Meu amigo come minha mulher. Integral
Continuando o relato anterior, no dia seguinte eu sai de casa, fui trabalhar e minha mulher foi para São Vicente. Chegando ao escritório eu liguei para o Felipe. Ele estava cheio de dedos, constrangido em falar comigo, mas eu o tranqüilizei, dizendo que minha mulher me havia contado tudo o que tinha acontecido, que eu estava feliz por ela ,e que ela já estava se dirigindo para a praia. Disse também que ele podia ficar sossegado, pois confiava nele. Ele me agradeceu, disse que tinha sido ótimo para ele também, mas disse que minha mulher já havia ligado para ele dizendo que estava indo. Eu ri, e perguntei o que ele tinha feito para ela, pois ela estava radiante. Ele riu e disse que tinha usado a varinha magica. Eu ri também, percebendo que o Felipe estava voltando a ser o Felipe que eu conhecia há muito tempo, bem safado. Disse a ele que pelo que ela me disse que o que ele tinha não era precisamente uma varinha. Ele riu e disse que dava para o gasto. Eu antes de me despedir, disse que iria na sexta feira e gostaria de vê-los. Sabia que eles ficariam no apartamento dele em Santos , mas que fossem sexta a noite para o meu apartamento em São Vicente. Ele disse O.k., e nos despedimos.
Passei esse dia como um menino, com a cabeça voltada ao que devia estar acontecendo lá no litoral. A noite em casa fiquei esperando uma ligação que não veio. Quem me ligou foi o Celso, conversamos por um bom tempo e percebi que ele estava visivelmente preocupado.
No dia seguinte, minha mulher me ligou, dizendo que estava adorando, dizia que nunca esteve tão feliz, que o Felipe era um ótimo amante, ótima companhia, muito gostoso, alegre, safado, um verdadeiro macho e cavalheiro. Ficou desfilando uma infinidade de qualidades do mais novo companheiro de cama. Eu senti uma ponta do velho ciúme. Disse que estava feliz por ela, mas pedi para ela ficar com os pés no chão, que afinal ele era marido da Nice. Senti que ela percebeu meu sentimento, e começou a falar que ela sabia o que ela poderia esperar desta relação, que estava apenas curtindo o momento, que eu ainda era o maridinho querido dela, e que ela não tinha intenção de destruir nenhum lar. E que no ponto de vista dela, ela estava até ajudando a amiga que ela sabia, não era muito chegada e rola. Aproveitei e disse a ela que o Celso havia ligado e que estava preocupado com ela. Que havia desmarcado o encontro com ele e disse que ia viajar, não dando maiores explicações. Ele me perguntou se você tinha comentado comigo o que ele tinha feito para você fazer isso com ele. Ela disse que era para eu deixar para lá, que não estava nem um pouquinho preocupada com o Celso, alias nem passou pela cabeça o amante.
Eu tomei as dores do amante, dizendo a ela que ela devia pensar bem, pois o Celso era um companheiro confiavel e que a amava de verdade , visto já estarem juntos ha tanto tempo. Ponderei que conhecia o Felipe e, que ele parecia ser uma cara bem volúvel, que ela devia aproveitar os momentos, tudo bem, mas que não devia trocar o certo pelo duvidoso. Ela disse que tudo bem, que ela quando voltássemos iria acertar tudo com Celso. Depois fiquem pensando, que engraçado funciona a cabeça de um corno! Eu estava com ciúme do entusiasmo dela pelo Felipe, ciúmes por mim e pelo amante , o Celso.
Finalmente chegou a sexta feira. Como estava ansioso, arranjei de descer logo após o almoço. Tentei falar com eles por telefone, avisando que desceria mais cedo, mas não consegui, ou eles estavam na praia ou não ouviram o telefone. Fui ao meu apartamento e de lá ligaria novamente. Ao entrar no apartamento, escutei
barulho de gemidos vindo do quarto. Fui devagar para fazer uma surpresa mas eu fui surpreendido por uma cena linda, tocante. O Felipe estava deitado na cama e minha mulher cavalgava de costa para a porta. Ela se contorcia, gemia alto, Dizia que estava sentindo sensações maravilhosas, que o Felipe era muito gostoso, que o pau dele estava atingindo partes inéditas dentro dela, provocando sensações louca. Gemia, falava coisas que eu nunca, nem nas nossas melhores transas, ouvi ela dizer para mim. De repente ela explode em mais um gozo intenso. Fiquei paralisado ainda, quando ela desceu do pau do Felipe, exausta, e eu pude ver um pau grosso, grande, intumescido, brilhante, demonstrando que só ela havia gozado. Ela se aninha junto as pernas dele e ofegante com a voz quase de choro começa falar que ele era o homem da vida dela, o mais gostoso, que provocava sensações inéditas e prazerosas. Que se ele tivesse insistido em conquista-la quando se conheceram há mais de 20 anos, provavelmente ela teria cedido e provavelmente teria se separado para viver esse grande amor. Disse que nunca passou pela cabeça dela, apesar de após a liberação dela ter conhecido muitos homens, ter vivido com alguém que não fosse o marido dela. Ele também disse que ela era a mulher mais gostoso e fogosa que ela já teve na cama. Disse que a boceta dela apertava, e o soltava, fazendo uma chupeta no pau dele, sensação que ele nunca, nem as profissionais do sexo que ele conhecera, haviam provocado nele.
