A EMFERMEIRA PUTINHA by: Impudica (COM FOTOS!)
Quando eu escolhi me fantasiar de enfermeira eu sabia que isso atrairia olhares excitados em minha direção, especialmente porque a minha fantasia deixava à mostra a renda de uma cinta liga branca...
Durante toda a festa eu percebia olhares indecisos entre o meu decote e a meia sete oitavos, mas quanto a um fato não havia dúvida: eles queriam comer a enfermeira!
Quando uma mulher se veste como puta, certamente quer ser tratada como tal. Eu sabia disso, e era exatamente o que eu esperava daquela noite.
O fotógrafo da festa estava vestido de Batman, esse tipo de herói faz parte da fantasia sexual feminina... Ele buscava ângulos para as suas fotos que me fizeram perceber que se tratava de um voyeur.
Minha saia bem curta era alvo bem certo de seus flashes (0140), e vez por outra eu propositadamente me descuidava para que ele pegasse lances de minha calcinha ou do decote (0046). Ele logo entendeu a brincadeira, e como um bom voyeur, estava sempre por perto quando minha saia subia um pouco mais.
Todos começaram a dançar. Eu me aproximei dele já tão excitada que o que eu queria mesmo era que ele arrancasse a minha roupa e me comesse ali mesmo, na frente de todos os convidados.
Dançando juntos eu pude perceber que ele também estava excitado, mas se conteve e tirou algumas fotos do meu rosto e do meu decote. Foi quando o filme acabou.
Ele pediu licença e saiu. Nossa! Naquela hora eu já estava completamente molhada. Por suas atitudes fortes pude perceber que ele me pegaria vigorosamente. O tipo que levanta fácil a saia de uma mulher.
Fui atrás dele. A casa estava vazia, as pessoas faziam barulho lá fora. Percorri alguns cômodos e no terceiro quarto estava ele, trocando o filme de sua máquina fotográfica.
Entrei no quarto e encostei a porta, ele me olhou rapidamente e voltou para a câmera. Após um breve silêncio ele perguntou:
Posso tirar algumas fotos suas?
Claro! Eu respondi tão entusiasmada que já não havia dúvidas quanto às minhas intenções.
Ele me mandou sentar na cama e tirou algumas fotos, depois tocou em minha perna e disse sem me olhar:
Abre um pouco as pernas...
Eu obedeci prontamente.
Agora cruza e levanta um pouco a saia...
Eu fazia o que ele mandava já um tanto ofegante, qualquer pessoa diria que ele estava agindo profissionalmente, se não fosse o olhar lascivo por trás daquela máscara e volume consideravelmente maior dentro de sua calça.
Fica em pé.
Rapidamente ele se deitou no chão e tirou fotos por dentro de minhas pernas. (0091 e 0092). Depois ele ficou em pé, segurando a máquina e me beijou com força, segurando os meus cabelos com a outra mão, quase puxando, e disse:
Tira a saia, gostosa!
Eu tirei e ele bateu mais fotos. (0143,0144, 0145, 0146.) Já fui tirando a blusa por minha conta e fiquei só com o avental transparente (0147) e depois, só com a lingerie. (0150, 0151). Ele me jogou na cama e quase arrancou minha calcinha:
Fica com as meias e as luvas, quero te comer assim...
Enquanto ele me beijava e passava a mão rápida e forte em meu corpo, eu ia tirando a roupa dele...
Chupa o meu pau.
Ele não pedia, ele ordenava. E eu comecei a percorrer seu corpo todo com a língua até chegar lá, ele segurava minha cabeça com força, quase empurrando, me deixando presa com a boca naquele pau grande e gostoso. Ele tirou fotos (0157) e disse:
Agora fica de quatro, putinha...
Eu quase implorava pra ele me comer, mas meu irracional orgulho feminino me disse que eu ainda deveria fazer algum joguinho, e eu pedi:
Vai devagar...
Ele não quis ouvir e meteu com força em minha boceta quente. Eu gemi alto. Ele puxou os meus cabelos e sussurrou em meu ouvido:
O que foi? Não era isso que você queria desde o começo? Agora vai levar pau, como merece uma puta... toma....
