Meu pai, meu primeiro
Uma coisa que sempre admirei no meu coroa era o humor. Ele tinha os momento de depressão por conta da minha mãe, mas no geral era muito alegre.
Meu pai sempre foi o melhor do mundo, mas depois que ele ficou viúvo nossa relação ficou muito melhor.
Ele sempre soube que eu era gay e aceitava de boa. Não tinha vergonha e Tínhamos sempre o costume de sair juntos.
Certa vez fomos a praia juntos e quando eu tirei a roupa e fiquei só de cueca ele me olhou fixo.
- Peludão em filhote! Vai depilar não ?
Eu tinha por volta de 16 anos nessa época.
- Não pai, eu quero ficar como o senhor, peludão.
Ele começou a passar a mão pelos pelos do peito e da barriga.
- Mas você gosta de pelos? Quer ficar como eu?
Dei um sorriso safado.
- Gosto muito dos seus pelos pai, me amarro neles.
Nessa hora a ficha caiu e percebi que exagerei na observação e corri pro a água.
Certa vez estávamos em casa e meu pai falava pelo zap com um amigo.
Eu estava varrendo a casa. Ele levantou pra ir aí banheiro e deixou o celular, o que era normal.
Precisei tirar o celular do sofá para limpar e vi uma conversa do meu pai com esse amigo.
- Pô cara, teu filho é bonito, já pegou ele ?
- Não cara. Ele nem sabe que eu curto essas coisas.
- Ele não sabe que tu curte dar o cu?
- Claro que não ! Minha mulher levou nosso segredo pra o túmulo.
- Tenho muita saudade dela meu amigo, de comer vocês dois juntos.
- Realmente, ela era uma mulher completa.
- Falando nisso brother quando eu posso ir aí pra brincar contigo ? Uma semana já, tô na maior aqui.
- Pode vir amanhã cara. Tô na maior vontade também.
- Podia colocar o moleque na rola também. A 3 sempre foi melhor. Pensa nisso, até amanhã.
- Valeu!
Deixei o celular onde estava e corri pra meu quarto e me tranquei. Precisava organizar as ideias.
O amigo que meu pai conversava era o Tio André, uma amigo do trabalho. Ela era de cor marrom, era da idade do meu pai e também era grandão, mas depilado.
Tive de bater uma pra me acalmar. E comecei a juntar as peças. Por isso que o tio André dormia em casa sem que houve um motivo.
Me veio na mente alguns momentos entre os 3.
Eu imaginava meu paizão dando o cu pra seu amigo e aquilo me deixou doido. Peguei o cabo da escova e enfiei no meu cu.
Fiquei de joelhos na cama e enfiei o cabo no meu rabo e comecei a sentar e gemer.
Sempre fechava a porta do quarto já que eu gostava de ficar nu pra bater uma.
Naquele dia eu farrapei e meu pai entrou no meu quarto e me viu naquela putaria. Com o cabo da escova todo no meu cu
- Perdão filhão!
Ele disse isso e saiu rápido.
Não sai mais do quarto e pela manhã preparei o café pra quando ele acordasse, ele sempre dormia até às 9h da manhã.
Ele levantou, fez sua higiene e veio pra mesa.
- Filho, nós precisamos conversar.
- A pai! Eu errei eu sei.
- Quem disse que você errou? Meu filho sentir prazer daquele jeito e normal.
Eu permanecia calado.
- Ei! Eu também gosto daquele jeito.
Nessa hora eu levantei a cabeça. E o encarei.
- Como assim?
- Eu sei que você leu aquela conversar no ZAP com o André. Na verdade esse plano é dele.
- Plano? Então é verdade que o tio come o senhor?
- É sim. Sua mãe, eu e o tio éramos um tesão. Na encolha claro.
- Então vocês fazem isso a muito tempo?
- Sim filho. E agora o tio André quer continuar o nosso trisal com você.
- O tio vem mais tarde passar o final de semana conosco. Aí você me responde
Passei o dia pensando e tomei uma decisão. O tio André viria aquela noite e eu daria a resposta aos 2.
- Vem filhão já tem carne assada!
- Tô descendo!
Cheguei na área que temos no quintal e eles já estavam a vontade.
Meu pai me levou até o tio André e sem que ele falavasse nada eu já me adiantei.
- Eu aceito ficar com vocês.
Meu pai ficou muito alegre e me abraçou.
- Que bom filhão! Você vai gostar.
- Eu só tenho 1 exigência. Eu quero que o meu pai tire o meu cabaço. Quero que você seja o primeiro.
Meu pai chegou a chorar comigo falando aquilo.
- Pode deixar meu nego, o papai vai fazer gostoso.
O tio André me abraçou e naquele momento começamos um beijo muito quente, os 3.
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