Disse também que tinha adorado o cuzinho apertadinho e quentinho dela, mas que outra coisa que ele tinha ficado vidrado era como ela chupava gostoso. Minha mulher disse que chupava gostoso ele, porque ele tinha o pau mais gostoso que ela havia chupado. Que o pau dele era uma delicia, cheiroso, gostoso, muito melhor até que o do surfista. Ele sem entender nada, perguntou que surfista, se ela andava transando com garotões.. Ela riu e disse que era uma longa história, mas que ele era melhor que qualquer garotão. Minha mulher disse a ele, que não sabia como a Nice podia tendo um monumento de homem deitado ao lado, ficar um mês sem querer fazer sexo. Então ela começou a fazer uma chupeta. Ela chupava com vontade, eu via pela expressão do Felipe que estava adorando. Eu conheço e sei que minha mulher chupa maravilhosamente bem. Mas estava lindo de ver. Ela chupava com visível gosto ele se contorcia e ela também demonstrando que aplicando uma chupeta ela estava em sintonia e até estava gozando por estar com aquele pau na boca. Até então eu nunca tinha visto ela chupando daquele jeito. Ele começou a se contorcer mais, ofegante, quis se livrar da boca dela, mas ela não deixou e para minha surpresa ela quis e ele gozou na boca dela. Coisa que ela dizia que nunca faria. Quando víamos filmes pornô ela dizia que isso seria uma coisa que ela não teria coragem nem estômago para fazer. Ela ainda continuou com aboca no pau dele. Ela também chegou ao orgasmo. Foi maravilhosos de ver. Ele visivelmente exausto e extasiado ouviu ela fazer a confissão de que ele era o primeiro homem que havia gozado na boca dela. Que a partir de agora ela seria toda dele, seria a putinha dele, que estaria sempre disponível quando ele quisesse. Ele perguntou o que ela faria se eu, o marido, não quisesse essa relação. Ela disse não tem perigo, , pois eu era um corno muito mansinho, e rindo disse que o marido sempre quis que ela fosse feliz. Mas se ele não quisesse que ela se encontrasse com ele, ela iria do mesmo jeito. Pois não dava mais para ela ignorar um sentimento tão grande. Que ele era o homem da vida dela. Mas acalmando ele, disse que não tinha perigo, ela não iria ficar no pé dele. Eu fiquei paralisado, ouvir aquela confissão me deixou muito enciumado, sentimento há muito escondido. Pela primeira vez, desde que liberei minha mulher, eu senti um perigo eminente de perde-la.
Eu sai de fininho, dei um tempinho e fingi estar entrando nesse momento. Eles me receberam com surpresa, minha mulher veio me beijar na boca e disse baixinho, sentiu o gosto do meu homem? Eu ri baixinho também e disse que sim. O Felipe visivelmente embaraçado por ser pego de surpresa e nu apenas me cumprimentou sem dizer nada. Eu já refeito, mas ainda sob o efeito das coisas que vi e ouvi há pouco, tentei brincar, dizendo que não queria estar interrompendo nada. Disse que pensava que eles ainda estivessem no apartamento dele.
Minha mulher disse que não estava interrompendo nada, a acrescentou rindo olhando para o amante, que qualquer hora que eu chegasse iria provavelmente pega-los assim. Disse também que de agora em diante eu não iria interromper nada mesmo que quisesse, pois ela havia acabado de dizer ao Felipe que ela era de coração, uma escrava dele, se ele quisesse. Olhou para mim com cara de desafio, que eu só havia visto ela fazer para mim quando discutíamos sobre qualquer assunto.
Eu pego novamente de surpresa, disse que eu não tinha nenhum interesse em interromper nada, que o meu desejo era vê-la feliz. O Felipe, falando pela primeira vez, disse que era tudo brincadeira, que eles estavam se curtindo, me agradeceu pela confiança, e para deixar o clima menos tenso, acrescentou dizendo que eu tinha uma mulher muito deliciosa, que ela o havia feito se sentir um garotão, que há muito não tinha sentindo tanta disposição e tão tesudo como aqueles dias.
Foi assim o final de semana todo no apartamento com eles transando de tudo que era jeito. Saimos as noites para jantar e beber, e voltávamos para casa. Nesses dias eu fui mais um voyer do que um participante. O tesão de minha mulher por ele e sua portentosa pica, foi tão grande que quase não sobrou espaço para minha modesta rola. Mas como Corno mansinho que sou, fiquei muito feliz e continuo até hoje, pois ele sempre que a chama ela vai, não importa o que ela esteja fazendo ou planejando fazer.
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