Ele metia o pau com força apoiando as mãos em minha bunda, e esta empinada na esperança de também levar pau... Percebendo ou não minhas intenções transversas, ele me deu uns tapas e disse:
Todo mundo vai chegar em casa e bater uma lembrando de você... Menos eu, que tô te comendo agora...
Ele sussurrava me deixando louca, imaginando os homens que teriam me desejado naquela noite, mas que não satisfariam as suas vontades... Eu percebia que ele também se excitava com a idéia de estar comendo a mulher que despertou o tesão dos homens que fantasiam com enfermeiras.
De repente ele me jogou de frente pra ele, abriu minhas pernas e começou a me comer, com o polegar ele massageava o meu clitóris molhadinho... Eu gemia incontrolada.
Isso, puta, grita, você tava doida pra levar pau hoje, não tava? Agora goza no meu pau... Goza como uma puta...
Não demorou muito e eu gozei naquele pau que estava dentro de mim, e só uma mulher sabe o que é gozar muito, a ponto de não acreditar em tanto tempo sentindo aquela explosão de gozo dentro de seu corpo...
Logo depois ele também gozou, e pelo barulho que fez acredito que também gozou muito... Deu-me um beijo demorado e enquanto me encarava tirou um cartão do bolso, jogou ao meu lado e disse:
Me liga, talvez eu permita que você veja as fotos...
E voltou para a festa... Eu ainda fiquei um tempo no quarto, recompondo minha fantasia, e quando saí já não o encontrei.
Uma semana depois eu decidi telefonar pra ele. A ligação resultou em um encontro no seu estúdio fotográfico... Agradeçam a ele pelas fotos que disponibilizo para vocês! Por enquanto, vou ficando por aqui com essa história, mas se vocês votarem bastante em meu conto, eu prometo publicar outras fantásticas aventuras que vivi com esse fotógrafo maravilhoso que hoje é meu namorado, e garanto, as fotos foram ficando cada vez mais quentes..
Quem quiser as fotos, escreva para: impudicos@gmx.net
Durante toda a festa eu percebia olhares indecisos entre o meu decote e a meia sete oitavos, mas quanto a um fato não havia dúvida: eles queriam comer a enfermeira!
Quando uma mulher se veste como puta, certamente quer ser tratada como tal. Eu sabia disso, e era exatamente o que eu esperava daquela noite.
O fotógrafo da festa estava vestido de Batman, esse tipo de herói faz parte da fantasia sexual feminina... Ele buscava ângulos para as suas fotos que me fizeram perceber que se tratava de um voyeur.
Minha saia bem curta era alvo bem certo de seus flashes (0140), e vez por outra eu propositadamente me descuidava para que ele pegasse lances de minha calcinha ou do decote (0046). Ele logo entendeu a brincadeira, e como um bom voyeur, estava sempre por perto quando minha saia subia um pouco mais.
Todos começaram a dançar. Eu me aproximei dele já tão excitada que o que eu queria mesmo era que ele arrancasse a minha roupa e me comesse ali mesmo, na frente de todos os convidados.
Dançando juntos eu pude perceber que ele também estava excitado, mas se conteve e tirou algumas fotos do meu rosto e do meu decote. Foi quando o filme acabou.
Ele pediu licença e saiu. Nossa! Naquela hora eu já estava completamente molhada. Por suas atitudes fortes pude perceber que ele me pegaria vigorosamente. O tipo que levanta fácil a saia de uma mulher.
Fui atrás dele. A casa estava vazia, as pessoas faziam barulho lá fora. Percorri alguns cômodos e no terceiro quarto estava ele, trocando o filme de sua máquina fotográfica.
Entrei no quarto e encostei a porta, ele me olhou rapidamente e voltou para a câmera. Após um breve silêncio ele perguntou:
Posso tirar algumas fotos suas?
Claro! Eu respondi tão entusiasmada que já não havia dúvidas quanto às minhas intenções.
