidando, tivemos um longo caso que durou três anos. No dia seguinte ao acontecido, ele se queixava que o cu doía até na hora dele urinar, e que não conseguia sentar direito. Como prometido, consegui um tubo de pomada para hemorróidas para ele passar no buraquinho rosado, afinal, tinha que cuidar do cu que eu queria muito continuar fodendo. Nós continuamos agindo normalmente, eu ia na casa dele jogar videogame, de vez em quando fazia alguma safadeza enquanto a vó dele estava na cozinha. Eu tirava meu pau para fora e fazia ele bater uma punheta, ou dar uma bela mamada. Só não pude meter naquela bunda por mais de uma semana. Eu doido para meter, e ele me falando que eu tinha que esperar ele se recuperar. Passado 10 dias, convidei ele para andar em um mato que tinha próximo donde morávamos para “caçar passarinho” com estilingue. Ele sabia o que esperava por ele, e o passarinho que iria caçar… Mas foi a desculpa que usamos para a vó dele liberar a saída, e afinal, ela confiava em mim por ser 4 anos mais velho.
Quando estávamos no mato, puxei ele para um local que tinha um valo, perfeito para ninguém ver, longe da estradinha que atravessa o lugar. Minha pica estava latejando de dura, antevendo que iria jorrar muito leite naquele cu apertado. Deitei em cima de um cartão que estava no local, certeza que tinha sido usado para outras trepadas, aquele campo era o “matel” das redondezas, muita putaria acontecia ali, muitas meninas de boa família tinham perdido o cabaço naquele campo. E muitos meninos brincavam uns com os outros de “trenzinho”😜
Tirei a pica para fora da bermuda e fiz ele agachar e cair de boca, empurrando a cabeça dele para enfiar até a garganta. Ele engasgava, lacrimejava, chegava a ficar sem ar, mas não abortou a missão. Enquanto isso, eu tirei a bermuda e a cueca dele, e comecei a massagear aquela bunda branca, logo enfiei um dedo no cu. Ele gemeu gostoso e rebolou a bundinha. Era a senha. Meu viadinho estava enfim pronto para ser enrabado de novo. Me ajoelhei e botei ele de quatro. Ele pediu para ir devagar…
Desta vez não tinha manteiga, foi no cuspe mesmo. Ele empinou a bunda e eu enchi o buraquinho de cuspe, apontei a cabeçona da pica no anel e fui empurrando devagar. Ao mesmo tempo, ele mesmo tocava uma punheta no próprio pau e gemia cheio de tesão. Quando entrou a cabeça, ele deu um gemido mais forte, mas desta vez aguentou firme, empurrou a bunda contra meu pau para ser entalado de vez! Que delícia. O viadinho estava adorando ser enrabado, e mesmo com dor queria ser fodido com força. Comecei a bombar devagar, enquanto dava palmadas que deixaram aquela bunda branca vermelha. Ele começou a rebolar e falar putaria. “Me fode meu macho, come esse cuzinho que é todo teu, me rasga todo! Aaaaahhhhhh…” Aquilo foi quase como um desafio. O cu ainda era muito apertado, mastigava minha pica, eu com certeza ia esfolar meu pau, mas comecei a meter com força, meu saco quase batendo no dele, ele gemia tão alto que fiquei com medo de alguém passar na estrada e ouvir. Foram 6 ou 8 minutos empurrando pica naquela bunda até eu gozar, soltei um urro de tão gostoso que foi, e vi ele gemer mais alto enquanto gozava na punheta quase ao mesmo tempo. Desabei por cima dele e ficamos ali um tempo, recuperando o fôlego e as energias, eu abraçando aquele corpinho branquinho e fazendo carícias nele. Aí ele tentou beijar na minha boca. “Ôpa! Sem beijo meu veadinho. Eu sou teu macho, teu comedor, mas não sou teu namorado.”
Para deixar as coisas bem esclarecidas, era só sexo.
E durante três anos ele foi meu quebra galho, quando não tinha uma buceta para comer, metia nele. Mentira 🤣🤣🤣…
Às vezes eu até tinha uma putinha para foder, mas nenhuma dava o cu tão gostoso quanto aquele moleque de 12 anos que aceitou a condição de ser meu viado exclusivo e tinha por mim um Amor de Pica.
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