O pedreiro me fez homem
Ele se chama Alberto, tinha na época 40 anos, Ele era o que se chama de pedreiro raiz, adorava falava alto, na obra só usava short e sempre smtinha umas latinhas de cerveja, etc.
Ele costumava trabalhar sozinho depois que os ajudantes iam embora, fazia acabamentos em geral e isso era até 19h. Eu já tinha visto o Alberto levar algumas pessoas naquela obra, e sempre era na parte da noite.
Eu sempre ia na obra, ficava olhando aqueles homens, a maioria mais novos que Alberto. E aos 13 nós não conseguimos controlar nossas emoções.
Ceta vez eu fui na obra olhar como estava ficando e só estava o Alberto e como éramos vizinhos ele tinha uma certa liberdade comigo.
Beto: Júnior tu gostou dos ajudantes num foi moleque?
Eu: Gostar como seu Beto?
Beto: Tu estava olhando pra eles e quase babando, e o teu pinto estava duro.
Eu fiquei vermelho e comecei a reparar no velho short , apesar da rola ficar sempre lá dentro, o tamanho era gigante.
Beto: fica frio Júnior, eu também olho eles, são bonitos né?
Aquela pergunta eu não iria responder e sai correndo. Dormi imaginando, como o cara era tão relaxado ao ponto de me dizer aquelas coisas, mas aquele me deixava louco.
Foi então que certo dia passei na tal obra e dei uma espiada, naquela hora ele já estava sozinho, carregando algumas coisas, foi a primeira vez que vi o Alberto com outros olhos.
Foi então que vi a cena, o Beto estava de rola dura, o safado olhava para a pica e dava pulsadas nela, abrindo um sorriso de satisfação.
Ele sumiu da minha vista e resolvi entrar e ver o que ele está fazendo. Nem preciso dizer o quanto excitado.
Lá dentro estava silencioso. A expectativa de ver de novo aquele pedreiro trabalhando de pica pra fora me deixou louco. Lá no fundo do terreno, encontro o cara com a rola toda pra fora, tinindo de dura e pulsando.
Ainda escondido atrás de uma janela, botei a mão dentro da minha cueca e alisei o meu pau. Não sabia o que ele poderia comigo, eu era virgem e meio bobo. Lembre do que ele tinha dito, que minha rola dura e comecei uma punheta, sem nem saber o que era punheta.
Nessa hora derrubei uns tijolos da construção no chão. O pedreiro na hora parou o que estava fazendo, tentei me esconder, mas era impossível, ele me cercou na porta. Quando viu que era eu, tomou um susto.
Beto: Junior? O que você tá fazendo aqui?
Quando vi aquela pica babona e começando amolecer, mas farta, meu pau ficou duro de novo.
Eu o olhava com vontade e agora sabia que gostava era de rola, eu admirava.
Quando ele baixou os olhos sobre o meu pau, deu risada. Entendeu o que eu tava querendo ali.
Beto: vem pegar moleque, tá curioso?
Ele falava comigo com a voz tranquila e um sorriso safado.
Pediu para que eu fosse para um quarto da construção, me indicou a porta e foi fechar o portão.
Confesso que fiquei com medo e pense em fugir dali, mas a curiosidade era grande.
Chegando no quarto ele arrancou seu short,o seu peito definido e meteu uma das suas mãos grossas dentro da minha cueca.
O cheiro dele me estremeceu ao mesmo tempo que sentia o meu pau sendo apertado por aquela pele áspera mas quente.
Beto: pega no meu também moleque.
Retribui, eu estava hipnotizado, pegando naquele caralho comprido e encorpado enquanto a pica pulsava na minha mão e estava babando.
Beto: ele está assim por você Juninho.
Eu apenas sorri e não parava de alisar aquela tora. Tirou minha camiseta e lambeu os meus mamilos me fazendo gemer e sentir um coisa muito boa.
Beto: Safadinho… Você já gozou gatinho?
Ele começou a me beijar, meu primeiro beijo e esfregou a sua pica cabeçuda e quente na minha perna.
Comecei a gemer e sentia meu corpo quente.
Eu : faz de novo vai…
Ele agachou e meteu o meu pau na sua boca, e chupou a cabeça. Eu apenas gemia, aquilo era muito bom.
Depois parou e mandou que eu chupasse a rola dele. Seu pedido foi me deixou paralizado, ele veio chegando, deu pra sentir o cheiro dele e botou aquela delicia cabecuda na minha boca, eu sentia a baba sair misturando com a minha saliva.
Ele me virou de costas e pediu pra mim ficar de 4 um colchão no chão e me pediu pra me segurar, não entendi até sentir a língua dele no meu cu.
Eu: Ahaaaaaa! Aí! Ui! não para Beto não para!
Ele deu um tapa na minha bunda, senti meu cu piscando, mordendo a língua dele.
Ele estava mole e ele subia minhas costas e deu um mordidinha de leve na minha orelha ao mesmo tempo esfregou maciamente o caralho no meu cu.
Eu : Aí! Delicia! O que é isso na minha bunda Beto?
Beto: Sinta você mesmo .
Coloquei minha mão e senti que era a pica dele. Nesse momento provamos olhares.
Beto: deixa eu colocar meu pau no seu cu?
Ele nem esperou eu dizer nada e caiu de boca no me cu, deixando parte da sua baba na entrada do meu buraco.
Não resisti e cedi.
Senti aquela vara me penetrar, senti minhas pernas amolecerem. Doeu um pouco e senti um desconforto , Beto sempre né abraçando e me beijando.
A sua voz grossa do Beto gemendo enquanto fodia o meu rabo se juntou com a prensa que meu corpo.
Beto fez um movimento e a rola dele e saiu quase toda e entrou com tudo no meu cu.
Eu: Aí! Aí! Aí!
Beto: Doeu Juninho? Quer que eu pare?
Eu: Não! Tá gostoso … Faz de novo vai… Faz que eu tô sentindo aquilo de novo!
Ele metia tudo , mas com carinho e muito beijo, estávamos suados e ele me fez gozar aos berros.
Eu: Ui! Isso é bom! Muito… Muito .. ahaaaaa ! Ahaaaa!
Meu pau ainda pulsando. Rebolei, estava muito bom e ainda iria ficar melhor senti aquele peito ofegante e a pica do Beto pulsar no meu cu.
Aquilo que era macho! Ficamos abraçados e nos beijando e ele acariciava meu cu espalha do sua gala que saia…
Saciados, nos vestimos.
Ele disse que tinha que ir, tinha curtido muito. Depois passei a ir lá sempre no final da tarde, quando os outros colegas já tinham ido embora, só pra trepar com ele, ou pelo menos, tocar uma punheta juntos.
Hoje eu e ele nomorados escondidos por motivos óbvios, mas ele disse que quer casar comigo.
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