Minha iniciação foi com um dedo no cuzinho
Umas das brincadeiras de moleques lá pelos anos de 1977 era o esconde-esconde, a gente ficava até altas horas da noite nessa folia e depois íamos todos juntos tomar banho no rio. Éramos entre 8 a 10 garotos naquele pedaço de rua, todos na idade de 12 a 14 e por aí vocês já devem imaginar a bagunça que era. Eu como era o mais novo da turma, estava chegando ainda nos meus 10; quase sempre ficava como o pegador (o que tinha que procurar e encontrar todos) e aí o primeiro que eu encontrasse ficava no meu lugar e eu ia me esconder. Naquela noite eles escolheram o Doda para ficar como pegador e quando ele disse já e ficou de frente para a parede, todos nós saímos em desabalada carreira procurando o melhor lugar e nessa busca do lugar perfeito eu entrei num beco entre a casa do seu Orlando e a da minha tia Socorro, o Reinaldo, um moleque mais velho que, ele tinha uns 14 anos; entrou também. O beco era muito estreito e muito escuro que dificilmente o pegador iria nos procurar lá. Eu entrei na frente e ele logo atrás de mim, assim meio de lado e a sua mão ficou tocando em minhas costas bem próximo do meu bumbum. Ficamos ali paradinhos, para não chamar a atenção do Doda e uns 5 minutos depois ele passou a mão de leve na minha bunda por cima do calção. Senti um negócio estranho e a minha reação foi sair, mas não dava para ir mais para a frente. Ele passou novamente, só que agora foi mais fundo e forçando o dedo, quase chegou no cu, mesmo empurrando o pano do calção. Eu falei baixinho: para... não faz isso! Só que enquanto eu dizia para ele parar, ao mesmo tempo o meu coração acelerava e eu sentia uma coisa gostosa e torcendo para ele não parar. Ele fez para mim: Shiiii... não faz barulho, senão o Doda vai achar a gente e enquanto falava isso, ele enfiava a mão dentro do meu calção. Eu senti aquela mão ir descendo pelo meu rego e senti um arrepio gostoso, meu cuzinho piscou e eu senti uma coceirinha deliciosa nele, querendo sentir aquele dedo dentro de mim. Quando o Reinaldo encontrou o meu cu com o seu dedo, ele o passou várias vezes e tentou entrar, mas não conseguia. Ele tirou a mão, cuspiu nas pontas dos dedos e falou baixinho: abaixa o calção! Eu obedeci na hora! Ele enfiou a mão no meu rego novamente e melou tudo com a saliva dele e tentou mais uma vez e o dedo não entrava, aí ele mandou: empina a bundinha! Eu empinei e nessa hora senti o meu pinto ficar mais duro do que já estava, porque eu tive a sensação de ser a mulherzinha do Reinaldo e isso me deu muito tesão. Ele cuspiu novamente na mão e voltou a tatear no meu rego e foi forçando o meu cuzinho que já estava todo melado. Enquanto ele alisava eu fui me empinado cada vez mais, até quase ficar de quatro e foi aí que eu senti a cabeça do dedo indicador dele entrar em meu cuzinho pela primeira vez. Foi uma sensação tão estranha e ao mesmo tempo gostosa, deu uma dorzinha, mas ao mesmo tempo amenizou a coceirinha que o meu cu estava sentindo. Ele tirou o dedo e falou: fica assim, não te mexe! E eu ali paradinho só obedecendo e esperando. Aí ele cuspiu novamente na mão melecou mais o meu rabo e veio com o dedo certinho no meu cu, que estava ansioso e enfiou mais fundo, até a segunda junta do dedo indicador. Eu gemi alto... acusei a metida forte do dedo dele e institivamente tentei sair, mas ele me falou: fica quietinho! Eu falei pra ele: doeu, tu meteu com força! Ele perguntou: ainda tá doendo? Eu respondi que não e aí ele disse: fica quieto que é gostoso! Eu fiquei ali paradinho com a bunda empinada, o calção nos joelhos e o dedo do Reinaldo enfiado no meu cuzinho que piscava apertando o dedo dele e a cada piscada o meu pinto super duro subia e descia. De vez em quando ele forçava um pouco e entrava mais um pouquinho do dedo dele, eu gemia e sentia que aquela coceira do meu cu diminuía a cada vez que eu sentia aquela dorzinha gostosa. Ficamos uns minutos ali, até que ele falou: deixa eu comer a tua bunda? Eu disse que não, mas ele insistiu! Aí eu perguntei: tu não conta pra ninguém? E ele respondeu que não e eu disse que deixava. Ele tirou o dedo do meu cu e disse: vamos lá para o quintal da minha vó, que lá ninguém vai procurar a gente. Ele mesmo levantou o meu calção e saímos devagar, para ninguém nos ver e fomos pela beirada do rio até o quintal da vó dele. Lá ele mandou eu tirar o calção, eu fiquei de quatro com os joelhos no chão e me segurando na raiz de um pé de tamarindo. Reinaldo também tirou a roupa, ficou peladinho e veio para trás de mim. Cuspiu novamente na mão, melecou o meu cu e tentou enfiar o pau dele em mim. Foi aí que eu percebi que o pau dele era pelo menos umas 3 vezes mais grosso que o dedo dele e aí eu me levantei dizendo: Não... vai doer! E ele me pagando por trás e querendo que eu ficasse novamente de quatro. O medo de doer era grande, mas o meu cu piscava o tempo todo querendo algo dentro dele para matar aquela coceirinha. Ele acabou me convencendo e me colocando novamente de quatro e cuspindo novamente na mão e passando novamente no meu cu ajoelhou-se atrás de mim e ficamos ali por uns 20 minutos e cada vez que a cabeça do pau ia entrando eu acabava saindo e não deixava. Cansado de tentar e já irritado comigo ele me mandou juntar as coxas e ficou metendo por trás até ficar respirando ofegante e depois ficou paradinho me abraçando forte por trás. Depois é que eu fui saber que ele tinha, era gozado naquele momento. Nos vestimos e saímos dali e nem voltamos mais para a brincadeira! Eu com o cu todo melecado de cuspe do Reinaldo e pedindo para ele não falar nada com ninguém e ele com o pau todo esfolado de esfregar em meu rego e nas minhas pernas. Eu fui para casa e me deitei alisando o meu pinto durinho e com a sensação de que devia ter deixado ele meter em mim, pois quanto mais eu lembrava, mais a coceirinha em meu cu aumentava e aquela sensação gostosa de ser a mulherzinha dele me invadia. Fiquei horas alisando o meu pinto e antes de pegar no sono eu me prometi várias vezes que se ele me pedisse o cu novamente, dessa vez eu deixaria ele meter, mesmo que doesse.
Nascimento Silva
Nascimento Silva
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