Ele me mandou sentar na cama e tirou algumas fotos, depois tocou em minha perna e disse sem me olhar:
Abre um pouco as pernas...
Eu obedeci prontamente.
Agora cruza e levanta um pouco a saia...
Eu fazia o que ele mandava já um tanto ofegante, qualquer pessoa diria que ele estava agindo profissionalmente, se não fosse o olhar lascivo por trás daquela máscara e volume consideravelmente maior dentro de sua calça.
Fica em pé.
Rapidamente ele se deitou no chão e tirou fotos por dentro de minhas pernas. (0091 e 0092). Depois ele ficou em pé, segurando a máquina e me beijou com força, segurando os meus cabelos com a outra mão, quase puxando, e disse:
Tira a saia, gostosa!
Eu tirei e ele bateu mais fotos. (0143,0144, 0145, 0146.) Já fui tirando a blusa por minha conta e fiquei só com o avental transparente (0147) e depois, só com a lingerie. (0150, 0151). Ele me jogou na cama e quase arrancou minha calcinha:
Fica com as meias e as luvas, quero te comer assim...
Enquanto ele me beijava e passava a mão rápida e forte em meu corpo, eu ia tirando a roupa dele...
Chupa o meu pau.
Ele não pedia, ele ordenava. E eu comecei a percorrer seu corpo todo com a língua até chegar lá, ele segurava minha cabeça com força, quase empurrando, me deixando presa com a boca naquele pau grande e gostoso. Ele tirou fotos (0157) e disse:
Agora fica de quatro, putinha...
Eu quase implorava pra ele me comer, mas meu irracional orgulho feminino me disse que eu ainda deveria fazer algum joguinho, e eu pedi:
Vai devagar...
Ele não quis ouvir e meteu com força em minha boceta quente. Eu gemi alto. Ele puxou os meus cabelos e sussurrou em meu ouvido:
O que foi? Não era isso que você queria desde o começo? Agora vai levar pau, como merece uma puta... toma....
Ele metia o pau com força apoiando as mãos em minha bunda, e esta empinada na esperança de também levar pau... Percebendo ou não minhas intenções transversas, ele me deu uns tapas e disse:
Todo mundo vai chegar em casa e bater uma lembrando de você... Menos eu, que tô te comendo agora...
Ele sussurrava me deixando louca, imaginando os homens que teriam me desejado naquela noite, mas que não satisfariam as suas vontades... Eu percebia que ele também se excitava com a idéia de estar comendo a mulher que despertou o tesão dos homens que fantasiam com enfermeiras.
De repente ele me jogou de frente pra ele, abriu minhas pernas e começou a me comer, com o polegar ele massageava o meu clitóris molhadinho... Eu gemia incontrolada.
Isso, puta, grita, você tava doida pra levar pau hoje, não tava? Agora goza no meu pau... Goza como uma puta...
Não demorou muito e eu gozei naquele pau que estava dentro de mim, e só uma mulher sabe o que é gozar muito, a ponto de não acreditar em tanto tempo sentindo aquela explosão de gozo dentro de seu corpo...
Logo depois ele também gozou, e pelo barulho que fez acredito que também gozou muito... Deu-me um beijo demorado e enquanto me encarava tirou um cartão do bolso, jogou ao meu lado e disse:
Me liga, talvez eu permita que você veja as fotos...
E voltou para a festa... Eu ainda fiquei um tempo no quarto, recompondo minha fantasia, e quando saí já não o encontrei.
Uma semana depois eu decidi telefonar pra ele. A ligação resultou em um encontro no seu estúdio fotográfico... Agradeçam a ele pelas fotos que disponibilizo para vocês! Por enquanto, vou ficando por aqui com essa história, mas se vocês votarem bastante em meu conto, eu prometo publicar outras fantásticas aventuras que vivi com esse fotógrafo maravilhoso que hoje é meu namorado, e garanto, as fotos foram ficando cada vez mais quentes..
Quem quiser as fotos, escreva para: impudicos@gmx.net
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