Sessão da tarde 1/2 (desfrutando da irmã)
Era um dia quente eu estava sem camiseta e usava bermuda.
Minha irmã estava de camiseta larga e um short fino.
Gabi estava deitada em meu peito, (Sempre fomos unidos, nossa ligação é forte).
Enquanto assistíamos o filme teve uma cena de beijo(nada muito forte), mas está cena foi a precursora de nossos desejos, mexendo com nossos pensamentos, mais pervertidos.
Não demorou muito, minha rola mostrou sinal de vida na quele momento a bermuda levantou.
Gabi, minha irmã notou, e olhava vidrada no movimento de levanta e desce da bermuda. (Quando estamos na adolescência não controlamos a ferramenta que temos).
Ao perceber que ela ficou encarando o que acontecia por dentro de minha cueca, me subiu um desejo louca de transar, nesse momento eu já não ligava mais se era minha irmã ou outra menina qualquer, o que eu precisava era deixar- lá nua!
O instinto masculino que tomará conta de mim, sabia que ela sentia o mesmo tesão que eu, sem pensar por muito tempo, tomei a iniciativa de acariciar seu braço, eu deslizava minha mão sobre ela, minha irmã casula estava arrepiada.
Era nítido o nosso desejo, (Por deus, isso era tão errado!), mas a tensão sexual estava no ar, era palpável o clima que estava entre nós.
Faço carinho no rosto de Gabi, ela morde os lábios, beijo seu rosto que ainda tinha cheiro do banho recém tomado, passo minha mão em sua barriga, cada vez mais eu mostrava vontade, eu já estava no tudo ou nada, eu precisava trepar com minha irmãzinha.
Eu mordida e beijava o seu pescoço, ela respirava fundo ofegante e minha maninha toma a iniciativa guiando minha mão até sua buceta. Meu único pensamento: "é uma putinha e vou usá-la como tal".
Esfrego meus dedos lentamente por cima do short de Gabi, não preciso ter pressa, mamãe chegaria somente no período da noite. Toco o corpo de minha irmã com mais força a aperto como se fosse arrancar um pedaço do corpo dela, acelero os movimentos, mordo seu pescoço, Gabi geme com seus olhos cor de mel fechados.
Não tinha mais como adiar, minha irmã de 1,53 de altura, beija minha boca, ela não tinha experiência, mas tudo bem! eu não era o experct, porém sábia o que eu queria e eu a queria nua!
Minha maninha, passava a mão em meu pau por cima da bermuda, nosso beijo que até alguns segundos estava de sincronizado, entra em perfeita sincronia. Não resisto e busco os seus pequenos seios, aperto forte, ao sentir o aperto, ela geme e aperta com mais força meu pau e pede "Faz isso de novo".
E a obedeço e aperto com mais força, puxando o bico de um de seus pequenos seios.
Gabi entra em transe com os apertos que dou, ela tira a própria camiseta, não penso duas vezes e caio de boca, chupando e mordendo aquela putinha.
Tiro minha bermuda e mostro meu membro a minha pequena, que olha com um olhar de devoradora, ela tenta colocar a boca, mas eu a empurro a fazendo ficar de bruços e em uma única puxada arranco o short de Gabi, puxo seus cabelos e vou beijando suas costas, passo a língua e vou descendo, chego em sua pequena bunda e dou um tapa, não com muita força, a safada geme e empurra o rosto no travesseiro e o morde. Beijo, suas coxas que para a idade dela não tinha nada de mais. A perto forte, abro sua bunda forçando seu cuzinho e xota a se arreganhar para mim e começo a chupa-la, lambo, enfio minha língua o mais fundo em sua xotinha carnuda. Gabi geme com o rosto grudado no travesseiro, abafado o ruído, seu corpo está no automático, ela faz movimentos de vai e vêm em minha boca.
Enquanto minha língua chega no mais profundo dela, meus dedo toca seu clitóris, em pouco tempo Gabi se desespera, começa ater uma série de espasmos, minha boca está melada dos fluidos de minha irmã, misturado com minha saliva. Acabei de dar o primeiro orgasmo para minha irmãzinha. A única coisa que eu sabia é que eu queria mais!
Eu não estava satisfeito, eu sabia que nada mais seria igual, entre ela e eu.
Noto que ela está mais calma pós seu orgasmo, abro a bunda dela com força e uma pitada de desespero e chupo o anelzinho de Gabi.
Em meio a gemidos e tentativas de dizer algo ela, pedia: "Matheus aí não, por favor! Não faz aí!". Claro que ignorei, continuei chupando e linguado aquele pequeno cu, não demorou muito novas palavras saíram de sua boca:
" Eu vou goz.... Aaahh!" Ela enterra seu rosto no travesseiro e tem outra série de espasmos, seu corpo ainda tremia, o cuzinho de Gabi piscava e ela me olhava com um olhar de que se tivesse descobrido um mundo novo.
Continua...
Está é a primeira vez que posto um conto escrito por mim.
Espero que gostem, deixe seus comentários.
Peço desculpas sobre algum erro ortográfico.
Essa é uma história que pode ter acontecido ou não.
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